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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

31
Out25

“Campo de futebol relvado, de erva seca” - Travancas – Chaves – Portugal


Mário Silva Mário Silva

“Campo de futebol relvado, de erva seca”

Travancas – Chaves – Portugal

31Out DSC08003_ms

Esta fotografia de Mário Silva, capturada em Travancas, Chaves, retrata um cenário que evoca a melancolia e o contraste entre o desporto e o abandono.

O plano principal é dominado por um campo coberto por erva alta e seca, em tons profundos de castanho-dourado e ocre, sugerindo o final do verão ou o avanço do Outono no interior transmontano.

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Em contraste com o tom da relva, destacam-se duas balizas de futebol em ferro, visivelmente enferrujadas e sem redes, que se erguem como esqueletos sobre o campo.

A primeira baliza, mais próxima e maior, é ladeada por arbustos.

A segunda, mais distante, reforça a profundidade da composição.

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O fundo da imagem é preenchido por uma paisagem montanhosa, suavemente ondulada, que se estende sob um céu dramático, pesado, com nuvens carregadas em tons de cinzento e amarelo-sujo.

A luz é difusa e quente, conferindo à cena uma atmosfera de quietude, isolamento e a memória de jogos passados.

O campo, outrora palco de atividade, surge agora como um monumento à pausa e à espera.

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O Relvado Seco e as Balizas Enferrujadas – O Futebol como Metáfora no Portugal Rural

O “campo de futebol relvado, de erva seca”, capturado em Travancas, Chaves, é muito mais do que um mero registo paisagístico; é uma profunda metáfora da vida e da memória nas aldeias do interior de Portugal.

A imagem evoca a dualidade entre a paixão comunitária e a realidade do despovoamento.

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O Templo do Desporto no Interior

Em comunidades pequenas, o campo de futebol – por mais rústico que seja – transcende a função desportiva.

É um verdadeiro templo social.

É o ponto de encontro de jovens, o palco de rivalidades amigáveis entre aldeias, e o espaço onde a identidade local se reforça a cada golo.

O “relvado” de erva seca, longe do glamour dos grandes estádios, representa a autenticidade e o engenho do futebol praticado na sua forma mais pura, em condições simples.

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As Balizas: Memória e Abandono

As balizas enferrujadas são o ponto focal dramático da fotografia.

A sua corrosão e a falta de redes simbolizam o passo do tempo e, inevitavelmente, o abandono.

O metal, castigado pelos Invernos e Verões, reflete a estagnação da atividade.

Estas balizas permanecem de pé, orgulhosas, mas vazias, a guardar a memória dos jogos, dos gritos de vitória e dos lamentos de derrota.

Elas representam a resistência de uma tradição que teima em não desaparecer, mesmo quando os jogadores já partiram.

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A Paisagem e a Quietude Transmontana

O cenário de montanhas distantes e o céu carregado enquadra o campo numa quietude quase solene.

A paisagem vasta e rural reforça o sentido de isolamento destas comunidades.

A cena, capturada no silêncio da tarde, convida à reflexão sobre o ciclo de vida das aldeias: a vitalidade trazida pelo verão e pelos regressos, e a pausa melancólica trazida pelo Outono e o Inverno, quando a vida comunitária se recolhe e o campo espera pacientemente pela próxima estação.

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Em Travancas, como em muitas outras aldeias de Chaves, este campo de futebol é uma cápsula do tempo, celebrando a paixão inata pelo jogo enquanto lamenta, silenciosamente, os filhos da terra que já não vêm chutar a bola.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
20
Out25

“O pessegueiro (Prunus persica), as couves (Brassica olerácea), as abóboras (Cucurbita spp) e … muita erva seca.”


Mário Silva Mário Silva

“O pessegueiro (Prunus persica), as couves (Brassica olerácea),

as abóboras (Cucurbita spp) e

… muita erva seca.”

16Out DSC05236_ms

Esta fotografia de Mário Silva é um retrato do final da estação de colheita numa horta ou pomar.

O enquadramento divide-se em dois planos principais:

Em primeiro plano, o solo está coberto por erva seca e amarelada, com vestígios de pequenas flores brancas.

Espalhadas por este solo seco, repousam cinco grandes abóboras (amarelas/alaranjadas), que se destacam pela sua cor viva contra o tom pálido da relva.

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Em segundo plano, a vegetação é mais densa e verde: à esquerda, vê-se a folhagem escura e densa do pessegueiro e, à direita, sobressaem as folhas grandes e cinzentas das couves.

A composição sugere um microecossistema de subsistência, onde as culturas coexistem com a inevitabilidade da estação seca.

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A Horta do Fim do Verão: A Lição da Abundância e do Descanso

A fotografia de Mário Silva capta um momento de transição na agricultura rural: a horta no final do verão ou início do outono, onde a abundância das colheitas coexiste com o descanso da terra.

O título – que nomeia o pessegueiro, as couves, as abóboras e a erva seca – destaca esta dualidade, mostrando um ciclo agrícola onde a vida e a morte vegetativa se tocam.

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As Abóboras: Símbolos da Abundância

As abóboras (Cucurbita spp) espalhadas pela relva seca são o símbolo visual da fartura.

São o fruto de uma estação de crescimento intensa, representando o sucesso da colheita e a garantia de alimento para os meses mais frios.

A sua cor vibrante é um contraste alegre com o tom castanho da erva, marcando o final de um ciclo produtivo e a preparação para o inverno.

No contexto rural, a abóbora é um alimento versátil, usado em sopas, doces e até na alimentação animal.

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O Pessegueiro e as Couves: A Coexistência

A presença do pessegueiro (Prunus persica), com a sua folhagem escura, sugere uma cultura mais perene, o pomar, que coexiste com a horticultura sazonal, representada pelas couves (Brassica oleracea).

Este arranjo é típico das hortas familiares, onde se procura maximizar o uso do espaço e garantir uma variedade de produtos ao longo do ano.

O pessegueiro já deu o seu fruto, e as couves, mais resistentes, preparam-se para o frio.

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A Erva Seca: O Descanso da Terra

O elemento mais revelador na imagem é a “muita erva seca”.

Esta erva não é apenas um pormenor; é a marca da estação quente e o prenúncio do descanso.

Numa perspetiva de agricultura tradicional, a erva seca e a palha são frequentemente reincorporadas no solo para o enriquecer e proteger, ou utilizadas para forragem.

O solo, que trabalhou intensamente para gerar as abóboras, o pêssego e as couves, está agora a receber a sua licença para repousar antes das chuvas do outono o rejuvenescerem.

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A fotografia, no seu todo, é um hino à sabedoria do ciclo agrícola: a colheita generosa não é o fim, mas sim uma pausa necessária que prepara a terra para a próxima estação de vida.

É um retrato da beleza encontrada no trabalho duro e na coexistência pacífica dos diversos elementos que garantem o sustento.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
09
Set25

"Árvore seca e solitária"


Mário Silva Mário Silva

"Árvore seca e solitária"

09Set DSC07679_ms

A fotografia "Árvore seca e solitária" de Mário Silva foca numa paisagem árida, onde uma árvore solitária, com a maioria dos seus galhos despidos e secos, destaca-se no topo de uma colina coberta por vegetação de cor ocre.

A luz do sol incide sobre a vegetação, criando um efeito de brilho intenso e sombras profundas.

O céu, em tons de azul e cinzento claro, contrasta com as cores da paisagem.

A imagem, com a sua composição simples e minimalista, realça a beleza da solidão e da resiliência da natureza.

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Estória: O Guardião Silencioso da Colina

A colina, que Mário Silva capturou na sua fotografia, era um lugar de lendas.

A aldeia chamava-lhe "a Colina da Esperança", e a árvore que se erguia no seu cume era o seu guardião silencioso.

Para os aldeões, a árvore não era apenas um pinheiro; era um símbolo de resiliência, de força e de esperança.

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A árvore tinha visto tudo.

Tinha visto o sol a nascer e a pôr-se, a chuva a cair e o vento a soprar.

Tinha visto a vida a passar lá em baixo, a aldeia a crescer, as crianças a brincar, as gerações a virem e a irem.

Ela era a testemunha silenciosa da história da aldeia, o seu coração e a sua alma.

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A fotografia de Mário Silva capturou a sua beleza e a sua solidão.

O seu tronco, cinzento e rugoso, era a prova da sua idade e da sua força.

Os seus galhos, despidos e secos, eram os seus braços estendidos para o céu, uma prece por mais um ano de vida.

A vegetação de cor ocre, que Mário Silva capturou com a sua luz intensa, era a vida que se agarrava à terra, a prova de que mesmo num lugar árido, a vida encontra sempre um caminho.

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A lenda dizia que a árvore tinha um segredo.

A sua alma, dizia-se, estava escondida num pequeno ninho de pássaros que se encontrava no seu tronco.

A lenda dizia que, se alguém com o coração puro subisse a colina e sussurrasse o seu desejo no ninho, o desejo seria realizado.

Mas ninguém o tinha feito.

O medo e a superstição eram mais fortes que a fé.

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A fotografia de Mário Silva era um lembrete de que, mesmo em tempos difíceis, a esperança permanece.

A árvore, com a sua solidão, era um farol, um guia para a aldeia.

E os aldeões, que olhavam para a fotografia, sentiam uma profunda gratidão.

A árvore, o seu guardião, estava ali, a protegê-los, a dar-lhes força, a ser o seu farol.

E eles, a sua aldeia, estavam ali, a protegê-la, a dar-lhe vida, a ser o seu porto seguro.

A árvore e a aldeia eram uma só, unidas por uma lenda, uma história, e uma fotografia.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
04
Set24

A Beleza Apagada: A Albufeira do Rio Arcossó e os Desafios da Seca


Mário Silva Mário Silva

A Beleza Apagada:

A Albufeira do Rio Arcossó e os Desafios da Seca

04Set DSC00035_ms

A albufeira do rio Arcossó, localizada junto à barragem das Nogueirinhas em Chaves, Portugal, é um testemunho da intrincada relação entre a natureza e a ação humana.

Em tempos, as suas águas límpidas espelhavam a exuberante vegetação circundante, criando um cenário de serena beleza.

Contudo, a imagem que se apresenta hoje é marcada por uma profunda tristeza, com os níveis de água significativamente reduzidos, expondo um leito seco e rachado.

Essa transformação dramática é um reflexo alarmante das mudanças climáticas e da gestão inadequada dos recursos hídricos.

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A beleza da albufeira do rio Arcossó reside na sua capacidade de evocar uma sensação de tranquilidade e conexão com a natureza.

A sinuosidade das suas margens, a variedade de tonalidades verdes da vegetação e o reflexo do céu nas águas calmas compunham um quadro harmonioso que inspirava a contemplação e o descanso.

A albufeira era um espaço privilegiado para atividades recreativas, como a pesca, o piquenique e o contato com a fauna local.

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No entanto, a seca prolongada e a diminuição drástica do volume de água têm transformado esse cenário idílico numa paisagem desolada.

O leito do rio, antes coberto pelas águas cristalinas, revela agora uma extensão árida e rachada, pontuada por rochas e sedimentos.

A vegetação ribeirinha, antes exuberante, apresenta sinais de stress hídrico, com folhas amareladas e caules secos.

A fauna aquática, que dependia das águas da albufeira para sobreviver, encontra-se em grave risco, com a diminuição drástica dos seus habitats e a escassez de alimento.

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As causas dessa situação complexa são multifacetadas.

As alterações climáticas, com o aumento das temperaturas e a redução das precipitações, são um fator determinante.

A intensificação dos períodos de seca prolongada e a maior frequência de eventos extremos, como as ondas de calor, têm um impacto direto sobre os recursos hídricos, reduzindo significativamente o volume de água armazenada nas albufeiras.

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Além das mudanças climáticas, a gestão inadequada dos recursos hídricos por parte das autoridades competentes agrava a situação.

A falta de investimentos em infraestruturas de armazenamento e distribuição de água, a ineficiência dos sistemas de rega e a ausência de políticas públicas eficazes para a gestão sustentável dos recursos hídricos contribuem para a escassez hídrica e para a degradação dos ecossistemas aquáticos.

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A observação da albufeira do rio Arcossó no seu estado atual desperta sentimentos de tristeza e preocupação.

A beleza que outrora caracterizava esse espaço natural encontra-se seriamente comprometida, e os impactos dessa situação estendem-se além do âmbito ambiental.

A escassez de água afeta diretamente a agricultura, a indústria e o abastecimento humano, gerando conflitos pelo uso desse recurso essencial.

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Diante desse cenário, é urgente a adoção de medidas para mitigar os efeitos da seca e promover a gestão sustentável dos recursos hídricos.

A implementação de políticas públicas que incentivem a eficiência hídrica e a reutilização de águas residuais são algumas das ações necessárias.

Além disso, é fundamental investir em programas de educação ambiental para conscientizar a população sobre a importância da água e a necessidade de economizar esse recurso.

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A albufeira do rio Arcossó é um lembrete da fragilidade dos ecossistemas aquáticos e da necessidade de agirmos de forma responsável para garantir a sua preservação.

A beleza perdida desse espaço natural deve servir como um alerta para a urgência de enfrentarmos os desafios das mudanças climáticas e de promovermos uma gestão mais sustentável dos recursos hídricos.

A água é um bem essencial para todos os seres vivos, e a sua escassez representa uma ameaça para o presente e para as futuras gerações.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
28
Mai24

O trabalho árduo de cavar a terra seca, retirando as ervas daninhas e preparando o terreno para novas cultivações ...


Mário Silva Mário Silva

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O trabalho árduo de cavar a terra seca, retirando as ervas daninhas e preparando o terreno para novas cultivações ...

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... É um trabalho árduo e cansativo, mas também gratificante.

A terra seca, resistente à pá e à enxada, cede aos poucos à perseverança do agricultor.

As ervas daninhas, teimosas e persistentes, são arrancadas do solo, abrindo espaço para novas sementes que germinarão e crescerão.

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O suor que escorre pela testa, os músculos que doem ao fim do dia, são o preço pago por uma boa colheita.

O agricultor sabe que sua dedicação será recompensada com frutos abundantes, que alimentarão a sua família e a sua comunidade.

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É um trabalho que exige força física, mas também paciência e determinação.

O agricultor precisa ter fé no futuro, na promessa de uma nova colheita, mesmo quando a terra parece árida e sem vida.

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Com cada passo, o agricultor transforma a terra seca num solo fértil, pronto para receber novas sementes e dar vida a novas plantas.

É um trabalho que conecta o homem à natureza, um ciclo eterno de renovação e crescimento.

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O trabalho árduo do agricultor é um símbolo da resiliência do ser humano, da sua capacidade de superar desafios e construir algo novo a partir do nada.

É um trabalho que merece ser valorizado e respeitado, pois é a base da nossa alimentação e da nossa vida.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
20
Ago23

A árvore seca, nua, ... morta


Mário Silva Mário Silva

A árvore seca, nua, ... morta

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A árvore seca, nua, morta,

Que outrora foi cheia de vida,

Agora é apenas um tronco,

Um lembrete da passagem do tempo.

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As folhas que outrora eram verdes,

Agora são marrons e secas,

E os frutos que outrora eram doces,

Agora são amargos e intragáveis.

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Mas mesmo morta, a árvore ainda é bela,

Em sua própria maneira,

E seu tronco retorcido e seus galhos quebrados,

Ainda são um símbolo de força e resistência.

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A árvore seca é um lembrete de que,

Mesmo em tempos difíceis,

A vida continua,

E que a primavera sempre segue o inverno.

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A árvore seca é um símbolo de esperança,

De que mesmo quando tudo parece perdido,

Há sempre a possibilidade de novo começo.

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A árvore seca é um lembrete de que,

Mesmo na morte,

Há beleza,

E que a vida sempre continua.

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Poema & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
26
Ago22

SECA SEVERA ou mesmo EXTREMA - Albufeira de Arcossó (Nogueirinhas) – Chaves – Portugal


Mário Silva Mário Silva

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Albufeira de Arcossó (Nogueirinhas) – Chaves – Portugal

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SECA SEVERA ou mesmo EXTREMA

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“Portugal vive uma das piores situações do último século.

Quase todo o país está em seca severa ou extrema.

A cientista Joana Portugal Pereira avisa que o país tem de se preparar antecipadamente para a adaptação às alterações climáticas, que estão e vão provocar períodos de seca, e aconselha cuidados com a água e mais árvores

A situação é mesmo preocupante e vai piorar se não forem tomadas medidas.

Portugal continental está a viver uma situação de seca hidrológica que as autoridades admitem ser a pior dos últimos 100 anos, com quase todo o país em seca severa ou extrema.”

(…)

_____   in: “expresso.pt/sociedade/2022-07-30”   _____

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Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
05
Ago20

Feto viçoso com folha seca


Mário Silva Mário Silva

 

Feto viçoso com folha seca

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Durante centenas de anos, os fetos foram interpretados como plantas enigmáticas e circularam histórias sobre uma espécie lendária que produzia sementes e cuja posse tornava invisível quem as possuísse.

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Esta tradição é referida na obra Henrique IV (1597) escrita por William Shakespeare (1564-1616) quando uma das personagens diz: “possuímos o segredo da receita das sementes de feto, que nos permitem andar sem sermos vistos”.

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Na iconografia cristã, os fetos eram símbolos de humildade, aludindo ao ambiente discreto e sombrio onde se desenvolvem e ao pequeno porte que os caracteriza. Segundo escreveu Plínio, o Velho, na História Natural (livro 27, capítulo 55), os fetos afastam as cobras; esta crença contribuiu para que, mais tarde, os fetos se tornassem símbolos da Salvação e um atributo de Jesus Cristo (as cobras simbolizam o mal).

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                                                                                     🌿

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Ver também:

https://www.facebook.com/mario.silva.3363

https://mariosilva2020.blogs.sapo.pt/

http://aguasfrias.blogs.sapo.pt

https://aguasfriaschaves.blogs.sapo.pt/

www.flickr.com/photos/7791788@N04

https://www.youtube.com/channel/UCH8jIgb8fOf9NRcqsTc3sBA?view_as=subscriber                               

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                                          🌿                    🌿                   🌿

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Mário Silva 📷
17
Nov19

Águas Frias (Chaves) - ... o outono avança e com ele chegam as chuvas, o "frio de rachar", o nevoeiro de manhã, as geadas à noite e até a neve já faz a sua aparição ... afinal, estamos em Trás-Os-Montes ...


Mário Silva Mário Silva

 

... o outono avança ...

e com ele chegam as chuvas;

a "água é fria"; 

o "frio de rachar";

o nevoeiro de manhã;

as geadas à noite;

e até a neve já faz a sua aparição ...

... afinal, estamos em Trás-Os-Montes ...

... e a lareira já está acesa !!!

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... depois de uma noite de geada, as folhas caídas transformaram-se em belas peças de "filigrana" de um branco cristalino ...

... depois de uma noite de geada, as folhas caídas transformaram-se

em belas peças de "filigrana" de um branco cristalino ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... o pastor levando, pelo braço, o cordeiro que tinha acabado de nascer ...

... o pastor levando, pelo braço, o cordeiro que tinha acabado de nascer , atrás do rebanho e ladeado dos seus fieis cães de guarda ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... o cogumelo que parece "brilhar" no meio da vegetação rasteira, ao final do dia ...

... o cogumelo que parece "brilhar" no meio da vegetação rasteira, ao final do dia ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... uma casa na Aldeia ...

... uma casa na Aldeia ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... mais uma vista para a Aldeia ...

... mais uma vista para a Aldeia ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... o castelo de Monforte de Rio Livre (monumento nacional), no alto da serra do Brunheiro, dominando a paisagem e fazendo-nos recuar na História ...

... o castelo de Monforte de Rio Livre (monumento nacional),

no alto da serra do Brunheiro, dominando a paisagem

e fazendo-nos recuar na História ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... uma casa na Aldeia ...

... uma casa na Aldeia ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... o cavalo comendo a sua refeição de erva fresca rodeado de arvoredo com tons outonais

... o cavalo comendo a sua refeição de erva fresca,

rodeado de arvoredo com tons outonais ...

 

 

Até breve !!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mário Silva 📷
08
Set19

Águas Frias (Chaves) - A Aldeia e ... o Dia Internacional da Literacia ...


Mário Silva Mário Silva

 

Dia Internacional da Literacia

 

Águas Frias (Chaves) - ... pôr do sol por entre a folhagem ...

... pôr do sol por entre a folhagem ...

 

**********

O Dia Internacional da Literacia celebra-se a 8 de setembro.

 

O objetivo da data é destacar a importância da literacia para as pessoas e para as sociedades.

Numa sociedade moderna, tecnológica e avançada, estima-se que cerca de 800 milhões de pessoas adultas ainda não sabem ler nem escrever, enquanto mais de 122 milhões de crianças em idade escolar não vão à escola.

As mulheres constituem dois terços da população analfabeta mundial.

 

O relatório PISA (Program for International Student Assessment) 2012 apontou Portugal como o segundo país que melhor combateu o insucesso escolar no novo milénio (em 17 países analisados).

 

O dia mundial da literacia foi criado pela UNESCO em novembro de 1965 e celebrado pela primeira vez em 1966.

 

A UNESCO realiza anualmente uma cerimónia de entrega de prémios de literacia internacional.

in:https://www.calendarr.com/portugal/dia-internacional-da-literacia/

 

Águas Frias (Chaves) - ... pormenor de varanda de casa na Aldeia ...

... pormenor de varanda de casa na Aldeia ...

 

Águas Frias (Chaves) - ... borboleta ("Melanargia galathea") entre as plantas campestres ...

... borboleta ("Melanargia galathea") entre as plantas campestres ...

 

Águas Frias (Chaves) - ... parede interior (esquerda) da Igreja matriz da Aldeia ...

... parede interior (esquerda) com os seus altares, da Igreja matriz da Aldeia ...

 

Águas Frias (Chaves) - ... ave de rapina observando no topo de um pinheiro ...

... ave de rapina ( águia-de-asa-redonda - "Buteo buteo"),

observando, no topo de um pinheiro ...

 

Águas Frias (Chaves) - ... nicho "Alminhas" ...

... nicho "Alminhas", no Rossio ...

 

Águas Frias (Chaves) - ... armazém envolto em vegetação, com a Igreja Matriz, espreitado ao fundo ...

... armazém envolto em vegetação, com a Igreja Matriz,

espreitado ao fundo ...

 

Águas Frias (Chaves) - ... flor campestre, já seca ...

... flor campestre, já seca ...

 

Águas Frias (Chaves) - ... burro ("Equus africanus asinus"), espojando-se na terra (para se ver livre das moscas) ...

... burro ("Equus africanus asinus"), espojando-se na terra

(para se ver livre das moscas) ...

 

Águas Frias (Chaves) - ... jogo do "chino", em frente do café do "Russo" (colocar o pino em pé) ...

... jogo do "chino", em frente do café do "Russo"

(colocar o pino em pé) ...

 

Águas Frias (Chaves) - ... vista sobre a "pequena mas bela Aldeia transmontana ...

... vista sobre a "pequena mas bela Aldeia transmontana ...

 

Até breve !!!

 

 

 

 

 

 

Mário Silva 📷
03
Mar12

Águas Frias (Chaves) - ...quando o castanho é a cor dominante na Natureza ...


Mário Silva Mário Silva

 

Todos se sentem impacientes ...

 

Todos pensam de como será ...

 

Já está a ser demais ...

 

Como nos sentimos impotentes ...

 

Nada podemos fazer ...

 

Quando terminará ? ...

 

 

 A Cancela e o fio azul

 

 

Não, não estou a falar da crise financeira que assola o País ...

 

Essa também poderia ser um bom mote para reflexão, mas já há muita gente a debruçar-se (?) sobre o assunto ... e os resultados (?) ...

 

Mas voltemos ao tema que me trouxe novamente aqui. O estado, já declarado de seca moderada e/ou extrema.

 

Não tem chovido há alguns meses, tendo sido este mês de fevereiro o mais seco de há 80 anos.

 

 

 Pastando à procura das poucas ervas verdes

 

Mas, parece que ainda se pode reverter esta situação, pois as previsões metereológicas preveem alguma chuvas para estes próximas dias.

 

Oxalá que sejam certeiros (às vezes são).

 

A Natureza já clama por água e o castanho teima em manter-se como a cor dominante.

 

Esperemos que até a Natureza não nos abandone e também entre em crise (e para esta não há "troika" que lhe valha (ou não)).

 

Bom, deixemo-nos de lamechices e esperemos que a chuva ensope os lameiros, engrosse os ribeiros, encha os poços e fontes e regue as hortas.

 

 

 ... quando o castanho é a cor dominante na Natureza ...

 

Já há saudade, daquele cheirinho de quando as primeiras chuvas embatem no solo seco ...

 

 

  

 

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Mário Silva 📷

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