Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

02
Set25

Flor de “Campanula lusitânica” …  e uma estória


Mário Silva Mário Silva

Flor de “Campanula lusitânica”

…  e uma estória

02Set DSC00038 (2)_ms

Esta fotografia de Mário Silva capta um plano aproximado de uma flor de "Campanula lusitânica" em plena floração.

A flor, de cor roxa intensa, apresenta cinco pétalas abertas em forma de estrela, com o centro em tons de branco e rosa.

As pétalas, com as suas linhas finas e delicadas, destacam-se contra o fundo desfocado e em tons de verde e amarelo.

A flor, suspensa por um caule fino, parece flutuar na imagem.

À sua volta, outros caules finos e uma flor mais pequena e ainda por desabrochar, sugerem a presença de outras flores na mesma planta.

A fotografia, com a sua luz suave e o fundo difuso, realça a delicadeza, a beleza e a cor vibrante da flor.

.

Estória: A Estrela Roxa da Sombra

No canto mais sombrio da encosta, onde o sol lutava para chegar, vivia uma pequena flor de "Campanula lusitânica".

Ela era a única de um roxo tão intenso que parecia ter roubado a cor do céu noturno e a força de um pôr do sol.

Mário Silva capturou-a na sua fotografia, suspensa no ar, um pequeno milagre de beleza e resiliência.

.

A pequena flor não tinha nome.

Era apenas "A Roxa" para as abelhas que a visitavam e "A Bela" para as borboletas que passavam.

Ela era a prova de que a beleza podia nascer nos lugares mais inóspitos.

A sua vida era uma melodia de silêncio e de paciência.

Esperava pelo vento para lhe trazer a notícia do mundo lá fora e pelas abelhas para lhe darem a promessa da vida.

.

O seu vizinho, um velho cardo espinhoso e resmungão, passava os dias a queixar-se.

- A vida é dura - dizia ele com a sua voz rouca e espinhosa. - O sol não chega, a terra está seca, e o mundo lá fora é um perigo.

.

A pequena flor ouvia-o, mas não se deixava abalar.

A sua missão não era queixar-se, mas ser bela.

Com as suas cinco pétalas abertas, ela era como uma estrela que tinha caído do céu e se tinha fixado na terra.

O seu centro, uma pequena mancha branca e rosa, era o seu coração, um coração que batia ao ritmo da natureza.

.

Um dia, uma abelha, esgotada pelo calor e pela distância, pousou no seu centro.

- Oh, que bom que cheguei a tempo! - exclamou a abelha. - Estava quase a desistir. Mas vi a sua luz, a sua cor, e segui-a.

.

A pequena flor sentiu o seu coração bater mais forte.

Ela, que pensava estar sozinha, era um farol.

Ela, que pensava ser apenas uma flor, era a esperança de alguém.

.

A abelha, depois de beber o seu néctar, disse-lhe:

- Obrigado, pequena estrela. A sua beleza não é em vão. Ela dá-nos a força para continuar.

.

A partir desse dia, a pequena flor deixou de ser apenas A Roxa ou A Bela.

Ela era "A Esperança".

A sua cor, que parecia roubada ao céu noturno, era a prova de que mesmo na sombra mais profunda, a beleza podia florescer e inspirar.

Ela florescia não apenas para si, mas para o mundo que a rodeava, um pequeno ponto de cor e de vida que dizia, silenciosamente, que a esperança estava sempre à espera de ser encontrada, mesmo nos caminhos mais difíceis.

.

Texto & Fotografia: ©MárioSilva

.

.

Mário Silva 📷
20
Ago25

Flor de “Campanula lusitânica”


Mário Silva Mário Silva

Flor de “Campanula lusitânica”

20Ago DSC00038 (2)_ms

Esta fotografia de Mário Silva capta um plano aproximado de uma flor de "Campanula lusitânica" em plena floração.

A flor, de cor roxa intensa, apresenta cinco pétalas abertas em forma de estrela, com o centro em tons de branco e rosa.

As pétalas, com as suas linhas finas e delicadas, destacam-se contra o fundo desfocado e em tons de verde e amarelo.

A flor, suspensa por um caule fino, parece flutuar na imagem.

À sua volta, outros caules finos e uma flor mais pequena e ainda por desabrochar, sugerem a presença de outras flores na mesma planta.

A fotografia, com a sua luz suave e o fundo difuso, realça a delicadeza, a beleza e a cor vibrante da flor.

.

Estória: A Estrela Roxa da Sombra

No canto mais sombrio da encosta, onde o sol lutava para chegar, vivia uma pequena flor de "Campanula lusitânica".

Ela era a única de um roxo tão intenso que parecia ter roubado a cor do céu noturno e a força de um pôr do sol.

Mário Silva capturou-a na sua fotografia, suspensa no ar, um pequeno milagre de beleza e resiliência.

.

A pequena flor não tinha nome.

Era apenas "A Roxa" para as abelhas que a visitavam e "A Bela" para as borboletas que passavam.

Ela era a prova de que a beleza podia nascer nos lugares mais inóspitos.

A sua vida era uma melodia de silêncio e de paciência.

Esperava pelo vento para lhe trazer a notícia do mundo lá fora e pelas abelhas para lhe darem a promessa da vida.

.

O seu vizinho, um velho cardo espinhoso e resmungão, passava os dias a queixar-se.

- A vida é dura - dizia ele com a sua voz rouca e espinhosa. - O sol não chega, a terra está seca, e o mundo lá fora é um perigo.

.

A pequena flor ouvia-o, mas não se deixava abalar.

A sua missão não era queixar-se, mas ser bela.

Com as suas cinco pétalas abertas, ela era como uma estrela que tinha caído do céu e se tinha fixado na terra.

O seu centro, uma pequena mancha branca e rosa, era o seu coração, um coração que batia ao ritmo da natureza.

.

Um dia, uma abelha, esgotada pelo calor e pela distância, pousou no seu centro.

- Oh, que bom que cheguei a tempo! - exclamou a abelha. - Estava quase a desistir. Mas vi a sua luz, a sua cor, e segui-a.

.

A pequena flor sentiu o seu coração bater mais forte.

Ela, que pensava estar sozinha, era um farol.

Ela, que pensava ser apenas uma flor, era a esperança de alguém.

.

A abelha, depois de beber o seu néctar, disse-lhe:

- Obrigado, pequena estrela. A sua beleza não é em vão. Ela dá-nos a força para continuar.

.

A partir desse dia, a pequena flor deixou de ser apenas A Roxa ou A Bela.

Ela era "A Esperança".

A sua cor, que parecia roubada ao céu noturno, era a prova de que mesmo na sombra mais profunda, a beleza podia florescer e inspirar.

Ela florescia não apenas para si, mas para o mundo que a rodeava, um pequeno ponto de cor e de vida que dizia, silenciosamente, que a esperança estava sempre à espera de ser encontrada, mesmo nos caminhos mais difíceis.

.

Texto & Fotografia: ©MárioSilva

.

.

Mário Silva 📷
18
Abr25

"A cruz" - Sexta-feira Santa, Paixão e Morte de Jesus Cristo


Mário Silva Mário Silva

"A cruz"

Sexta-feira Santa, Paixão e Morte de Jesus Cristo

19Abr DSC07477_ms

A fotografia de Mário Silva, intitulada "A cruz", apresenta uma cruz de pedra rústica, com sinais de desgaste e musgo, situada num ambiente natural cercado por pinheiros.

A cruz, um símbolo central do cristianismo.

.

A moldura roxa ao redor da imagem adiciona um tom solene, frequentemente associado à liturgia cristã, especialmente em períodos como a Quaresma e a Sexta-feira Santa.

.

Relação com a Sexta-feira Santa e a Paixão e Morte de Jesus Cristo

A Sexta-feira Santa é o dia em que os cristãos relembram a Paixão e Morte de Jesus Cristo, um momento de profunda reflexão sobre o sacrifício de Jesus na cruz para a redenção da humanidade.

A cruz, como elemento central da fotografia, é o símbolo mais direto desse evento.

Na narrativa cristã, Jesus foi crucificado, sofreu e morreu na cruz, um ato que, segundo a fé cristã, representa o amor supremo e a salvação.

.

A cruz como símbolo do sacrifício: A cruz de pedra na fotografia evoca a cruz de madeira na qual Jesus foi crucificado.

A sua aparência desgastada e coberta de musgo pode simbolizar a passagem do tempo e a permanência do sacrifício de Cristo na memória coletiva dos fiéis.

Assim como a cruz da fotografia resiste às intempéries, a mensagem da Paixão de Cristo permanece viva através dos séculos.

.

Ambiente natural e solidão: O cenário natural, com pinheiros e um céu claro, pode ser interpretado como um convite à contemplação e à introspeção, sentimentos muito presentes na Sexta-feira Santa.

É um dia de silêncio, jejum e oração, e a simplicidade do ambiente da fotografia reflete essa atmosfera de recolhimento.

A ausência de figuras humanas reforça a ideia de solidão, remetendo ao momento em que Jesus, na cruz, experimentou o abandono e a dor.

.

A moldura roxa: O roxo é uma cor litúrgica associada à penitência, ao luto e à preparação espiritual, usada na Quaresma e especialmente na Sexta-feira Santa.

A escolha dessa cor para a moldura da fotografia reforça a ligação com o período da Paixão, sugerindo um tom de reverência e tristeza pela morte de Cristo.

.

A assinatura na base da cruz: A assinatura "Mário Silva" na base da cruz pode ser vista como um toque pessoal do fotógrafo, mas também pode simbolizar a ideia de que a cruz, e o que ela representa, é algo que toca a humanidade de forma individual.

Na Sexta-feira Santa, os fiéis são convidados a refletir sobre a sua própria relação com o sacrifício de Cristo, e a assinatura pode ser interpretada como um lembrete dessa conexão pessoal.

.

Em conclusão, a fotografia "A cruz" de Mário Silva captura a essência da Sexta-feira Santa ao apresentar a cruz como um símbolo atemporal do sacrifício de Jesus Cristo.

O ambiente natural, a simplicidade da cruz de pedra e a moldura roxa criam uma atmosfera de reflexão e reverência, alinhada com o espírito de luto e contemplação desse dia sagrado.

A imagem convida o observador a meditar sobre a Paixão e Morte de Cristo, ligando o símbolo da cruz ao significado profundo desse evento na tradição cristã.

.

Texto & Fotografia: ©MárioSilva

.

.

 

 

Mário Silva 📷
25
Mai24

Cerejas


Mário Silva Mário Silva

.

Cerejas

Mai25 DSC00627_ms

As cerejas são frutas drupáceas, ou seja, possuem um caroço único no seu interior.

São pequenas e redondas, com uma pele lisa e brilhante, que pode ser de cor vermelha, amarela, preta ou roxa.

A polpa é suculenta e doce, com um sabor ligeiramente ácido.

As cerejas são originárias da Europa, Ásia e América do Norte.

São cultivadas em todo o mundo, sendo um dos frutos mais populares do verão.

.

As principais variedades de cerejas incluem:

Cereja doce: a variedade mais comum, com uma pele vermelha escura e polpa doce.

Cereja ácida: com uma pele vermelha clara e polpa ácida, ideal para compotas e geleias.

Cereja preta: com uma pele preta e polpa doce, rica em antocianinas.

Cereja amarela: com uma pele amarela e polpa doce, com um sabor ligeiramente cítrico.

.

As cerejas são uma boa fonte de vitaminas e minerais, incluindo:

Vitamina C: importante para o sistema imunológico e para a saúde da pele.

Potássio: ajuda a regular a pressão arterial e a função muscular.

Fibra: importante para a saúde digestiva e para o controlo do peso.

Antocianinas: antioxidantes que protegem as células contra os danos causados pelos radicais livres.

As cerejas também são uma boa fonte de melatonina, um hormônio que ajuda a regular o sono.

.

O consumo regular de cerejas pode trazer diversos benefícios para a saúde, incluindo:

Redução do risco de doenças cardíacas: as cerejas são ricas em antocianinas, que podem ajudar a reduzir o risco de doenças cardíacas.

Melhoria da saúde digestiva: a fibra presente nas cerejas ajuda a regular a função digestiva e a prevenir a constipação.

Fortalecimento do sistema imunológico: a vitamina C presente nas cerejas ajuda a fortalecer o sistema imunológico e a prevenir doenças.

Melhora da qualidade do sono: a melatonina presente nas cerejas ajuda a regular o sono e a melhorar a qualidade do sono.

Proteção da pele: as antocianinas presentes nas cerejas ajudam a proteger a pele dos danos causados pelos raios UV.

.

As cerejas podem ser consumidas frescas, congeladas, secas ou em conservas.

São uma ótima opção para um lanche saudável ou para adicionar a saladas e iogurte.

A recomendação de consumo diário de cerejas é de 100 a 150 gramas.

.

Ao escolher cerejas, procure por frutos firmes e com a pele brilhante.

Evite frutos macios, danificados ou com manchas.

As cerejas devem ser armazenadas no frigorífico em um saco plástico perfurado.

Elas podem ser armazenadas por até 5 dias.

.

As cerejas são frutas deliciosas e nutritivas que oferecem diversos benefícios para a saúde.

O consumo regular de cerejas pode ajudar a reduzir o risco de doenças cardíacas, melhorar a saúde digestiva, fortalecer o sistema imunológico, melhorar a qualidade do sono e proteger a pele.

.

.

Texto e Fotografia: ©MárioSilva

.

.

Mário Silva 📷
05
Jul23

História de uma flor campestre roxa que queria ser uma begónia


Mário Silva Mário Silva

.

História de uma flor campestre roxa

que queria ser uma begónia

02 DSC03981_ms

.

A história da flor campestre roxa começa num campo vasto e colorido, onde ela crescia livremente entre outras plantas.

Mas a flor sempre se sentiu diferente, como se não pertencesse àquele lugar.

Ela observava as begónias em jardins próximos e sonhava em ser como elas, com suas flores grandes e vistosas.

A flor campestre roxa começou a desejar intensamente ser uma begônia, mas não sabia como fazer isso acontecer.

Ela tentou mudar sua aparência, mas nada funcionava.

Foi então que um dia, um jardineiro notou a tristeza da flor e lhe explicou que cada planta tem sua beleza única e que ela deveria valorizar suas próprias caraterísticas.

A flor campestre roxa entendeu o conselho do jardineiro e começou a apreciar a sua própria beleza.

Ela percebeu que suas flores pequenas e delicadas eram tão bonitas quanto as begónias e que ela não precisava ser outra planta para ser especial.

A partir desse momento, a flor campestre roxa floresceu ainda mais e se tornou uma das plantas mais admiradas do campo.

Ela aprendeu que a verdadeira beleza está em aceitar como é e valorizar suas próprias caraterísticas, não em tentar ser como os outros.

A história da flor campestre roxa nos ensina a importância da autoaceitação e da valorização da nossa singularidade, e mostra-nos que cada um de nós é especial à sua maneira.

Ela também nos ensina que muitas vezes precisamos de alguém para nos mostrar o valor que temos e nos encorajar a acreditar em nós mesmos.

O jardineiro foi essa pessoa para a flor campestre roxa, e podemos ser essa pessoa para aqueles ao nosso redor.

Devemos lembrar que todos têm algo especial e único para oferecer, e que é importante apreciar e valorizar essas diferenças. Ao fazê-lo, podemos florescer e nos tornar a melhor versão de nós mesmos, assim como a flor campestre roxa.

Portanto, devemos abraçar a nossa individualidade e não nos comparar com os outros, porque é isso que nos torna únicos e especiais.

A história da flor campestre roxa é um lembrete de que a verdadeira beleza vem de dentro e que devemos nos amar e aceitar como somos.

.

Texto & Fotografia: ©MárioSilva

.

 

 

Mário Silva 📷

Dezembro 2025

Mais sobre mim

foto do autor

LUMBUDUS

blog-logo

Hora em PORTUGAL

Calendário

Fevereiro 2026

D S T Q Q S S
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728

O Tempo em Águas Frias

Pesquisar

Sigam-me

subscrever feeds

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.