Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

30
Nov25

Altar-mor da Igreja dos Carmelitas (Descalços) – Porto – Portugal (estilo barroco/rococó sem embelezamento recente)


Mário Silva Mário Silva

Altar-mor da Igreja dos Carmelitas (Descalços)

Porto – Portugal

(estilo barroco/rococó sem embelezamento recente)

30Nov DSC08963_ms.JPG

A fotografia de Mário Silva é um plano vertical que capta o Altar-mor de uma igreja, destacando a impressionante riqueza da sua talha dourada em estilo Barroco/Rococó.

O altar é um monumento à opulência artística do Norte de Portugal.

A Talha Dourada: O elemento dominante é a profusão de talha dourada que cobre todo o retábulo e o arco do altar.

A talha é extremamente detalhada, apresentando volutas, querubins, anjos, cornucópias e motivos vegetais e orgânicos, típicos dos períodos Barroco e Rococó.

A iluminação focada realça o brilho intenso do ouro, criando uma sensação de deslumbramento e peso.

Estrutura Central: No centro do altar, encontra-se uma estrutura de vários níveis ou andares em talha, que se eleva em forma de pirâmide, culminando num pequeno nicho superior.

Esta estrutura está emoldurada por colunas salomónicas laterais, também ricamente douradas.

O Plano de Fundo: Por trás da estrutura central, está um pano de fundo ou cortinado em tecido azul-escuro (ou veludo), que serve para sublinhar e contrastar a cor intensa do ouro.

As Imagens: Pequenas imagens de santos estão colocadas em nichos nas bases das colunas laterais, acrescentando os elementos figurativos ao cenário escultural.

.

A imagem transmite a força visual e a densidade decorativa da arte sacra portuguesa, onde o ouro, usado com exuberância, visa glorificar o divino.

.

O Altar-Mor em Talha Dourada – O Teatro de Ouro do Barroco Portuense

O Altar-mor da Igreja dos Carmelitas Descalços, magnificamente capturado nesta fotografia, é um dos testemunhos mais eloquentes da época de ouro do Barroco e Rococó no Porto.

Este estilo, onde a talha dourada domina o espaço sagrado, não é apenas decoração; é uma linguagem, uma filosofia e uma expressão profunda da fé e do poder económico de um período.

.

O Esplendor Sem Embelezamento Recente: A Pureza Histórica

A menção a ser um altar "sem embelezamento recente" é crucial.

Na verdade, a riqueza da talha dourada aqui apresentada, com a sua complexidade de formas e a sua saturação de ouro, é um exemplo de como o Barroco (e a sua evolução para o Rococó) atingiu o seu auge em Portugal, em grande parte financiado pela riqueza do ouro e dos diamantes do Brasil.

A ausência de "embelezamento recente" significa que o altar se mantém como um documento histórico e artístico autêntico.

A sua intenção original era criar um ambiente celestial, onde o excesso e a opulência visual servissem para transportar o fiel para a glória divina, contrastando a pobreza material da Ordem dos Carmelitas Descalços com a riqueza do seu culto.

.

Barroco e Rococó: O Drama e o Movimento

A estrutura é um exemplo claro de transição e coexistência de estilos:

Barroco (Estrutural): Visível nas colunas salomónicas (retorcidas) e na forte sensação de drama e movimento que a estrutura imponente confere ao espaço.

Rococó (Decorativo): Manifesta-se na leveza, assimetria e na profusão de motivos orgânicos, conchas e volutas que parecem "derramar-se" pela estrutura, suavizando a rigidez anterior e dando à talha um aspeto mais "aéreo".

O conjunto funciona como um grande teatro sacro, com o foco de luz na área central a intensificar o mistério e a reverência perante o sacrário.

.

O Altar-mor dos Carmelitas é, portanto, a cristalização em ouro da identidade religiosa e artística do Porto do século XVIII: um lugar de contemplação onde a materialidade do ouro convida à transcendência espiritual.

.

Texto & Fotografia: ©MárioSilva

.

.

Mário Silva 📷
23
Nov25

"Lindos altares laterais" (2008) – Águas Frias – Chaves – Portugal


Mário Silva Mário Silva

"Lindos altares laterais" (2008)

Águas Frias – Chaves – Portugal

23Nov DSC06901_ms

A fotografia de Mário Silva oferece um vislumbre do interior da igreja de Águas Frias, Chaves, concentrando-se na disposição simétrica de dois altares secundários ou colaterais, enquadrados por arcos.

A composição revela a confluência de estilos e materiais que caracterizam a arte sacra portuguesa em espaços rurais, nomeadamente no Norte.

.

Elementos Estruturais e Enquadramento Arquitetónico

Simetria e Arcos: A composição é marcada pela simetria de dois nichos ou capelas laterais, inseridos na parede da nave, cada um enquadrado por um arco de volta perfeita ou arco pleno.

Estes arcos definem o espaço sagrado dedicado aos cultos secundários.

.

Retábulos de Talha: Ambos os altares são dominados por retábulos de madeira, pintada e dourada, de um estilo que remete para o final do Barroco ou inícios do Rococó, período em que a decoração em talha se popularizou nas igrejas paroquiais de Portugal.

O retábulo é composto por molduras, colunas e painéis que enquadram as figuras centrais.

.

Iconografia e Imagens Sacras

Altar Esquerdo (Sacro Coração): O nicho da esquerda acolhe a figura de Jesus Cristo, possivelmente na invocação de Sagrado Coração de Jesus.

A imagem de Cristo está vestida com um manto branco e vermelho, num fundo de cor intensa (vermelho) que realça a figura central.

.

Altar Direito (Crucificação e Devoções Marianas): O nicho da direita apresenta uma imagem de Jesus Crucificado, também em fundo azul escuro, uma cor frequentemente associada ao luto e ao mistério.

Ao lado do retábulo direito, numa peanha ou tribuna separada, está uma imagem de Nossa Senhora, provavelmente na invocação de Imaculada Conceição ou Nossa Senhora de Fátima (pela cor branca do hábito e a coroa), destacando a devoção mariana.

.

Elementos Decorativos e Azulejaria

Revestimento Cerâmico: A parte inferior das paredes e a base dos altares estão revestidas com azulejos de padrão, típicos da produção portuguesa.

A presença de azulejos azuis e brancos, com desenhos geométricos e florais, é um elemento de grande importância na arte religiosa portuguesa, servindo tanto para decoração como para proteção das paredes.

.

Mobiliário e Ornamentos: Em primeiro plano, destaca-se a balaustrada ou o comungatório em madeira, separando a nave do espaço dos altares.

Nos altares, as toalhas brancas de altar (possivelmente em renda ou bordado) e os arranjos florais naturais (rosas, amarelos e laranjas) sublinham a importância litúrgica e festiva dos altares.

.

Iluminação e Efeito Espacial

Luz e Atmosfera: A iluminação é dramática, com uma grande janela a banhar o espaço com luz natural intensa no centro da imagem.

Este foco de luz cria um forte contraste entre a claridade exterior e o ambiente mais sombrio do primeiro plano (onde estão os bancos da nave), realçando o mistério e a sacralidade do interior do templo.

.

A Arte e Religiosidade em comunhão

(de mãos dadas entre o Passado, o Presente e o Futuro)

.

Texto & Fotografia (2008): ©MárioSilva

.

.

Mário Silva 📷
20
Nov25

“Fonte dos Leões e como fundo as igrejas do Carmo e a dos Carmelitas” (Porto – Portugal)


Mário Silva Mário Silva

“Fonte dos Leões e como fundo as igrejas do Carmo e a dos Carmelitas” (Porto – Portugal)

20Nov DSC09148_ms

A fotografia de Mário Silva é uma composição noturna ou de final de tarde que justapõe um elemento escultórico moderno ou do século XIX (a fonte) com o complexo arquitetónico religioso do Porto (as igrejas).

.

Primeiro Plano: A Fonte e a Cor

O primeiro plano é dominado pela escultura de um leão da fonte, que está coberto por uma iluminação artificial intensa, em tom azul-elétrico.

Este leão, com uma expressão feroz e juba trabalhada, tem a sua cabeça e parte do corpo em destaque.

.

O Jato de Água:  Da boca do leão, emerge um jato de água forte e longo, que se projeta em arco, criando um risco de luz que se estende para o centro da imagem.

Textura e Brilho: A cor azul da escultura, combinada com o brilho da água que escorre e dos jatos de luz, confere um caráter dramático e quase irreal à fonte.

.

Segundo Plano e Fundo: O Complexo Religioso

Atrás da fonte e servindo como pano de fundo, está a fachada de uma das igrejas, provavelmente a Igreja do Carmo (ou Carmelitas Descalços), conhecida pela sua exuberante decoração.

Arquitetura Barroca/Rococó: A fachada apresenta uma riqueza de talha em pedra (cantaria) com relevos, nichos, pilastras e elementos decorativos de grande detalhe, típicos do estilo Barroco e Rococó do Norte de Portugal.

Iluminação da Fachada: O edifício histórico está iluminado em tons quentes e naturais (diferentes do azul da fonte), o que destaca a sua textura e as complexas molduras.

A iluminação confere profundidade e contrasta a permanência da arquitetura com o movimento da água e a cor da fonte.

Ambiente Noturno: O céu escuro e o uso de luz artificial acentuam a justaposição de elementos — o dinamismo da água e da cor, em oposição à solidez e antiguidade da pedra histórica.

.

A fotografia cria um diálogo entre a arte escultórica urbana e o património arquitetónico do Porto, realçando a beleza dos monumentos sob a luz noturna.

.

Texto & Fotografia: ©MárioSilva

.

.

Mário Silva 📷
16
Nov25

“Igreja de São Lourenço” – Vilartão – Bouçoães – Valpaços – Portugal


Mário Silva Mário Silva

“Igreja de São Lourenço”

Vilartão – Bouçoães – Valpaços – Portugal

16Nov DSC01944_ms

A fotografia de Mário Silva retrata o interior do templo em Vilartão, Bouçoães, no concelho de Valpaços.

.

A imagem foca-se no altar-mor, que é dominado por um retábulo ricamente ornamentado de talha dourada.

O estilo é de transição entre o Barroco e o Rococó, com grande profusão de detalhes, colunas salomónicas e ornamentos folheados a ouro.

O altar central é ladeado por nichos e figuras de santos, e o arco do altar tem um acabamento em pedra escura.

.

Pendurado no centro da nave está um grande e vistoso candelabro de cristal, que reflete a luz interior.

O piso da igreja é de madeira escura e, em primeiro plano, estão visíveis os bancos de madeira da nave, em filas paralelas.

A luz artificial e o brilho da talha dourada criam um ambiente de solenidade e riqueza artística, contrastando com a simplicidade da vida rural em Trás-os-Montes.

.

São Lourenço: O Guardião dos Tesouros e o Mártir na Grelha

A Igreja de São Lourenço, com a sua talha dourada no interior, é um dos muitos templos em Portugal dedicados a este santo, cuja vida e martírio ressoam na história da Igreja Católica.

São Lourenço (ou São Lourenço de Roma) é uma das figuras mais veneradas do cristianismo primitivo, conhecido pela sua inteligência, caridade e coragem inabalável.

.

Vida e Função na Igreja Primitiva

Lourenço nasceu em Hispânia (atual Espanha) no século III, mas a sua vida destacou-se em Roma.

Foi um dos sete Diáconos da Igreja Romana, numa época em que o cristianismo ainda era perseguido.

Como arquidiácono, Lourenço tinha uma função crucial: era o guardião do tesouro da Igreja e o responsável pela sua administração, incluindo a distribuição de esmolas e a assistência aos pobres, aos órfãos e às viúvas.

.

O Tesouro de Lourenço

O momento mais famoso e definidor da sua vida ocorreu durante a perseguição do Imperador Valeriano, por volta de 258 d.C..

O Imperador exigiu que Lourenço entregasse os tesouros da Igreja, esperando encontrar ouro, prata e objetos preciosos.

.

Lourenço pediu três dias para reunir os "tesouros".

Ao fim desse tempo, em vez de ouro, apresentou à frente das autoridades imperiais os pobres, os coxos, os cegos e os enfermos que ele ajudava.

Declarou então: "Estes são os verdadeiros tesouros da Igreja."

Este ato de desafio, que colocava o valor humano e a caridade acima da riqueza material, selou o seu destino.

.

O Martírio na Grelha

Como punição pela sua audácia e fé, São Lourenço foi condenado a uma das formas de martírio mais brutais da época: foi colocado numa grelha de ferro e assado vivo.

Reza a lenda que, mesmo sob tortura, Lourenço manteve a sua serenidade e bom humor.

No auge do seu sofrimento, terá dito aos seus algozes: "Podeis virar-me, pois este lado já está bem assado.".

.

Devido ao seu martírio na grelha, São Lourenço é o patrono dos cozinheiros, assadores e bombeiros.

A sua festa litúrgica celebra-se a 10 de agosto, e a sua história é um poderoso testemunho da prioridade do serviço, da caridade e da fé inquebrável.

.

Texto & Fotografia: ©MárioSilva

.

.

Mário Silva 📷
03
Nov25

Torre dos Clérigos - Porto - Portugal


Mário Silva Mário Silva

Torre dos Clérigos

Porto - Portugal

03Nov DSC08955_ms

A fotografia de Mário Silva retrata a icónica Torre dos Clérigos, um dos símbolos mais reconhecíveis da cidade do Porto.

A imagem é capturada de baixo para cima, o que enfatiza a monumentalidade e a altura da torre.

A luz é intensa e dourada, sugerindo o final da tarde, banhando a pedra de granito com um brilho quente que realça os pormenores arquitetónicos barrocos e rococós.

.

A torre, de estilo barroco, domina o centro, com os seus vários registos de cantaria detalhada.

No primeiro plano, o enquadramento é feito por três oliveiras de copas volumosas e verde-douradas, que criam um contraste natural com a rigidez da pedra e o azul límpido do céu.

As copas das árvores, parcialmente iluminadas pelo sol poente, emolduram a base da torre e separam o monumento dos edifícios circundantes, visíveis à direita e à esquerda.

.

A Torre dos Clérigos: O Farol Barroco que Define o Horizonte do Porto

A Torre dos Clérigos, em pleno coração da cidade do Porto, é muito mais do que um edifício alto; é o marco que define a identidade da cidade e um dos mais notáveis exemplos do Barroco e Rococó em Portugal.

A sua presença imponente, capturada com a dignidade da luz dourada na fotografia de Mário Silva, é um testemunho da ambição artística e da religiosidade do século XVIII.

.

A Obra-Prima de Nicolau Nasoni

A torre é parte integrante do conjunto da Igreja dos Clérigos, mas ganhou vida própria.

Foi projetada pelo arquiteto italiano Nicolau Nasoni, que deixou uma marca indelével na arquitetura do Norte de Portugal.

Concluída por volta de 1763, a torre é uma obra-prima de engenharia e decoração.

Com os seus 75,6 metros de altura, foi, durante muito tempo, a construção mais alta do país.

A sua estrutura em granito, decorada com festões, balaustradas e urnas, demonstra a fluidez e a teatralidade do estilo barroco.

.

O Símbolo da Cidade

A Torre dos Clérigos desempenhou um papel vital na vida do Porto.

A sua altura não era apenas para exibição; a torre servia como farol para os navios que entravam na barra do Douro, guiando os marinheiros, e também como um ponto de referência visual inconfundível para os viajantes.

.

Hoje, ela mantém a sua função simbólica.

É o ponto de onde se tem uma das vistas mais espetaculares da cidade, do rio Douro e do oceano.

Subir os seus mais de 225 degraus é um ritual obrigatório para quem visita o Porto.

.

A Torre na Cultura Portuense

A Torre dos Clérigos está profundamente enraizada na cultura popular portuense.

A sua imagem é imediatamente reconhecível e está ligada à resiliência e ao espírito bairrista da cidade.

Ela resistiu a séculos, a guerras, e ao progresso urbano, mantendo-se firme como um guardião de pedra.

.

A fotografia, ao enquadrar a torre entre as oliveiras, sublinha a sua ligação à terra e à natureza, mostrando-a não apenas como um monumento histórico, mas como uma parte viva e pulsante do quotidiano da cidade.

A Torre dos Clérigos é, de facto, o farol que ilumina o património e a alma do Porto.

.

Texto & Fotografia: ©MárioSilva

.

.

Mário Silva 📷
21
Fev25

“Pormenor da fachada da Igreja da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo” (Porto – Portugal)


Mário Silva Mário Silva

“Pormenor da fachada da Igreja da Venerável

Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo”

(Porto – Portugal)

21Fev DSC08966_ms

A fotografia " Pormenor da fachada da Igreja do Carmo" de Mário Silva captura um detalhe arquitetónico desta joia do barroco e rococó situada no Porto, Portugal.

A Igreja da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, construída entre 1756 e 1768, sendo o projeto do arquiteto José Figueiredo Seixas, reflete o esplendor artístico e religioso do século XVIII.

.

A imagem destaca uma escultura em pedra no topo da fachada da igreja, provavelmente representando São Lucas, tradicionalmente associado ao touro, seu símbolo iconográfico.

A figura esculpida segura um livro e um instrumento de escrita, remetendo à sua identidade como evangelhista.

O contraste entre a textura da pedra envelhecida e o céu azul cria uma composição visualmente impactante, ressaltando a riqueza ornamental da igreja.

.

A igreja é um dos exemplos mais notáveis do rococó no Porto.

A sua fachada apresenta elementos típicos desse estilo, como curvas dinâmicas, ornamentos exuberantes e uma sensação de movimento nas esculturas e relevos.

.

A escultura destacada na fotografia faz parte de um conjunto mais amplo que adorna a igreja, incluindo representações de santos e símbolos religiosos esculpidos em granito.

.

Embora não visível na imagem, um dos elementos mais famosos da Igreja do Carmo é o seu grandioso painel lateral de azulejos, instalado em 1912, representando cenas da fundação da Ordem Carmelita.

.

O interior da igreja mantém o luxo do barroco, com altares em talha dourada, pinturas e elementos decorativos detalhados.

.

A fotografia de Mário Silva consegue capturar a essência do esplendor artístico da Igreja do Carmo, focando-se num detalhe muitas vezes ignorado pelo olhar casual.

A escolha do ângulo e da iluminação realça as texturas da pedra e a expressividade da escultura, enquanto o céu limpo ao fundo confere profundidade à imagem.

.

Esta abordagem fotográfica convida o observador a refletir sobre a grandiosidade dos edifícios históricos e o seu papel na identidade cultural.

A preservação deste património é fundamental para manter viva a memória artística e religiosa do Porto.

.

Texto & Fotografia: ©MárioSilva

.

.

Mário Silva 📷

Setembro 2025

Mais sobre mim

foto do autor

LUMBUDUS

blog-logo

Hora em PORTUGAL

Calendário

Dezembro 2025

D S T Q Q S S
123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031

O Tempo em Águas Frias

Pesquisar

Sigam-me

subscrever feeds

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.