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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

17
Set25

“Riacho” - Nuzedo de Baixo - Vale das Fontes – Vinhais – Bragança – Portugal


Mário Silva Mário Silva

“Riacho”

Nuzedo de Baixo - Vale das Fontes –

Vinhais – Bragança – Portugal

15Set DSC03812_ms

A fotografia "Riacho" de Mário Silva retrata um pequeno curso de água.

A água, límpida e calma, reflete as árvores e a vegetação das margens.

A margem do riacho é coberta de ervas altas, juncos e pedras, com algumas árvores e arbustos.

No fundo, vislumbra-se uma ponte rústica e um pequeno edifício.

A luz do sol da tarde ilumina a cena, criando um ambiente tranquilo e sereno.

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Estória Lírica: A Canção das Águas

Em Nuzedo de Baixo, a vida corria ao ritmo do riacho.

As suas águas não eram apenas um recurso; eram uma canção, uma melodia que embalava a vida da aldeia.

A fotografia de Mário Silva capturou a sua essência, a sua alma.

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O riacho era o coração da paisagem, o seu espelho.

As águas calmas, com os seus reflexos, pareciam contar histórias de um mundo que Mário Silva capturou com a sua lente.

Histórias de sol, de vento, de chuva, de vida.

As ervas altas nas margens eram as suas notas, o murmúrio da água era a sua melodia.

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A ponte, que se vislumbra ao fundo, era o seu verso, a sua promessa de que a vida continua, que a água encontra sempre o seu caminho.

A fotografia de Mário Silva era um lembrete de que a vida é um ciclo.

Que o riacho, que nasce na montanha e corre para o mar, é a vida, que nasce na infância e corre para a eternidade.

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A cada pedra no riacho, a cada folha que caía na água, a canção mudava, mas a melodia permanecia.

Era a canção da natureza, a canção da vida.

Era uma canção de paz, de esperança, de amor.

Uma canção que nos ensinava que a vida, tal como a água, deve ser vivida com serenidade, com calma, com amor.

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A fotografia de Mário Silva era uma ode a esta canção.

Era uma melodia visual, um poema pintado com luz e cor.

Era uma lembrança de que a beleza da vida não está nas coisas grandes, mas nas pequenas.

No brilho do sol na água, na calma do riacho, na serenidade da paisagem.

E que a nossa missão, tal como a do riacho, é correr para a frente, mas com um coração em paz.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
06
Jun25

“Barragem de Mairos (Chaves – Portugal)” - Captação de água da ribeira das Aveleiras para regadio


Mário Silva Mário Silva

“Barragem de Mairos (Chaves – Portugal)”

Captação de água da ribeira das Aveleiras para regadio

06Jun DSC06816_ms

A fotografia de Mário Silva, intitulada “Barragem de Mairos (Chaves – Portugal)” retrata uma estrutura hidráulica essencial para a região de Trás-os-Montes: a barragem de Mairos, que capta água da ribeira das Aveleiras para irrigação.

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A imagem mostra uma paisagem rural serena, com um lago formado pela barragem em primeiro plano, refletindo a luz suave de um dia claro.

No centro da composição, uma passarela com grades brancas que se estende sobre a água, ligando a margem a uma pequena torre de captação, que emerge do reservatório.

A torre, de formato cilíndrico e telhado cónico, é um elemento funcional que regula o fluxo de água.

Ao fundo, colinas verdejantes e douradas, cobertas por vegetação rasteira e árvores esparsas, compõem o cenário típico transmontano, com tons que sugerem o final da primavera ou início do verão.

Pequenos detalhes, como flores brancas em primeiro plano, adicionam um toque delicado à composição.

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A fotografia utiliza uma luz natural que realça os tons terrosos e verdes, criando uma atmosfera calma e equilibrada.

A escolha do enquadramento, com a passarela guiando o olhar até a torre e as colinas ao fundo, destaca a harmonia entre a intervenção humana e a natureza.

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A obra de Mário Silva não é apenas um registro documental, mas também uma celebração da relação entre o homem e o meio ambiente.

A barragem de Mairos, com a sua simplicidade arquitetónica, é apresentada como um elemento integrado na paisagem, sem dominá-la.

A passarela, com as suas linhas retas, contrasta com as formas orgânicas das colinas, simbolizando a intervenção humana que, nesse caso, é benéfica e sustentável.

A luz suave e a paleta de cores naturais reforçam a ideia de equilíbrio e tranquilidade, características muitas vezes associadas às zonas rurais de Portugal.

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A barragem de Mairos, como outras estruturas hidráulicas em Trás-os-Montes, desempenha um papel crucial no desenvolvimento agrícola da região.

Trás-os-Montes é conhecida pelo seu clima continental, com verões secos e quentes e invernos frios, o que torna a gestão da água um desafio para os agricultores.

A captação de água da ribeira das Aveleiras para irrigação permite o cultivo de culturas como cereais, hortaliças e vinhas, que são a base da economia local.

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Estas barragens garantem o fornecimento de água durante os períodos de seca, aumentando a produtividade agrícola e a segurança alimentar.

Além disso, elas ajudam a combater a desertificação e a erosão do solo, problemas comuns em áreas de relevo acidentado como Trás-os-Montes.

A construção de reservatórios e sistemas de regadio também incentiva a fixação das populações rurais, reduzindo o êxodo para áreas urbanas, e preserva práticas agrícolas tradicionais que são parte da identidade cultural da região.

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Em resumo, a fotografia de Mário Silva captura não apenas a beleza da barragem de Mairos, mas também a sua relevância como um símbolo de sustentabilidade e desenvolvimento para a agricultura transmontana, evidenciando como a engenharia pode coexistir harmoniosamente com a natureza para beneficiar as comunidades locais.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
16
Jan25

"Salta a água na ribeira"


Mário Silva Mário Silva

"Salta a água na ribeira"

16Jan DSC00339_ms

A fotografia "Salta a água na ribeira" de Mário Silva captura um momento sereno e pitoresco em Famalicão, Portugal.

A imagem mostra uma pequena queda d'água numa ribeira, onde a água desce suavemente sobre uma pequena barragem de pedra, criando um efeito de espuma branca.

A cena é emoldurada por uma árvore em primeiro plano, cujo tronco inclinado adiciona uma dimensão interessante à composição.

O fundo revela um campo verdejante, com algumas árvores nuas, sugerindo uma estação de transição, possivelmente o início da primavera ou o final do outono.

A luz do sol, suave e dourada, ilumina a cena, criando sombras suaves e realçando as cores naturais da vegetação e da água.

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A composição da fotografia é harmoniosa, com um uso eficaz do espaço e das linhas naturais para guiar o olhar do observador.

A árvore inclinada em primeiro plano serve como uma moldura natural, enquadrando a queda d'água e direcionando a atenção para o movimento da água.

A escolha de iluminação, com a luz do sol dourada, adiciona um tom quente e convidativo à imagem, contrastando com a frescura da água e a vivacidade do verde do campo.

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A técnica de captura parece utilizar uma longa exposição, suavizando o movimento da água e criando um efeito de seda que é visualmente agradável.

A profundidade de campo é bem controlada, mantendo a nitidez na água e nas pedras, enquanto o fundo é suavemente desfocado, o que ajuda a destacar o movimento da água.

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A fotografia transmite uma sensação de tranquilidade e paz.

O som imaginado da água caindo suavemente, combinado com a beleza natural do cenário, evoca sentimentos de relaxamento e conexão com a natureza.

A luz dourada do sol sugere um momento de pausa, um intervalo no tempo onde a natureza revela a sua beleza sem pressa.

A imagem pode lembrar ao observador, momentos de contemplação, caminhadas na natureza, ou simplesmente o prazer de observar a simplicidade e a beleza do mundo natural.

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A presença da árvore inclinada pode também sugerir resiliência e adaptação ao ambiente, refletindo sobre a capacidade da natureza e, por extensão, dos seres humanos, de se ajustarem e prosperarem mesmo em condições adversas.

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Em suma, "Salta a água na ribeira" é uma obra que não só captura um belo cenário natural mas também evoca emoções profundas de calma, reflexão e admiração pela beleza simples que nos rodeia.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
23
Abr24

A ribeira - Águas Frias, Chaves, Portugal


Mário Silva Mário Silva

A ribeira

Águas Frias, Chaves, Portugal

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A imagem mostra uma pequena ribeira que atravessa um muro de pedra em Águas Frias (Chaves), Portugal.

A ribeira é cercada por vegetação exuberante, incluindo árvores e flores silvestres.

O muro de pedra é feito de pedras grandes e irregulares que foram cuidadosamente encaixadas.

A parede é alta e corre ao longo da borda de um campo.

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A fotografia é uma bela e serena representação de uma paisagem natural.

O riacho é um símbolo de vida e movimento, enquanto o muro de pedra representa força e permanência.

A vegetação exuberante adiciona cor e textura à cena, e as flores silvestres proporcionam um toque de capricho.

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A foto é bem composta e equilibrada.

O riacho está posicionado no centro da imagem, e o muro de pedra e a vegetação enquadram-no em ambos os lados.

O uso da profundidade de campo cria uma sensação de perspetiva, e a iluminação suave dá à imagem uma qualidade de sonho.

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A ribeira da imagem fica na aldeia de Águas Frias, no concelho de Chaves, no norte de Portugal.

A aldeia é conhecida pelas suas fontes, que têm sido usadas para fins medicinais há séculos.

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A imagem é uma representação encantadora e evocativa do campo português.

Capta a beleza da natureza e a tranquilidade da vida rural.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
17
Abr24

A água corre veloz... em abril, águas mil... - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

A água corre veloz...

em abril, águas mil...

A17 DSC00845_ms

A água corre veloz,

Num ribeiro caudaloso,

Cantando sua canção,

Em tom melodioso.

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As chuvas de abril,

Caem em abundância,

Lavando a terra seca,

Com sua doce fragrância.

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Os ribeiros transbordam,

Inundando os campos,

Trazendo vida nova,

Para os seres famintos.

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As flores desabrocham,

Com cores vibrantes,

E os pássaros cantam,

Melodias vibrantes.

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É a primavera que chega,

Com toda sua beleza,

Trazendo alegria e vida,

Para a natureza.

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Em abril, águas mil...

Um presente da natureza,

Para a vida florescer,

Com amor e pureza.

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Poema & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
21
Fev24

O regato – Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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O regato

Águas Frias (Chaves) - Portugal

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O regato, antes (quase) seco, agora depois das chuvas corre volumoso e vigorante pelo estreito leito das terras de cultivo. As águas, que antes corriam escassas e lamacentas, agora são claras e cristalinas. O regato borbulha e rebenta em pequenas cascatas, formando espuma branca e brilhante.

O leito do regato, antes coberto de rochas e vegetação seca, agora está verdejante e florido. As margens do regato estão repletas de plantas, que se alimentam da água fresca e abundante.

Os pássaros cantam alegremente nas árvores que se encontram ao longo do regato. As borboletas e libélulas voam ao seu redor, encantadas com a beleza da natureza.

O regato, antes (quase) seco, agora é um símbolo de vida e esperança. É um lembrete de que, mesmo nos momentos mais difíceis, sempre há esperança de renovação.

O regato serpenteia entre os campos, recentemente semeados, de centeio, que estão agora a rebentar do solo. As vacas pastam nas margens do regato, bebendo da água fresca e descansando à sombra das árvores.

Na floresta, o regato é um refúgio para os animais selvagens. As cabras bravas bebem da água e os javalis vêm ao regato para se refrescar.

No campo, o regato é um espetáculo de cores e aromas. As novas plantas abrem-se para receber a luz do sol e a água fresca do regato.

O regato é um lugar de beleza e paz. É um lugar onde a natureza pode florescer e onde a vida pode prosperar.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
14
Abr23

A RIBEIRA - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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A RIBEIRA

11 DSC06736_ms

 

Ribeira vai cheia

E o barco não anda

Tenho o meu amor

Lá naquela banda

.

Lá naquela banda

E eu cá deste lado

Ribeira vai cheia

E o barco parado

.

Se eu tivesse amores

Que me têm dado

Tinha a casa cheia

Até ao telhado

.

Ribeira vai cheia (...)

.

Se eu tivesse amores

Tinha mais de um cento

Bonecos de palha

Cabeças de vento

.

__________     Música Tradicional Portuguesa     __________

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Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷

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