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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

24
Nov25

"Depois da chuvada" – Mário Silva


Mário Silva Mário Silva

"Depois da chuvada"

Mário Silva

24Nov DSC08936_ms

A fotografia de Mário Silva capta uma cena de natureza, um pequeno ribeiro a correr suavemente por uma área de bosque, sob a luz difusa que se segue a uma precipitação.

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O Curso de Água: O elemento central é a água do riacho, que corre cristalina sobre um leito de pedras e seixos arredondados.

A água é rasa e espelha a luz do céu e as árvores nas margens, criando reflexos ténues e cintilantes.

O nível da água, ligeiramente elevado, e a presença de lodo húmido e folhas caídas nas margens sugerem que a chuvada acabou de cessar.

As Margens: A margem esquerda está densamente coberta por vegetação verde escura, musgo, e terra encharcada, destacando-se as raízes expostas das árvores que se agarram ao solo.

A Luz: A iluminação é de final de tarde, com o sol baixo (ou a sair por detrás das nuvens) a atravessar a folhagem das árvores mais altas na parte superior direita.

Esta luz quente, em contraste com o ambiente húmido e escuro do ribeiro, confere uma atmosfera de serenidade e renovação.

O Enquadramento: O enquadramento em plano picado (de cima para baixo) acentua o brilho e a fluidez da água, transmitindo uma sensação de quietude e ar puro, típica do momento "Depois da chuvada".

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A Chuvada e a Alma Transmontana — O Ciclo da Renovação

Em Trás-os-Montes, a chuvada não é apenas um fenómeno meteorológico; é um acontecimento fundamental que molda a paisagem, a economia e o temperamento das suas gentes.

A fotografia "Depois da chuvada" representa o momento exato em que a natureza respira aliviada, um instante de tranquilidade e saturação de vida que é essencial para a identidade desta região do Norte de Portugal.

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O Inverno Húmido e a Benção da Água

Trás-os-Montes, especialmente a Terra Fria, é caraterizada por um clima continental que traz invernos rigorosos e, crucialmente, períodos de precipitação intensa.

O granito, o solo e o sistema agrícola da região dependem diretamente desta afluência de água:

Vitalidade Agrícola: É a chuva que nutre os soutos (castanheiros), os carvalhais e as culturas de sequeiro.

A cena do ribeiro a correr suavemente após a chuvada simboliza a reposição da água nas ribeiras e nas nascentes, garantindo a vitalidade dos campos.

O Sabor da Terra: A qualidade dos produtos transmontanos, desde a castanha até aos cogumelos (cuja aparição é determinada pela humidade), está intrinsecamente ligada à sazonalidade e à pluviosidade.

A chuva é a promessa de uma boa colheita e de um solo fértil.

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A Sensação de "Depois da Chuvada"

O momento capturado na fotografia é rico em emoções e sensações que são universais, mas agudizadas na rusticidade transmontana:

O Aroma da Terra: O cheiro a terra molhada, a “petricor”, é a fragrância da floresta purificada.

A Quietude: O som da chuva intensa cede lugar ao murmúrio suave do ribeiro e ao silêncio das árvores encharcadas.

A Limpeza: A água remove o pó do verão e revela as cores mais saturadas da vegetação e das pedras.

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A Metáfora da Resiliência

Na cultura transmontana, o ciclo da água reflete a resiliência do seu povo.

Tal como as raízes das árvores se agarram à terra húmida para resistir à erosão (como se vê na margem do ribeiro), o povo da região agarra-se à sua terra, resistindo à adversidade.

A chuvada, por vezes avassaladora, é sempre seguida pela serenidade e pela renovação — um ciclo perpétuo de dificuldade e superação.

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A cena do riacho, iluminada pelo sol que regressa, é um lembrete de que, mesmo após as tempestades mais fortes, a luz e a vida voltam a fluir, prometendo a fertilidade e a continuidade.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
17
Set25

“Riacho” - Nuzedo de Baixo - Vale das Fontes – Vinhais – Bragança – Portugal


Mário Silva Mário Silva

“Riacho”

Nuzedo de Baixo - Vale das Fontes –

Vinhais – Bragança – Portugal

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A fotografia "Riacho" de Mário Silva retrata um pequeno curso de água.

A água, límpida e calma, reflete as árvores e a vegetação das margens.

A margem do riacho é coberta de ervas altas, juncos e pedras, com algumas árvores e arbustos.

No fundo, vislumbra-se uma ponte rústica e um pequeno edifício.

A luz do sol da tarde ilumina a cena, criando um ambiente tranquilo e sereno.

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Estória Lírica: A Canção das Águas

Em Nuzedo de Baixo, a vida corria ao ritmo do riacho.

As suas águas não eram apenas um recurso; eram uma canção, uma melodia que embalava a vida da aldeia.

A fotografia de Mário Silva capturou a sua essência, a sua alma.

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O riacho era o coração da paisagem, o seu espelho.

As águas calmas, com os seus reflexos, pareciam contar histórias de um mundo que Mário Silva capturou com a sua lente.

Histórias de sol, de vento, de chuva, de vida.

As ervas altas nas margens eram as suas notas, o murmúrio da água era a sua melodia.

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A ponte, que se vislumbra ao fundo, era o seu verso, a sua promessa de que a vida continua, que a água encontra sempre o seu caminho.

A fotografia de Mário Silva era um lembrete de que a vida é um ciclo.

Que o riacho, que nasce na montanha e corre para o mar, é a vida, que nasce na infância e corre para a eternidade.

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A cada pedra no riacho, a cada folha que caía na água, a canção mudava, mas a melodia permanecia.

Era a canção da natureza, a canção da vida.

Era uma canção de paz, de esperança, de amor.

Uma canção que nos ensinava que a vida, tal como a água, deve ser vivida com serenidade, com calma, com amor.

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A fotografia de Mário Silva era uma ode a esta canção.

Era uma melodia visual, um poema pintado com luz e cor.

Era uma lembrança de que a beleza da vida não está nas coisas grandes, mas nas pequenas.

No brilho do sol na água, na calma do riacho, na serenidade da paisagem.

E que a nossa missão, tal como a do riacho, é correr para a frente, mas com um coração em paz.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
13
Set25

Ponte junto à Fonte dos Namorados - Faiões – Chaves – Portugal


Mário Silva Mário Silva

Ponte junto à Fonte dos Namorados

Faiões – Chaves – Portugal

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A fotografia "Ponte junto à Fonte dos Namorados" de Mário Silva retrata uma pequena ponte de pedra com um arco, por baixo da qual corre um riacho.

A estrutura, de cantaria, parece antiga e rústica.

O riacho, com águas calmas, reflete as árvores e a ponte, e as suas margens são de terra batida e vegetação.

A luz do sol da tarde incide sobre a paisagem, criando sombras e reflexos dourados na água.

A imagem transmite uma sensação de tranquilidade e de história.

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Estória: O Segredo da Ponte dos Namorados

Em Faiões, uma pequena aldeia no norte de Portugal, havia uma ponte que não era apenas uma passagem, mas um portal para o coração.

A aldeia chamava-lhe "A Ponte dos Namorados", e a sua lenda era tão antiga como as suas pedras.

A fotografia de Mário Silva capturou a sua beleza e o seu mistério.

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A lenda dizia que a ponte tinha sido construída por um amor proibido.

Uma princesa e um pastor tinham-se apaixonado, mas o pai dela, um rei cruel, tinha-lhes proibido o casamento.

O rei ordenou que a princesa fosse trancada numa torre e que o pastor fosse expulso do reino.

Mas a princesa, que amava o pastor, tinha-lhe prometido: "Encontra-me no rio, no lugar onde as águas são mais límpidas, e eu te esperarei."

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O pastor, com o coração partido, procurou pelo rio.

Andou por dias, sem comer nem beber, até que, exausto, chegou a um riacho.

A água, límpida e calma, refletia as estrelas do céu, e o pastor soube que tinha encontrado o lugar.

Ele sentou-se na margem do riacho e chorou.

As suas lágrimas caíram na água e transformaram-se em pequenas pedras preciosas.

O riacho, que antes era uma passagem, tornou-se uma ponte de amor.

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A princesa, que tinha escapado da torre, correu pela floresta e encontrou o riacho.

Ela viu o pastor a dormir, exausto, e viu a ponte de pedra que ele tinha construído.

Ela soube, naquele instante, que o seu amor era mais forte que a maldição.

Ela atravessou a ponte, e o pastor acordou.

Ele viu-a, e eles abraçaram-se, prometendo nunca mais se separarem.

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A fotografia de Mário Silva era um lembrete do poder do amor.

A ponte de pedra, com a sua arquitetura antiga, era a prova do amor que sobreviveu ao tempo.

 As águas calmas do riacho, com os seus reflexos dourados, eram o espelho da felicidade dos amantes.

E a ponte, que antes era uma passagem, era agora um símbolo, um lugar onde os amantes vinham para se abraçarem, para se beijarem e para prometerem o seu amor eterno.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
08
Nov24

"As chuvas outonais transformam as tímidas finas linhas de água em vigorosos caminhos de fonte de Vida - a água"


Mário Silva Mário Silva

"As chuvas outonais transformam as tímidas finas linhas de água em vigorosos caminhos de

fonte de Vida - a água"

08Nov DSC08924_ms

A fotografia de Mário Silva captura um momento de transformação na natureza, com foco na força revitalizante da água após as chuvas outonais.

A imagem retrata um pequeno riacho no meio a uma mata, onde a água, antes restrita a finas linhas, agora corre vigorosa, criando pequenas poças e refletindo a luz do sol através das árvores.

A paleta de cores é predominantemente verde e castanha, com tons quentes que evocam a sensação de um outono ameno.

A composição da imagem é harmoniosa, com as linhas sinuosas do riacho conduzindo o olhar do observador para o interior da floresta.

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A fotografia simboliza o ciclo da vida e a importância da água para todos os seres vivos.

As chuvas outonais, que revitalizam a paisagem, representam um momento de renovação e esperança.

A imagem captura a beleza e a força da natureza, que, apesar das adversidades, encontra sempre um caminho para se renovar.

A fotografia, além da sua beleza estética, possui um profundo significado para as comunidades rurais, especialmente as aldeias transmontanas.

A água é um recurso essencial para a vida nessas regiões, sendo utilizada para consumo humano, agricultura e pecuária.

A imagem lembra-nos da importância de preservar os recursos hídricos e de adotar práticas sustentáveis.

A água sempre esteve presente na cultura e na história das comunidades rurais.

Ela era fonte de vida, mas também de inspiração para poetas, artistas e músicos.

A fotografia de Mário Silva evoca essa rica tradição cultural, conectando o presente com o passado.

A fotografia apresenta uma composição equilibrada e uma excelente qualidade técnica.

A luz natural, que penetra entre as árvores, cria uma atmosfera mágica e convidativa.

A profundidade de campo permite ao observador apreciar os detalhes da paisagem, desde as folhas das árvores até as pequenas pedras no leito do riacho.

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As aldeias transmontanas, com as suas paisagens montanhosas e clima mediterrânico, são fortemente dependentes da água.

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A água é utilizada para irrigar as culturas, garantindo a produção de alimentos para a subsistência das comunidades e para o comércio.

A água é fundamental para a criação de animais, como bovinos, ovinos e caprinos, que são uma fonte importante de renda para muitas famílias.

A água potável é essencial para a saúde e o bem-estar das populações rurais.

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Em resumo, a fotografia de Mário Silva "As chuvas outonais transformam as tímidas finas linhas de água em vigorosos caminhos de fonte de Vida - a água" é uma obra de arte que nos conecta com a natureza e com a nossa história.

A imagem lembra-nos da importância da água para a vida e da necessidade de preservar este recurso natural tão precioso.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
03
Mai24

O regueiro serpenteia o lameiro com o sol poente escondendo-se por entre os ramos da árvore -  Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

"O regueiro serpenteia o lameiro com o sol poente escondendo-se por entre os ramos da árvore”

Águas Frias - Chaves - Portugal

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A fotografia mostra um riacho serpenteando por um campo verde, com uma árvore no primeiro plano.

O sol está se pondo atrás da árvore, e seus raios passam pelas folhas da árvore, criando um efeito de luz e sombra. Ao fundo, podemos ver algumas montanhas.

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A imagem é uma bela representação da natureza portuguesa.

O riacho serpenteando pelo campo verde é uma imagem serena e tranquila, enquanto o sol poente atrás da árvore cria uma atmosfera dramática.

As montanhas ao fundo completam a paisagem e dão uma sensação de grandiosidade.

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A fotografia pode ser vista como uma representação da beleza da natureza portuguesa, ou como um símbolo da passagem do tempo.

O sol poente pode ser visto como um símbolo do fim da vida, enquanto o riacho serpenteando pode ser visto como um símbolo da vida que continua.

A imagem evoca uma variedade de emoções, como paz, tranquilidade, drama e grandiosidade.

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A imagem pode ser uma evocação da beleza da natureza, ou ser um símbolo da passagem do tempo ou da vida que continua.

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A imagem foi captada em Águas Frias, uma freguesia do concelho de Chaves, em Portugal.

A freguesia é conhecida pelas suas paisagens naturais, incluindo montanhas, rios e florestas.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
23
Abr24

A ribeira - Águas Frias, Chaves, Portugal


Mário Silva Mário Silva

A ribeira

Águas Frias, Chaves, Portugal

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A imagem mostra uma pequena ribeira que atravessa um muro de pedra em Águas Frias (Chaves), Portugal.

A ribeira é cercada por vegetação exuberante, incluindo árvores e flores silvestres.

O muro de pedra é feito de pedras grandes e irregulares que foram cuidadosamente encaixadas.

A parede é alta e corre ao longo da borda de um campo.

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A fotografia é uma bela e serena representação de uma paisagem natural.

O riacho é um símbolo de vida e movimento, enquanto o muro de pedra representa força e permanência.

A vegetação exuberante adiciona cor e textura à cena, e as flores silvestres proporcionam um toque de capricho.

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A foto é bem composta e equilibrada.

O riacho está posicionado no centro da imagem, e o muro de pedra e a vegetação enquadram-no em ambos os lados.

O uso da profundidade de campo cria uma sensação de perspetiva, e a iluminação suave dá à imagem uma qualidade de sonho.

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A ribeira da imagem fica na aldeia de Águas Frias, no concelho de Chaves, no norte de Portugal.

A aldeia é conhecida pelas suas fontes, que têm sido usadas para fins medicinais há séculos.

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A imagem é uma representação encantadora e evocativa do campo português.

Capta a beleza da natureza e a tranquilidade da vida rural.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
17
Abr24

A água corre veloz... em abril, águas mil... - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

A água corre veloz...

em abril, águas mil...

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A água corre veloz,

Num ribeiro caudaloso,

Cantando sua canção,

Em tom melodioso.

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As chuvas de abril,

Caem em abundância,

Lavando a terra seca,

Com sua doce fragrância.

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Os ribeiros transbordam,

Inundando os campos,

Trazendo vida nova,

Para os seres famintos.

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As flores desabrocham,

Com cores vibrantes,

E os pássaros cantam,

Melodias vibrantes.

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É a primavera que chega,

Com toda sua beleza,

Trazendo alegria e vida,

Para a natureza.

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Em abril, águas mil...

Um presente da natureza,

Para a vida florescer,

Com amor e pureza.

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Poema & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
21
Fev24

O regato – Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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O regato

Águas Frias (Chaves) - Portugal

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O regato, antes (quase) seco, agora depois das chuvas corre volumoso e vigorante pelo estreito leito das terras de cultivo. As águas, que antes corriam escassas e lamacentas, agora são claras e cristalinas. O regato borbulha e rebenta em pequenas cascatas, formando espuma branca e brilhante.

O leito do regato, antes coberto de rochas e vegetação seca, agora está verdejante e florido. As margens do regato estão repletas de plantas, que se alimentam da água fresca e abundante.

Os pássaros cantam alegremente nas árvores que se encontram ao longo do regato. As borboletas e libélulas voam ao seu redor, encantadas com a beleza da natureza.

O regato, antes (quase) seco, agora é um símbolo de vida e esperança. É um lembrete de que, mesmo nos momentos mais difíceis, sempre há esperança de renovação.

O regato serpenteia entre os campos, recentemente semeados, de centeio, que estão agora a rebentar do solo. As vacas pastam nas margens do regato, bebendo da água fresca e descansando à sombra das árvores.

Na floresta, o regato é um refúgio para os animais selvagens. As cabras bravas bebem da água e os javalis vêm ao regato para se refrescar.

No campo, o regato é um espetáculo de cores e aromas. As novas plantas abrem-se para receber a luz do sol e a água fresca do regato.

O regato é um lugar de beleza e paz. É um lugar onde a natureza pode florescer e onde a vida pode prosperar.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
14
Abr23

A RIBEIRA - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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A RIBEIRA

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Ribeira vai cheia

E o barco não anda

Tenho o meu amor

Lá naquela banda

.

Lá naquela banda

E eu cá deste lado

Ribeira vai cheia

E o barco parado

.

Se eu tivesse amores

Que me têm dado

Tinha a casa cheia

Até ao telhado

.

Ribeira vai cheia (...)

.

Se eu tivesse amores

Tinha mais de um cento

Bonecos de palha

Cabeças de vento

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__________     Música Tradicional Portuguesa     __________

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Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷

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