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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

15
Nov25

"Ufff... um gato preto" ... e uma estória


Mário Silva Mário Silva

"Ufff... um gato preto" ... e uma estória

15Nov DSC02658_ms

A fotografia de Mário Silva é um retrato de um felino, capturado num enquadramento rústico.

A imagem foca-se num gato preto de pelo denso e lustroso, que está enrolado e confortavelmente aninhado na abertura de uma janela ou nicho em pedra rústica.

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O gato está em repouso, com os olhos parcialmente fechados, parecendo ligeiramente ensonado ou incomodado pela luz que entra.

A sua cor negra contrasta drasticamente com a escuridão total do interior do nicho e com a pedra clara e trabalhada da moldura da janela, que é banhada pela luz solar.

O enquadramento em pedra é grosso e antigo, realçando as texturas e o contraste entre o animal e o ambiente.

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Ufff... Um Gato Preto. A Estória do "Porteiro" Faustino

O título da fotografia, "Ufff... um gato preto", sugere um misto de alívio e talvez uma pitada de superstição bem-humorada.

E é exatamente isso que Faustino, o gato em questão, causa na pequena aldeia de Favas do Tempo.

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Faustino não era apenas um gato; era o Porteiro Não Oficial da Rua da Amargura (assim chamada por ser a mais íngreme).

E tinha a mais importante das funções: sentar-se na janela da velha casa de granito, a de Dona Piedade, e julgar quem passava.

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O seu pelo era tão negro que, quando se aninhava na sombra da sua alcova de pedra, como na fotografia, era virtualmente invisível.

Isto causava uma série de pequenos sustos matinais.

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Um dia, o Sr. Custódio, o padeiro, vinha a subir a rua carregando a primeira fornada de broas de milho.

O sol tinha acabado de bater na janela e, ao ver a silhueta negra imóvel, o padeiro parou a meio do passo.

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"Ufff... um gato preto," sussurrou Custódio, fazendo o sinal da cruz. "Que o azar não me vire as broas."

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Faustino, que estava apenas a tentar desfrutar do seu sono da manhã, abriu um olho dourado, deu um miar de preguiça — um som que mais parecia um "deixa-me em paz" profundo — e virou a cabeça para o sol.

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Custódio, aliviado por o "mau presságio" não ter fugido (sinal de que não era assim tão mau, pensou ele), sorriu.

"Ah, Faustino! Bom dia! Pensei que me tinhas pregado um susto, bicho do Demo. Anda cá, toma uma fatia de salpicão, para abençoar o dia."

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E foi assim que Faustino não só se tornou o felino mais bem-alimentado da aldeia (aceitando o salpicão como compensação pelo esforço de não lhes dar azar), como também o principal motivo de suspiros e exclamações matinais.

O "Ufff... um gato preto" deixou de ser um prenúncio e passou a ser o cumprimento não oficial de Favas do Tempo.

E Faustino, o seu guardião ensonado, continuava a dominar a sua escuridão de granito, aceitando a sua importância cómica com a dignidade que só um gato preto pode ter.

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Estória & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
03
Jul24

A estória do gato preto e branco


Mário Silva Mário Silva

 

A estória do gato preto e branco

Jul03 DSC06786_ms

Era uma vez um gato preto e branco chamado Bichinho.

Ele era um gato doméstico mimado que nunca tinha saído de casa sozinho.

Um dia, a porta da casa ficou aberta acidentalmente e Bichinho, curioso, saiu para explorar o mundo exterior.

Ele aventurou-se pela rua, fascinado por tudo o que via.

Mas logo se perdeu e não sabia como voltar para casa.

Ele vagueou pelas ruas por horas, cada vez mais assustado e sozinho.

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Finalmente, ele encontrou um parque e decidiu esconder-se num arbusto para descansar.

Ele estava cansado, com fome e com medo.

De repente, ele ouviu um barulho e virou-se para ver um homem parado a alguns metros de distância.

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O homem era um fotógrafo e estava a tirar fotos da natureza.

Ele reparou no gato e achou-o muito fotogénico.

Aproximou lentamente, com cuidado para não o assustar.

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Bichinho ficou hesitante no início, mas logo se sentiu atraído pela atenção do homem.

Ele aproximou-se e o homem começou a acariciá-lo.

Bichinho ronronou de contentamento e sentiu-se seguro pela primeira vez em horas.

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O homem tirou algumas fotos de Bichinho e depois decidiu levá-lo para casa.

Ele sabia que o gato era um animal de estimação e queria ajudá-lo a encontrar os seus donos.

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O homem publicou fotos de Bichinho nas redes sociais e, no dia seguinte, ele recebeu uma mensagem de uma mulher que reconheceu o gato.

Ela era a dona de Bichinho e estava muito feliz por ele ter sido encontrado.

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O homem levou Bichinho de volta para a sua casa e a mulher abraçou-o com lágrimas de alegria.

Bichinho estava finalmente em casa e seguro.

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Ele nunca mais se esqueceu da aventura que teve no monte e da gentileza do fotógrafo que o ajudou a voltar para casa.

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A fotografia mostra um gato preto e branco parado no meio da erva.

O gato está olhando para trás, como se estivesse sentindo a presença de alguém.

A imagem pode ser interpretada como uma metáfora para o momento em que Bichinho se encontra perdido no monte e é encontrado pelo fotógrafo.

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A imagem também pode ser interpretada como um símbolo de esperança.

O gato preto e branco é frequentemente associado à má sorte, mas nesta imagem ele representa um animal que foi perdido e encontrado.

Isso pode ser visto como uma chamada de atenção de que mesmo nos momentos mais sombrios, sempre há esperança.

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Em forma de conclusão, a estória do gato preto e branco é uma história comovente sobre amor, perda e esperança.

É uma história que vai ressoar com qualquer pessoa que já se tenha perdido ou que se tenha sentido sozinho.

A estória também é um lembrete de que devemos sempre ser gentis com os animais e com os outros, pois nunca sabemos o que eles estão passando.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
08
Jun24

Um ovo estalou ..., uma nova andorinha nasceu ... e passadas duas semanas, até se pôs à janelinha do seu ninho explorando o meio ambiente que a envolve e esperar que um dos seus progenitores lhe traga mais comidinha ...


Mário Silva Mário Silva

Um ovo estalou ..., uma nova andorinha nasceu ... e passadas duas semanas, até se pôs à janelinha do seu ninho explorando o meio ambiente que a envolve e esperar que um dos seus progenitores lhe traga mais comidinha ...

Jun08 DSC01714_ms

A fotografia apresenta um filhote de andorinha em seu ninho.

O filhote é pequeno e branco, com penas pretas. Ele está a olhar para fora do ninho, explorando o mundo ao seu redor.

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O ciclo de vida de uma andorinha começa quando a fêmea põe de 3 a 5 ovos num ninho feito de lama e palha.

Os ovos são incubados por ambos os pais por cerca de 14 dias.

Quando os ovos eclodem, os filhotes nascem nus e cegos.

Os pais cuidam dos filhotes e alimentam-nos até que estejam prontos para voar.

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Nos primeiros dias de vida, os filhotes de andorinha são completamente dependentes de seus pais.

Eles precisam ser alimentados com frequência e mantidos aquecidos.

Os pais alimentam os seus filhotes com insetos, que eles apanham no ar.

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Por volta de uma semana de idade, os filhotes de andorinha começam a abrir os olhos.

Eles também começam a desenvolver as suas penas.

Por volta de duas semanas de idade, os filhotes de andorinha são capazes de se mover pelo ninho.

Eles também começam a fazer sons.

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Por volta de três semanas de idade, os filhotes de andorinha estão prontos para voar.

Eles deixam o ninho pela primeira vez e começam a alimentar-se por conta própria.

Os pais ainda os acompanham por algumas semanas, mas os filhotes logo se tornam independentes.

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As andorinhas são aves importantes para o meio ambiente.

Elas ajudam a controlar as populações de insetos, que podem ser pragas para as plantações e para os humanos.

As andorinhas também são aves bonitas e graciosas que podem ser apreciadas por todos.

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Se você quiser ajudar as andorinhas, você pode fornecer-lhes um lugar para construir os seus ninhos.

Você também pode evitar o uso de pesticidas, que podem prejudicar as andorinhas e outros animais selvagens.

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As andorinhas são criaturas fascinantes com um ciclo de vida interessante.

É importante proteger essas aves e seus habitats.

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Os filhotes de andorinha nascem com um bico grande e amarelo.

O bico é usado para pegar insetos.

Os filhotes de andorinha crescem muito rapidamente. Eles dobram o seu peso corporal em apenas duas semanas.

As andorinhas são aves migratórias. Elas viajam longas distâncias para encontrar alimentos e para criar seus filhotes.

As andorinhas são aves sociais. Elas vivem em colónias que podem ter centenas ou até milhares de indivíduos.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷

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