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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

26
Ago25

"Do verde ao azul das águas quentes e calmas” … e uma breve estória


Mário Silva Mário Silva

"Do verde ao azul das águas quentes e calmas”

… e uma breve estória

26Ago DSC04416_ms

Esta fotografia de Mário Silva, capta a beleza de uma paisagem de praia tranquila.

A imagem é dominada por um mar sereno, com a água a mudar de cor, passando do verde-claro na margem para o azul mais escuro no horizonte.

Pequenas e suaves ondas quebram na praia de areia clara, criando uma fina faixa de espuma branca.

À direita, a costa é delimitada por uma área rochosa e uma pequena floresta, enquanto no fundo, avistam-se montanhas a perder de vista.

O céu é de um azul límpido e com poucas nuvens, refletindo-se na água e acentuando a sensação de calma e de paz.

A fotografia transmite uma atmosfera de tranquilidade e a beleza natural do lugar.

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Estória: A Viagem de uma Concha

A concha, um pequeno milagre da natureza, era o lar de um caranguejo ermita há anos.

Mas o caranguejo, cansado de uma vida de medos e de se esconder, tinha decidido que era tempo de partir.

Deixou a concha na areia da praia, um pequeno trono de substância calcária brilhante e rosada da concha.

A fotografia de Mário Silva, com a sua paisagem de águas verdes e azuis, capturou o momento em que a concha, pela primeira vez na sua longa vida, se viu livre.

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A concha, na sua solidão, sentiu o sol quente e a água calma a beijar-lhe o corpo.

As ondas, que antes eram uma ameaça, tornaram-se um amigo, que a embalava e a levava em pequenos passeios pela areia.

A sua vida de concha era monótona, mas a sua alma era cheia de curiosidade. Queria saber o que havia para além do mar, para lá das montanhas distantes que se viam no horizonte.

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Um dia, uma onda, mais forte do que as outras, apanhou-a e levou-a para o mar aberto.

A concha sentiu um medo profundo.

Estava sozinha e longe da segurança da praia.

Mas, com a luz do sol a brilhar nas suas costas, ela decidiu que era tempo de ter coragem.

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Flutuou no mar, observando as cores que mudavam do verde na margem para o azul no horizonte.

Viu peixes coloridos, medusas transparentes, e ouviu o som de barcos que passavam.

Ela era pequena e frágil, mas a sua coragem era grande.

A sua viagem era um sonho, uma aventura.

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O mar era um mundo de maravilhas.

A concha, que antes era apenas um lar, tornara-se um viajante.

As suas costas, outrora lisas, foram polidas pelas ondas, e o seu nácar brilhou com a luz do sol.

Ela estava a viver, não a sobreviver.

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Depois de dias, talvez semanas, de viagem, uma corrente mais forte do que as outras, atirou-a para uma praia distante.

A concha, exausta, mas feliz, pousou na areia quente.

Olhou à sua volta e viu um novo mundo.

Um novo porto.

As águas, que antes eram verdes e azuis, eram agora de um tom diferente, mas a sua beleza era a mesma.

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A fotografia de Mário Silva é a imagem daquele momento de transição.

É a imagem da concha, que tinha deixado o seu passado para trás e tinha a coragem de começar uma nova vida.

A sua estória é uma chamada de atenção de que, por mais pequenas que sejamos, a nossa coragem e a nossa vontade de explorar o desconhecido podem levar-nos aos lugares mais bonitos e mais pacíficos.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
18
Ago25

"O mar enrola na areia ..." e uma estória


Mário Silva Mário Silva

"O mar enrola na areia ..."

e uma estória

18Ago DSC04395_ms

A fotografia de Mário Silva, intitulada "O mar enrola na areia ...", capta uma vista panorâmica de uma baía tranquila.

A imagem é dominada pelo mar, com águas de um azul-claro suave que se misturam com tons de verde.

As ondas, pequenas e suaves, quebram na praia de areia clara, criando uma faixa de espuma branca que se estende por toda a largura da imagem.

À direita, a costa é delimitada por uma área rochosa e uma colina coberta de pinheiros.

No fundo, do lado esquerdo, avistam-se colinas distantes.

O céu, de um azul límpido e com poucas nuvens, reflete-se na água, criando uma atmosfera de calma e serenidade.

A fotografia transmite uma sensação de paz e a beleza natural e intocada da costa.

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Estória: A Memória do Mar

O mar, para o pequeno Afonso, não era apenas água e areia.

Era uma memória.

Uma memória que vivia no som das ondas, no cheiro a sal e na luz que, como Mário Silva um dia capturaria na sua fotografia, pintava a baía de uma paz irreal.

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Afonso, que agora passava os seus setenta verões, sentava-se na varanda da sua casa, com vista para a mesma praia que Mário Silva havia fotografado.

Os anos tinham-lhe enrugado o rosto e curvado os ombros, mas os seus olhos continuavam a brilhar com a mesma vivacidade de um miúdo quando olhava para o mar.

Naquele verão, a sua neta, Laura, tinha vindo visitá-lo.

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Laura, uma jovem da cidade, com a cabeça cheia de ideias de tecnologia e pressa, sentia-se entediada na aldeia pacata do avô.

O mar era bonito, sim, mas era sempre o mesmo.

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- Avô, por que é que gostas tanto disto? Não é sempre o mesmo? - perguntou Laura, com a voz tingida de uma impaciência que Afonso conhecia bem.

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Afonso sorriu, um sorriso que lhe enrugou os olhos ainda mais.

- Não, minha neta. Não é o mesmo. O mar, ele muda a cada dia, a cada hora. E ele guarda as nossas memórias.

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Laura revirou os olhos.

- Histórias de velho - pensou.

Afonso compreendeu a sua neta.

- Vem comigo - disse ele, levantando-se com alguma dificuldade.

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Caminharam pela areia macia, em direção à praia rochosa à direita da fotografia.

O sol da tarde pintava as ondas de um dourado suave, e a espuma branca enrolava-se na areia com um sussurro constante.

Chegaram perto das rochas, onde o avô se sentou.

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- Vês estas rochas, Laura? - perguntou ele, apontando para uma rocha escura e coberta de musgo. - Foi aqui que aprendi a pescar com o meu pai. E foi aqui que, anos mais tarde, te ensinei a apanhar búzios."

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Afonso pegou num pequeno búzio, com as suas linhas intrincadas e cores desbotadas, e entregou-o à neta.

- Ouve. Ouve o que o mar tem para te contar.

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Laura levou o búzio ao ouvido, e ouviu o som familiar do mar.

Mas desta vez, parecia diferente.

Não era apenas um ruído.

Parecia o eco de uma história.

Do avô a rir com o pai, da sua própria voz de criança a exclamar de alegria ao encontrar um búzio perfeito.

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Afonso apontou para o vasto horizonte, onde o céu e o mar se encontravam numa linha difusa.

- O mar, Laura, é o nosso álbum de família. Cada onda que quebra é uma página virada. Ele enrola na areia, sim, mas nunca a mesma areia, nunca a mesma onda. E em cada uma, há uma lembrança. O primeiro beijo da minha Maria, o primeiro mergulho dos teus pais, a nossa primeira caminhada aqui..."

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Laura olhou para o mar com olhos novos.

Viu as ondas a quebrar, a espuma a formar-se e a desaparecer.

Mas agora, não via apenas água e areia.

Via a história da sua família, a história da sua aldeia, a história da sua própria vida, tudo enrolado naquele eterno e inconstante movimento.

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O mar continuava a enrolar na areia.

Mas para Laura, já não era o mesmo.

Era uma memória, uma promessa e um lembrete de que, por mais longe que a sua vida a levasse, as suas raízes estavam ali, na luz suave, no som das ondas, e na história silenciosa daquele mar.

A fotografia de Mário Silva não era apenas a imagem de uma praia, mas a imortalização daquela memória.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
01
Set24

O mês de agosto foi...


Mário Silva Mário Silva

O mês de agosto foi...

O mês de agosto foi um sonho tecido em tons de azul e verde.

Começou com o mar, imenso e convidativo, que se estendia à vista, quebrando em espuma branca na orla da praia.

A areia, ainda morna do sol poente, acolhia meus pés descalços, enquanto o som das ondas era a melodia que embalava os meus dias.

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Passeava pela orla, sentindo a brisa salgada nos poucos cabelos, e encontrava conchas coloridas, tesouros deixados pelo mar.

À noite, as estrelas cintilavam no céu escuro, como diamantes espalhados num veludo infinito. Era mágico sentar-me na praia, observando o luar refletido no mar, e sentir a paz que só a natureza pode proporcionar.

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Mas agosto não era só praia.

Havia também a aldeia, um refúgio bucólico onde o tempo parecia ter parado.

As casas antigas, com suas fachadas coloridas e janelas adornadas com flores, contavam histórias de outros tempos.

As ruas estreitas e calçadas com pedras eram um convite a passeios tranquilos, onde o único som era o canto dos pássaros.

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Na aldeia, o tempo era marcado pelo ritmo da natureza.

As manhãs começavam com o canto do galo e o cheiro do pão fresco saindo do forno.

À tarde, as crianças brincavam nas ruas, enquanto os adultos conversavam à sombra das árvores.

À noite, as fogueiras crepitavam nos quintais, e o cheiro de churrasco pairava no ar.

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Os dias na aldeia eram repletos de descobertas.

Explorei trilhas escondidas, visitei pequenas capelas, e saboreei os pratos típicos da região, preparados com ingredientes frescos da horta.

Conheci pessoas simples e acolhedoras, que me abriram as portas de suas casas e me fizeram sentir parte da comunidade (isto, nas aldeias vizinhas).

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Agosto foi um mês de reencontro comigo mesmo.

Desliguei-me do mundo e conectei-me com a natureza, com as pessoas e comigo mesmo.

Retorno à rotina com a alma leve e o coração cheio de gratidão por ter vivido um sonho tão intenso.

E sei que, por mais que o tempo passe, as lembranças deste agosto mágico permanecerão para sempre em meu coração.

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Texto & Video: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
31
Ago24

"Um belo dia de praia ... uma barracada ..." 


Mário Silva Mário Silva

"Um belo dia de praia ... uma barracada ..." 

31Ago DSC08931_ms

A fotografia de Mário Silva, intitulada "Um belo dia de praia ... uma barracada ...", captura uma cena típica de um dia ensolarado na praia.

A imagem apresenta uma ampla vista aérea de uma extensa faixa de areia, onde se alinham diversas barracas de praia, predominantemente brancas e listradas de azul e verde.

As barracas estão organizadas em filas paralelas à linha da água, criando um padrão visual repetitivo que se estende até onde a vista alcança.

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No primeiro plano, a areia dourada contrasta com o azul intenso do mar, que se estende até o horizonte.

O céu, igualmente azul e sem nuvens, reforça a sensação de um dia claro e ensolarado.

A presença de algumas pessoas, tanto dentro como fora das barracas, adiciona um elemento humano à cena, sugerindo a tranquilidade e o relaxamento associados a um dia de praia.

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O título da fotografia, "Um belo dia de praia ... uma barracada ...", apresenta uma dualidade interessante.

Por um lado, a expressão "um belo dia de praia" evoca sentimentos de prazer, relaxamento e evasão.

A imagem, com as suas cores vibrantes e a atmosfera serena, confirma essa primeira impressão.

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No entanto, a segunda parte do título, "uma barracada...", introduz uma nota de ironia ou crítica social.

A palavra "barracada" pode ser interpretada de várias formas, mas, neste contexto, ela sugere uma certa banalidade, uma repetição monótona e uma falta de originalidade.

As barracas, embora coloridas e convidativas, tornam-se um elemento padronizado e quase industrializado da paisagem.

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A fotografia pode ser uma crítica subtil ao turismo de massas e à padronização das experiências turísticas.

As barracas alinhadas de forma uniforme representam a massificação do lazer e a perda da individualidade.

A imagem pode também ser uma reflexão sobre a natureza humana e a necessidade de pertencer a um grupo.

As pessoas que ocupam as barracas buscam um espaço próprio dentro de uma estrutura coletiva.

A fotografia estabelece uma contraposição entre a natureza selvagem e exuberante do mar e a cultura humana, representada pelas construções artificiais das barracas.

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O contraste entre o azul do mar e do céu com o amarelo da areia cria uma paleta de cores vibrantes e harmoniosas.

As linhas horizontais das barracas e da linha da água conferem à imagem uma sensação de ordem e equilíbrio.

A repetição das barracas cria um padrão visual que domina a composição.

A perspetiva aérea permite uma visão panorâmica da cena, enfatizando a extensão da praia e a quantidade de barracas.

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A fotografia "Um belo dia de praia ... uma barracada ..." de Mário Silva é uma obra que convida à reflexão sobre a relação entre o indivíduo e a sociedade, a natureza e a cultura.

Através de uma imagem aparentemente simples, o artista aborda temas complexos como o turismo de massas, a padronização e a busca por identidade.

A força da fotografia reside na sua capacidade de evocar diferentes interpretações e de estimular o debate.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
30
Ago24

Um Instantâneo de Verão: "… um de calor infernal, a areia fina como farinha e o mar calmo e morno como canja de galinha."


Mário Silva Mário Silva

Um Instantâneo de Verão:

"… um de calor infernal, a areia fina como farinha

e o mar calmo e morno como canja de galinha"

30Ago DSC0915_ms1

A fotografia de Mário Silva captura um momento clássico de verão: uma praia ensolarada, com a areia branca e macia contrastando com o mar azul-turquesa.

A composição da imagem é simples, mas eficaz, com a linha da costa diagonal que guia o olhar do observador para o horizonte.

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A praia é o centro da ação, repleta de pessoas aproveitando o sol e o mar.

A areia fina e clara sugere um dia quente e seco, enquanto as ondas suaves e calmas convidam a um mergulho refrescante.

A cor do mar é vibrante e convidativa, reforçando a ideia de um dia perfeito para nadar e relaxar.

A ausência de ondas grandes sugere um mar calmo e seguro, ideal para famílias com crianças.

As pessoas na praia estão relaxadas e despreocupadas, desfrutando do sol e da companhia uns dos outros.

A variedade de atividades, desde o banho de sol até o mergulho, mostra a diversidade de formas de aproveitar o verão.

A luz natural é quente e abundante, realçando as cores vibrantes da imagem e criando uma atmosfera alegre e positiva.

A composição da imagem é simples e eficaz, com a linha da costa diagonal que guia o olhar do observador para o horizonte.

A perspetiva elevada do fotógrafo permite uma visão panorâmica da praia, aumentando a sensação de amplitude e liberdade.

A descrição da fotografia como "um de calor infernal, a areia fina como farinha e o mar calmo e morno como canja de galinha" é extremamente evocativa.

As metáforas utilizadas ajudam a criar uma imagem mental vívida da cena, transportando o observador para a praia e permitindo-lhe sentir o calor do sol, a maciez da areia e a temperatura agradável da água.

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Em resumo, a fotografia de Mário Silva é um belo retrato de um dia de verão perfeito.

A imagem captura a essência do verão, com as suas cores vibrantes, a sua atmosfera relaxante e a sua sensação de liberdade.

A descrição da fotografia é precisa e poética, complementando a imagem e enriquecendo a experiência do observador.

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A praia pode ser vista como uma metáfora da vida, com os seus altos e baixos, os seus momentos de alegria e de paz.

A areia representa o tempo que passa, enquanto o mar simboliza a imensidão do desconhecido.

A fotografia pode ser interpretada como uma crítica social, mostrando a busca incessante do ser humano pelo prazer e relaxamento num mundo cada vez mais acelerado e estressante.

Em última análise, a interpretação da fotografia é subjetiva e depende da perspetiva de cada observador.

No entanto, a fotografia de Mário Silva é, sem dúvida, uma obra de arte que nos convida a refletir sobre a beleza da natureza e a importância de aproveitar os momentos simples da vida.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
29
Ago24

Um Olhar do Passadiço para a Praia Apinhada de Veraneantes


Mário Silva Mário Silva

Um Olhar do Passadiço para a

Praia Apinhada de Veraneantes

29Ago DSC09077_ms

A fotografia de Mário Silva captura uma vista panorâmica de uma praia, observada a partir de um passadiço elevado.

A imagem é dominada pela extensa faixa de areia dourada, que se estende até se encontrar com o mar azul-turquesa.

A praia está repleta de banhistas, que se espalham pelas cadeiras de praia, guarda-sóis e toalhas, criando um mosaico colorido e vibrante.

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No primeiro plano, destaca-se um elemento arquitetónico: um passadiço de pedra, com um corrimão e um lampadário de estilo clássico.

Este elemento serve como um enquadramento para a cena, direcionando o olhar do observador para a praia.

Ao fundo, um horizonte distante revela a linha costeira e, possivelmente, uma cidade, sugerindo que a praia está localizada numa área urbana.

O céu, claro e azul, com algumas nuvens esparsas, completa a composição, adicionando uma sensação de serenidade e amplitude à imagem.

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A fotografia de Mário Silva é um exemplo clássico de fotografia de paisagem urbana, capturando a interação entre o homem e a natureza num ambiente costeiro.

A composição é equilibrada e harmoniosa, com a linha do horizonte dividindo a imagem em duas partes iguais.

O uso da perspetiva, com o passadiço em primeiro plano e a praia estendendo-se até ao horizonte, cria uma sensação de profundidade e imersão.

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A luz natural, suave e difusa, ilumina a cena de forma uniforme, realçando as cores vibrantes da areia, do mar e dos guarda-sóis.

A composição é clássica e eficaz, com a linha do horizonte dividindo a imagem em duas partes iguais.

O passadiço em primeiro plano serve como um elemento de enquadramento, direcionando o olhar do observador para a praia.

O contraste entre o branco da areia, o azul do mar e o verde da vegetação cria uma imagem visualmente atraente e dinâmica.

A atmosfera da fotografia é relaxante e convidativa, transmitindo a sensação de um dia de verão perfeito.

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A imagem captura um momento quotidiano, mostrando pessoas aproveitando o sol e o mar num dia de verão.

A praia, como um espaço de encontro entre o homem e a natureza, é um tema recorrente na fotografia.

A fotografia pode ser interpretada como uma crítica social, mostrando a massificação do turismo e a busca incessante do ser humano por lazer e prazer.

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Em conclusão, a fotografia de Mário Silva é uma obra visualmente atraente e rica em significado.

Ela convida o observador a refletir sobre a beleza da natureza, a importância do lazer e a complexidade da relação entre o homem e o ambiente.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
26
Ago24

Praia de areia fina e mar calmo, de Canelas, em Sanxenxo - Espanha


Mário Silva Mário Silva

Praia de areia fina e mar calmo de Canelas

Sanxenxo - Espanha

26Ago DSC03295_ms

A fotografia captura a essência da Praia de Canelas, em Sanxenxo, Espanha, num dia ensolarado.

A imagem apresenta uma perspetiva baixa, com a câmara focada na areia fina e no mar calmo que se estende até uma pequena baía.

As rochas cobertas de algas na parte inferior da imagem contrastam com a suavidade da areia e da água, adicionando textura e profundidade à cena.

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Ao fundo, um conjunto de casas coloridas e árvores verdes alinham-se na costa, oferecendo um cenário pitoresco e convidativo.

A presença de pessoas na praia, algumas tomando sol e outras brincando na água, indica a popularidade do local e o ambiente relaxante.

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A água calma e a areia suave transmitem uma sensação de paz e tranquilidade.

A combinação de areia, mar, rochas e vegetação cria uma paisagem esteticamente agradável.

A presença de pessoas relaxando na praia evoca sentimentos de conforto e bem-estar.

A baía relativamente pequena e a perspetiva da fotografia conferem à cena um ar de intimidade e privacidade.

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A fotografia é bem composta e captura a beleza natural da Praia de Canelas.

A escolha do ângulo e a profundidade de campo enfatizam a suavidade da areia e a calma do mar.

As cores vibrantes do céu e das casas adicionam vida à imagem, enquanto as rochas na parte inferior da fotografia fornecem um elemento de interesse visual.

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A imagem poderia ser utilizada para promover o turismo em Sanxenxo, destacando a beleza das praias da região.

Além disso, poderia ser utilizada em materiais de marketing para hotéis, restaurantes e outras empresas localizadas nas proximidades da praia.

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Em resumo, a fotografia da Praia de Canelas é uma representação visualmente atraente de um local tranquilo e convidativo.

A imagem captura a essência da beleza natural da região e poderia ser utilizada para promover o turismo em Sanxenxo.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
16
Ago24

"Tomar banho de sombra no passadiço da Figueira da Foz (Portugal)" - Mário Silva


Mário Silva Mário Silva

"Tomar banho de sombra no passadiço da

Figueira da Foz (Portugal)"

Mário Silva

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A fotografia de Mário Silva apresenta uma cena serena e tranquila de uma tarde de verão na Figueira da Foz.

A imagem captura um momento de pausa e descanso no meio do movimento da cidade, convidando o observador a imaginar-se ali, aproveitando a sombra dos guarda-sóis e a brisa do mar.

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O elemento central da fotografia são os guarda-sóis, dispostos em filas paralelas com as suas caraterísticas listras brancas e azuis criando um padrão visual rítmico.

Eles fornecem sombra e proteção do sol, convidando os frequentadores do calçadão a sentarem-se e relaxarem.

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Duas cadeiras brancas estão posicionadas entre os guarda-sóis, sugerindo a presença de pessoas que usufruem do espaço.

No entanto, elas estão vazias, criando um senso de quietude e solitude.

 

A calçada tipicamente portuguesa de cubos de calcário brancos e pretos estende-se ao longo da imagem, conduzindo o olhar do observador para o horizonte.

Ela representa o movimento da cidade e a vida que pulsa ao redor do local tranquilo onde os guarda-sóis estão dispostos.

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A ausência de pessoas na fotografia contribui para a atmosfera serena e tranquila da cena.

Ela permite que o espectador se concentre nos elementos da composição e imagine-se ali, desfrutando da sombra e da brisa do mar.

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A fotografia de Mário Silva captura com maestria a beleza e a tranquilidade de um dia de verão na Figueira da Foz.

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A fotografia pode ser interpretada como uma metáfora para o descanso e a fuga da agitação da vida quotidiana.

Os guarda-sóis representam um refúgio do sol e do calor, enquanto as cadeiras vazias sugerem um convite para desacelerar e aproveitar o momento presente.

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Em suma, a fotografia "Tomar banho de sombra no passadiço da Figueira da Foz (Portugal)" de Mário Silva é uma obra de arte que captura a beleza e a tranquilidade de um dia de verão à beira-mar.

Ela convida o observador a conectar-se com a natureza e a apreciar a quietude do momento presente.

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A fotografia foi tirada num dia de verão, o que é indicado pela luz forte e pelas sombras nítidas.

A localização da fotografia é o passadiço da Figueira da Foz, um local popular para caminhadas e passeios à beira-mar.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
14
Ago24

"Estátua Simbólica da Praia de Sanxenxo (Espanha)" - Mário Silva


Mário Silva Mário Silva

"Estátua Simbólica da Praia de Sanxenxo (Espanha)"

Mário Silva

14Ago DSC09066_ms

A fotografia capturada por Mário Silva retrata uma escultura localizada na praia de Sanxenxo, em Espanha.

A estátua representa uma figura humana de forma estilizada, com linhas suaves e curvas que conferem uma sensação de movimento e elegância.

A figura está inclinada para a frente, segurando um grande búzio, com a cabeça e o corpo projetados para frente, o que sugere um momento de contemplação ou interação com o objeto.

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A escultura está posicionada sobre uma pequena rocha, cercada pelas águas calmas do mar.

Ao fundo, é possível ver a linha costeira com algumas construções e vegetação, levemente desfocada devido à névoa ou à profundidade de campo da fotografia.

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A composição da fotografia é equilibrada, com a estátua centralizada verticalmente no quadro, o que direciona o olhar do observador diretamente para o objeto principal.

A linha do horizonte é visível ao fundo, dividindo a imagem em duas partes, com a estátua atuando como ponto focal.

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A luz natural parece ser suave, provavelmente devido a um dia um pouco nublado, o que ajuda a evitar sombras duras e proporciona uma iluminação uniforme à escultura.

Isso destaca as texturas e os detalhes da superfície da estátua, como o material metálico e o desgaste natural causado pelo ambiente marinho.

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A perspetiva utilizada cria uma sensação de profundidade, com a estátua em primeiro plano claramente definida e o fundo mais distante, levemente desfocado.

Essa técnica ajuda a enfatizar a escultura como o elemento principal da imagem, enquanto ainda oferece contexto sobre sua localização.

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A fotografia de Mário Silva captura não apenas a beleza e a forma artística da estátua, mas também a serenidade do ambiente costeiro de Sanxenxo.

A escolha de enquadrar a escultura com a paisagem ao fundo adiciona uma dimensão de contexto e localização que enriquece a interpretação da imagem.

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A figura estilizada e a postura da estátua evocam uma sensação de introspeção e ligação com a natureza, simbolizada pelo búzio que ela segura.

Este detalhe pode ser interpretado como uma representação da harmonia entre o ser humano e o ambiente marinho, uma mensagem particularmente ressonante numa localização à beira-mar.

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O uso cuidadoso da luz e da composição demonstra a habilidade do fotógrafo em destacar os elementos essenciais da cena, ao mesmo tempo que cria uma imagem visualmente agradável e harmoniosa.

A escolha de um dia nublado, com luz suave, pode ser vista como uma decisão deliberada para acentuar os detalhes da escultura sem distrações de sombras fortes ou contrastes excessivos.

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A fotografia "Estátua Simbólica da Praia de Sanxenxo" de Mário Silva é uma obra que combina elementos artísticos e técnicos de maneira eficaz para transmitir uma mensagem de contemplação e conexão com a natureza.

A escultura, como o ponto central da imagem, é apresentada de maneira que enfatiza a sua forma e significado, enquanto o cenário natural adiciona uma camada de contexto e serenidade.

Através da sua composição cuidadosa e uso da luz, Mário Silva conseguiu capturar a essência da escultura e do ambiente que a rodeia, resultando numa imagem visualmente cativante e significativa.

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Texto & Pintura: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
06
Ago24

A praia ao fim do dia


Mário Silva Mário Silva

A praia ao fim do dia

06Ago 20210731_175304_ms

A fotografia mostra uma praia deserta ao fim do dia, com o sol poente no horizonte.

A areia está molhada e há algumas pegadas na mesma.

Ao longe, a água do mar está calma e reflete a luz do sol.

No céu, algumas nuvens finas passam lentamente.

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A fotografia foi tirada numa praia que ficou deserta,

O sol está poente no horizonte, o que indica que é o final do dia.

A areia está molhada, o que sugere que a maré está alta.

Há algumas pegadas na areia, o que indica que muitas pessoas estiveram na praia recentemente.

A água do mar está calma e reflete a luz do sol, o que cria uma atmosfera pacífica e relaxante.

No céu, algumas nuvens finas passam lentamente, o que adiciona um toque de movimento à imagem.

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A praia ao fim do dia é um lugar mágico e relaxante.

O sol poente cria uma atmosfera de calma e serenidade, e o som das ondas batendo na areia é um som relaxante que pode ajudar a aliviar o estresse.

A praia é também um ótimo lugar para contemplar a beleza da natureza.

O céu e o mar podem ter cores incríveis ao fim do dia, e a vista pode ser simplesmente deslumbrante.

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Para muitas pessoas, a praia ao fim do dia é um lugar para refletir sobre a vida e esquecer os problemas do dia a dia.

É um lugar para se conectar com a natureza e encontrar paz interior.

A praia pode ser um lugar para relaxar e recarregar as energias, e também pode ser um lugar para se divertir e criar memórias inesquecíveis.

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Na fotografia em questão, podemos ver a beleza da praia ao fim do dia em toda a sua glória.

A praia está deserta, o que cria uma sensação de paz e tranquilidade.

O sol poente no horizonte cria uma atmosfera mágica e relaxante.

A água do mar está calma e reflete a luz do sol, o que cria uma imagem simplesmente deslumbrante.

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Em resumo, a fotografia em questão captura a beleza da praia ao fim do dia de uma forma perfeita.

A imagem evoca uma sensação de paz, tranquilidade e relaxamento.

A praia ao fim do dia é um lugar especial que pode ajudar-nos a encontrar paz e ligarmo-nos com a natureza.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
31
Ago23

Eu e a praia


Mário Silva Mário Silva

Eu e a praia
 

26 fotor

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Na beira da praia eu me sinto bem
Seus sons me envolvem e meu coração se acalma
As ondas banham meus pés
O mar me envolve e me dá tranquilidade
.
Eu e a praia
Uma ligação que vai além
Mesmo com tudo à volta
É aqui que eu também me sinto bem
.
O sol se reflete na água
E as gaivotas voejam na sua rota
A melodia das ondas é o contraponto
Ao dourado que a areia me dá
.
Eu e a praia
Aqui eu me reconecto
Mesmo distantes almas
Sentem o mesmo efeito
.
Deixar o mundo de fora
E ouvir a natureza aqui
É o que me faz feliz
E me traz paz.
.
Poema & Fotografia: ©MárioSilva
.
Mário Silva 📷

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