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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

08
Out25

“O cordeiro a mamar”


Mário Silva Mário Silva

“O cordeiro a mamar”

08Out DSC02040_ms

A fotografia de Mário Silva capta um momento terno e natural do mundo animal.

A imagem, focada num plano próximo, mostra uma ovelha adulta, de costas, a amamentar um cordeiro jovem e de pelagem branca.

A ovelha, com a sua lã espessa e chifres elegantes, está em pé numa encosta de terra e erva, com o cordeiro a mamar avidamente debaixo dela.

A cena é de pura ternura, com o contraste entre o animal adulto e a fragilidade do jovem.

O fundo, com uma vegetação exuberante em tons de verde e castanho, complementa o ambiente rural.

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O Primeiro Alimento: A Importância Vital da Amamentação na Natureza

A cena capturada por Mário Silva, de uma ovelha a amamentar o seu cordeiro, é um retrato universal da vida na natureza.

A amamentação é muito mais do que um simples ato de nutrição; é um elo biológico, emocional e social que garante a sobrevivência e o desenvolvimento de muitas espécies.

É o primeiro e mais vital passo na jornada da vida de um recém-nascido.

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Um Elixir de Vida

O leite materno é o alimento perfeito da natureza.

É uma mistura complexa de nutrientes, vitaminas, minerais e, o mais importante, anticorpos.

Nos primeiros dias de vida, o leite, conhecido como colostro, é rico em anticorpos que protegem o recém-nascido de doenças e infeções, num momento em que o seu sistema imunitário ainda não está totalmente desenvolvido.

É uma primeira linha de defesa, crucial para a saúde do animal jovem.

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Crescimento e Desenvolvimento

O leite materno fornece todos os nutrientes necessários para o rápido crescimento e desenvolvimento do corpo e do cérebro.

Para um cordeiro, por exemplo, o leite da ovelha é essencial para fortalecer os ossos, desenvolver os músculos e garantir que ele ganhe o peso necessário para se tornar um animal saudável e forte.

A ausência de uma nutrição adequada nos primeiros dias ou semanas de vida pode ter consequências graves e duradouras para o desenvolvimento.

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Vínculo e Conexão

Além da nutrição, a amamentação estabelece um vínculo profundo entre a mãe e a cria.

É um momento de intimidade, confiança e segurança.

O toque e a proximidade reforçam os laços emocionais e ajudam o jovem animal a sentir-se protegido e seguro no seu ambiente.

Este vínculo é crucial para o comportamento social e o desenvolvimento psicológico.

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A fotografia de Mário Silva capta um momento de tranquilidade e de profunda importância.

É um lembrete de que a natureza tem os seus próprios ciclos e rituais, e que a amamentação é um deles, um ato de amor e de sobrevivência que garante a continuidade da vida na terra.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
17
Abr25

"Agnus Dei"- Quinta-feira Santa e a Última Ceia


Mário Silva Mário Silva

"Agnus Dei"

Quinta-feira Santa e a Última Ceia

18Abr DSC09957_ms

A fotografia de Mário Silva, intitulada "Agnus Dei", apresenta um rebanho de ovelhas pastando num campo verdejante, cercado por vegetação densa.

A imagem transmite uma sensação de serenidade e simplicidade, com as ovelhas brancas e algumas de tons mais escuros (castanho e preto) espalhadas pelo terreno, algumas delas com a cabeça baixada enquanto se alimentam da erva.

A borda da fotografia tem um tom roxo, que pode remeter à liturgia cristã, e há uma assinatura no canto inferior direito do autor, Mário Silva.

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Relação com a Quinta-feira Santa e a Última Ceia

A Quinta-feira Santa é um dia significativo no calendário cristão, marcando a celebração da Última Ceia de Jesus com os seus discípulos, um evento central na Semana Santa que antecede a Páscoa.

Durante a Última Ceia, Jesus institui a Eucaristia, partilhando o pão e o vinho como símbolos do seu corpo e sangue, e também realiza o lava-pés, demonstrando humildade e serviço.

Este dia está profundamente ligado ao sacrifício de Jesus, frequentemente referido como o "Cordeiro de Deus" (em latim, Agnus Dei), que tira os pecados do mundo.

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A fotografia "Agnus Dei" pode ser relacionada à Quinta-feira Santa e à Última Ceia de várias maneiras simbólicas:

O Cordeiro de Deus (Agnus Dei): O título da fotografia, "Agnus Dei", faz uma referência direta a Jesus, que é simbolizado como o Cordeiro de Deus na tradição cristã.

Na Última Ceia, Jesus oferece-se como sacrifício, prefigurando a sua crucificação na Sexta-feira Santa.

As ovelhas na fotografia representam essa simbologia do cordeiro, um animal associado à pureza, à inocência e ao sacrifício.

Na Páscoa judaica, que coincide com o contexto da Última Ceia, um cordeiro era tradicionalmente sacrificado e consumido, e Jesus, ao instituir a Eucaristia, apresenta-se como o novo cordeiro pascal.

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A simplicidade e a humildade: A cena rural com as ovelhas pastando evoca uma sensação de simplicidade e paz, que ressoa com os temas de humildade e serviço presentes na Quinta-feira Santa.

Durante a Última Ceia, Jesus lava os pés dos discípulos, um gesto humilde que simboliza o amor e o serviço ao próximo.

As ovelhas, animais humildes e dependentes do pastor, podem simbolizar os fiéis que seguem Jesus, o "Bom Pastor", e que são chamados a viver com humildade e entrega.

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A cor roxa da borda: O roxo é uma cor litúrgica associada à penitência e à preparação, frequentemente usada durante a Quaresma e a Semana Santa.

Na Quinta-feira Santa, a liturgia ainda reflete esse tom de reflexão e sacrifício, antes da transição para o branco da Páscoa, que simboliza a ressurreição.

A escolha do roxo na borda da fotografia pode ser uma alusão a esse contexto litúrgico, associando a imagem ao período da Semana Santa.

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A comunidade das ovelhas e a comunhão da Última Ceia: O rebanho de ovelhas na fotografia pode ser interpretado como uma metáfora para a comunidade dos discípulos reunidos na Última Ceia.

Assim como as ovelhas estão juntas, pastando em harmonia, os discípulos reuniram-se com Jesus para compartilhar a refeição que simboliza a unidade e a comunhão.

A Eucaristia, instituída nesse momento, é uma chamadao à união dos fiéis, e as ovelhas, que frequentemente simbolizam o povo de Deus na Bíblia, reforçam essa ideia de comunidade.

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Em conclusão, a fotografia "Agnus Dei" de Mário Silva, com o seu rebanho de ovelhas e o título evocativo, ressoa profundamente com os temas da Quinta-feira Santa e da Última Ceia.

As ovelhas simbolizam Jesus como o Cordeiro de Deus, cujo sacrifício é prefigurado na Eucaristia, e a simplicidade da cena reflete a humildade e o serviço exemplificados por Jesus nesse dia.

A cor roxa da borda e a ideia de comunidade reforçam ainda mais a conexão com o contexto litúrgico da Semana Santa, fazendo da fotografia uma representação visual poderosa dos significados espirituais desse momento sagrado.

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Texto & Fotografia: ©Máriosilva

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Mário Silva 📷
07
Mar25

"As ovelhas do senhor e As Ovelhas do Senhor"


Mário Silva Mário Silva

"As ovelhas do senhor e As Ovelhas do Senhor"

07Mar DSC01887_ms

A fotografia de Mário Silva captura um momento de serenidade e inocência no campo.

A imagem apresenta duas ovelhas, uma adulta e um cordeiro, num pasto verdejante.

A ovelha adulta, com a sua lã macia e branca, contrasta com a agilidade e a curiosidade do cordeiro, que se volta para a câmara com um olhar atento.

O fundo verde vibrante e a luz natural criam uma atmosfera pacífica e convidativa.

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A composição da fotografia é simples e eficaz, com as ovelhas ocupando o centro da imagem.

A perspetiva adotada permite apreciar a beleza dos animais e a textura da lã.

A luz natural incide sobre as ovelhas, criando sombras que acentuam a volumetria dos animais.

A paleta de cores é limitada, com predominância de tons de branco, verde e castanho, que evocam a sensação de frescura e de vida.

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As ovelhas são animais que, ao longo da história, têm sido utilizados como metáfora para representar a humanidade.

Na Bíblia, Jesus autodenomina-se o "Bom Pastor" e os seus seguidores são comparados a "ovelhas".

A imagem da ovelha e do cordeiro está associada à inocência, à docilidade e à necessidade de proteção.

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A metáfora das ovelhas como seguidores de Cristo é uma das mais antigas e poderosas da tradição cristã.

Jesus autodenomina-se o "Bom Pastor" e os seus discípulos são comparados a ovelhas que precisam ser guiadas e protegidas.

Essa analogia está presente em diversos textos bíblicos e tem sido utilizada por teólogos e artistas ao longo dos séculos para ilustrar a relação entre Deus e o homem.

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A fotografia de Mário Silva, ao representar duas ovelhas num pasto verdejante, evoca essa poderosa metáfora.

A imagem pode ser interpretada como uma representação da relação entre o pastor e o rebanho, ou seja, entre Deus e os seus fiéis.

A ovelha adulta, com a sua experiência e sabedoria, simboliza a figura do pastor, enquanto o cordeiro representa os fiéis, que precisam de orientação e proteção.

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Em resumo, a fotografia "As ovelhas do senhor e as Ovelhas do Senhor " é uma obra que transcende a mera representação de animais.

A imagem, com a sua beleza simples e a sua carga simbólica, convida-nos a refletir sobre a natureza humana, a nossa relação com o divino e a importância da fé.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
13
Dez24

"Pastoreio ... aproveitando um dia frio, mas solarengo de fim de outono"


Mário Silva Mário Silva

"Pastoreio ...

aproveitando um dia frio,

mas solarengo de fim de outono"

13Dez DSC03385_ms

A fotografia de Mário Silva, intitulada "Pastoreio ... aproveitando um dia frio, mas solarengo de fim de outono", captura a essência da vida rural transmontana.

A imagem, provavelmente capturada numa tarde ensolarada, mas com um ar fresco característico do final do outono, retrata um pastor conduzindo o seu rebanho através duma paisagem campestre.

A figura do pastor, com seu casaco e chapéu, destaca-se contra o fundo montanhoso, enquanto o rebanho se espalha pela encosta, criando uma composição dinâmica e harmoniosa.

A luz solar, incidindo obliquamente sobre a paisagem, acentua as texturas da terra e das rochas, e cria sombras longas que conferem profundidade à imagem.

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A fotografia retrata uma atividade milenar, o pastoreio, que continua a ser praticada em muitas regiões rurais de Portugal.

A imagem evoca uma sensação de tradição e de conexão com a natureza, transmitindo a ideia de um modo de vida mais simples e autêntico.

A fotografia explora o contraste entre o homem e a natureza, entre a atividade humana e a paisagem.

A figura do pastor, com a sua pequena dimensão em relação à imensidão da paisagem, sublinha a força e a beleza da natureza.

A luz desempenha um papel fundamental na fotografia, modelando as formas e criando uma atmosfera de serenidade.

A paleta de cores, com predominância de tons quentes e terrosos, reforça a sensação de calor e de acolhimento, mesmo num dia frio.

A composição da fotografia é equilibrada e harmoniosa.

A figura do pastor, posicionada no centro da imagem, atrai o olhar do observador, enquanto o rebanho e a paisagem criam um enquadramento que realça a sua importância.

A fotografia transmite uma sensação de tranquilidade e serenidade.

A cena bucólica, com o pastor e o seu rebanho, evoca um ritmo de vida mais lento e contemplativo, em contraste com a frenética vida urbana.

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A fotografia de Mário Silva é um excelente exemplo da representação da vida rural em Portugal.

A obra, com a sua composição cuidadosa e a sua paleta de cores harmoniosa, convida o observador a uma imersão profunda neste universo bucólico.

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Em conclusão, "Pastoreio ... aproveitando um dia frio, mas solarengo de fim de outono" é uma fotografia que nos transporta para um mundo de serenidade e beleza.

A obra, com a sua composição equilibrada e a sua paleta de cores vibrante, é um testemunho do talento de Mário Silva e da sua capacidade de captar a essência da vida rural.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
14
Nov24

“O pastor com a ovelha recém-nascida ao colo”


Mário Silva Mário Silva

“O pastor com a ovelha recém-nascida ao colo”

14Nov DSC02870_ms

A fotografia de Mário Silva, intitulada “O pastor com a ovelha recém-nascida ao colo”, retrata uma cena íntima e poética da vida rural, onde um pastor caminha calmamente pelas ruas de pedra de uma pequena aldeia, rodeado pelo seu rebanho de ovelhas.

A composição em preto e branco destaca as texturas rústicas do ambiente, a lã densa das ovelhas, o casaco do pastor, as pedras irregulares das paredes e do caminho, criando uma atmosfera atemporal que evoca tradições antigas de pastoreio e de relação entre o homem e os animais.

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O ponto central da imagem é o pastor segurando uma ovelha recém-nascida nos braços.

Este gesto de cuidado evidencia uma ligação afetuosa entre o pastor e seu rebanho, sugerindo uma responsabilidade que vai além de uma mera relação de trabalho.

Ele simboliza o papel protetor e paternal do pastor, evidenciando uma conexão emocional e empática.

A expressão tranquila do homem e a postura das ovelhas, que o acompanham calmamente, sugere que há confiança e harmonia no grupo.

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A escolha do preto e branco enfatiza a simplicidade e a serenidade da cena, permitindo que o observador se concentre nas formas e nas expressões sem distrações de cores.

A composição também utiliza a profundidade da rua para conduzir o olhar do observador através da imagem, da figura central do pastor até o fundo, onde vemos outros elementos da aldeia.

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Esta imagem é um reflexo da vida comunitária rural, onde seres humanos e animais coexistem numa relação de interdependência e cuidado mútuo.

A fotografia de Mário Silva capta, com sensibilidade e respeito, a essência desse vínculo, promovendo uma reflexão sobre a importância do pastoreio tradicional e do relacionamento com a natureza.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
10
Mai24

A ovelha curiosa: desvendando os seus pensamentos


Mário Silva Mário Silva

 

A ovelha curiosa:

desvendando os seus pensamentos

Mai10 DSC09983_ms

A ovelha da fotografia, uma Merino de lã branca e fina, ergue-se majestosamente entre duas árvores, com os seus olhos castanhos fixos no fotógrafo.

O que se passa na sua mente nesse momento?

Uma mistura de curiosidade, apreensão e talvez até um toque de proteção maternal.

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A ovelha, por natureza, é um ser curioso.

A sua postura atenta, orelhas erguidas e olhar fixo demonstram o seu interesse no indivíduo que a observa.

Ela questiona-se sobre a presença do fotógrafo, as suas intenções e o que o rodeia.

Talvez ela nunca tenha visto um humano com uma câmara antes, ou talvez esteja acostumada à presença humana, mas ainda intriga-se com a máquina que captura a sua imagem.

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A ovelha também pode sentir um leve receio.

Ela não sabe o que esperar do fotógrafo, se ele representa uma ameaça ou apenas um observador passageiro.

A cautela é instintiva em animais selvagens, e a ovelha, mesmo num ambiente aparentemente seguro, não deixa de se manter alerta.

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Se a ovelha estiver acompanhada de cordeiros, o seu olhar ganha um tom ainda mais intenso.

A proteção dos seus filhotes é o seu instinto primordial, e o fotógrafo, com a sua presença inesperada, pode ser interpretado como uma possível fonte de perigo.

A ovelha torna-se mais vigilante, pronta para defender a sua cria a qualquer custo.

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A cauda da ovelha está levemente levantada, indicando um estado de alerta, mas não de medo extremo.

As orelhas erguidas e voltadas para o fotógrafo demonstram atenção e curiosidade.

Os olhos arregalados e o focinho ligeiramente franzido sugerem uma mistura de curiosidade e apreensão.

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Ao observar ovelhas na natureza, é crucial respeitar o seu espaço pessoal e evitar qualquer ação que as deixe ameaçadas ou desconfortáveis.

Mantenha distância, evite contato visual direto e faça movimentos lentos e suaves.

Lembre-se, elas são seres selvagens com instintos naturais de sobrevivência.

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Ao seguir estas dicas, você pode contribuir para que as ovelhas se sintam seguras e confortáveis em seu ambiente natural, permitindo que você as observe na sua plenitude e desvende, mesmo que por alguns instantes, os mistérios que se escondem nos seus profundos olhares.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
27
Jun23

História da ovelha doente e do pastor distraído


Mário Silva Mário Silva

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História da ovelha doente e

do pastor distraído

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Havia uma vez um pastor que cuidava de um rebanho de ovelhas. Ele era um homem dedicado e responsável, mas tinha o hábito de se distrair facilmente. Enquanto vigiava as ovelhas, sua mente muitas vezes vagava para outros assuntos, e ele ficava distraído com os seus pensamentos.

Um dia, uma ovelha adoeceu gravemente. Ela estava fraca, com dificuldade para se levantar e não conseguia acompanhar o rebanho. As outras ovelhas continuaram a pastar e a se movimentar, mas o pastor distraído não notou a condição precária daquela ovelha em particular.

Enquanto o pastor distraído vagava com seus pensamentos, a ovelha doente ficava cada vez mais fraca e debilitada. Ela tentava aproximar-se das outras ovelhas em busca de ajuda, mas elas simplesmente a evitavam e continuavam seguindo o rebanho.

Os dias foram-se passando, e finalmente o pastor distraído notou a ovelha doente. Ele aproximou-se dela e percebeu o quanto ela estava debilitada. Sentiu uma profunda tristeza por não ter notado antes o sofrimento da ovelha.

O pastor, então, carregou a ovelha doente em seus braços e levou-a para um local seguro e tranquilo. Ele alimentou-a, deu-lhe água e cuidou dela com todo o carinho e atenção que pôde oferecer. O pastor ficou ao lado da ovelha, mantendo-a aquecida durante a noite e garantindo que ela recebesse todos os cuidados necessários.

Com o passar do tempo, a ovelha doente começou a recuperar lentamente. Sua força retornou, e ela voltou a andar com dificuldade, mas estava muito melhor do que antes.

O pastor distraído aprendeu uma lição valiosa sobre a importância de prestar atenção às necessidades de cada ovelha individualmente e não se deixar distrair por outros pensamentos.

A ovelha doente tornou-se um símbolo de perseverança e superação para todo o rebanho.

As outras ovelhas aprenderam a importância de cuidar umas das outras e estar atentas às necessidades dos mais fracos e doentes.

Desde então, o pastor distraído nunca mais permitiu que sua mente se distraísse enquanto cuidava de suas ovelhas. Ele aprendeu a importância de estar presente e atento às suas responsabilidades e garantir que cada uma de suas ovelhas recebesse o cuidado e a atenção necessários.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
15
Fev20

Águas Frias (Chaves) - ... o cume da serra ...


Mário Silva Mário Silva

 

O CUME DA SERRA

 

Águas Frias (Chaves) - ... e a neve cobrindo as serranias da vizinha Espanha ...... e a neve cobrindo o cume das serranias, da vizinha Espanha ...


No cume daquela serra
Plantei uma roseira
A rosa no cume cresce
A rosa no cume cheira

Quando cai a chuva grossa
A água o cume desce
O orvalho no cume brilha
O mato no cume cresce

 

Águas Frias (Chaves) - ... a água do ribeiro saltita por entre o arvoredo e os socalcos do seu leito ... 

... a água do ribeiro saltita por entre o arvoredo e os socalcos do seu leito ...


Mas logo que a chuva cessa
Ao cume volta a alegria
Pois volta a brilhar depressa
O sol que no cume ardia

E quando chega o Verão
E tudo no cume seca
O vento o cume limpa
E o cume fica careca

Águas Frias (Chaves) - ... refúgio, no meio da vinha ... ... refúgio, no meio da vinha ...

 


Ao subir a linda serra
Vê-se o cume aparecendo
Mas começando a descer
O cume se vai escondendo

 

Águas Frias (Chaves) - ... espreitando um castanheiro pelo buraco no tronco de outro velho castanheiro ...

... espreitando um castanheiro pelo buraco no tronco de outro velho castanheiro ...


Quando cai a chuva fria
Salpicos no cume caiem
Abelhas no cume picam
Lagartos do cume saem

 

Águas Frias (Chaves) - ... o cordeirinho negro, mas com a cauda de lã branca, para não ser a "ovelha negra do rebanho" ...... o cordeirinho negro, mas com a cauda de lã branca, para não ser a "ovelha negra do rebanho" ...

 


E à hora crepuscular
Tudo no cume escurece
Pirilampos no Cume brilham
E a lua no cume aparece

E quando vem o Inverno
A neve no cume cai
O cume fica tapado
E ninguém ao cume vai

 

Águas Frias (Chaves) - ... visão da Aldeia num dia de céu limpo, em pleno inverno ...... visão da Aldeia num dia de céu limpo, em pleno inverno ...


Mas a tristeza se acaba
E de novo vem o Verão
O gelo do cume derrete
E todos ao cume vão

Poesia tradicional portuguesa

 

Águas Frias (Chaves) - ... o belo altar mor da Igreja matriz ...

... o belo altar mor da Igreja matriz ...

 

 

 

Até breve !!!!

 

 

 

 

 

Mário Silva 📷

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