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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

22
Mai24

As casas da Aldeia transmontana (Águas Frias - Chaves - Portugal): outrora … agora


Mário Silva Mário Silva

As casas da Aldeia transmontana

(Águas Frias - Chaves - Portugal):

outrora … agora

Mai22 DSC00862_ms

As casas da Aldeia Transmontana (Águas Frias - Chaves - Portugal) são um exemplo da rica arquitetura rural do norte de Portugal.

Outrora, eram acinzentadas da pedra de granito ou caiadas de branco, cores que refletiam a sobriedade da vida rural.

Hoje, muitas dessas casas foram pintadas de cores vivas e vistosas, como amarelo, azul, vermelho e verde.

Essa mudança reflete a crescente prosperidade da região e o desejo dos habitantes de expressar sua individualidade e criatividade.

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A arquitetura das casas transmontanas é influenciada por vários fatores, incluindo o clima local, os materiais disponíveis e as tradições culturais.

As casas são geralmente de pedra com telhados de telha.

As paredes são muitas vezes espessas para ajudar a manter o calor no inverno e o frescor no verão.

As janelas são pequenas para evitar a perda de calor.

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As casas transmontanas também são caracterizadas pelas suas varandas.

As varandas são usadas para relaxar, comer e socializar.

Elas também podem ser usadas para armazenar lenha ou outros itens.

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A mudança para cores vivas nas casas transmontanas é um fenómeno relativamente recente. Começou na década de 1960, quando a região começou a experimentar um crescimento económico.

As pessoas tinham mais dinheiro disponível e começaram a investir nas suas casas.

Elas pintaram as suas casas de cores vivas para expressar a sua felicidade e prosperidade.

A mudança para cores vivas também foi impulsionada por um movimento cultural mais amplo que valorizava a individualidade e a criatividade.

As pessoas queriam que as suas casas refletissem as suas próprias personalidades e gostos.

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A mudança para cores vivas nas casas transmontanas teve um impacto positivo na região.

As casas agora são mais atraentes e convidativas. Elas também contribuem para um senso de comunidade e orgulho.

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No entanto, a mudança também teve algumas críticas.

Algumas pessoas acreditam que as cores vivas são muito chamativas e prejudicam a beleza natural da região.

Outros acreditam que a mudança é um sinal da perda da tradição.

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Em forma de conclusão, poderemos dizer que a mudança para cores vivas nas casas transmontanas é um reflexo da crescente prosperidade e do desejo de expressar individualidade da região.

A mudança teve um impacto positivo na região, tornando-a mais atraente e convidativa.

No entanto, a mudança também teve algumas críticas, com algumas pessoas acreditando que as cores vivas são muito chamativas e prejudicam a beleza natural da região.

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Águas Frias é uma freguesia do concelho de Chaves, no distrito de Vila Real, em Portugal.

A freguesia tem uma população de cerca de 300 habitantes.

A economia local é baseada na agricultura e na pecuária.

Águas Frias é conhecida por sua bela paisagem rural e pela sua rica cultura tradicional.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
19
Mai24

Libélula Escarlate  "Crocothemis erythraea"


Mário Silva Mário Silva

Libélula Escarlate 

"Crocothemis erythraea"

Mai19 DSC01162_ms

A Libélula Escarlate ("Crocothemis erythraea") é uma espécie de libélula nativa da Europa, Ásia e América do Norte.

É conhecida pela sua cor vermelha brilhante e seus olhos vermelhos.

Os adultos podem ultrapassar os 40 mm de comprimento e atingir os 33 mm de envergadura de asa. O abdômen é largo e achatado.

Os machos maduros são robustos e vermelhos-escarlate (tórax, abdômen e patas).

As fêmeas e os imaturos são castanho-amarelados ou dourados, podendo apresentar uma linha negra abdominal (vista dorsal). Os olhos são vermelhos com a parte inferior azulada.

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Podemos encontra-la junto de águas com pouca profundidade, estagnadas e eutróficas, tais como lagoas, arrozais e canais de drenagem. É tolerante a alguns graus de salinidade. Os adultos passam muito do seu tempo empoleirados na vegetação.

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Os machos têm um voo lançado e rápido, pairando frequentemente no ar. As fêmeas voam mais lentamente e com mais frequência perto da vegetação.

As libélulas escarlates reproduzem-se depositando os seus ovos na água. As ninfas vivem na água e alimentam-se de pequenos animais aquáticos. Após algumas semanas, as ninfas transformam-se em adultos e emergem da água.

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A Libélula Escarlate é um importante predador de insetos, incluindo mosquitos, moscas e borboletas. Elas também ajudam a polinizar plantas. A presença de libélulas escarlates num ambiente é um indicador de um ecossistema saudável.

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A perda de habitat é a principal ameaça à Libélula Escarlate. O uso de pesticidas também pode prejudicar a população dessa espécie.

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É importante proteger os habitats da Libélula Escarlate.

Também é importante reduzir o uso de pesticidas que podem prejudicar essa espécie.

Observações adicionais:

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A Libélula Escarlate é uma espécie comum em Portugal.

É uma espécie fácil de identificar, especialmente os machos.

As libélulas escarlates são insetos bonitos e importantes para o meio ambiente.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
18
Mai24

A importância da torre de menagem num castelo medieval - Castelo de Monforte de Rio Livre


Mário Silva Mário Silva

A importância da torre de menagem num castelo medieval

Castelo de Monforte de Rio Livre

Mai18 DSC06033_ms

A torre de menagem era uma estrutura crucial num castelo medieval, servindo diversos propósitos essenciais para a defesa e o poder dos seus habitantes.

A torre de menagem, pela sua altura elevada, proporcionava uma vista ampla dos arredores do castelo, permitindo que os sentinelas observassem a movimentação de tropas inimigas e identificassem potenciais ameaças.

Essa vigilância constante era essencial para a segurança do castelo, possibilitando a antecipação de ataques e a tomada de medidas defensivas adequadas.

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Em caso de invasão, a torre de menagem funcionava como um último refúgio para os defensores do castelo.

A sua construção robusta, geralmente com paredes espessas e estrutura reforçada, dificultava a entrada dos invasores.

Além disso, a torre era frequentemente equipada com armamentos e recursos para resistir a longos cercos.

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A torre de menagem também representava o poder e a autoridade do senhor feudal que controlava o castelo.

A sua grandiosidade e imponência serviam como uma chamada de atenção constante da força e influência do senhor, intimidando os seus inimigos e inspirando respeito aos seus súbditos.

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Em alguns casos, a torre de menagem também servia como residência para o senhor feudal e a sua família, oferecendo proteção e segurança num ambiente fortificado.

Além disso, a torre podia ser utilizada para armazenar alimentos, armas e outros bens valiosos, garantindo a sobrevivência dos habitantes do castelo durante períodos de cerco ou escassez.

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A torre de menagem podia ser utilizada como um posto de comando durante batalhas, permitindo que o líder dos defensores coordenasse as ações dos seus soldados e dirigisse a estratégia de combate.

Além disso, a torre podia ser usada para enviar sinais de comunicação para outros castelos aliados, solicitando ajuda ou informando sobre a situação da batalha.

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Em alguns casos, a torre de menagem podia contar com um poço ou cisterna para armazenar água potável, garantindo o acesso a este recurso essencial durante longos períodos de cerco ou em situações de escassez.

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A torre de menagem também podia ser utilizada para armazenar munição, como flechas, pedras e outros projéteis, garantindo que os defensores tivessem os recursos necessários para repelir ataques inimigos.

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Em casos extremos, a torre de menagem podia servir como uma rota de fuga para o senhor feudal e sua família, caso o castelo estivesse prestes a cair nas mãos dos invasores.

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A torre de menagem também era um símbolo de status social para o senhor feudal, demonstrando a sua riqueza, poder e influência.

A grandiosidade e a sofisticação da torre podiam ser usadas para impressionar visitantes e aliados, reforçando a posição do senhor feudal na hierarquia social da época.

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Em resumo, a torre de menagem era uma estrutura multifuncional que desempenhava um papel crucial na defesa, segurança e simbolismo dos castelos medievais.

A sua presença imponente era um lembrete constante do poder e da autoridade do senhor feudal, enquanto as suas funções práticas garantiam a sobrevivência e a proteção dos seus habitantes.

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Na fotografia da torre de menagem do Castelo de Monforte de Rio Livre, observamos um detalhe de uma parede de pedra sólida com um céu claro ao fundo.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
17
Mai24

A água espelhada na albufeira das Nogueirinhas (Chaves - Portugal)


Mário Silva Mário Silva

A água espelhada na albufeira das Nogueirinhas

(Chaves - Portugal)

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A fotografia mostra a albufeira das Nogueirinhas, um reservatório de água artificial situado no município de Chaves, em Portugal.

A albufeira é formada pela barragem de Arcossó, que foi construída em 1982 sobre o leito da Ribeira de Arcossó. A albufeira tem uma área de 0,412 km² e uma capacidade total de 4,876 milhões de metros cúbicos de água.

A foto mostra a albufeira num dia calmo e ensolarado.

A superfície da água está lisa e calma, o que permite que as árvores e fragas ao redor da albufeira se reflitam na água.

As árvores são altas e verdes, e as fragas são grandes e claras.

A água da albufeira é azul clara e transparente.

A imagem é serena e tranquila.

Ela transmite uma sensação de paz e tranquilidade.

A beleza natural da albufeira é evidente na imagem.

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A albufeira das Nogueirinhas é utilizada para a rega agrícola e o abastecimento público de água.

A albufeira é um local popular para pesca, desportos náuticos e piqueniques.

É cercada por uma área de floresta e campos agrícolas.

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A imagem mostra uma vista panorâmica da albufeira das Nogueirinhas.

A imagem está focada na superfície da água.

A imagem é composta por tons de azul, verde e castanho.

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A fotografia é bem composta e equilibrada.

O primeiro plano é ocupado pelas árvores e fragas, que se refletem na água do segundo plano.

O terceiro plano é ocupado pelas colinas verdejantes que cercam a albufeira.

A imagem é bem iluminada e os detalhes são nítidos.

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A fotografia é uma bela representação da albufeira das Nogueirinhas.

Ela transmite uma sensação de paz e tranquilidade e destaca a beleza natural da região.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
14
Mai24

Era uma vez, uma casa … em Águas Frias – Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

Era uma vez, uma casa …

em Águas Frias – Chaves - Portugal

A fotografia mostra uma casa em ruínas, abandonada em Águas Frias - Chaves - Portugal.

A casa é feita de pedra e tem uma porta de madeira. A porta está aberta e há uma pequena janela na parede. A janela é pequena e tem os vidros partidos.

A casa está coberta de vegetação e parece estar desabitada há muito tempo.

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A casa foi construída no início do século XX por uma família de agricultores.

A família viveu na casa por muitos anos e criou muitos filhos lá.

No entanto, nos anos 1960, a família mudou-se para a o estrangeiro e a casa ficou vazia.

Nos anos que se seguiram, a casa foi lentamente caindo em ruínas.

O telhado caiu, as paredes racharam e as janelas foram quebradas.

A casa tornou-se um refúgio para animais selvagens e somente uma lembrança do passado.

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Em 2024, a casa ainda está em ruínas.

É uma sombra de seu antigo eu e apresentando da passagem do tempo.

No entanto, a casa ainda tem uma certa beleza, e é fácil imaginar como já fora, uma vez, um lar próspero.

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A história da casa é uma história de mudança e perda.

É uma história do passado e do presente.

É uma história de beleza e decadência.

É uma história da vida.

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A casa poderia ser restaurada e transformada em uma casa de férias ou num alojamento local. Também poderia ser demolida e substituída por uma nova casa.

No entanto, o mais provável é que a casa continue a desmoronar e a tornar-se uma parte da história local.

A história da casa em ruínas é uma nota de que nada dura para sempre.

Tudo muda e tudo eventualmente decai.

No entanto, a história da casa também é uma chamada de atenção da beleza do passado e da importância de preservar nossa história.

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A casa em ruínas é um símbolo da passagem do tempo.

É um lembrete de que todas as coisas mudam e que nada dura para sempre.

No entanto, a casa também é um símbolo da beleza do passado e da importância de preservar nossa história.

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A casa em ruínas é uma metáfora da vida.

Assim como a casa está em ruínas, nossas vidas também estão em constante mudança.

No entanto, assim como a casa ainda tem uma certa beleza, nossas vidas também têm beleza, mesmo em tempos de dificuldade.

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A casa em ruínas é uma anotação de que devemos aproveitar ao máximo o tempo que temos.

Devemos viver as nossas vidas ao máximo e criar memórias que durarão para sempre.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
12
Mai24

Maternidade e Infância numa aldeia transmontana de Chaves - Portugal (1966)


Mário Silva Mário Silva

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Maternidade e Infância numa aldeia transmontana

de Chaves - Portugal (1966)

Mai12 Chaves, em 1966 - 2-fotor_ms

A fotografia captura uma cena familiar numa varanda tradicional de madeira, localizada numa aldeia rural de Chaves, Portugal, no ano de 1966.

A imagem apresenta uma mulher, presumidamente a mãe, vestindo um avental branco, segurando um bebé nos seus braços.

Ao lado dela, um outro filho menor observa a cena por entre as ripas verticais da varanda.

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A fotografia apresenta uma composição triangular clássica, com a mãe e o bebé no ápice do triângulo, criando um centro de interesse definido.

O filho menor, posicionado à esquerda, complementa a composição e direciona o olhar para o centro.

A luz natural, incidindo de forma suave sobre a cena, cria uma atmosfera serena e acolhedora.

A sombra parcial projetada pelas ripas da varanda contribui para a sensação de tridimensionalidade.

A escolha de uma profundidade de campo rasa mantém o foco nos elementos principais da cena, a mãe e o bebé, enquanto desfoca o fundo, dirigindo a atenção para o primeiro plano.

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A fotografia transcende a mera captura de um momento, transmitindo valores e emoções universais.

A imagem representa a ternura e o amor maternal, evidenciados pelo abraço protetor da mãe ao bebé.

O filho menor, observando a cena com curiosidade, simboliza a inocência e a descoberta da infância.

A fotografia também evoca um sentimento de nostalgia, transportando o observador para um passado rural e simples.

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A escolha do preto e branco confere à imagem um caráter atemporal, transcendendo as barreiras do tempo e da cultura.

A fotografia pode ser interpretada sob diversos ângulos, desde um retrato familiar até uma reflexão sobre a vida rural e os valores tradicionais.

A imagem possui valor histórico e cultural, documentando um momento específico da vida numa comunidade portuguesa.

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A fotografia, rica em detalhes e simbolismo, oferece um vislumbre da vida familiar numa aldeia portuguesa na década de 1960.

Ela representa a maternidade, a infância, a simplicidade da vida rural e a nostalgia de um tempo passado.

A imagem possui valor histórico e cultural, servindo como um documento visual de um período específico da história portuguesa.

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Texto & Colorização da Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
11
Mai24

“Vinca difformis” - erva-da-inveja


Mário Silva Mário Silva

“Vinca difformis” - erva-da-inveja

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A “Vinca difformis”, também conhecida como erva-da-inveja, é uma planta perene nativa da Europa, Ásia e América do Norte.

É membro da família Asteraceae e é conhecida pelas suas flores roxas e brancas, que florescem no final do inverno e na primavera.

As folhas da planta são verdes e ovaladas, com margens irregulares.

A “Vinca difformis” é uma planta de crescimento rápido que pode espalhar-se rapidamente por meio de rizomas.

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A “Vinca difformis” é uma planta importante no ecossistema por vários motivos.

Ela fornece alimento e abrigo para uma variedade de animais, incluindo insetos, pássaros e pequenos mamíferos.

A planta também ajuda a controlar a erosão do solo e a melhorar a qualidade da água.

Além disso, a “Vinca difformis” é uma fonte de vários compostos medicinais que têm sido usados ​​no tratamento de uma variedade de doenças.

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A “Vinca difformis” é uma planta popular para o paisagismo e é frequentemente usada como cobertura do solo ou em bordas.

A planta também é usada como planta medicinal e os seus extratos têm sido usados ​​no tratamento de cancro, diabetes e doenças cardíacas.

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A “Vinca difformis” é uma planta invasora em algumas partes do mundo e pode representar uma ameaça para a biodiversidade local.

A planta também é suscetível a uma série de doenças e pragas.

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A “Vinca difformis” é uma planta importante com uma ampla gama de usos.

É importante proteger esta planta de ameaças, como invasão e doenças.

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A “Vinca difformis” é uma planta muito tolerante à seca e pode prosperar numa variedade de condições de solo.

A planta é relativamente fácil de cuidar e não requer muita manutenção.

A “Vinca difformis” é uma boa escolha para jardineiros iniciantes.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
10
Mai24

A ovelha curiosa: desvendando os seus pensamentos


Mário Silva Mário Silva

 

A ovelha curiosa:

desvendando os seus pensamentos

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A ovelha da fotografia, uma Merino de lã branca e fina, ergue-se majestosamente entre duas árvores, com os seus olhos castanhos fixos no fotógrafo.

O que se passa na sua mente nesse momento?

Uma mistura de curiosidade, apreensão e talvez até um toque de proteção maternal.

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A ovelha, por natureza, é um ser curioso.

A sua postura atenta, orelhas erguidas e olhar fixo demonstram o seu interesse no indivíduo que a observa.

Ela questiona-se sobre a presença do fotógrafo, as suas intenções e o que o rodeia.

Talvez ela nunca tenha visto um humano com uma câmara antes, ou talvez esteja acostumada à presença humana, mas ainda intriga-se com a máquina que captura a sua imagem.

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A ovelha também pode sentir um leve receio.

Ela não sabe o que esperar do fotógrafo, se ele representa uma ameaça ou apenas um observador passageiro.

A cautela é instintiva em animais selvagens, e a ovelha, mesmo num ambiente aparentemente seguro, não deixa de se manter alerta.

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Se a ovelha estiver acompanhada de cordeiros, o seu olhar ganha um tom ainda mais intenso.

A proteção dos seus filhotes é o seu instinto primordial, e o fotógrafo, com a sua presença inesperada, pode ser interpretado como uma possível fonte de perigo.

A ovelha torna-se mais vigilante, pronta para defender a sua cria a qualquer custo.

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A cauda da ovelha está levemente levantada, indicando um estado de alerta, mas não de medo extremo.

As orelhas erguidas e voltadas para o fotógrafo demonstram atenção e curiosidade.

Os olhos arregalados e o focinho ligeiramente franzido sugerem uma mistura de curiosidade e apreensão.

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Ao observar ovelhas na natureza, é crucial respeitar o seu espaço pessoal e evitar qualquer ação que as deixe ameaçadas ou desconfortáveis.

Mantenha distância, evite contato visual direto e faça movimentos lentos e suaves.

Lembre-se, elas são seres selvagens com instintos naturais de sobrevivência.

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Ao seguir estas dicas, você pode contribuir para que as ovelhas se sintam seguras e confortáveis em seu ambiente natural, permitindo que você as observe na sua plenitude e desvende, mesmo que por alguns instantes, os mistérios que se escondem nos seus profundos olhares.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
08
Mai24

A aldraba


Mário Silva Mário Silva

A aldraba

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A aldraba numa porta de uma casa rural transmontana é um símbolo de hospitalidade e boas-vindas.

A aldraba é uma anotação de que, mesmo no meio da agitação da vida quotidiana, há sempre alguém que deseja entrar.

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Na fotografia, a aldraba está numa porta de madeira de uma casa rural transmontana.

A aldraba é feita de metal e tem a forma oval, que se coaduna com a forma da mão.

A porta está “fechada”, mas basta rodar a aldraba que ela logo se abre.

Quando alguém bate na aldrava, uma voz amistosa do interior da casa diz "Entre!".

Somente depois que a pessoa entrar é que é perguntado "Quem é?".

Essa tradição é uma forma de os moradores da casa se protegerem de intrusos.

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A aldraba também é um símbolo da comunidade e da amizade.

Quando alguém bate na aldraba, é como se estivesse batendo na porta de todos na comunidade.

Os moradores da casa sentem-se responsáveis por acolher e receber os visitantes.

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A aldraba é um objeto simples, mas tem um significado profundo.

É um símbolo de hospitalidade, boas-vindas, comunidade e amizade.

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A aldraba é um sinal de que a casa está aberta a visitantes.

É um convite para entrar e ser recebido com gentileza.

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A voz amistosa que diz "Entre!" é um sinal de boas-vindas.

É um convite para se sentir em casa.

A tradição de perguntar "Quem é?" antes de abrir a porta é uma forma dos moradores da casa se protegerem de intrusos.

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A aldraba é um símbolo da comunidade.

Quando alguém bate na aldraba, é como se estivesse batendo na porta de todos na comunidade.

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Os moradores da casa sentem-se responsáveis por acolher e receber os visitantes.

A aldraba é um símbolo dessa amizade.

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A aldraba é um objeto importante na cultura portuguesa.

É um símbolo de valores importantes como a hospitalidade, as boas-vindas, a segurança, a comunidade e a amizade.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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06
Mai24

A Casa Amarela com Telhas Vermelhas


Mário Silva Mário Silva

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A Casa Amarela com Telhas Vermelhas

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Era uma vez, numa pequena aldeia chamada Águas Frias, situada no município de Chaves, em Portugal, havia uma charmosa casa amarela com telhas vermelhas.

Essa casa, cercada por um jardim florido e adornada por um ramo de um antigo castanheiro, era um símbolo da beleza e da tranquilidade da região.

A casa era lar de uma família acolhedora, composta por um casal e seus dois filhos.

Eles viviam uma vida simples, mas feliz, apreciando os prazeres da vida.

As crianças brincavam no jardim, correndo entre as flores e subindo nas árvores, enquanto os pais observavam com amor e carinho.

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O ramo do castanheiro, que pendia sobre a casa, era um símbolo de força e proteção. Ele havia resistido a muitas tempestades ao longo dos anos, e os seus galhos frondosos forneciam sombra e refúgio para os habitantes da casa.

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O vale que se estendia abaixo da casa era um lugar de beleza natural incomparável.

Os campos verdejantes, as colinas ondulantes e o rwgato que serpenteava pelo vale criavam uma paisagem de tirar o fôlego.

A família costumava fazer caminhadas pelo vale, apreciando a vista e respirando o ar puro da montanha.

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A vida na casa amarela era tranquila e pacífica.

Os dias eram preenchidos com trabalho, lazer e momentos de união familiar.

As noites eram calmas e estreladas, e o silêncio era apenas quebrado pelo canto dos grilos e o uivo de uma coruja.

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Um dia, uma tempestade forte atingiu a região.

O vento uivava, a chuva caía em torrentes e os raios iluminavam o céu com flashes de luz branca.

A família reuniu-se na sala da casa, preocupada com a segurança do seu lar.

Mas a casa amarela resistiu à tempestade.

O telhado vermelho protegia a casa da chuva, e as paredes fortes resistiam aos ventos furiosos.

 A família sentiu-se segura e grata por ter um lar tão resistente.

Quando a tempestade finalmente passou, o sol voltou a brilhar e um arco-íris apareceu no céu.

A família saiu para o jardim para apreciar a beleza da natureza após a tempestade.

Eles sentiram-se mais unidos do que nunca, e perceberam que sua casa era um lugar especial, onde podiam encontrar segurança, conforto e amor.

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A casa amarela com telhas vermelhas continuou a ser um símbolo de beleza e tranquilidade em Águas Frias por muitos e muitos anos.

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A história da casa amarela com telhas vermelhas é uma história sobre a força da família, a beleza da natureza e a importância de um lar.

É uma história que nos ensina a sermos gratos pelo que temos e a apreciar os momentos simples da vida.

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A história da casa amarela com telhas vermelhas é uma história atemporal que pode ser apreciada por pessoas de todas as idades.

A história ensina-nos a importância de valorizar a família, o lar e a natureza.

A história lembra-nos que a vida é cheia de altos e baixos, mas que sempre há esperança.

A história inspira-nos a sermos gratos pelas coisas simples da vida.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mai24

As "Alminhas" da Nossa Senhora dos Bons Caminhos - (Oucidres – Chaves – Portugal)


Mário Silva Mário Silva

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As "Alminhas" da Nossa Senhora dos Bons Caminhos

(Oucidres – Chaves – Portugal)

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As "alminhas" são pequenos nichos ou capelas dedicadas às almas dos falecidos.

São encontrados em todo o Portugal, mas são mais comuns nas regiões do Norte e Centro do país.

A origem das "alminhas" remonta à Idade Média, quando a crença no purgatório era muito difundida. O purgatório era um lugar de purificação das almas após a morte, antes de entrarem no Céu ou no Inferno.

As "alminhas" eram construídas como forma de ajudar as almas a alcançar a salvação eterna.

As primeiras "alminhas" eram simples cruzes de madeira colocadas em locais onde se acreditava que os falecidos haviam morrido.

Com o tempo, as "alminhas" tornaram-se mais elaboradas, sendo feitas de pedra, tijolo ou madeira e decoradas com imagens religiosas, flores e velas.

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A "alminha" da Nossa Senhora dos Bons Caminhos é um exemplo típico de "alminha" portuguesa. É feita de tijolo e tem uma cruz no topo. A capela está decorada com imagens da Virgem Maria e de Jesus Cristo.

As "alminhas" são geralmente encontradas em locais públicos, como cruzamentos de estradas, praças e cemitérios

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As "alminhas" têm um significado religioso e cultural importante. Elas são um símbolo da fé católica e da crença na vida após a morte.

As "alminhas" também nos lembram da fragilidade da vida e da importância de rezar pelas almas dos falecidos.

Além disso, as "alminhas" têm um valor cultural importante. Elas fazem parte do património cultural português e são um símbolo da identidade nacional.

As "alminhas" também são um ponto de encontro para a comunidade, onde as pessoas se reúnem para rezar e conversar.

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As "alminhas" são frequentemente mencionadas na cultura popular portuguesa. Elas aparecem em canções, histórias e lendas. As "alminhas" também são um tema popular na arte portuguesa.

Um exemplo famoso da presença das "alminhas" na cultura popular portuguesa é a canção "As Alminhas", de Zeca Afonso. A canção fala sobre a importância de rezar pelas almas dos falecidos e de lembrar das pessoas que já morreram.

 

As "alminhas" são um elemento importante da cultura portuguesa. Elas são um símbolo da fé católica, da crença na vida após a morte e da identidade nacional.

As "alminhas" também são um ponto de encontro para a comunidade e um tema popular na cultura popular portuguesa.

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Texto e fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
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Mai24

O Dia do Trabalhador - Uma Jornada Através do Tempo e da Luta


Mário Silva Mário Silva

O Dia do Trabalhador

Uma Jornada Através do Tempo e da Luta

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O 1º de maio, celebrado globalmente como o Dia do Trabalhador, é mais do que um feriado.

É um dia carregado de história, simbolismo e significado, que ecoa as lutas e conquistas da classe trabalhadora ao longo dos tempos.

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Raízes em Chicago: A Greve de 1886 e o Massacre de Haymarket

A história do Dia do Trabalhador remonta a 1886, em Chicago, Estados Unidos.

Naquela época, os trabalhadores eram submetidos a condições precárias, com jornadas de trabalho extensas (até 17 horas por dia) e baixos salários.

Nesse cenário de exploração, a Federação Americana do Trabalho (AFL) convocou uma greve geral para o dia 1º de maio, com o objetivo de reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias.

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A greve mobilizou cerca de 350 mil trabalhadores em todo o país.

Em Chicago, as manifestações intensificaram-se, culminando no trágico evento conhecido como Massacre de Haymarket.

No dia 4 de maio, durante um comício pacífico em apoio aos grevistas, uma bomba foi lançada contra a polícia, resultando na morte de sete policias e diversos civis.

Em retaliação, oito anarquistas foram condenados à morte, dos quais cinco foram executados.

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Um Símbolo de Luta e Unificação

Apesar da repressão brutal, o Massacre de Haymarket não silenciou o movimento operário.

Pelo contrário, o evento serviu como um catalisador para a luta por melhores condições de trabalho e direitos trabalhistas.

Em 1889, a Segunda Internacional, um congresso de trabalhadores socialistas realizado em Paris, França, decidiu instituir o 1º de maio como o Dia Internacional do Trabalho.

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A data rapidamente tornou-se um símbolo de luta, união e solidariedade para os trabalhadores em todo o mundo.

Manifestações e greves eram organizadas anualmente para reivindicar os seus direitos e pressionar por mudanças sociais.

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Conquistas e Desafios: O Dia do Trabalhador na Atualidade

Ao longo do século XX, o movimento operário obteve diversas conquistas importantes, como a redução da jornada de trabalho, o fim do trabalho infantil, a instituição de férias remuneradas e a criação da segurança social.

No entanto, a luta por direitos trabalhistas ainda está longe de terminar.

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No mundo globalizado de hoje, os trabalhadores enfrentam novos desafios, como a precarização do trabalho, a desigualdade salarial, a terceirização e a flexibilização das leis do trabalho.

O Dia do Trabalhador serve como uma chamada de atenção de que a luta por melhores condições de trabalho é uma luta contínua, que exige a união e mobilização da classe trabalhadora.

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Significado Além das Fronteiras: Celebração e Reflexão

O Dia do Trabalhador não se limita apenas a um dia de folga.

É uma data para celebrar as conquistas alcançadas pelas lutas dos trabalhadores, mas também para refletir sobre os desafios que ainda persistem.

É um momento para reafirmar a importância do trabalho digno e para lutar por um futuro mais justo e igualitário para todos os trabalhadores.

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Em Portugal, a data é marcada por diversas atividades, como comícios, manifestações, eventos culturais e debates sobre temas relacionados ao trabalho e aos direitos trabalhistas.

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Em conclusão, o Dia do Trabalhador é um dia de memória, luta e esperança.

É um dia para honrar o passado, celebrar as conquistas e renovar o compromisso com a construção de um futuro mais justo e digno para todos os trabalhadores.

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Texto & Pintura (AI): ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
29
Abr24

O cuco “Cuculus canorus”, … cucu … cucu ...


Mário Silva Mário Silva

O cuco “Cuculus canorus”, … cucu … cucu ...

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Estava na floresta, um cuco a cantar

Na floresta verdejante, o sol se esconde,

Folhas dançam ao vento, em tons de bronze.

Um cuco canta melodia suave e triste,

Escondido entre as giestas, com seu canto insiste.

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Nós o ouvimos cantar, cuco, cuco, cuco,

Sua voz ecoa na floresta, num ritmo profundo.

Curiosos, seguimos o som familiar,

Atrás da giesta, a busca vai começar.

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Lá encontramos a ave, de plumagem escura,

Empoleirada num ramo, com sua canção pura.

Observamos em silêncio, sua beleza admirar,

Enquanto o cuco continua a nos encantar.

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O sol se põe, a noite se aproxima,

As estrelas brilham no céu, a lua ilumina.

Deixamos a floresta, com o canto na mente,

E a lembrança do cuco, que nos faz contente.

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Análise do poema

O poema "Estava na floresta, um cuco a cantar" narra a experiência do narrador ao encontrar um cuco na floresta.

O poema é composto por quatro estrofes de quatro versos cada, com rima ABCB.

A linguagem é simples e direta, utilizando vocabulário relacionado com a natureza.

O tom do poema é tranquilo e contemplativo, transmitindo a sensação de paz e serenidade que o narrador sente ao observar a ave.

 

A primeira estrofe introduz o cenário da floresta verdejante, onde o sol se esconde e as folhas dançam ao vento.

O canto do cuco é descrito como suave e triste, despertando a curiosidade do narrador.

Na segunda estrofe, o narrador relata a busca pelo cuco, seguindo o seu canto.

A ave é finalmente encontrada empoleirada num ramo, com a sua plumagem escura e canção pura.

A terceira estrofe descreve a observação do cuco pelo narrador, que admira sua beleza e se encanta com seu canto.

O sol se põe e a noite se aproxima, enquanto as estrelas brilham no céu e a lua ilumina.

Na quarta estrofe, o narrador despede-se da floresta, levando consigo a lembrança do cuco e a sensação de paz que ele proporcionou.

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Poema & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
24
Abr24

"Deus, Pátria e Família": O Lema do Estado Novo, em Portugal


Mário Silva Mário Silva

"Deus, Pátria e Família":

O Lema do Estado Novo, em Portugal

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O lema "Deus, Pátria e Família" foi central para a ideologia e propaganda do regime ditatorial do Estado Novo em Portugal, liderado por António de Oliveira Salazar e Marcelo Caetano entre 1933 e 1974.

Analisando cada elemento do lema:

Deus:

A religião católica era o pilar fundamental do Estado Novo.

O regime promovia a fé como elemento de união nacional e de controle social, utilizando-a para legitimar a sua autoridade e reprimir dissidências.

A Igreja Católica, por sua vez, beneficiava do apoio do Estado para manter o seu poder e influência na sociedade.

Pátria:

O nacionalismo era outro aspeto crucial do Estado Novo.

O regime exaltava a história, a cultura e as tradições portuguesas, buscando criar um senso de identidade nacional forte e coeso.

A propaganda oficial glorificava o passado imperial português e promovia a imagem de uma nação unida e forte sob a liderança de Salazar.

Família:

A família era vista como a base da sociedade no Estado Novo.

O regime defendia um modelo tradicional de família patriarcal, com o pai como chefe e a mulher submissa.

A educação das crianças era vista como um dever primordial das famílias, e o Estado buscava inculcar valores como o respeito à autoridade, o patriotismo e a religião.

Utilização do lema:

Nas escolas:

O lema "Deus, Pátria e Família" era constantemente presente nas escolas, estampado em cartazes, livros didáticos e discursos.

As crianças eram doutrinadas desde cedo nos valores do regime, aprendendo a venerar Deus, amar a pátria e respeitar a autoridade familiar.

Em eventos públicos:

O lema também era utilizado em eventos públicos, como comícios, desfiles e celebrações religiosas.

A repetição constante do lema visava reforçar a mensagem do regime e criar um clima de unidade nacional.

Na propaganda:

A propaganda oficial do Estado Novo utilizava extensivamente o lema "Deus, Pátria e Família".

Cartazes, filmes, rádio e outros meios de comunicação difundiam a mensagem do regime, associando-a a valores positivos e tradicionais.

Críticas ao lema:

O lema "Deus, Pátria e Família" foi alvo de diversas críticas ao longo do tempo.

Visão limitada:

 Muitos críticos argumentam que o lema apresenta uma visão limitada e excludente da sociedade portuguesa.

Ao enfatizar apenas os valores religiosos, patrióticos e familiares, o Estado Novo ignorava a diversidade da população e as lutas por direitos sociais e políticos.

Manipulação:

O lema também é criticado por ser uma ferramenta de manipulação utilizada pelo regime para controlar a população.

Ao associar os seus valores a conceitos considerados sagrados e intocáveis, o Estado Novo dificultava o questionamento e a oposição ao regime.

Legitimação da repressão:

O lema "Deus, Pátria e Família" serviu para legitimar a repressão política e social do Estado Novo.

A defesa da "ordem" e da "tradição" era usada para justificar a perseguição de opositores políticos, a censura da liberdade de expressão e a violação dos direitos humanos.

Conclusão:

O lema "Deus, Pátria e Família" foi um elemento central da ideologia e propaganda do Estado Novo em Portugal.

Apesar de ter sido utilizado para promover a unidade nacional e valores tradicionais, o lema também foi uma ferramenta de manipulação e controle social.

É importante analisar criticamente esse lema e o seu contexto histórico para entender melhor as complexas relações entre poder, religião, nação e família na sociedade portuguesa.

Apesar de já se terem passado meio século desde a queda do regime ditatorial de enlevou este conceito, ainda há quem queira voltar para ele, como sendo o fundamento da sua ideologia.

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Texto & Pintura: ©MárioSilva

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23
Abr24

A ribeira - Águas Frias, Chaves, Portugal


Mário Silva Mário Silva

A ribeira

Águas Frias, Chaves, Portugal

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A imagem mostra uma pequena ribeira que atravessa um muro de pedra em Águas Frias (Chaves), Portugal.

A ribeira é cercada por vegetação exuberante, incluindo árvores e flores silvestres.

O muro de pedra é feito de pedras grandes e irregulares que foram cuidadosamente encaixadas.

A parede é alta e corre ao longo da borda de um campo.

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A fotografia é uma bela e serena representação de uma paisagem natural.

O riacho é um símbolo de vida e movimento, enquanto o muro de pedra representa força e permanência.

A vegetação exuberante adiciona cor e textura à cena, e as flores silvestres proporcionam um toque de capricho.

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A foto é bem composta e equilibrada.

O riacho está posicionado no centro da imagem, e o muro de pedra e a vegetação enquadram-no em ambos os lados.

O uso da profundidade de campo cria uma sensação de perspetiva, e a iluminação suave dá à imagem uma qualidade de sonho.

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A ribeira da imagem fica na aldeia de Águas Frias, no concelho de Chaves, no norte de Portugal.

A aldeia é conhecida pelas suas fontes, que têm sido usadas para fins medicinais há séculos.

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A imagem é uma representação encantadora e evocativa do campo português.

Capta a beleza da natureza e a tranquilidade da vida rural.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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20
Abr24

Planta campestre – “Ranunculus bulbosus”


Mário Silva Mário Silva

Planta campestre “Ranunculus bulbosus”

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Ranunculus bulbosus é uma espécie de planta com flores da família Ranunculaceae.

É nativa da Europa, Ásia e América do Norte.

Ranunculus bulbosus é uma planta herbácea perene que cresce até 30 cm de altura.

Tem folhas trifoliadas com folíolos serrilhados.

As flores são amarelas brilhantes e têm cinco pétalas.

Elas florescem na primavera e no verão.

Os frutos são folículos que contêm muitas sementes pequenas.

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Ranunculus bulbosus é uma importante fonte de néctar e pólen para polinizadores, como abelhas e borboletas.

As sementes são comidas por aves e outros animais.

A planta ajuda a controlar a erosão do solo.

É uma bela planta ornamental que é popular em jardins e paisagens.

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Ranunculus bulbosus é uma planta tóxica para humanos e animais.

O consumo da planta pode causar náuseas, vômitos e diarreia.

O contato com a planta pode causar irritação na pele.

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Ranunculus bulbosus é uma planta bonita e importante que desempenha um papel vital na biodiversidade.

É importante proteger essa planta e seu habitat.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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19
Abr24

Os tanques de Cimo de Vila na aldeia transmontana de Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

Os tanques de Cimo de Vila na aldeia transmontana de Águas Frias (Chaves) - Portugal

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Os tanques de Cimo de Vila são um conjunto de dois tanques de pedra situados na aldeia transmontana de Águas Frias, no concelho de Chaves, em Portugal.

Os tanques são alimentados por uma nascente de água e eram utilizados, no passado, para lavar a roupa e dar de beber aos animais.

Os tanques de Cimo de Vila eram um elemento importante da vida quotidiana da aldeia no passado.

As mulheres lavavam a roupa nos tanques e os homens davam de beber aos animais.

Os tanques também eram um local de convívio, onde as pessoas se reuniam para conversar e trocar notícias.

Os tanques de Cimo de Vila são um importante testemunho da história da aldeia de Águas Frias.

Eles representam a forma de vida tradicional das comunidades rurais portuguesas e são uma lembrança da importância da água.

Os tanques também são um espaço de memória para os habitantes da aldeia, que se lembram de quando os tanques eram utilizados no dia a dia.

Os tanques de Cimo de Vila já não são utilizados para lavar a roupa ou dar de beber aos animais, mas continuam a ser um importante local de encontro para os habitantes da aldeia.

Os tanques de Cimo de Vila estão em bom estado de conservação.

A Autarquia tem estado atenta à manutenção dos tanques, a fim de garantir a sua preservação para as gerações futuras.

Os tanques de Cimo de Vila são um importante património cultural da aldeia de Águas Frias.

Eles representam a forma de vida tradicional das comunidades rurais portuguesas e são uma chamada de atenção para a importância da água.

Os tanques também são um espaço de memória para os habitantes da aldeia

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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18
Abr24

O dia-a-dia de um Cartaxo (Saxicola rubicola)


Mário Silva Mário Silva

O dia-a-dia de um Cartaxo (Saxicola rubicola)

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O dia-a-dia de um Cartaxo-comum (Saxicola rubicola) é bastante ativo e envolve uma variedade de atividades, desde a procura de alimento até a defesa do território e o cuidado dos filhotes.

O Cartaxo-comum é um insetívoro, o que significa que a sua dieta é composta principalmente por insetos. Ele passa grande parte do dia à procura de alimento no solo, em arbustos e em árvores.

Ele usa a sua visão aguçada para localizar insetos, como besouros, moscas, lagartas e aranhas.

Ele então, captura-os com seu bico forte e engole-os inteiros.

O Cartaxo-comum é uma ave territorial, o que significa que defende um território contra outros machos da mesma espécie. Ele faz isso cantando e exibindo as suas penas coloridas.

Se outro macho entrar em seu território, o Cartaxo-comum ataca-o.

O Cartaxo-comum é uma ave monogâmica, o que significa que se acasala com um único parceiro para toda a vida.

O casal constrói um ninho no solo, geralmente num local escondido, entre a vegetação.

A fêmea coloca de 4 a 6 ovos, que são incubados por ambos os pais por cerca de 13 dias.

Quando os filhotes nascem, os pais alimentam-nos com insetos até que estejam suficientemente grandes para se alimentarem por si mesmos.

O Cartaxo-comum também passa algum tempo banhando-se, limpando as suas penas e descansando.

Ele também pode envolver-se em comportamentos sociais, como cantar juntos ou brincar uns com os outros.

Na fotografia, podemos ver um Cartaxo-comum sentado em cima de um poste de madeira. É provável que o pássaro esteja à procura de alimento, pois está olhando atentamente para o chão. O poste de madeira também pode ser um local de descanso ou de canto para o pássaro.

No verão, os Cartaxos-comuns estão mais ocupados a cuidar dos seus filhotes.

No inverno, eles passam mais tempo à procura de alimento e abrigo.

O clima pode afetar a disponibilidade de alimento e a capacidade do Cartaxo-comum de se locomover.

O Cartaxo-comum é predado por aves de rapina, gatos e cobras. A presença desses predadores pode fazer com que o pássaro passe mais tempo escondendo-se e menos tempo a alimentar-se.

O Cartaxo-comum é uma parte importante do ecossistema, pois ajuda a controlar as populações de insetos.

Ele também é uma ave bonita e popular entre os observadores de aves.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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16
Abr24

Uma paisagem rural – Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

Uma paisagem rural

Águas Frias (Chaves) - Portugal

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A fotografia mostra um campo verdejante cercado por árvores e rochas.

O campo está coberto de erva verde e exuberante, e as árvores são caducifólias, sem folhas.

As rochas são grandes e irregulares, e estão espalhadas pelo campo.

Ao fundo da imagem, há uma parede de pedra que delimita o campo.

A parede é feita de pedras irregulares e está coberta de musgo.

No canto inferior direito da imagem, há uma cerca de madeira que separa o campo de um terreno adjacente. A cerca é feita de estacas de madeira e está em bom estado.

A foto foi tirada no final da tarde, quando a luz do sol é mais suave.

As cores são suaves e naturais, e a composição é equilibrada e harmoniosa.

O campo verdejante e as árvores caducifólias sugerem a chegada da primavera.

A cerca de madeira denota que o campo é usado para a agricultura ou para a criação de gado.

A foto é esteticamente agradável e captura a beleza natural da região de Trás-os-Montes, em Portugal.

A imagem também pode ser interpretada como um símbolo da paz e da tranquilidade da vida rural.

Pode ser interpretada de outras maneiras, dependendo da perspetiva do observador.

Por exemplo, uma pessoa que vive numa cidade grande pode ver a imagem como um símbolo da natureza e da vida rural.

Uma pessoa que está passando por um momento difícil pode ver a imagem como um símbolo de paz e de esperança.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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15
Abr24

A antiga lenda da galinha preta da aldeia transmontana de Águas Frias (Chaves) - Portugal


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A antiga lenda da galinha preta da aldeia transmontana de Águas Frias (Chaves) - Portugal

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A aldeia de Águas Frias, no concelho de Chaves, em Trás-os-Montes, Portugal, é uma pequena aldeia com uma população envelhecida e em declínio.

A aldeia é conhecida pela sua beleza natural, mas também por uma antiga lenda que fala de uma galinha preta que assombra a região.

A lenda diz que a galinha preta é o fantasma de uma mulher que foi amaldiçoada por um bruxo.

A mulher era uma jovem bonita e vaidosa que vivia na aldeia.

Um dia, ela encontrou um bruxo na floresta do Barros e ele ofereceu-lhe a juventude eterna em troca de sua alma.

A mulher aceitou a oferta, mas logo se arrependeu.

Ela tornou-se uma galinha preta e foi condenada a vagar pela terra para sempre.

A galinha preta é vista como um símbolo da solidão e do isolamento dos habitantes da aldeia.

A lenda reflete o medo do desconhecido e do sobrenatural, que é comum em muitas comunidades rurais.

A fotografia mostra uma galinha preta em pé num campo com erva.

A galinha está cercada por árvores e flores, mas ela parece solitária e isolada.

A imagem captura a beleza natural da região, mas também a sensação de solidão e isolamento que é sentida pelos habitantes da aldeia.

A solidão é um problema crescente em muitas áreas rurais de Portugal.

A população de Águas Frias está envelhecendo e muitos jovens deixaram a aldeia para procurar melhores oportunidades nas cidades e estrangeiro.

Isso deixou muitos idosos isolados e solitários.

A lenda da galinha preta pode ser vista como uma metáfora para a solidão dos habitantes da aldeia.

A galinha preta é uma criatura solitária que é condenada a vagar pela terra para sempre.

Da mesma forma, os habitantes da aldeia são muitas vezes solitários e isolados do resto do mundo.

A lenda da galinha preta da aldeia de Águas Frias é uma história triste e comovente que fala da solidão e do isolamento dos seus habitantes.

A lenda é uma chamada de atenção para os desafios que enfrentam as comunidades rurais em Portugal.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Águas Frias - Fevereiro 2024

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