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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

20
Jan26

O cogumelo enganador “Laccaria laccata”


Mário Silva Mário Silva

O cogumelo enganador “Laccaria laccata”

20Jan DSC00186_ms.JPG

Esta fotografia da autoria de Mário Silva leva-nos a explorar o chão da floresta e os mistérios do reino dos fungos.

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A fotografia apresenta um plano aproximado (macro) de um pequeno cogumelo solitário, o Laccaria laccata, emergindo de um tapete de folhas secas de carvalho e líquenes.

O cogumelo exibe um chapéu (píleo) de forma convexa e ligeiramente deprimida no centro, com uma textura delicada e bordas onduladas.

A sua cor é um tom de bege-rosado suave, sustentado por um pé (estipe) fino e cilíndrico de cor alaranjada ou acobreada.

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O enquadramento destaca a fragilidade do fungo em comparação com a robustez das folhas de carvalho outonais que o rodeiam.

A luz é suave e difusa, realçando as lâminas que se vislumbram sob o chapéu e a pátina húmida da vegetação em decomposição.

É uma imagem que celebra a vida minúscula e discreta que prospera no ecossistema florestal.

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O Cogumelo Enganador – A Arte da Camuflagem no Reino Fungi

O título da fotografia de Mário Silva, "O cogumelo enganador", não é uma licença poética, mas sim a tradução do nome comum atribuído à espécie Laccaria laccata.

Este pequeno habitante das nossas florestas é conhecido entre os micologistas pela sua incrível capacidade de confundir até os olhos mais treinados.

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Porque é "Enganador"?

O Laccaria laccata recebe este nome devido à sua natureza higrófana.

Isto significa que a sua aparência — cor, textura e forma — altera-se drasticamente dependendo do nível de humidade no ambiente:

Quando húmido: Apresenta tons avermelhados, rosados ou acobreados, parecendo vibrante e carnudo.

Quando seco: Torna-se pálido, esbranquiçado e com um aspeto baço, parecendo uma espécie completamente diferente.

Esta variabilidade torna-o um verdadeiro "camaleão" dos bosques, levando muitos coletores a confundi-lo com outras espécies, algumas delas tóxicas, o que reforça a importância do título escolhido pelo autor.

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A Beleza na Simplicidade

Embora não tenha a imponência de um Boletus ou a cor vibrante de uma Amanita muscaria, o cogumelo enganador possui uma elegância discreta.

A fotografia capta o momento em que ele se integra perfeitamente na paleta de cores do outono.

Ele é um lembrete de que:

A biodiversidade reside no detalhe: Muitas vezes ignoramos o que é pequeno, mas cada fungo desempenha um papel vital na decomposição e na saúde das árvores (através das micorrizas).

As aparências iludem: A natureza ensina-nos que o que vemos pode mudar com o simples cair de uma gota de chuva ou o sopro de um vento seco.

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O Olhar de Mário Silva

Ao isolar este espécime no seu habitat, Mário Silva convida o observador a praticar a atenção plena.

Num mundo de pressas, parar para observar um "cogumelo enganador" é um exercício de paciência e descoberta.

A fotografia transforma o que seria apenas "chão de floresta" numa galeria de formas e cores onde a vida se manifesta de forma silenciosa, mas persistente.

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"No reino dos fungos, o Laccaria laccata ensina-nos que a identidade pode ser fluida

e que a verdadeira essência de um ser

revela-se na sua capacidade de adaptação ao meio."

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
20
Dez25

"Bufas-de-lobo (Lycoperdon perlatum)”


Mário Silva Mário Silva

"Bufas-de-lobo (Lycoperdon perlatum)”

20Dez DSC03606_ms.jpg

A fotografia de Mário Silva é um estudo macro que revela a delicada e singular morfologia de um grupo de cogumelos no chão da floresta.

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O Fungo: O plano é dominado por um aglomerado de bufas-de-lobo (Lycoperdon perlatum), que se apresentam na sua forma mais madura e característica: piriforme (forma de pera), com uma cor que tende ao branco-sujo ou creme pálido.

A sua superfície é distintamente coberta por minúsculas verrugas ou espinhos que caem facilmente.

No topo, é visível o pequeno orifício (ostíolo) por onde os esporos serão libertados.

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O Habitat: Os cogumelos emergem de um solo húmido e rico, salpicado por folhas caídas em decomposição e detritos orgânicos.

A presença de musgo verde-escuro e fragmentos de madeira no chão confirma o ambiente do sub-bosque, essencial para a sua subsistência.

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A Luz e Foco: A profundidade de campo é extremamente rasa, permitindo que os cogumelos em primeiro plano se destaquem com nitidez, enquanto o fundo é transformado num “bokeh” suave de castanhos e verdes, acentuando a importância destes pequenos seres no ecossistema.

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O Teatro de Fumo da Floresta – O Mistério da Bufa-de-Lobo

O nome popular "Bufa-de-lobo" — ou a sua variante científica Lycoperdon perlatum — sugere uma função divertida e algo misteriosa.

Esta designação folclórica, usada em Portugal e noutras culturas, refere-se ao momento dramático da maturidade do cogumelo: o ato de libertar os seus esporos como uma nuvem de "fumo" castanho-acinzentado, quando pressionado ou pisado.

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Da Mesa ao Pó

O Lycoperdon perlatum vive uma vida de transição fascinante.

Quando é jovem, o seu interior é branco e compacto, sendo considerado comestível por muitos micólogos.

É neste estágio que o cogumelo é uma "pérola" (como sugere o perlatum) para a mesa.

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No entanto, à medida que envelhece, o seu interior transforma-se numa massa de esporos que amadurecem.

O cogumelo evolui de alimento para um mecanismo de dispersão.

O seu exterior, que vemos na fotografia de Mário Silva, é o invólucro (perídio) que espera pacientemente pelo momento certo: uma gota de chuva, o toque de um animal, ou o pisar de um caminhante.

O resultado é o "bufo" de esporos que garante a sua reprodução e a continuação da espécie.

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O Arquiteto da Decomposição

Embora frequentemente ignorada, a bufa-de-lobo é um saprófito crucial.

No silencioso e húmido chão da floresta que se vê na fotografia, estes fungos trabalham incansavelmente na decomposição da matéria orgânica.

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Eles são, juntamente com as folhas caídas e o musgo, os grandes recicladores da natureza.

Ao decompor folhas, detritos e madeira, garantem que os nutrientes regressam ao solo, essenciais para o crescimento das árvores. Este “close-up” de Mário Silva não é apenas uma imagem de cogumelos; é um registo do motor ecológico em funcionamento, onde a vida se transforma em pó para gerar mais vida.

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O aglomerado de cogumelos na imagem é uma comunidade que espera o seu destino final e funcional: uma última e silenciosa expiração que perpetua o ciclo da floresta.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
13
Dez25

Condomínio de “Leratiomyces ceres”


Mário Silva Mário Silva

Condomínio de “Leratiomyces ceres

13Dez DSC00172_ms.JPG

A fotografia de Mário Silva é um close-up vibrante que regista um aglomerado denso de cogumelos da espécie “Leratiomyces ceres”, emergindo vigorosamente do solo da floresta.

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O "Condomínio": O elemento central é o grupo de cogumelos, cujos chapéus se sobrepõem uns aos outros como telhados de casas numa encosta, justificando o título "condomínio".

Os chapéus apresentam uma cor laranja-avermelhada intensa e brilhante, com uma textura que parece cerosa ou ligeiramente húmida (viscosa).

As margens dos chapéus exibem pequenos vestígios esbranquiçados do véu universal.

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A Envolvente Vegetal: Os cogumelos estão aninhados numa mistura rica de vegetação.

Destacam-se as folhas de hera (Hedera helix) de um verde vivo e brilhante, que contrastam com o vermelho dos fungos.

Há também folhas secas de carvalho em tons de castanho e algumas lâminas finas de erva, criando uma moldura natural e texturada.

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A Luz e Cor: A iluminação suave realça o brilho natural dos cogumelos e das folhas de hera, criando uma composição saturada de cor que celebra a humidade e a vida do sub-bosque.

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Vizinhos de Cor – A Arquitetura Natural do “Leratiomyces ceres”

O título escolhido por Mário Silva, "Condomínio de Leratiomyces ceres", é uma metáfora deliciosa para o comportamento "gregário" deste cogumelo.

Na arquitetura da floresta, o Leratiomyces ceres (frequentemente conhecido em inglês como Redlead Roundhead) raramente vive sozinho; ele prefere a companhia, formando densos aglomerados que iluminam o chão da mata com a sua cor de fogo.

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Uma Explosão de Vermelho no Verde

Visualmente, este cogumelo é uma joia do outono e inverno.

Enquanto muitos cogumelos optam pela discrição dos castanhos e beges para se camuflarem nas folhas mortas, o Leratiomyces ceres veste-se de vermelho-tijolo ou laranja-vivo.

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Na fotografia, a interação cromática é perfeita: o vermelho complementar do cogumelo vibra contra o verde escuro da hera.

É um sinal visual de que a floresta está viva e ativa, mesmo ao nível do solo.

A superfície brilhante e cerosa do chapéu ajuda-o a repelir o excesso de água e a manter-se visível, como um farol para os insetos.

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O Reciclador Urbano (e Florestal)

Este "condomínio" não é apenas bonito; é funcional.

O “Leratiomyces ceres” é uma espécie saprófita, o que significa que se alimenta de matéria orgânica em decomposição.

Ele é frequentemente encontrado em aparas de madeira (mulch), restos de madeira podre ou solos ricos em detritos lenhosos.

Ao aglomerarem-se desta forma, estes cogumelos estão a trabalhar em equipa (através de uma rede de micélio subterrânea partilhada) para decompor a madeira morta e as folhas, transformando o "lixo" da floresta em nutrientes vitais para as plantas vizinhas, como a hera e as árvores circundantes.

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A Vida em Comunidade

A imagem do "condomínio" lembra-nos que, na natureza, a proximidade é muitas vezes uma estratégia de sobrevivência.

Crescer em grupos densos ajuda a reter a humidade essencial para o desenvolvimento dos esporos e cria um microclima favorável.

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Mário Silva, com a sua lente, transforma um pequeno detalhe biológico numa cena de urbanismo natural, onde cada "habitante" deste condomínio desempenha o seu papel na grande cidade que é o ecossistema florestal.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
05
Dez25

"Um “Gymnopilus” numa cama de folhas de carvalho (Quercus)"


Mário Silva Mário Silva

"Um “Gymnopilus” numa cama de folhas de carvalho (Quercus)"

05Dez DSC00060_ms.JPG

A fotografia de Mário Silva é um close-up vertical que destaca um cogumelo solitário, identificado como sendo um exemplar do género Gymnopilus, emergindo de um denso tapete de folhas secas.

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O Cogumelo (Gymnopilus): O exemplar é pequeno, com um chapéu de cor amarelo-claro a laranja pálido e uma forma ligeiramente convexa aplanada.

O pé (estipe) é fino e da mesma cor amarelada.

O cogumelo está em bom estado e destaca-se como um ponto de cor viva no cenário dominado por tons de outono.

A Cama de Folhas de Carvalho: O solo está totalmente coberto por uma espessa camada de folhas secas de carvalho (Quercus), identificáveis pelos seus contornos lobados e acentuados.

As folhas apresentam tons de castanho-avermelhado e ocre, típicos da decomposição outonal.

Composição e Contraste: O contraste é o ponto forte da imagem: o amarelo brilhante e fresco do cogumelo, que parece ter acabado de nascer, contrasta com a textura áspera e as cores quentes e secas do tapete de folhas mortas.

O close-up reforça a sensação de um microecossistema centrado na vida fúngica.

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O Gymnopilus e o Carvalho – A Micologia no berço da Decomposição

A fotografia "Um Gymnopilus numa cama de folhas de carvalho (Quercus)" é um tributo à simbiose e ao ciclo da vida na floresta portuguesa.

O género Gymnopilus (vulgarmente conhecidos como "cogumelos-chama" pela sua cor vibrante) e o carvalho são atores essenciais no ecossistema, revelando que a maior vitalidade muitas vezes reside na matéria em decomposição.

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O Papel Vital do Gymnopilus

Os cogumelos Gymnopilus são predominantemente saprófitas, o que significa que desempenham um papel crucial ao decompor a matéria orgânica morta – neste caso, as folhas de carvalho.

A sua função é transformar o material complexo das folhas caídas em nutrientes mais simples, que são devolvidos ao solo, alimentando as árvores e o ecossistema.

A emergência do seu corpo frutífero, com a sua cor de chama sobre o castanho da matéria morta, é um lembrete visual do processo de reciclagem contínuo e silencioso da natureza.

A sua beleza é a prova de que a vida encontra formas de prosperar naquilo que consideramos o fim de um ciclo.

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A Cama de Carvalho: História e Sustento

O carvalho (Quercus) é uma das árvores mais icónicas da paisagem portuguesa, representando a força, a longevidade e a biodiversidade.

As suas folhas, quando caem, criam o substrato ideal para uma vasta comunidade de fungos.

A "cama" de folhas na fotografia não é lixo; é o berço da nova vida.

Esta imagem sugere o bioma do souto ou do montado, onde a folhagem do carvalho, rica em taninos, cria um ambiente específico que certos fungos, como o Gymnopilus, adoram.

A folha de carvalho é a ponte energética que liga a árvore, a terra e o cogumelo.

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O Poder da Concentração

Ao focar-se num único exemplar de Gymnopilus contra o pano de fundo de folhas de carvalho, a fotografia isola a beleza microscópica e a força do fungo.

É um convite a olhar para baixo e a reconhecer o poder da micologia como motor invisível do ecossistema.

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O cogumelo de cor vibrante, nascido do castanho monótono, simboliza a regeneração e a promessa de que, por mais desolador que seja o outono, há sempre uma nova forma de vida a preparar-se para o ciclo seguinte.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
25
Nov25

Laccaria laccata solitário – Mário Silva


Mário Silva Mário Silva

"Laccaria laccata" solitário

Mário Silva

25Nov DSC09193_ms

A fotografia de Mário Silva é um close-up em plano baixo que destaca um único cogumelo, um Laccaria laccata, emergindo de um denso tapete verde no solo.

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O Cogumelo: O exemplar é solitário e o seu chapéu é de cor laranja-acastanhada a tijolo (característica da espécie), com uma forma ligeiramente convexa aplanada.

A margem do chapéu é notavelmente irregular e ondulada.

O pé (estipe) é fino, cilíndrico e da mesma cor do chapéu, surgindo verticalmente.

A Base Vegetal: O cogumelo está firmemente enraizado num solo coberto por um tapete denso de pequenas folhas de trevo e outras plantas rasteiras de um verde vibrante.

O contraste entre o laranja quente do fungo e o verde fresco do solo é muito acentuado.

Detalhes do Chão: Entre o verde, são visíveis pequenos raminhos e detritos escuros, o que sublinha o ambiente florestal e húmido.

Gotículas de água ou orvalho brilham levemente sobre as folhas, sugerindo um ambiente húmido, ideal para a micologia.

Composição: O enquadramento em plano baixo enfatiza a altura e a presença do cogumelo, elevando-o sobre o tapete verde e transmitindo uma sensação de descoberta.

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O Laccaria laccata Solitário – Humildade e Abundância no Reino Fúngico

O Laccaria laccata, vulgarmente conhecido como Cogumelo-Laca ou simplesmente Laca-Comum, é uma das espécies mais ubíquas e resilientes dos ecossistemas florestais de Portugal.

A fotografia "Laccaria laccata solitário" celebra a humildade e a discrição desta espécie, que, apesar de ser modesta na dimensão, é gigantesca na sua importância ecológica.

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O Mestre da Adaptação

O Laccaria laccata é um verdadeiro mestre da adaptação.

É um cogumelo micorrízico, o que significa que estabelece uma relação de simbiose vital com as raízes das árvores (carvalhos, pinheiros, etc.).

Este cogumelo fornece nutrientes e água à planta, recebendo em troca açúcares essenciais.

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A sua cor, que varia entre o laranja-pálido e o tijolo (daí o nome laccata, que significa lacado ou envernizado), permite-lhe prosperar em diversos ambientes, desde o solo ácido de sobreiros e carvalhos, como é comum em Trás-os-Montes, até à base de coníferas.

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A Lição do Solitário

Embora o Laccaria laccata surja frequentemente em grupos (o que contraria o título, que pode ser uma forma poética do fotógrafo ou a captura de um exemplar inicial), o seu aparecimento solitário na fotografia remete para a perseverança individual e para o ciclo discreto da natureza.

O cogumelo que vemos é apenas o corpo frutífero; o verdadeiro organismo, o micélio, está escondido sob o solo, numa vasta e complexa rede que liga a vida da floresta.

O exemplar solitário, emergindo do tapete de trevos, é uma manifestação fugaz de um sistema subterrâneo vasto e interligado, lembrando-nos que a maior parte da vida e do trabalho da natureza ocorre em silêncio e nas profundezas.

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Valor e Sabor Escondido

Apesar de ser um cogumelo de pequeno porte e de ser frequentemente ignorado por catadores em busca de espécies maiores, o Laccaria laccata é comestível e valorizado pelo seu sabor suave e ligeiramente terroso.

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A fotografia, ao concentrar-se na sua beleza vibrante contra o verde intenso, não só o valoriza esteticamente, mas também nos convida a prestar atenção aos detalhes mais modestos do reino fúngico, que garantem a saúde da floresta e enriquecem a biodiversidade.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
28
Out25

Jovem “Amanita muscaria”


Mário Silva Mário Silva

Jovem “Amanita muscaria”

28Out DSC04865_ms

A fotografia, capturada ao nível do solo, foca-se num exemplar jovem e vibrante do cogumelo “Amanita muscaria”, o qual está parcialmente escondido na serapilheira de uma floresta.

O cogumelo apresenta um chapéu (píleo) em forma de sino, robusto e de cor vermelho-escarlate profundo, salpicado com as suas características pintinhas brancas (restos do véu universal).

A tonalidade do chapéu não é uniforme, com um toque de amarelo dourado perto da borda e no topo, sugerindo o início da maturação ou aspetos da sua genética local.

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O pé (estipe), curto e grosso, é de cor branca pura, emergindo diretamente do solo coberto por folhas secas de carvalho e detritos de vegetação, que formam o seu habitat natural.

A composição, com as folhas secas em tons de castanho e o verde suave de uma pequena folha por cima, contrasta de forma dramática com o vermelho intenso e o branco imaculado do fungo, realçando a sua beleza enigmática.

A luz suave e natural da floresta ilumina a cena, conferindo à imagem uma atmosfera de descoberta e mistério.

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Amanita muscaria – A Beleza Tóxica e o Legado Cultural do Cogumelo Mais Icónico

O Amanita muscaria, conhecido popularmente em Portugal como Amanita-mata-moscas, Rosalgar ou Frade-de-sapo, é inegavelmente o cogumelo mais reconhecível do mundo.

A sua aparência, frequentemente replicada em ilustrações e contos de fadas, é marcada por um chapéu vermelho-vivo salpicado de flocos brancos. Contudo, por trás da sua inegável beleza visual e do seu estatuto de ícone cultural, esconde-se uma toxicidade que exige profundo respeito e cautela.

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Uma Obra de Arte da Natureza

A cor e o design deste fungo são uma verdadeira obra de arte natural.

O chapéu carmesim, que nasce inicialmente envolto num véu branco, exibe os restos desse véu na forma de verrugas ou pintas brancas (como visível na fotografia do jovem exemplar).

É esta combinação cromática que o torna tão popular na arte e na cultura pop (de "Alice no País das Maravilhas" aos videojogos, onde é frequentemente associado a recompensas de vida).

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O Perigo sob o Chapéu

É crucial sublinhar que, apesar da sua aura mágica, o Amanita muscaria é uma espécie tóxica e psicoativa.

Contém compostos como o ácido iboténico e o muscimol, que atuam como neurotoxinas.

A ingestão acidental pode levar a uma síndrome de intoxicação caracterizada por náuseas, vómitos, tonturas, confusão mental e, em casos mais graves, alucinações e dissociação.

Por este motivo, a regra de ouro da micologia aplica-se rigorosamente: em caso de dúvida, o cogumelo deve ser sempre rejeitado.

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Ecologia e Habitat

Ecologicamente, o Amanita muscaria desempenha um papel vital como fungo ectomicorrízico.

Isto significa que vive numa relação simbiótica essencial com as raízes de certas árvores, como pinheiros, abetos e bétulas.

Esta associação mútua é fundamental para a saúde da floresta, pois o fungo ajuda a árvore a absorver nutrientes e água, recebendo em troca os açúcares produzidos pela fotossíntese.

É por isso que é comum encontrá-lo, especialmente no Outono, nas florestas de coníferas em Portugal e em todo o Hemisfério Norte.

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O Legado Xamânico

Para além da sua toxicidade e presença ecológica, o Amanita muscaria tem um passado cultural rico.

Historicamente, tem sido usado em rituais xamânicos em algumas culturas, especialmente na Sibéria, devido às suas propriedades psicoativas.

É este passado que cimenta o seu estatuto lendário, transformando-o num símbolo de mistério e fascínio no mundo natural.

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Em suma, o Amanita muscaria é mais do que um cogumelo; é um emblema da natureza com uma beleza impressionante e um aviso inerente.

A sua presença na floresta convida à admiração, mas nunca à aproximação para consumo.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
25
Fev25

"Cogumelos Psilocybe semilanceata"


Mário Silva Mário Silva

"Cogumelos Psilocybe semilanceata"

25Fev DSC09209_ms

A fotografia de Mário Silva intitulada "Cogumelos Psilocybe semilanceata" retrata uma espécie de cogumelo conhecida pelas suas propriedades alucinógeneas devido à presença de psilocibina.

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“Psilocybe semilanceata”, é um cogumelo pequeno com um chapéu cónico que se estreita em direção ao caule, frequentemente amarelado ou castanho claro.

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A fotografia mostra os cogumelos a crescer num ambiente natural, entre a vegetação, o que é típico para esta espécie, que prefere pastagens e áreas ricas em matéria orgânica em decomposição.

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Três cogumelos são visíveis, com um foco claro no cogumelo mais próximo à câmara, enquanto os outros dois estão um pouco desfocados, criando uma sensação de profundidade.

A vegetação ao redor é vibrante e verde, contrastando com o tom mais apagado dos cogumelos.

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A composição é bem pensada, com os cogumelos em diferentes planos focais, o que guia o olhar do observador de maneira natural pelo quadro.

O uso do foco seletivo destaca o cogumelo principal, tornando-o o ponto focal da imagem.

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As cores dos cogumelos são suaves e naturais, contrastando bem com o verde vibrante da vegetação.

Este contraste não só destaca os cogumelos, mas também enfatiza a beleza da natureza no seu habitat natural.

No entanto, a imagem poderia beneficiar de um pouco mais de saturação para destacar ainda mais as diferenças de cor.

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A iluminação é natural, provavelmente luz do dia, o que é apropriado para uma fotografia de natureza.

A luz suave evita sombras duras e mantém os detalhes dos cogumelos visíveis.

A iluminação poderia ser um pouco mais direcional para adicionar drama ou textura, mas a escolha aqui mantém a imagem fiel ao ambiente natural.

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A escolha de fotografar “Psilocybe semilanceata” pode ser interpretada de várias maneiras.

Por um lado, pode ser uma celebração da biodiversidade e da beleza dos fungos.

Por outro, pode levantar questões sobre o uso de substâncias psicoativas, dado o contexto cultural em torno da psilocibina.

A imagem, portanto, não apenas documenta a espécie mas também convida a uma reflexão sobre as plantas e fungos com propriedades alucinógeneas e o seu lugar na natureza e na sociedade.

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A nitidez do cogumelo principal é excelente, mostrando detalhes finos da textura do chapéu.

A profundidade de campo é bem utilizada, embora um pouco mais de desfoque no fundo poderia aumentar ainda mais o destaque do cogumelo principal.

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Em resumo, a fotografia de Mário Silva é uma representação eficaz e esteticamente agradável da “Psilocybe semilanceata”.

A imagem é informativa para quem se interessa por micologia, mas também é artisticamente composta, o que a torna atraente para um público mais amplo.

A crítica principal seria sobre a possibilidade de explorar mais a iluminação e o contraste para adicionar uma camada extra de profundidade à imagem.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
19
Fev25

"Cogumelo (Lactarius pallidus) no meio das folhas secas"


Mário Silva Mário Silva

"Cogumelo (Lactarius pallidus)

no meio das folhas secas"

19Fev DSC09192_ms

A fotografia de Mário Silva captura a delicadeza e a fragilidade de um cogumelo “Lactarius pallidus” no seu habitat natural.

O cogumelo, com o seu chapéu de cor creme e textura aveludada, contrasta com as folhas secas que o circundam, criando uma composição visualmente interessante.

A perspetiva macro permite apreciar os detalhes do fungo, como as lamelas e o estipe.

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A composição da fotografia é simples e eficaz, com o cogumelo a ocupar o centro da imagem.

A perspetiva macro permite apreciar a beleza e a complexidade desse pequeno organismo.

O fundo desfocado, composto por folhas secas, cria uma atmosfera natural e acolhedora.

A luz natural incide sobre o cogumelo, criando sombras que acentuam a textura do chapéu e a humidade do ambiente.

A paleta de cores é limitada, com predominância de tons de castanho, amarelo e branco, que evocam a sensação de decomposição.

Os cogumelos, ao longo da história, têm sido associados a diversos significados simbólicos, como a transformação, a espiritualidade e a conexão com o mundo natural.

Na fotografia de Mário Silva, o cogumelo pode ser visto como um símbolo da vida e da morte, da fragilidade e da resiliência da natureza.

Os cogumelos desempenham um papel fundamental no ecossistema, atuando como decompositores.

Ao decompor a matéria orgânica, eles contribuem para a ciclagem de nutrientes e para a formação do húmus, enriquecendo o solo e promovendo o crescimento de outras plantas.

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Os fungos, como os cogumelos, desempenham um papel essencial na manutenção dos ecossistemas.

Eles são responsáveis por diversos processos ecológicos.

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Os fungos decompõem a matéria orgânica morta, como folhas, troncos e animais, liberando nutrientes que são utilizados por outros organismos.

Muitos fungos estabelecem relações simbióticas com as raízes das plantas, formando micorrizas.

Essa associação beneficia tanto o fungo quanto a planta, pois o fungo fornece nutrientes à planta e a planta fornece açúcares ao fungo.

Muitos cogumelos são comestíveis e são utilizados na culinária de diversos países.

Alguns fungos produzem substâncias com propriedades medicinais, como a penicilina.

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Em resumo, a fotografia "Cogumelo (Lactarius pallidus) no meio das folhas secas" de Mário Silva é mais do que uma simples imagem de um fungo.

Ela convida-nos a refletir sobre a importância dos fungos para o equilíbrio dos ecossistemas e sobre a beleza da natureza nas suas diversas formas.

A imagem, com a sua composição delicada e a sua riqueza de detalhes, é um convite à observação e à contemplação da natureza.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
28
Jan25

"Pequenos cogumelos Psilocybe aztecorum"


Mário Silva Mário Silva

"Pequenos cogumelos Psilocybe aztecorum"

28Jan DSC05485_ms

A fotografia de Mário Silva apresenta-nos um close-up de um grupo de cogumelos “Psilocybe aztecorum”, imersos num leito de musgo.

A imagem captura a delicadeza e a fragilidade desses pequenos fungos, com os seus chapéus convexos e brilhantes, contrastando com a textura aveludada do musgo.

A profundidade de campo restrita enfatiza os cogumelos, isolando-os do ambiente circundante e convidando o observador a uma observação detalhada.

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A composição da fotografia é simples e eficaz, com os cogumelos ocupando o centro da imagem.

A perspetiva macro permite apreciar a beleza e a complexidade dessas pequenas criaturas.

O fundo desfocado, composto por musgo e folhas, cria uma atmosfera natural e acolhedora.

A luz natural incide sobre os cogumelos, criando sombras que acentuam a textura de seus chapéus e a humidade do ambiente.

A paleta de cores é limitada, com predominância de tons de castanho, verde e amarelo, que evocam a sensação de humidade e de decomposição.

Os cogumelos, ao longo da história, têm sido associados a diversos significados simbólicos, como a transformação, a espiritualidade e a conexão com o mundo natural.

Na fotografia de Mário Silva, os cogumelos podem ser vistos como um símbolo da vida e da morte, da fragilidade e da resiliência da natureza.

Os cogumelos “Psilocybe aztecorum” desempenham um papel fundamental no ecossistema, atuando como decompositores.

Ao decompor matéria orgânica, eles contribuem para a ciclagem de nutrientes e para a formação do húmus, enriquecendo o solo e promovendo o crescimento de outras plantas.

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Os cogumelos “Psilocybe aztecorum” são fungos saprófitos, ou seja, alimentam-se de matéria orgânica em decomposição.

Ao decompor a madeira, as folhas e outros materiais orgânicos, eles libertam nutrientes essenciais para o crescimento de outras plantas.

Além disso, os cogumelos estabelecem relações simbióticas com as raízes das plantas, formando micorrizas.

Essa associação mutualística beneficia tanto o fungo quanto a planta, pois o fungo fornece nutrientes à planta e a planta fornece açúcares ao fungo.

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Em conclusão, a fotografia de Mário Silva convida-nos a apreciar a beleza e a importância dos fungos no ecossistema.

A imagem do “Psilocybe aztecorum” lembra-nos que a natureza é composta por uma intrincada rede de relações, onde cada organismo desempenha um papel fundamental.

A fotografia, além da sua beleza estética, serve como um convite à reflexão sobre a importância da biodiversidade e da conservação do meio ambiente.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
10
Dez24

"Um mini cogumelo: Psathyrella corrugis"


Mário Silva Mário Silva

"Um mini cogumelo: Psathyrella corrugis"

10Dez DSC00201_ms

A fotografia de Mário Silva, intitulada "Um mini cogumelo: Psathyrella corrugis", captura a delicada beleza de um pequeno cogumelo no seu habitat natural.

A imagem apresenta um cogumelo de chapéu castanho e estipe branco, emergindo de um leito de musgo verde exuberante.

O fundo, composto por uma variedade de musgos e outros pequenos fungos, cria um cenário natural e vibrante.

A profundidade de campo da fotografia permite apreciar os detalhes do cogumelo, desde as delicadas lamelas do chapéu até a textura aveludada do estipe.

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A fotografia de Mário Silva demonstra a capacidade de encontrar beleza em detalhes muitas vezes negligenciados.

O pequeno cogumelo, que passa despercebido à maioria das pessoas, torna-se o protagonista da imagem, revelando uma complexidade e uma perfeição surpreendentes.

A escolha do foco e da composição realça a fragilidade e a delicadeza do fungo, contrastando com a força e a vitalidade do musgo.

A fotografia captura a relação simbiótica entre o cogumelo e o seu habitat.

O musgo, fornecendo humidade e nutrientes, cria as condições ideais para o desenvolvimento do fungo.

A presença de outros fungos no fundo da imagem sugere uma comunidade complexa de organismos, onde cada um desempenha um papel fundamental no ecossistema.

A identificação do cogumelo como “Psathyrella corrugis” confere à fotografia um valor documental, além do estético.

A precisão na identificação científica demonstra o conhecimento do fotógrafo sobre o mundo natural e a sua capacidade de observar e registrar os detalhes mais subtis.

A composição da fotografia é equilibrada e harmoniosa.

As linhas curvas do cogumelo contrastam com as linhas retas do fundo, criando uma dinâmica visual interessante.

A luz natural, suave e difusa, envolve a cena num halo de poesia, realçando as texturas e as cores.

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Em conclusão, a fotografia "Um mini cogumelo: Psathyrella corrugis" de Mário Silva é um exemplo de como a fotografia pode revelar a beleza oculta da natureza.

A imagem, ao mesmo tempo estética e documental, convida-nos a apreciar a diversidade da vida e a importância da preservação do meio ambiente.

A fotografia é um convite à contemplação e à reflexão sobre a nossa relação com a natureza.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
29
Nov24

"Um mini cogumelo: Psathyrella corrugis"


Mário Silva Mário Silva

"Um mini cogumelo: Psathyrella corrugis"

29Nov DSC00201_ms

A fotografia de Mário Silva, intitulada "Um mini cogumelo: Psathyrella corrugis", captura a delicada beleza de um pequeno cogumelo no seu habitat natural.

A imagem apresenta um cogumelo de chapéu castanho e estipe branco, emergindo de um leito de musgo verde exuberante.

O fundo, composto por uma variedade de musgos e outros pequenos fungos, cria um cenário natural e vibrante.

A profundidade de campo da fotografia permite apreciar os detalhes do cogumelo, desde as delicadas lamelas do chapéu até a textura aveludada do estipe.

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A fotografia de Mário Silva demonstra a capacidade de encontrar beleza em detalhes muitas vezes negligenciados.

O pequeno cogumelo, que passa despercebido à maioria das pessoas, torna-se o protagonista da imagem, revelando uma complexidade e uma perfeição surpreendentes.

A escolha do foco e da composição realça a fragilidade e a delicadeza do fungo, contrastando com a força e a vitalidade do musgo.

A fotografia captura a relação simbiótica entre o cogumelo e o seu habitat.

O musgo, fornecendo humidade e nutrientes, cria as condições ideais para o desenvolvimento do fungo.

A presença de outros fungos no fundo da imagem sugere uma comunidade complexa de organismos, onde cada um desempenha um papel fundamental no ecossistema.

A identificação do cogumelo como “Psathyrella corrugis” confere à fotografia um valor documental, além do estético.

A precisão na identificação científica demonstra o conhecimento do fotógrafo sobre o mundo natural e a sua capacidade de observar e registrar os detalhes mais subtis.

A composição da fotografia é equilibrada e harmoniosa.

As linhas curvas do cogumelo contrastam com as linhas retas do fundo, criando uma dinâmica visual interessante.

A luz natural, suave e difusa, envolve a cena num halo de poesia, realçando as texturas e as cores.

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Em conclusão, a fotografia "Um mini cogumelo: Psathyrella corrugis" de Mário Silva é um exemplo de como a fotografia pode revelar a beleza oculta da natureza.

A imagem, ao mesmo tempo estética e documental, convida-nos a apreciar a diversidade da vida e a importância da preservação do meio ambiente.

A fotografia é um convite à contemplação e à reflexão sobre a nossa relação com a natureza.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
12
Nov24

Cogumelo “Bresadolia craterella”


Mário Silva Mário Silva

Cogumelo “Bresadolia craterella”

11Nov Cogumelo “Bresadolia craterella”_ms

A imagem capturada por Mário Silva apresenta um grupo de cogumelos crescendo num ambiente natural, numa floresta, sobre uma camada de folhas secas.

A luz incidente sobre os cogumelos realça suas cores e texturas, permitindo uma boa visualização de suas características morfológicas.

A profundidade de campo da fotografia permite que os detalhes dos cogumelos sejam apreciados, desde a forma do chapéu até as lamelas na parte inferior.

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O cogumelo identificado na fotografia como “Bresadolia craterella” é uma espécie interessante com características distintivas:

- O chapéu deste cogumelo geralmente apresenta uma forma convexa, com o centro ligeiramente deprimido, lembrando uma pequena cratera.

Essa característica é uma das marcas registradas da espécie e justifica parte de seu nome científico.

-  A cor do chapéu varia entre o ocre e o castanho claro, podendo apresentar escamas mais escuras.

A parte inferior do chapéu, onde se encontram as lamelas, é geralmente de cor mais clara, tendendo ao branco ou amarelado.

-  O "Bresadolia craterella" é um cogumelo de tamanho médio, com chapéus que podem atingir de 5 a 14 centímetros de diâmetro.

-  Esta espécie é sapróbia, ou seja, alimenta-se de matéria orgânica em decomposição.

É frequentemente encontrada crescendo em troncos ou galhos de árvores mortas, principalmente de árvores decíduas (folha caduca).

- Embora não haja relatos de toxicidade, o “Bresadolia craterella” não é um cogumelo comumente consumido.

A sua comestibilidade é considerada duvidosa e não é recomendada a sua ingestão sem a devida identificação por um especialista.

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Ao comparar a fotografia com a descrição do “Bresadolia craterella”, podemos observar que as características do cogumelo na imagem correspondem à descrição da espécie.

O formato do chapéu, a coloração e o habitat sugerem que se trata de um exemplar de “Bresadolia craterella”.

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A identificação precisa de cogumelos exige um conhecimento profundo de micologia e o exame de diversas características, como a microscopia dos esporos.

A identificação baseada apenas em fotografias pode ser imprecisa e não deve ser utilizada para fins de consumo.

Muitos cogumelos silvestres são tóxicos e podem causar sérias intoxicações.

A colheita de cogumelos para consumo deve ser feita por pessoas experientes e com conhecimento das espécies locais.

Ao fotografar cogumelos no seu habitat natural, é importante respeitar o meio ambiente e não coletar exemplares sem necessidade.

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A fotografia de Mário Silva captura um belo exemplar de “Bresadolia craterella”.

A imagem, aliada à descrição da espécie, permite apreciar as características distintivas deste cogumelo.

No entanto, é fundamental ressaltar que a identificação precisa de cogumelos deve ser realizada por especialistas e que a coleta de cogumelos silvestres para consumo envolve riscos.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
08
Out24

Tortulho (“Boletus aereus”)


Mário Silva Mário Silva

Tortulho

(“Boletus aereus”)

08Out DSC02675_ms

A fotografia de Mário Silva capta de forma precisa e esteticamente agradável a beleza do cogumelo “Boletus aereus”, popularmente conhecido como tortulho.

A profundidade de campo, com o foco nítido no cogumelo e o fundo ligeiramente desfocado, isola o sujeito e realça as suas características distintivas.

A luz natural, que incide suavemente sobre o chapéu do cogumelo, ressalta as suas tonalidades castanhas e a textura aveludada.

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O enquadramento da fotografia é outro ponto forte, com o cogumelo posicionado de forma central e rodeado por um ambiente natural que sugere o seu habitat.

A presença de ramos espinhosos no fundo acrescenta um toque de contraste e realça a forma arredondada e a textura do chapéu do cogumelo.

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O “Boletus aereus” desempenha um papel fundamental no ecossistema, estabelecendo relações simbióticas com árvores como o carvalho e a azinheira.

Através das suas hifas, o fungo explora o solo, absorvendo água e nutrientes que transfere para a árvore, facilitando o seu crescimento. Em troca, a árvore fornece ao fungo compostos orgânicos essenciais para a sua sobrevivência.

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Além da sua importância ecológica, o “Boletus aereus” é altamente valorizado na gastronomia pelo seu sabor intenso e textura firme.

É considerado um dos cogumelos silvestres mais apreciados e é utilizado em diversas preparações culinárias, desde simples acompanhamentos até pratos mais elaborados.

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Para ajudar na identificação correta deste cogumelo, é importante conhecer as suas principais características:

Chapéu: Arredondado, com a superfície aveludada e de cor castanho-escura, quase negra.

Poros: Pequenos e arredondados, inicialmente brancos e posteriormente adquirem tons amarelados.

Pé: Robusto, com forma de clava e coloração amarelada, com uma rede de veias mais escuras.

Carne: Branca e firme, com um ligeiro odor frutado.

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Observação: É fundamental ter em mente que a identificação de cogumelos silvestres requer conhecimento especializado, uma vez que existem espécies tóxicas que podem ser facilmente confundidas com o “Boletus aereus”.

Recomenda-se vivamente a consulta de um especialista em micologia ou a participação em atividades guiadas por pessoas experientes antes de consumir qualquer cogumelo silvestre.

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Em conclusão, a fotografia de Mário Silva captura a beleza e a importância do “Boletus aereus”, um cogumelo que encanta tanto pela sua estética quanto pelo seu valor ecológico e gastronómico.

A imagem é um convite à exploração da natureza e à descoberta da rica biodiversidade que nos rodeia.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
06
Fev24

Os cogumelos no "Mundo Fungi"


Mário Silva Mário Silva

Os cogumelos no "Mundo Fungi"

F01 DSC09051_ms

Os cogumelos desempenham um papel vital no reino Fungi, um reino diversificado de organismos eucarióticos que inclui desde fungos unicelulares microscópicos até formas multicelulares como cogumelos e bolores. Os cogumelos são conhecidos principalmente pela sua capacidade de crescer em ambientes diversos e pela sua importância na decomposição de matéria orgânica, reciclagem de nutrientes e simbiose com plantas.

Alguns pontos-chave sobre os cogumelos no mundo Fungi:

Diversidade: Existem milhares de espécies de cogumelos, cada uma com características únicas em termos de forma, cor, tamanho e habitat. Alguns são comestíveis e valorizados na culinária, enquanto outros são venenosos ou têm propriedades medicinais.

Nutrição: Os cogumelos são heterótrofos, o que significa que obtêm os seus nutrientes absorvendo substâncias orgânicas no seu redor. Eles desempenham um papel essencial na decomposição de matéria orgânica morta, ajudando a reciclar nutrientes no ambiente.

Estrutura: Os cogumelos consistem em várias partes, incluindo o píleo (parte superior), o estipe (caule), as lamelas (estruturas em forma de lâmina sob o píleo) e, em alguns casos, um anel e uma volva (estruturas ao redor do estipe).

Ciclo de vida: O ciclo de vida dos cogumelos envolve a reprodução assexuada através de esporos e, em alguns casos, a reprodução sexual envolvendo a fusão de células especializadas chamadas de hifas.

Ecologia: Os cogumelos desempenham um papel fundamental nos ecossistemas, principalmente na decomposição de matéria orgânica. Além disso, muitas espécies estabelecem simbioses mutualísticas com plantas, ajudando na absorção de nutrientes do solo.

Importância econômica e cultural: Além de seu papel ecológico, os cogumelos têm importância económica significativa como alimento e na indústria farmacêutica. Eles também têm importância cultural em muitas sociedades à volta do mundo, sendo utilizados em práticas culinárias tradicionais e rituais.

Toxicidade e medicina: Enquanto alguns cogumelos são comestíveis e nutritivos, outros são altamente tóxicos e podem causar envenenamento grave e até mesmo a morte. Além disso, alguns cogumelos têm sido estudados pelas suas propriedades medicinais potenciais, incluindo possíveis benefícios para a saúde mental e imunológica.

Os cogumelos são uma parte fascinante e diversificada do reino Fungi, desempenhando papéis importantes em ecossistemas naturais e na cultura humana.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
13
Nov23

Os cogumelos na mata


Mário Silva Mário Silva

Os cogumelos na mata

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A descoberta de cogumelos na mata é um evento que pode ser tanto belo quanto surpreendente. Para os amantes da natureza, é uma oportunidade de observar a diversidade e a beleza desse reino tão enigmático. Para os cozinheiros, é a chance de encontrar ingredientes frescos e saborosos para suas receitas.

Os cogumelos são organismos fascinantes que desempenham um papel importante no ecossistema. Eles são decompostores, o que significa que ajudam a quebrar a matéria orgânica morta. Isso libera nutrientes que podem ser usados por outras plantas e animais.

A beleza dos cogumelos é encontrada na sua variedade de formas, cores e tamanhos. Alguns são pequenos e discretos, enquanto outros são grandes e chamativos. Alguns são de cores vibrantes, enquanto outros são mais discretos.

A descoberta de um cogumelo raro ou exótico pode ser uma experiência memorável. É como encontrar um tesouro escondido na floresta.

Além de sua beleza, os cogumelos também são uma fonte de alimento rica em nutrientes. Alguns cogumelos são comestíveis e podem ser usados numa variedade de pratos. Outros são venenosos e devem ser evitados.

Para quem deseja colher cogumelos, é importante ter conhecimento sobre as espécies comestíveis e venenosas. É também importante colher apenas o que for necessário para o consumo, evitando desperdício.

A descoberta de cogumelos na mata é uma experiência que pode ser apreciada por todos, independente das suas preferências. É uma oportunidade de aprender sobre a natureza e de apreciar a beleza do mundo ao nosso redor.

Aqui estão algumas dicas para aproveitar ao máximo a descoberta de cogumelos na mata:

Faça sua pesquisa. Antes de sair para colher cogumelos, é importante aprender sobre as espécies comestíveis e venenosas da sua região. Você pode encontrar livros, sites e cursos online que podem ajudá-lo.

Vá com um amigo. É sempre bom ter alguém com você quando estiver na floresta.

Use roupas adequadas. Calçados confortáveis e roupas que possam ser sujas são essenciais.

Seja respeitoso com a natureza. Não destrua o habitat dos cogumelos e não colha mais do que o necessário.

Com um pouco de conhecimento e planeamento, pode ter uma experiência segura e agradável ao descobrir cogumelos na mata.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
18
Out23

Cogumelo "Macrolepiota procera"


Mário Silva Mário Silva

Cogumelo "Macrolepiota procera"

O08 DSC00868_ms (Macrolepiota procera)

O cogumelo “Macrolepiota procera”, também conhecido como cogumelo-de-madeira, é um fungo comestível de grande porte, que pode atingir até 20 centímetros de altura. Possui um chapéu hemisférico ou convexo, que pode atingir até 30 centímetros de diâmetro, com uma pele grossa e escamosa de cor branca ou creme. As lamelas são livres, brancas ou creme e o estipe é robusto, cilíndrico, com uma base bulbosa.

Oprocera é encontrado em florestas de coníferas e caducifólias, em solos ricos em matéria orgânica. É um fungo de crescimento rápido, que pode ser encontrado durante o outono e o inverno.

É um cogumelo muito apreciado na culinária, podendo ser consumido fresco ou seco. É utilizado em sopas, risotos, molhos e saladas.

A seguir, uma descrição mais detalhada do cogumelo Macrolepiota procera:

Chapéu: Hemisférico ou convexo, com até 30 centímetros de diâmetro. Pele grossa e escamosa de cor branca ou creme.

Lamelas: Livres, brancas ou creme.

Estipe: Robusto, cilíndrico, com uma base bulbosa.

Utilidade: Comestível, muito apreciado na culinária.

Confusão com outros fungos: Pode ser confundido com o Macrolepiota venenata, que é um fungo venenoso. A principal diferença entre os dois fungos é a cor da pele do chapéu. No Macrolepiota venenata, a pele do chapéu é marrom ou avermelhada.

Precauções: Antes de consumir qualquer fungo, é importante que seja identificado por um micologista experiente.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
17
Dez20

Cogumelos gelatinosos - Águas Frias (Chaves) - PORTUGAL


Mário Silva Mário Silva

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Cogumelos alaranjados e de aspeto gelatinoso, que se podem observar nos bosques e zonas húmidas de Águas Frias (Chaves) – Portugal.

São bonitos, mas eu não os comeria …

Como alguém dizia: ”… todos os cogumelos são comestíveis, só que alguns só se comem uma vez com Vida. !!!!!”

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O que são cogumelos

Os cogumelos são classificados como uma forma comum de fungo, ou seja, são plantas que não podem obter energia por meio da fotossíntese por isso, são chamados de seres heterotróficos, que são aqueles que não possuem capacidade de produzir seu próprio alimento.

Estes fungos são muito populares e podem-se reproduzir em qualquer lugar do mundo.

Eles desenvolvem-se em bosques ou em áreas cobertas de verdura, que tenha muita humidade. Alguns tipos de cogumelo são consumidos como alimento, mas existem outras espécies que são consideradas tóxicas.

Por isso, é necessário que haja muito cuidado na hora de colher cogumelos, principalmente os que crescem espontaneamente.

Quando e onde surgiram

A primeira notícia que existe sobre a origem dos cogumelos é de aproximadamente 450 AC, relatando a morte de uma mãe e três filhos após o seu consumo.

Os cogumelos estão presentes em vários rituais religiosos, culinária e na medicina.

Algumas de suas espécies podem conter veneno e até levar a morte.

Os egípcios, por volta de 4600 anos atrás, usavam o cogumelo em cerimónias religiosas e atribuíam a ele o significado de assegurar a vida eterna.

Apenas faraós tinham acesso a ele, ganhando o nome de "comida real".

Os valores místicos também foram atribuídos por outros povos, como os gregos e romanos que o consideravam "ter poderes mágicos" e "o alimento dos deuses", respetivamente.

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Ver também:

https://www.facebook.com/mario.silva.3363

https://mariosilva2020.blogs.sapo.pt/

http://aguasfrias.blogs.sapo.pt

https://aguasfriaschaves.blogs.sapo.pt/

www.flickr.com/photos/7791788@N04

https://www.youtube.com/channel/UCH8jIgb8fOf9NRcqsTc3sBA...

https://twitter.com/MrioFernandoGo2

https://www.instagram.com/mario_silva_1957/

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Mário Silva 📷
13
Dez19

Águas Frias (Chaves) - ... sexta feira 13 ...


Mário Silva Mário Silva

 

... sexta feira 13 ...

" ... vade retro Satanás ..."

A Sexta-feira no dia 13 de qualquer mês é considerada popularmente como um dia de azar.

O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 constelações do Zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se pela tradição, o mais azarado dos dias.

Triscaidecafobia é um medo irracional e incomum do número 13. O medo específico da sexta-feira 13 (fobia) é chamado de parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia.

Águas Frias (Chaves) - ... o pequeno cogumelo que embora não seja comestível é agradável à vista ...

... o pequeno cogumelo ("Bearded milkcap") que embora não seja comestível é agradável à vista ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... casa desabitada, mas que na sua história já teve muita vida ...

... casa desabitada, ... mas que na sua história, já teve muita vida ...

 

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Em Portugal, muitas cidades e vilas celebram a Sexta-feira 13. A maior festa acontece no castelo de Montalegre, Trás-os-Montes. Em Montalegre, todas as sextas-feiras 13 há uma grande festa, onde não faltam as bruxas, os bruxos, feitiços, teatro e a famosa queimada. 

Na vila de Vinhais, na aldeia de Cidões, também se festeja a sexta-feira 13. Nesta festa, as pessoas reúnem-se à volta de uma grande fogueira. Há também um banquete com produtos locais.

Em Cavalinhos, Leiria, as mulheres juntam-se num encontro onde os homens não podem participar. A noite é das mulheres, que aproveitam para passarem uma noite com muita adrenalina à mistura. 

Noutras cidades portuguesas, como Braga, Loulé ou Porto, a sexta-feira 13 é celebrada com muita animação e com muitas bruxas à mistura.

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... pequena parcela da Aldeia ..

... pequena parcela da Aldeia (Cimo de Vila) ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... paisagem de final de outono ...

... paisagem de final de outono ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... gotas de orvalho numa manhã de inverno ...

... gotas de orvalho numa manhã de inverno ...

 

 

 

Até breve !!!...

 

 

 

 

 

Mário Silva 📷
06
Dez19

Águas Frias (Chaves) - ... como houve chuvas em novembro, o Natal é em ... dezembro ...


Mário Silva Mário Silva

 

... como houve chuvas em novembro,

... o Natal é em ...

dezembro !!!...

 

Águas Frias (Chaves) - ... as bagas vermelhas ...

... as bagas vermelhas ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... anoitece na Aldeia ...

... anoitece na Aldeia ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... janelas no 1º andar da torre de menagem do Castelo de Monforte de Rio Livre (monumento nacional ...

... janelas no 1º andar da torre de menagem do Castelo de Monforte de Rio Livre (monumento nacional) ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... observando a torre da igreja entre o telhado e a chaminé ...

... observando a torre da igreja entre o telhado e a chaminé ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... cortando as ervas secas ...

... cortando as ervas secas ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... a ex-Escola e a Cantina Escolar ...

... a ex-Escola e a Cantina Escolar ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... a lua aparecendo depois de sair por detrás das nuvens ...

... a lua aparecendo depois de estar escondida por detrás das nuvens ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... mais uma vista da Aldeia ...

... mais uma vista da Aldeia ...

 

Águas Frias (Chaves) - ... paisagem outonal ...

... paisagem outonal ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... cogumelo entre folhas secas ...

... cogumelo entre folhas secas ...

 

 

Até breve !!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mário Silva 📷
30
Nov19

Águas Frias (Chaves) - ... A Aldeia em fins de outono ... quando já se "cheira" a Natal ...


Mário Silva Mário Silva

 

... A Aldeia em fins de outono ...

quando já se "cheira" a Natal ...

 

Águas Frias (Chaves) - ... a névoa instala-se na encosta do Brunheiro, fazendo uma cortina translúcida que só deixa ver a silhueta  do Castelo de Monforte de Rio Livre ...

... a névoa instala-se na encosta do Brunheiro, fazendo uma cortina translúcida que só deixa ver a silhueta do Castelo de Monforte de Rio Livre ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... cogumelos de cor bem rosada ... podem ser bonitos , mas ... eu não os comia ...

... cogumelos de cor bem rosada ... podem ser bonitos , mas ... eu não os comia ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... uma lareira se acendeu ... o frio já se instalou ... o calor da lareira já é essencial, por estas paragens ...

... uma lareira se acendeu ... o frio já se instalou ...

o calor da lareira já é essencial,  por estas paragens ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... a árvore despida de folhas, mas ainda conservando alguns frutos ...

... a árvore despida de folhas, mas ainda conservando alguns frutos ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... casas na Aldeia em tons outonais ...

... casas na Aldeia, rodeadas pelos tons outonais ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... o sol outonal rasgando a sua luz através da árvores quase despidas ...

... o sol outonal rasgando a sua luz através da árvores quase despidas ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... uma vista da Aldeia em dia cinzento de fins do outono ...

... uma vista da Aldeia em dia cinzento de fins do outono ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... parte da muralha e da torre de menagem do Castelo de Monforte de Rio Livre (monumento nacional) ...

... parte da muralha e da torre de menagem do Castelo de Monforte de Rio Livre (monumento nacional) ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... duas casas na parte superior da estrada nacional ...

... duas casas na parte superior da estrada nacional ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... o vermelho das folhas que caem ...

... o vermelho das folhas que caem ...

 

 

 

 

Até breve !!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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