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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

06
Mai24

A Casa Amarela com Telhas Vermelhas


Mário Silva Mário Silva

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A Casa Amarela com Telhas Vermelhas

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Era uma vez, numa pequena aldeia chamada Águas Frias, situada no município de Chaves, em Portugal, havia uma charmosa casa amarela com telhas vermelhas.

Essa casa, cercada por um jardim florido e adornada por um ramo de um antigo castanheiro, era um símbolo da beleza e da tranquilidade da região.

A casa era lar de uma família acolhedora, composta por um casal e seus dois filhos.

Eles viviam uma vida simples, mas feliz, apreciando os prazeres da vida.

As crianças brincavam no jardim, correndo entre as flores e subindo nas árvores, enquanto os pais observavam com amor e carinho.

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O ramo do castanheiro, que pendia sobre a casa, era um símbolo de força e proteção. Ele havia resistido a muitas tempestades ao longo dos anos, e os seus galhos frondosos forneciam sombra e refúgio para os habitantes da casa.

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O vale que se estendia abaixo da casa era um lugar de beleza natural incomparável.

Os campos verdejantes, as colinas ondulantes e o rwgato que serpenteava pelo vale criavam uma paisagem de tirar o fôlego.

A família costumava fazer caminhadas pelo vale, apreciando a vista e respirando o ar puro da montanha.

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A vida na casa amarela era tranquila e pacífica.

Os dias eram preenchidos com trabalho, lazer e momentos de união familiar.

As noites eram calmas e estreladas, e o silêncio era apenas quebrado pelo canto dos grilos e o uivo de uma coruja.

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Um dia, uma tempestade forte atingiu a região.

O vento uivava, a chuva caía em torrentes e os raios iluminavam o céu com flashes de luz branca.

A família reuniu-se na sala da casa, preocupada com a segurança do seu lar.

Mas a casa amarela resistiu à tempestade.

O telhado vermelho protegia a casa da chuva, e as paredes fortes resistiam aos ventos furiosos.

 A família sentiu-se segura e grata por ter um lar tão resistente.

Quando a tempestade finalmente passou, o sol voltou a brilhar e um arco-íris apareceu no céu.

A família saiu para o jardim para apreciar a beleza da natureza após a tempestade.

Eles sentiram-se mais unidos do que nunca, e perceberam que sua casa era um lugar especial, onde podiam encontrar segurança, conforto e amor.

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A casa amarela com telhas vermelhas continuou a ser um símbolo de beleza e tranquilidade em Águas Frias por muitos e muitos anos.

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A história da casa amarela com telhas vermelhas é uma história sobre a força da família, a beleza da natureza e a importância de um lar.

É uma história que nos ensina a sermos gratos pelo que temos e a apreciar os momentos simples da vida.

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A história da casa amarela com telhas vermelhas é uma história atemporal que pode ser apreciada por pessoas de todas as idades.

A história ensina-nos a importância de valorizar a família, o lar e a natureza.

A história lembra-nos que a vida é cheia de altos e baixos, mas que sempre há esperança.

A história inspira-nos a sermos gratos pelas coisas simples da vida.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
24
Abr24

"Deus, Pátria e Família": O Lema do Estado Novo, em Portugal


Mário Silva Mário Silva

"Deus, Pátria e Família":

O Lema do Estado Novo, em Portugal

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O lema "Deus, Pátria e Família" foi central para a ideologia e propaganda do regime ditatorial do Estado Novo em Portugal, liderado por António de Oliveira Salazar e Marcelo Caetano entre 1933 e 1974.

Analisando cada elemento do lema:

Deus:

A religião católica era o pilar fundamental do Estado Novo.

O regime promovia a fé como elemento de união nacional e de controle social, utilizando-a para legitimar a sua autoridade e reprimir dissidências.

A Igreja Católica, por sua vez, beneficiava do apoio do Estado para manter o seu poder e influência na sociedade.

Pátria:

O nacionalismo era outro aspeto crucial do Estado Novo.

O regime exaltava a história, a cultura e as tradições portuguesas, buscando criar um senso de identidade nacional forte e coeso.

A propaganda oficial glorificava o passado imperial português e promovia a imagem de uma nação unida e forte sob a liderança de Salazar.

Família:

A família era vista como a base da sociedade no Estado Novo.

O regime defendia um modelo tradicional de família patriarcal, com o pai como chefe e a mulher submissa.

A educação das crianças era vista como um dever primordial das famílias, e o Estado buscava inculcar valores como o respeito à autoridade, o patriotismo e a religião.

Utilização do lema:

Nas escolas:

O lema "Deus, Pátria e Família" era constantemente presente nas escolas, estampado em cartazes, livros didáticos e discursos.

As crianças eram doutrinadas desde cedo nos valores do regime, aprendendo a venerar Deus, amar a pátria e respeitar a autoridade familiar.

Em eventos públicos:

O lema também era utilizado em eventos públicos, como comícios, desfiles e celebrações religiosas.

A repetição constante do lema visava reforçar a mensagem do regime e criar um clima de unidade nacional.

Na propaganda:

A propaganda oficial do Estado Novo utilizava extensivamente o lema "Deus, Pátria e Família".

Cartazes, filmes, rádio e outros meios de comunicação difundiam a mensagem do regime, associando-a a valores positivos e tradicionais.

Críticas ao lema:

O lema "Deus, Pátria e Família" foi alvo de diversas críticas ao longo do tempo.

Visão limitada:

 Muitos críticos argumentam que o lema apresenta uma visão limitada e excludente da sociedade portuguesa.

Ao enfatizar apenas os valores religiosos, patrióticos e familiares, o Estado Novo ignorava a diversidade da população e as lutas por direitos sociais e políticos.

Manipulação:

O lema também é criticado por ser uma ferramenta de manipulação utilizada pelo regime para controlar a população.

Ao associar os seus valores a conceitos considerados sagrados e intocáveis, o Estado Novo dificultava o questionamento e a oposição ao regime.

Legitimação da repressão:

O lema "Deus, Pátria e Família" serviu para legitimar a repressão política e social do Estado Novo.

A defesa da "ordem" e da "tradição" era usada para justificar a perseguição de opositores políticos, a censura da liberdade de expressão e a violação dos direitos humanos.

Conclusão:

O lema "Deus, Pátria e Família" foi um elemento central da ideologia e propaganda do Estado Novo em Portugal.

Apesar de ter sido utilizado para promover a unidade nacional e valores tradicionais, o lema também foi uma ferramenta de manipulação e controle social.

É importante analisar criticamente esse lema e o seu contexto histórico para entender melhor as complexas relações entre poder, religião, nação e família na sociedade portuguesa.

Apesar de já se terem passado meio século desde a queda do regime ditatorial de enlevou este conceito, ainda há quem queira voltar para ele, como sendo o fundamento da sua ideologia.

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Texto & Pintura: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
29
Dez23

Conto de Natal de uma família que vive em Gaza, no meio dos escombros da Guerra entre Israel e a Palestina


Mário Silva Mário Silva

Conto de Natal de uma família que vive em Gaza,

no meio dos escombros da

Guerra entre Israel e a Palestina

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Era véspera de Natal em Gaza, uma região devastada pelos escombros da guerra entre Israel e a Palestina. No meio desse caos e sofrimento, vivia uma família corajosa e resiliente.

A família Aboud, composta pelos pais, Ahmed e Phatima, e seus três filhos, Omar, Layla e Samir, enfrentava diariamente os horrores da guerra. As suas vidas eram marcadas pela destruição, pela falta de recursos básicos e pela constante ameaça à sua segurança.

No entanto, eles recusavam-se a perder a esperança e a alegria, especialmente durante o Natal.

Mesmo em meio da tristeza e do luto, a família Aboud encontrava forças para manter as tradições natalinas vivas.

Eles montavam uma pequena árvore de Natal com os poucos enfeites que conseguiram salvar dos destroços. Colocavam luzes nas janelas, mesmo que a eletricidade fosse escassa, e preparavam uma refeição modesta, mas especial, para compartilharem juntos.

Naquela noite de Natal, enquanto a família se reunia em volta da mesa, eles compartilhavam histórias de tempos melhores, lembravam os entes queridos perdidos e encontravam conforto uns nos outros. Apesar de todas as adversidades, eles se apoiavam e encontravam força na união familiar.

Decididos a trazer um pouco de alegria para suas próprias vidas e para a comunidade, a família Aboud uniu-se para realizar algo extraordinário.

Eles sabiam que muitas outras famílias também enfrentavam dificuldades e que o Natal poderia ser um momento de tristeza para muitos.

Ahmed e Omar saíram pelas ruas de Gaza, distribuindo alimentos e “presentes” para os vizinhos e pessoas necessitadas. Eles levavam esperança e sorrisos a cada lar que visitavam, lembrando a todos que, mesmo em meio ao caos, ainda havia bondade e compaixão no coração humano.

Enquanto isso, Phatima, Layla e Samir organizaram um pequeno evento de Natal na escola local, esburacada pelas bombas.

Com a ajuda dos professores e alunos, eles montaram um espetáculo emocionante, onde as crianças cantavam e dançavam, trazendo um pouco de alegria e esperança para aqueles que tanto precisavam.

Aquela noite de Natal em Gaza foi marcada por um sentimento de união e solidariedade.

As pessoas ajudavam-se, compartilhavam o pouco que tinham e encontravam esperança nas ações uns dos outros.

Mesmo em meio à destruição, o espírito de Natal brilhava com energia.

A família Aboud ensinou-nos que, mesmo nas circunstâncias mais terríveis, é possível encontrar amor e esperança.

Eles mostraram-nos que a resiliência da família e da comunidade pode superar qualquer adversidade.

Eles lembraram-nos que, mesmo no meio dos escombros, o espírito do Natal pode nos guiar para um futuro melhor.

Este conto de Natal, inspirado numa qualquer família de Gaza, faz-nos refletir sobre a importância de valorizar as pequenas coisas e de espalhar amor e esperança, mesmo nos momentos mais sombrios. E mostra-nos como o poder da união familiar e da compaixão pode ajudar a superar até mesmo as circunstâncias mais difíceis.

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Conto de Natal & Pintura (AI): ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
24
Dez20

Véspera de Natal - FELIZ e SANTO NATAL - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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Véspera de Natal

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Desejo a todos(as)

um

FELIZ  E  SANTO

NATAL

 

 

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Véspera de Natal refere-se à noite ou todo dia que precede o dia de Natal e é amplamente vista como a antecipação ao dia de Natal, dia em que se comemora o nascimento de Jesus de Nazaré. Juntos, os dois dias são considerados uma das celebrações culturalmente mais significativas da cristandade e do mundo ocidental.

As celebrações de Natal nas denominações do cristianismo ocidental há muito tempo começam na noite do dia 24 de Dezembro, devido em parte ao dia litúrgico cristão começar ao pôr do sol, uma prática herdada da tradição judaica e baseada na história da Criação no Livro de Gênesis: "e houve tarde, e houve manhã - o primeiro dia." Muitas igrejas ainda soam os sinos e realizam orações à noite. Como a tradição diz que Jesus nasceu durante a noite (com base em Lucas 2: 6-8), uma missa é celebrada na véspera de Natal, tradicionalmente, à meia-noite, na comemoração do seu nascimento. A ideia de que Jesus nasceu durante a noite se reflete no fato de que a véspera de Natal é referida como "Noite Feliz".

Muitas outras variáveis de ​​tradições e experiências culturais também estão associadas à véspera do Natal em todo o mundo, incluindo a reunião de familiares e amigos, o canto de canções de Natal, a iluminação com luzes de Natal, árvores e outras decorações, o envolvimento, a troca e a abertura de presentes e a preparação geral para o dia de Natal. Figuras lendárias do Natal, como o Pai Natal, fazem sua viagem anual para entregar presentes às crianças de todo o mundo na véspera de Natal, embora até o século XVI na Europa, era dito que tais figuras entregavam os presentes na véspera do dia da festa de São Nicolau (6 de dezembro).

A Igreja Católica adota as antigas tradições de considerar a véspera de uma festa como o momento mais importante da celebração. Isso porque, nas antigas tradições, o novo dia começava com o por do sol, ou seja, a noite da véspera já era o dia da festa. Por isso a Vigília do Natal tem a missa mais solene deste período.

 

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Ver também:

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Mário Silva 📷

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