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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

23
Jun24

A casa em ruínas e a janela aberta: Uma porta para o passado medieval


Mário Silva Mário Silva

A casa em ruínas e a janela aberta:

Uma porta para o passado medieval

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A fotografia evoca um sentimento de nostalgia e mistério.

A casa em ruínas, com a sua janela aberta, sugere um passado glorioso que agora está perdido.

A luz que entra pela janela parece convidar-nos a entrar e explorar o que resta.

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Castelo de Monforte de Rio Livre: Um símbolo da história medieval

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A localização da casa, nas proximidades do Castelo de Monforte de Rio Livre, intensifica ainda mais a sensação de viagem no tempo.

O castelo, construído nos séculos XIII e XIV, foi um importante centro de defesa e comércio durante a Idade Média.

Hoje, as suas ruínas ainda impõem respeito e admiração.

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Imaginando o mundo medieval

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Ao olhar para a casa em ruínas e para o castelo, podemos imaginar como era a vida no passado.

Podemos imaginar os cavaleiros montados nos seus cavalos, as damas com os seus vestidos longos e os camponeses trabalhando nos campos.

Podemos imaginar o barulho das batalhas e o cheiro da comida a cozinhar.

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A importância da preservação do património histórico

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A imagem da casa em ruínas também serve como uma anotação da importância da preservação do património histórico.

O Castelo de Monforte de Rio Livre é um monumento importante que deve ser preservado para as gerações futuras.

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Conclusão

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A fotografia da casa em ruínas e da janela aberta é um convite para viajar no tempo e imaginar o mundo medieval.

É também um lembrete da importância da preservação do nosso património histórico.

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A imagem também pode levar-nos a refletir sobre a passagem do tempo e a impermanência das coisas.

A casa em ruínas é um símbolo de que nada dura para sempre, nem mesmo os castelos mais poderosos.

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No entanto, a imagem também pode ser vista como um símbolo de esperança.

A janela aberta sugere que ainda há algo a ser descoberto, que o passado ainda pode nos ensinar algo.

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Em última análise, a interpretação da imagem é livre para cada um.

O importante é que ela nos inspire a pensar sobre o passado, o presente e o futuro.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
22
Jun24

A beleza da pera e o seu valor nutricional


Mário Silva Mário Silva

A beleza da pera e o seu valor nutricional

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A pera é uma fruta de beleza inegável.

A sua forma arredondada e cores vibrantes, como verde, amarela, vermelha e roxa, tornam-na um elemento decorativo atraente.

Além disso, a pera possui um aroma adocicado e uma textura crocante que a tornam deliciosa para ser consumida fresca ou em diversas preparações culinárias.

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Mas a beleza da pera não se resume apenas à sua aparência.

Esta fruta também é rica em nutrientes que beneficiam a saúde de diversas maneiras.

Entre os principais nutrientes da pera, podemos destacar:

- A pera é uma excelente fonte de fibra, tanto solúvel quanto insolúvel.

A fibra solúvel ajuda a controlar os níveis de colesterol no sangue e a regular o açúcar no sangue. Já a fibra insolúvel ajuda a prevenir a obstipação e a promover a saúde digestiva.

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- A pera é rica em vitaminas A, C, K e B6.

A vitamina A é importante para a saúde da visão, da pele e do sistema imunológico.

A vitamina C é um poderoso antioxidante que ajuda a proteger as células contra os danos causados pelos radicais livres.

A vitamina K é importante para a coagulação do sangue e a saúde dos ossos.

A vitamina B6 é importante para o metabolismo das proteínas e para a função nervosa.

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- A pera também é rica em minerais como potássio, magnésio e ferro.

O potássio é importante para a regulação da pressão arterial e para a função muscular.

O magnésio é importante para a produção de energia e para a função nervosa.

O ferro é importante para o transporte de oxigênio no sangue.

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-  A pera é rica em antioxidantes, como polifenóis e flavonoides.

Os antioxidantes ajudam a proteger as células contra os danos causados pelos radicais livres.

Os radicais livres são moléculas instáveis que podem danificar as células e contribuir para o desenvolvimento de doenças crónicas, como cancro, doenças cardíacas e doenças neurodegenerativas.

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O consumo regular de pera pode trazer diversos benefícios para a saúde, como:

Melhoria da saúde digestiva: A fibra da pera ajuda a prevenir a obstipação e a promover a saúde digestiva.

Controle do colesterol: A fibra solúvel da pera ajuda a controlar os níveis de colesterol no sangue.

Regulação do açúcar no sangue: A fibra da pera ajuda a regular o açúcar no sangue.

Fortalecimento do sistema imunológico: A vitamina C da pera ajuda a fortalecer o sistema imunológico.

Proteção contra doenças crónicas: Os antioxidantes da pera ajudam a proteger as células contra os danos causados pelos radicais livres, o que pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de doenças crônicas.

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A pera pode ser consumida de diversas maneiras, como:

Fresca: A pera é uma ótima opção de lanche saudável e nutritivo.

Em saladas: A pera pode ser adicionada a saladas para dar um toque adocicado e crocante.

Em sumos e batidos: A pera pode ser usada para fazer sumos e batidos nutritivos e refrescantes.

Em assados: A pera pode ser assada no forno com especiarias como canela e noz-moscada.

Em compotas e conservas: A pera pode ser usada para fazer compotas e conservas caseiras.

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A pera é uma fruta deliciosa, nutritiva e versátil que pode ser facilmente incorporada à sua dieta.

O consumo regular de pera pode trazer diversos benefícios para a sua saúde.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
21
Jun24

A Penumbra, o cenário do “Lobo em pele de Cordeiro”


Mário Silva Mário Silva

A Penumbra, o cenário do “Lobo em pele de Cordeiro”

A penumbra é o cenário perfeito para a camuflagem do "lobo em pele de cordeiro".

É a indefinição entre a luz e a sombra o "habitat" preferido para os seres que com um sorriso nos lábios e modos que parecem agradar a "todos", mas com o pensamento que os seus interlocutores serão os "cordeirinhos" que poderão articular em sei próprio benefício, mais cedo ou mais tarde.

É com argúcia e engenho que espalham a sua pseudo-benevolência em prol do seu ego e dos seus astutos objetivos.

Os "cordeirinhos" com a sua pura inocência desbravam o caminho que pensam ser seu, mas afinal é o desmatar do "caminho" árduo para que fique acessível aos interesses do "lobo com pele de cordeiro" e enaltecer o seu ego narcisista e interesseiro.

Não queira ser “lobo”, mas não deixe que ele o faça de "cordeirinho" manso e submisso.

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A penumbra, aquele espaço enigmático onde a luz começa a ceder lugar à escuridão, tem sido historicamente associada à ambiguidade moral e à dissimulação.

Este conceito pode ser explorado em diversas dimensões, desde a ciência comportamental até à literatura, para ilustrar a complexidade das interações sociais e a natureza astuciosa de alguns indivíduos dentro do espectro das relações humanas.

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A Penumbra Social e o "Lobo em Pele de Cordeiro"

Na esfera social, a metáfora do "lobo em pele de cordeiro" descreve um indivíduo que, através de uma fachada enganadoramente inofensiva, oculta as suas verdadeiras intenções, que podem ser manipulativas e egoístas.

Este tipo de comportamento é amplamente abordado na psicologia social e na sociopatologia, onde se discute a habilidade de alguns indivíduos de se camuflarem dentro de normas sociais aceitáveis enquanto buscam atingir seus próprios fins, frequentemente em detrimento dos outros.

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Cientificamente, este comportamento pode ser analisado sob a ótica da Teoria dos Jogos, onde as estratégias de cooperação e defeção são estudadas. O "lobo" seria aquele que adota uma estratégia de apostasia, beneficiando-se da cooperação dos "cordeiros" sem retribuir de forma justa.

A longo prazo, esta estratégia pode levar a um colapso do sistema de confiança, essencial para o funcionamento saudável de qualquer grupo ou sociedade.

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Mecanismos de Defesa e Identificação

Como então os "cordeirinhos" se podem proteger?

A literatura científica sugere a necessidade de desenvolver mecanismos de deteção de enganos e intenções ocultas, um campo de interesse tanto para a psicologia evolutiva quanto para a neurociência.

Estudos de linguagem corporal, microexpressões e análise de discurso fornecem ferramentas para identificar incongruências entre o que é dito e o que é verdadeiramente sentido ou pretendido.

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Economicamente, o comportamento do "lobo" pode ser estudado sob a ótica da teoria da agência, onde há conflitos de interesses entre agentes e principais.

A informação assimétrica entre as partes pode levar a situações onde os "lobos" exploram os "cordeiros" para seu próprio ganho.

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Implicações Éticas e Sociais

É essencial ponderar as implicações éticas de tais comportamentos.

A ética aplicada oferece uma reflexão profunda sobre os deveres e responsabilidades em relações interpessoais e profissionais.

Além disso, a filosofia moral pode oferecer “insights” sobre as virtudes de honestidade e integridade em contraposição às ações manipulativas e enganosas.

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Em termos sociais, é imperativo fomentar uma cultura de transparência e integridade, onde comportamentos como os do "lobo em pele de cordeiro" sejam desincentivados e expostos, promovendo um ambiente de cooperação genuína e respeito mútuo.

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Conclusão

O cenário da penumbra, onde luz e sombra se encontram e confundem, é um poderoso símbolo para as interações sociais que envolvem dissimulação e engano.

Entender e identificar o comportamento do "lobo em pele de cordeiro" é crucial para a criação de estruturas sociais mais justas e transparentes.

Cabe a cada "cordeiro" estar atento e não permitir que sua boa vontade seja explorada, sem, contudo, sucumbir à desconfiança infundada que pode corroer o tecido da solidariedade humana.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

Mário Silva 📷
20
Jun24

Numa casa nordestina (poema) - Mário Silva


Mário Silva Mário Silva

Numa casa nordestina

Jun20 DSC08090_ms

 

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Numa casa nordestina, com as escadas de pedra,

Cheias de sardinheiras, coloridas e alegres,

Um jardim florido, com plantas trepadeiras,

E um aroma doce, que invade o ar e os segredos.

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A casa nordestina, com suas paredes brancas,

E telhas vermelhas, que o sol acaricia,

Um lugar aconchegante, cheio de lembranças,

Onde a família se reúne, e a vida se felicita.

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As escadas de pedra, gastas pelo tempo,

Testemunhas de histórias, de alegrias e dores,

Um caminho que leva, a um mundo diferente,

Onde a magia acontece, e os sonhos se transformam em flores.

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As sardinheiras coloridas, penduradas nas paredes,

Trazem vida e cor, a este lugar tão querido,

Um símbolo da arte popular, que o nordeste concede,

E que encanta os olhos, com seu brilho colorido.

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O jardim florido, com plantas trepadeiras,

Que se entrelaçam nos muros, e criam um véu verde,

Um refúgio de paz, em meio à agitação da cidade,

Onde a natureza reina, e a alma se liberta.

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O aroma doce, que invade o ar e os segredos,

É a essência da casa, e do amor que ali reside,

Um perfume de afeto, de carinho e de saudade,

Que aquece o coração, e a alma acalenta.

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A família se reúne, na varanda aconchegante,

Para conversar, rir e compartilhar momentos,

Criando laços de amor, que são eternos e constantes,

E que fazem da casa nordestina, um lar verdadeiramente.

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A vida na casa nordestina, é simples e feliz,

Cheia de alegria, música e sabor,

Um lugar onde o tempo parece parar,

E onde a felicidade reina, em cada canto e em cada flor.

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Este poema é uma homenagem à casa nordestina,

Um lugar mágico e acolhedor,

Onde a vida é simples, mas cheia de amor,

E onde a felicidade floresce, em cada canto e em cada flor.

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Poema & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
19
Jun24

A lenda medieval da Ponte do "Arquinho" - Chaves – Portugal


Mário Silva Mário Silva

A lenda medieval da Ponte do "Arquinho"

Chaves – Portugal

Era uma vez, em tempos antigos e esquecidos, na encantadora, outrora, vila de Chaves, em Portugal, existia uma pequena ponte de pedra conhecida como a Ponte do Arquinho.

Esta ponte, construída há séculos, ligava as duas margens de um riacho cristalino que serpenteava pela floresta densa.

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A lenda conta que a Ponte do Arquinho foi erguida por um habilidoso pedreiro chamado Domingos da Raia, que era conhecido na região pelas suas obras magníficas e duradouras.

No entanto, esta ponte não era uma construção comum.

Domingos da Raia havia feito um pacto secreto com uma fada da floresta chamada Liana, que tinha poderes sobre a natureza e os elementos.

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Liana prometeu a Domingos da Raia que a ponte seria indestrutível e que resistiria ao tempo e às intempéries, mas em troca, ele deveria jurar proteger a floresta e seus seres mágicos.

Domingos da Raia aceitou o pacto e, com a ajuda da magia de Liana, ergueu a Ponte do Arquinho com uma precisão e beleza incomparáveis.

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Durante muitos anos, a ponte serviu aos habitantes da vila, que atravessavam o riacho em segurança.

Diziam que, nas noites de lua cheia, era possível ver a figura etérea de Liana caminhando sobre a ponte, vigiando a sua criação e garantindo que o seu acordo fosse mantido.

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Certa vez, um grupo de forasteiros cobiçosos tentou destruir a ponte para obter as pedras preciosas que acreditavam estar escondidas na sua estrutura.

No entanto, ao tocarem na ponte com intenções maliciosas, foram repelidos por uma força invisível.

Liana, fiel ao seu pacto, usou a sua magia para proteger a ponte e afugentar os intrusos.

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Com o passar dos séculos, a vila de Chaves prosperou, mas a Ponte do Arquinho permaneceu um símbolo de união entre o homem e a natureza.

Os moradores locais contavam a lenda para seus filhos, ensinando-os a respeitar e proteger a floresta e as suas criaturas mágicas.

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Hoje, a Ponte do Arquinho ainda está de pé, um testemunho silencioso da aliança entre Domingos da Raia e Liana.

Aqueles que atravessam a ponte sentem uma sensação de paz e harmonia, e os mais atentos ainda podem ouvir, no murmúrio do riacho, o sussurro da fada Liana, guardiã eterna da Ponte do Arquinho.

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Lenda & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
18
Jun24

A Chave da Teia de Aranha - Mário Silva


Mário Silva Mário Silva

A Chave da Teia de Aranha

 

 

Capítulo 1: O Segredo Escondido

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Num vilarejo tranquilo, encravado nas montanhas portuguesas, vivia uma jovem chamada Isolinda de Monforte.

Isolinda de Monforte era uma menina curiosa, com uma mente ávida por aventuras.

Certo dia, enquanto brincava na horta de sua casa, ela deparou-se com uma porta antiga, escondida entre as trepadeiras que cobriam a parede de pedra.

A porta era de madeira escura, com uma única fechadura empoeirada.

Uma teia de aranha cobria a fechadura, como se guardasse um segredo há muito tempo esquecido.

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A curiosidade de Isolinda de Monforte foi aguçada.

Ela aproximou-se da porta, examinando cada detalhe.

A teia de aranha era intrincada, com fios prateados que brilhavam à luz do sol.

Isolinda de Monforte perguntou-se o que poderia estar escondido atrás da porta.

Ela tentou abrir a fechadura, mas estava enferrujada.

Dececionada, ela estava prestes a desistir quando se lembrou de uma chave antiga que encontrou no sótão da casa de sua avó.

A chave era pequena e ornamentada, com uma forma estranha que não parecia encaixar-se em nenhuma fechadura que ela já havia visto.

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Isolinda de Monforte pegou a chave e inseriu-a na fechadura com cuidado.

A chave girou com um clique suave, e a porta abriu-se com um rangido.

Isolinda de Monforte espreitou para dentro, com os seus olhos arregalados de surpresa.

Atrás da porta havia uma escada em espiral que descia para a escuridão.

O ar estava frio e húmido, e o cheiro a mofo pairava no ar.

Isolinda de Monforte hesitou por um momento, mas a sua curiosidade era mais forte do que seu medo.

Ela desceu a escada com cautela, segurando a lanterna que havia trazido consigo.

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Capítulo 2: O Reino Escondido

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Ao chegar ao fim da escada, Isolinda de Monforte deparou-se com um mundo mágico que jamais imaginara.

Era um reino subterrâneo, iluminado por cristais luminescentes que brilhavam com uma luz suave e etérea.

O ar estava perfumado com o aroma de flores exóticas, e o som de água corrente ecoava pelas cavernas.

Isolinda de Monforte caminhou maravilhada por esse reino encantado, descobrindo criaturas fantásticas e paisagens de tirar o fôlego.

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No seu caminho, ela encontrou um lago cristalino, onde nadavam peixes com escamas multicoloridas.

Flores gigantescas cresciam nas paredes das cavernas, e as suas pétalas brilhavam com cores vibrantes.

Isolinda de Monforte sentia-se como se estivesse num sonho.

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De repente, ela ouviu uma voz suave chamando pelo seu nome.

Isolinda de Monforte virou-se e viu uma figura feminina sentada num trono feito de cristais.

A figura era alta e elegante, com longos cabelos prateados e olhos que brilhavam como estrelas.

Ela usava um vestido branco reluzente e uma coroa de flores.

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Capítulo 3: O Encontro com a Rainha

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A figura apresentou-se como a Rainha das Fadas, a guardiã do reino subterrâneo do Reino de Monforte.

Ela explicou a Isolinda de Monforte que a porta antiga era um portal que só podia ser aberto por alguém com um coração puro e uma mente curiosa.

A Rainha havia observado Isolinda de Monforte brincando na horta e viu a bondade e a inocência nos seus olhos.

Por isso, ela convidou-a para entrar no seu reino.

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Isolinda de Monforte ouviu com atenção as histórias da Rainha sobre o reino das fadas do Reino de Monforte, e sobre os perigos que ameaçavam a sua existência.

Ela aprendeu sobre as criaturas mágicas que habitavam as cavernas, e sobre a importância de proteger o equilíbrio da natureza.

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A Rainha ofereceu a Isolinda de Monforte a hipótese de se tornar a sua protegida, e de aprender a usar os seus poderes mágicos para ajudar o reino.

Isolinda de Monforte aceitou a proposta com entusiasmo, e a Rainha ensinou-lhe tudo o que sabia sobre magia e sobre a importância de proteger o reino subterrâneo.

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Capítulo 4: A Missão de Isolinda de Monforte

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Com o tempo, Isolinda de Monforte tornou-se uma poderosa “feiticeira”, usando os seus poderes para ajudar as fadas e proteger o reino de ameaças externas.

Ela enfrentou muitos desafios, mas sempre se manteve forte e corajosa.

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Um dia, o reino das fadas foi atacado por um grupo de “” malvados vindos do Reino da Galiza que queriam roubar os cristais luminescentes que alimentavam o reino.

Isolinda de Monforte liderou as fadas numa batalha épica, usando os seus poderes mágicos para derrotar os “trolls” e proteger o seu novo lar.

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Após a batalha, a Rainha das Fadas coroou Isolinda de Monforte como princesa do reino subterrâneo do Reino de Monforte, reconhecendo a sua bravura e sua lealdade.

Isolinda de Monforte governou o reino com sabedoria e justiça, e ainda hoje, devido à sua coragem e lealdade o Reino de Monforte e o seu Rio Livre, ainda existe …

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Conto e Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷

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