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MÁRIO SILVA "navegando" em ... águas frias

"Navegando" no Reino Maravilhoso por Terras de Monforte, especialmente na Aldeia de Águas Frias - Chaves - Trás-Os-Montes - PORTUGAL

MÁRIO SILVA "navegando" em ... águas frias

"Navegando" no Reino Maravilhoso por Terras de Monforte, especialmente na Aldeia de Águas Frias - Chaves - Trás-Os-Montes - PORTUGAL

30
Dez19

Águas Frias (Chaves) - Desejos de um Bom 2020 ....


Mário Silva Mário Silva

 

 

Desejo a TODOS

um BOM ano de

2020

 

postal-de-ano-novo-2020

 

RECEITA DE ANO NOVO

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)

Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

 

Carlos Drummond de Andrade , "Receita de Ano Novo"

 

Até 2020 !!!

 

 

                          

 

 

 

23
Dez19

Águas Frias (Chaves) - FELIZ NATAL !!!!!


Mário Silva Mário Silva

Desejo a todos 

um 

Feliz Natal

FELIZ NATAL - Águas Frias

 

Pudesse do Natal dizer que é mais

que o corre-corre, que a lufa-lufa,

que a passada célere demais,

que a mole humana que se adensa e arrufa

e satura nos amplos corredores,

nas ruas e nas lojas, nos mercados

(valendo-se da casa de penhores,

como outrora do livro de fiados);

pudesse do Natal dizer que é muito,

muito mais que o bulício que se sente

atraído pelo larvar intuito

da febre consumista, futilmente,

que faz da pretensão de ter e haver

o santo-e-senha contra o próprio ser.

 

Autor: Domingos da Mota

 

 

                                                    

 

 

 

 

22
Dez19

Águas Frias (Chaves) - ... Chegou o inverno ...faltam 2 dias para o Natal ... e 9 para o final deste ano ...


Mário Silva Mário Silva

 

Chegou o inverno ...

... faltam 2 dias para o Natal ... 

... e 9 para o final deste ano ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... o pote de 3 pés, em ferro, ao lume da lareira ...

... o pote de 3 pés, em ferro, ao lume da lareira ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... uma casa na Aldeia que já "viveu" o que tinha a "viver" ...

... uma casa na Aldeia que já "viveu" o que tinha a "viver" ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... um conjunto de fragas que já foi fonte e artisticamente composta numa altura em ainda haviam cantoneiros que tenham gosto em zelar pelas estradas e sua bermas ...

... um conjunto de fragas que já foi fonte e artisticamente composta numa altura em ainda haviam cantoneiros que tenham gosto em zelar pelas estradas e sua bermas ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... pela rua 1º de Maio ...

... pela rua 1º de Maio ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... vacas pastando e aproveitando a erva fresca que a chuva fez crescer ...

... vacas pastando e aproveitando a erva fresca que a chuva fez crescer ...

 

 

 

Até breve !!!

 

 

          

 

 

 

 

 

 

13
Dez19

Águas Frias (Chaves) - ... sexta feira 13 ...


Mário Silva Mário Silva

 

... sexta feira 13 ...

" ... vade retro Satanás ..."

A Sexta-feira no dia 13 de qualquer mês é considerada popularmente como um dia de azar.

O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 constelações do Zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se pela tradição, o mais azarado dos dias.

Triscaidecafobia é um medo irracional e incomum do número 13. O medo específico da sexta-feira 13 (fobia) é chamado de parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia.

Águas Frias (Chaves) - ... o pequeno cogumelo que embora não seja comestível é agradável à vista ...

... o pequeno cogumelo ("Bearded milkcap") que embora não seja comestível é agradável à vista ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... casa desabitada, mas que na sua história já teve muita vida ...

... casa desabitada, ... mas que na sua história, já teve muita vida ...

 

***************

Em Portugal, muitas cidades e vilas celebram a Sexta-feira 13. A maior festa acontece no castelo de Montalegre, Trás-os-Montes. Em Montalegre, todas as sextas-feiras 13 há uma grande festa, onde não faltam as bruxas, os bruxos, feitiços, teatro e a famosa queimada. 

Na vila de Vinhais, na aldeia de Cidões, também se festeja a sexta-feira 13. Nesta festa, as pessoas reúnem-se à volta de uma grande fogueira. Há também um banquete com produtos locais.

Em Cavalinhos, Leiria, as mulheres juntam-se num encontro onde os homens não podem participar. A noite é das mulheres, que aproveitam para passarem uma noite com muita adrenalina à mistura. 

Noutras cidades portuguesas, como Braga, Loulé ou Porto, a sexta-feira 13 é celebrada com muita animação e com muitas bruxas à mistura.

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... pequena parcela da Aldeia ..

... pequena parcela da Aldeia (Cimo de Vila) ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... paisagem de final de outono ...

... paisagem de final de outono ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... gotas de orvalho numa manhã de inverno ...

... gotas de orvalho numa manhã de inverno ...

 

 

 

Até breve !!!...

 

 

 

 

 

06
Dez19

Águas Frias (Chaves) - ... como houve chuvas em novembro, o Natal é em ... dezembro ...


Mário Silva Mário Silva

 

... como houve chuvas em novembro,

... o Natal é em ...

dezembro !!!...

 

Águas Frias (Chaves) - ... as bagas vermelhas ...

... as bagas vermelhas ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... anoitece na Aldeia ...

... anoitece na Aldeia ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... janelas no 1º andar da torre de menagem do Castelo de Monforte de Rio Livre (monumento nacional ...

... janelas no 1º andar da torre de menagem do Castelo de Monforte de Rio Livre (monumento nacional) ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... observando a torre da igreja entre o telhado e a chaminé ...

... observando a torre da igreja entre o telhado e a chaminé ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... cortando as ervas secas ...

... cortando as ervas secas ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... a ex-Escola e a Cantina Escolar ...

... a ex-Escola e a Cantina Escolar ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... a lua aparecendo depois de sair por detrás das nuvens ...

... a lua aparecendo depois de estar escondida por detrás das nuvens ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... mais uma vista da Aldeia ...

... mais uma vista da Aldeia ...

 

Águas Frias (Chaves) - ... paisagem outonal ...

... paisagem outonal ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... cogumelo entre folhas secas ...

... cogumelo entre folhas secas ...

 

 

Até breve !!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

30
Nov19

Águas Frias (Chaves) - ... A Aldeia em fins de outono ... quando já se "cheira" a Natal ...


Mário Silva Mário Silva

 

... A Aldeia em fins de outono ...

quando já se "cheira" a Natal ...

 

Águas Frias (Chaves) - ... a névoa instala-se na encosta do Brunheiro, fazendo uma cortina translúcida que só deixa ver a silhueta  do Castelo de Monforte de Rio Livre ...

... a névoa instala-se na encosta do Brunheiro, fazendo uma cortina translúcida que só deixa ver a silhueta do Castelo de Monforte de Rio Livre ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... cogumelos de cor bem rosada ... podem ser bonitos , mas ... eu não os comia ...

... cogumelos de cor bem rosada ... podem ser bonitos , mas ... eu não os comia ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... uma lareira se acendeu ... o frio já se instalou ... o calor da lareira já é essencial, por estas paragens ...

... uma lareira se acendeu ... o frio já se instalou ...

o calor da lareira já é essencial,  por estas paragens ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... a árvore despida de folhas, mas ainda conservando alguns frutos ...

... a árvore despida de folhas, mas ainda conservando alguns frutos ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... casas na Aldeia em tons outonais ...

... casas na Aldeia, rodeadas pelos tons outonais ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... o sol outonal rasgando a sua luz através da árvores quase despidas ...

... o sol outonal rasgando a sua luz através da árvores quase despidas ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... uma vista da Aldeia em dia cinzento de fins do outono ...

... uma vista da Aldeia em dia cinzento de fins do outono ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... parte da muralha e da torre de menagem do Castelo de Monforte de Rio Livre (monumento nacional) ...

... parte da muralha e da torre de menagem do Castelo de Monforte de Rio Livre (monumento nacional) ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... duas casas na parte superior da estrada nacional ...

... duas casas na parte superior da estrada nacional ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... o vermelho das folhas que caem ...

... o vermelho das folhas que caem ...

 

 

 

 

Até breve !!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

25
Dez18

Águas Frias (Chaves) - Oh! Oh! Oh! ... É Natal ...


Mário Silva Mário Silva

Águas Frias (Chaves) - o presépio e a igreja matriz - Natal

 

 

 

 

Natal ou Dia de Natal é um feriado e festa religiosa cristã, comemorado anualmente em 25 de dezembro (nos países eslavos e ortodoxos, cujos calendários eram baseados no calendário juliano, o Natal é comemorado no dia 7 de janeiro). A data é o centro das festas de fim de ano, sendo, no cristianismo, o marco inicial do Ciclo do Natal, que dura doze dias.

Originalmente destinada a celebrar o nascimento anual do Deus Sol no solstício de inverno (natalis invicti Solis), a festividade foi ressignificada pela Igreja Católica no século III para estimular a conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano e então passou a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré.

Embora tradicionalmente seja um dia santificado cristão, o Natal é amplamente comemorado por muitos não-cristãos, sendo que alguns de seus costumes populares e temas comemorativos têm origens pré-cristãs ou seculares. Costumes populares modernos típicos do feriado incluem a troca de presentes e cartões, a Ceia de Natal, músicas natalinas, festas de igreja, uma refeição especial e a exibição de decorações diferentes; incluindo as árvores de Natal, luzes a piscar e grinaldas e presépios. Além disso, o Pai Natal é uma figura mitológica popular em muitos países, associada com os presentes para crianças.

Como a troca de presentes e muitos outros aspetos da festa de Natal envolvem um aumento da atividade económica entre cristãos e não cristãos, a festa tornou-se um acontecimento significativo e um período chave de vendas para as empresas. O impacto económico da comemoração é um fator que tem crescido de forma constante ao longo dos últimos séculos em muitas regiões do mundo.

Etimologia

A palavra natal do português já foi nātālis no latim, derivada do verbo nāscor (nāsceris, nāscī, nātus sum) que tem sentido de nascer. De nātālis do latim, evoluíram também natale do italiano, noël do francês, nadal do catalão, natal do castelhano, sendo que a palavra natal do castelhano foi progressivamente substituída por navidad, como nome do dia religioso.

Já a palavra Christmas, do inglês, evoluiu de Christes maesse ('Christ's mass') que quer dizer missa de Cristo.

Origem

Como adjetivo, significa também o local onde ocorreu o nascimento de alguém ou de alguma coisa. Como festa religiosa, o Natal, comemorado no dia 25 de dezembro desde o Século IV pela Igreja ocidental e desde o século V pela Igreja oriental, celebra o nascimento de Jesus Cristo e assim é o seu significado nas línguas neolatinas. Muitos historiadores localizam a primeira celebração em Roma, no ano 336 D.C., no entanto parece que os primeiros registros da celebração do Natal têm origem anterior, na Turquia, a 25 de Dezembro, já em meados do séc. II.

História

Os primeiros indícios da comemoração de uma festa cristã litúrgica do nascimento de Jesus em 25 de dezembro é a partir do Cronógrafo de 354. Essa comemoração começou em Roma, enquanto no cristianismo oriental o nascimento de Jesus já era celebrado em conexão com a Epifania, em 6 de janeiro. A comemoração em 25 de dezembro foi importada para o oriente mais tarde: em Antioquia por João Crisóstomo, no final do século IV, provavelmente, em 388, e em Alexandria somente no século seguinte. Mesmo no ocidente, a celebração da natividade de Jesus em 6 de janeiro parece ter continuado até depois de 380.

No ano 350, o Papa Júlio I levou a efeito uma investigação pormenorizada e proclamou o dia 25 de Dezembro como data oficial e o Imperador Justiniano, em 529, declarou-o feriado nacional.

Muitos costumes populares associados ao Natal desenvolveram-se de forma independente da comemoração do nascimento de Jesus, com certos elementos de origens em festivais pré-cristãos que eram celebradas em torno do solstício de inverno pelas populações pagãs que foram mais tarde convertidas ao cristianismo. Estes elementos, incluindo o madeiros, do festival Yule, e a troca presentes, da Saturnália, tornaram-se sincretizados ao Natal ao longo dos séculos. A atmosfera prevalecente do Natal também tem evoluído continuamente desde o início do feriado, o que foi desde um estado carnavalesca na Idade Média, a um feriado orientado para a família e centrado nas crianças, introduzido na Reforma do século XIX. Além disso, a celebração do Natal foi proibida em mais de uma ocasião, dentro da cristandade protestante, devido a preocupações de que a data é muito pagã ou antibíblica.

Pré-cristianismo

Dies Natalis Solis Invicti significa "aniversário do Sol Invicto".

Estudiosos modernos argumentam que esse festival foi colocado sobre a data do solstício, porque foi neste dia que o Sol voltou atrás em sua partida em direção ao sul e provou ser "invencível". Alguns escritores cristãos primitivos ligaram o renascimento do sol com o nascimento de Jesus. "Ó, quão maravilhosamente agiu Providência que naquele dia em que o sol nasceu...Cristo deveria nascer", Cipriano de Cartago escreveu. João Crisóstomo também comentou sobre a conexão: "Eles chamam isso de 'aniversário do invicto'. Quem de fato é tão invencível como Nosso Senhor...?".

Embora o Dies Natalis Solis Invicti seja objeto de uma grande dose de especulação acadêmica, a única fonte antiga para isso é uma menção no Cronógrafo de 354 e o estudioso moderno do Sol Steven Hijmans argumenta que não há evidência que essa celebração anteceda a do Natal: "Enquanto o solstício de inverno em torno de 25 de dezembro foi bem estabelecido no calendário imperial romano, não há nenhuma evidência de que uma celebração religiosa do Sol naquele dia antecedia a celebração de Natal e nenhuma que indica que Aureliano teve parte na sua instituição”.

Festivais de inverno

Os festivais de inverno eram os festivais mais populares do ano em muitas culturas. Entre as razões para isso, inclui-se o fato de que menos trabalho agrícola precisava ser feito durante o inverno, devido a expectativa de melhores condições meteorológicas com a primavera que se aproximava. As tradições de Natal modernas incluem: troca de presentes e folia do festival romano da Saturnália; verde, luzes e caridade do Ano Novo Romano; madeiros do Yule e diversos alimentos de festas germânicas.

A Escandinávia pagã comemorava um festival de inverno chamado Yule, realizado do final de dezembro ao período de início do janeiro. Como o Norte da Europa foi a última parte do continente a ser cristianizada, suas tradições pagãs tinham uma grande influência sobre o Natal. Os escandinavos continuam a chamar o Natal de Jul.

Cristianismo

A principal celebração religiosa entre os membros da Igreja Católica e de diversos outros grupos cristãos é o serviço religioso da Véspera de Natal ou o da manhã do dia de Natal. Durante os quarenta dias que levam ao Natal, a Igreja Ortodoxa pratica o Jejum da Natividade, enquanto que, a maioria das congregações cristãs (incluindo a Igreja Católica, a Comunhão Anglicana, muitas igrejas protestantes e os batistas) iniciam a observância da temporada litúrgica do Advento quatro domingos antes do Natal  os dois grupos entendem que o período é de limpeza espiritual e de renovação para a celebração do nascimento de Jesus.

Na teologia cristã, o nascimento de Jesus é a encarnação de Jesus como segundo Adão, como realização da vontade de Deus para desfazer o dano provocado pela queda do primeiro homem, Adão. As representações artísticas da Natividade tem sido um grande tema para os artistas cristãos desde o século IV. Desde o século XIII, o presépio enfatiza a humildade de Jesus e promove uma imagem mais terna d'Ele, um importante ponto de inflexão em relação às mais antigas imagens do "Senhor e Mestre", o que acabou por influenciar o ministério pastoral do cristianismo.

Os evangelhos canônicos de Lucas e Mateus contam que Jesus nasceu em Belém, na província romana da Judeia, de uma mãe ainda virgem. No relato do Evangelho de Lucas, José e Maria viajaram de Nazaré para Belém para comparecer a um censo e Jesus nasceu durante a viagem numa simples manjedoura. Anjos o proclamaram salvador de todas as pessoas e pastores vieram adorá-lo. No relato de Mateus, astrônomos seguiram uma estrela até Belém para levar presentes a Jesus, nascido o "rei dos judeus". O rei Herodes ordena então o massacre de todas as crianças com menos de dois anos da cidade, mas a família de Jesus escapa para o Egito e depois volta para Nazaré, um evento que tradicionalmente marca o fim do período conhecido como "Natividade".

Símbolos e tradições

Decorações

Uma outra tradição do Natal é a decoração de casas, edifícios, elementos estáticos, como postes, pontes e árvores, estabelecimentos comerciais, prédios públicos e cidades com elementos que representam o Natal, como, por exemplo, as luzes de natal e grinaldas. Em alguns lugares, existe até uma competição para ver qual casa, ou estabelecimento, teve a decoração mais bonita, com direito a receber um prémio.

A árvore de Natal é considerado por alguns como uma "cristianização" da tradições e rituais pagãos em torno do Solstício de Inverno, que incluía o uso de ramos verdes, além de ser uma adaptação de adoração pagã das árvores. Outra versão sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, uma das mais populares atribui a novidade ao monge agostiniano Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma Protestante do século XVI. Olhando para o céu através de uns pinheiros que cercavam o caminho, viu-o intensamente estrelado parecendo-lhe um colar de diamantes encimando a copa das árvores. Tomado pela beleza daquilo, decidiu arrancar um galho para levar para casa. Lá chegando, entusiasmado, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra e, chamando a esposa e os filhos, decorou-o com pequenas velas acesas afincadas nas pontas dos ramos. Arrumou em seguida papéis coloridos para enfeitá-lo mais um pouco. Era o que ele vira lá fora. Afastando-se, todos ficaram pasmos ao verem aquela árvore iluminada, a quem parecia terem dado vida. Nascia assim a árvore de Natal. Queria, assim, mostrar às crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo.

Na Roma Antiga, os Romanos penduravam máscaras de Baco em pinheiros para comemorar uma festa chamada de "Saturnália", que coincidia com o nosso Natal. As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis, além das representações teatrais semilitúrgicas que aconteciam durante a Missa de Natal serviram de inspiração para que se criasse o presépio. A tradição católica diz que o presépio (do lat. praesepio) surgiu em 1223, quando São Francisco de Assis quis celebrar o Natal de um modo o mais realista possível e, com a permissão do Papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, da Virgem Maria e de José, juntamente com um boi e um jumento vivos e vários outros animais. Nesse cenário, foi celebrada a Missa de Natal.

O sucesso dessa representação do Presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres europeias e de lá foi descendo até as classes mais pobres. Na Espanha, a tradição chegou pela mão do Rei Carlos III, que a importou de Nápoles no século XVIII. Sua popularidade nos lares espanhóis e latino-americanos se estendeu ao longo do século XIX, e na França, não o fez até inícios do século XX. Em todas as religiões cristãs, é consensual que o Presépio é o único símbolo do Natal de Jesus verdadeiramente inspirado nos Evangelhos.

O dia de montar as decorações natalinas variam em cada país. Em Portugal, é costume montar a Árvore de Natal no dia 8 de Dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, padroeira do país. No dia 6 de Janeiro, comemora-se o Dia de Reis, data que assinala a chegada dos Três Reis Magos à Belém, encerrando a magia do Natal, quando a árvore de natal e demais decorações natalinas são desfeitas.

Personagens lendários

Sinterklaas ou São Nicolau, considerado por muitos o Pai Natal) original.

Uma série de figuras de origem cristã e mítica têm sido associadas ao Natal e às doações sazonais de presentes. Entre estas estão o Pai Natal, também conhecido como Santa Claus (na anglofonia), Père Noël e o Weihnachtsmann; São Nicolau ou Sinterklaas, Christkind; Kris Kringle; Joulupukki; Babbo Natale, São Basílio e Ded Moroz.

A mais famosa e difundida destas figuras na comemoração moderna do Natal em todo o mundo é o Pai Natal, um mítico portador de presentes, vestido de vermelho, cujas origens têm diversas fontes. A origem do nome em inglês Santa Claus pode ser rastreada até o Sinterklaas holandês, que significa simplesmente São Nicolau. Nicolau foi bispo de Mira, na atual Turquia, durante o século IV. Entre outros atributos dados ao santo, ele foi associado ao cuidado das crianças, à generosidade e à doação de presentes. Sua festa em 6 de dezembro passou a ser comemorada em muitos países com a troca de presentes.

São Nicolau tradicionalmente aparecia em trajes de bispo, acompanhado por ajudantes, indagando as crianças sobre o seu comportamento durante o ano passado antes de decidir se elas mereciam um presente ou não. Por volta do século XIII, São Nicolau era bem conhecido nos Países Baixos e a prática de dar presentes em seu nome se espalhou para outras partes da Europa central e do sul. Na Reforma Protestante nos séculos XVI e XVII na Europa, muitos protestantes mudaram o personagem portador de presente para o Menino Jesus ou Christkindl e a data de dar presentes passou de 6 de dezembro para a véspera de Natal.

No entanto, a imagem popular moderna do Pai Natal foi criada nos Estados Unidos e, em particular, em Nova York. A transformação foi realizada com o auxílio de colaboradores notáveis, incluindo Washington Irving e o cartonista germano-americano Thomas Nast (1840-1902). Após a Guerra Revolucionária Americana, alguns dos habitantes da cidade de Nova York procuraram símbolos do passado não-inglês da cidade. Nova York tinha sido originalmente estabelecida como a cidade colonial holandesa de Nova Amsterdão e a tradição holandesa do Sinterklaas foi reinventada como São Nicolau.

In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Natal

 

 

 

 

15
Dez18

Águas Frias (Chaves) - " ... Não há em Dezembro ... valente que não trema ..."


Mário Silva Mário Silva

 

 

" ... Não há em Dezembro ...

valente que não trema ..."

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... cogumelo (gelatinosos !!!! e com aspeto vistoso mas pouco apetecíveis) ...

... cogumelos (gelatinosos !!!! e com aspeto vistoso mas pouco apetecíveis) ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... o castelo de Monforte de Rio Livre (monumento Nacional) ...

... o castelo de Monforte de Rio Livre (monumento Nacional) ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... vista (quase) geral da Aldeia ...

... vista (quase) geral da Aldeia ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... igreja matriz, em dia invernoso ...

... igreja matriz, em dia invernoso ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... as folhas caídas e a névoa ...

... as folhas caídas e a névoa ...

 

Até breve !!!

 

 

 

 

 

21
Dez17

Águas Frias (Chaves) - "Assim como vires o tempo de Santa Luzia (13) ao Natal, assim estará o ano mês a mês até final."


Mário Silva Mário Silva

 

 

 

"Assim como vires o tempo

de Santa Luzia (13) ao Natal,

assim estará o ano

mês a mês até final."

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... a cancela ... singela ...

     ... a cancela ... singela ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... cogumelo branco ...

     ... cogumelo branco ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... uma casa na Aldeia ...

     ... uma casa na Aldeia ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... castelo de Monforte de Rio Livre no alto do Brunheiro ...

     ... castelo de Monforte de Rio Livre no alto do Brunheiro ...    

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... os castanheiros e as folhas caídas ...

     ... os castanheiros e as folhas caídas ...    

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... "negras como azeitonas" ...

     ... "negras como azeitonas" ...     

 

 

 

 

 

 

Até breve !!!