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MÁRIO SILVA "navegando" em ... águas frias

"Navegando" no Reino Maravilhoso por Terras de Monforte, especialmente na Aldeia de Águas Frias - Chaves - Trás-Os-Montes - PORTUGAL

MÁRIO SILVA "navegando" em ... águas frias

"Navegando" no Reino Maravilhoso por Terras de Monforte, especialmente na Aldeia de Águas Frias - Chaves - Trás-Os-Montes - PORTUGAL

10
Out20

"A minha terra" - Águas Frias - Chaves - PORTUGAL


Mário Silva Mário Silva

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Vista parcial da aldeia de Águas Frias – Chaves – PORTUGAL

A foto pode ser atual ou antiga … descubra a possível idade …

Nada mudou? ...       Muita coisa se modificou e modernizou? ....

Não pense …  vá lá  ...  e esclareça por si mesmo.

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DSC06023_P&B_ms

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“A minha terra”

 .

A minha terra não é minha. É muito mais.

Nem sequer é nossa, exclusiva dos nossos tempos.

Antes de mim, a partir de um simples cais,

Já se aventurava, sem medo, pelos Descobrimentos.

 

A minha terra é mais do que os rios, as colinas,

Os campos, as montanhas ou as cidades

Onde crescemos, brincámos, conhecemos as meninas

E fizemos as primeiras amizades:

A minha terra é também a língua, o fado, as populações,

Os monumentos, a história, a cultura, as navegações!

 

Mesmo aquele genuíno sentimento

Que quando estou longe me abraça cá dentro

(Há quem lhe chame esperança, mas erra,

Porque não é esperança de verdade),

Não é meu, é da minha terra,

A pátria da saudade.

 

E para conhecê-la, basta viajar

Pelos sete mares e pelos sete ventos,

Para todos os lugares onde continuou a exportar

Os seus patrimónios e os seus talentos.

 

A minha terra é Portugal,

Cujas fronteiras se estendem pelo mundo inteiro.

Só falta acreditar, o sonho é real,

Só falta erguer-se o nevoeiro.

 

                                                                                                                                             Filipe Miguel Costa

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02
Ago20

A CASA BRANCA


Mário Silva Mário Silva

 

 

A CASA BRANCA

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Estou reclinado na poltrona, é tarde, o Verão apagou-se...

Nem sonho, nem cismo, um torpor alastra em meu cérebro...

Não existe manhã para o meu torpor nesta hora...

Ontem foi um mau sonho que alguém teve por mim...

Há uma interrupção lateral na minha consciência...

Continuam encostadas as portas da janela desta tarde

Apesar de as janelas estarem abertas de par em par...

Sigo sem atenção as minhas sensações sem nexo,

E a personalidade que tenho está entre o corpo e a alma...

DSC00573_ms

 

Quem dera que houvesse

Um terceiro estado prà alma, se ela tiver só dois...

Um quarto estado prà alma, se são três os que ela tem...

A impossibilidade de tudo quanto eu nem chego a sonhar

Dói-me por detrás das costas da minha consciência de sentir...

.

Fernando Pessoa

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24
Jul20

O Casebre


Mário Silva Mário Silva

 

O Casebre



Sob a cobertura azulada
se deita um verde capinzal
curvado ao vento e ao tempo;
moldura do objeto de invento
d'um tempo não muito distante...

Com a proteção d’um
chapéu de rama, feito bacia
emborcada de folhas,
que ao vento e ao tempo
transmutou-se em musgos;
visgos colados de poeiras
trazidas pelo vento, a tempo
de matizar telhado.

DSC07482_ms _P&BAntevendo o arriado
do galho cansado,
a paisagem nativa dá colo
de mãe, recostando-o
à maciez de ramas e
tapete colorado;
folhas secas arrastadas
ao vento, amontoou-se aos pés
do velho casebre abandonado,
que pede ao vento e ao
tempo, o tempo de ficar
mais um pouquinho
a tempo de ver a
primavera chegar
e enfim poder
desabar.

   

                                                                                                                                              MarySSantos

 

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12
Jul20

CASTELO ASSOMBRADO (parte II)


Mário Silva Mário Silva

 

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CASTELO ASSOMBRADO

(parte II)

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IV

E toda refulgente de pérolas e rubis
era a linda porta do palácio,
através da qual passava, passava e passava,
a refulgir sem cessar,
uma turba de ecos cuja grata missão
era apenas cantar,
com vozes de inexcedível beleza,
o talento e o saber de seu rei.
.
V

Mas seres maus, trajados de luto,
assaltaram o alto trono do monarca;
(ah, lamentemo-nos, visto que nunca mais a alvorada
despontará sobre ele, o desolado!)
e, em torno de sua mansão, a glória,
que, rubra florescia,
não passa agora, de uma história quase esquecida
dos velhos tempos já sepultados.
.

DSC01075_msVI

E agora os caminhantes, nesse vale,
através das janelas de luz avermelhada, vêem
grandes vultos que se movem fantasticamente
ao som de desafinada melodia;
enquanto isso, qual rio rápido e medonho,
através da porta descorada,
odiosa turba se precipita sem cessar,
rindo - mas sem sorrir nunca mais.
.


Edgar Allan Poe

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30
Jun20

Um gato no telhado


Mário Silva Mário Silva

 

Um gato no telhado

 

repousado,
na cumeeira de um telhado
olhando
e desfrutando
breves miares ao luar
breves melodias pelo ar
que varrem esta aldeia
perdida entre outras aldeias…

DSC07643_msgostava de estar aí sentado
nessa cumeeira
beijada pela lua
gostava de escutar nesse lugar
os sons desta aldeia “viva”
escondido por entre os ramos da noite
e cantar,
com uma guitarra nas mãos


qualquer coisa sonante
ou uma qualquer balada…
mas não sou sequer ágil
para estar sentado
nessa cumeeira ao luar
nem tão pouco ágil
para despontar acordes
desta guitarra sem cordas…


                                                                                                       Bruno Ribeiro

 

🐈



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20
Mai20

Toutinegra de salgueiro - "Phylloscopus trochilus"


Mário Silva Mário Silva

 

Toutinegra de salgueiro

"Phylloscopus trochilus"

 

Comprimento: 11-13cm

Envergadura: 19cm

Peso: 10g

Vida útil média: 2 anos

 

Toutinegra de salgueiro (Phylloscopus trochilus)_CutOut

 

A toutinegra de salgueiro é uma ave fina e delicada de bosques, matagais, parques e jardins. Pode-se ouvir cantando uma canção melodiosa e distorcida da copa das árvores. As toutinegra de salgueiro são aves migratórias, reproduzindo-se na Europa e migrando para o sul da África durante o inverno. Eles são pássaros incomuns porque mudam todas as suas penas duas vezes por ano - uma vez nos criadouros e outra no inverno; no entanto, a razão para isso não é clara. Como outros toutinegra, eles são insetívoros, mas comem bagas e frutas no outono.

 

Como identificar

A toutinegra de salgueiro é verde acima e amarelo pálido abaixo, com uma barriga esbranquiçada e uma faixa de sobrancelha.

 
 
 
 
 

 

16
Mai20

Tremoço de seda (Sicklekeel lupine) – “Lupinus sericeus” - PORTUGAL


Mário Silva Mário Silva

 

Tremoço de seda

(Sicklekeel lupine) – “Lupinus sericeus”

 

“Lupinus sericeus” é uma espécie de angiospermas da família das leguminosas conhecido pelo nome comum de tremoço de seda ou tremoço sedoso de Pursh . É nativa da América do Norte ocidental.

Esta erva perene produz caule ereto de um amadeirado caule e sistema radicular profundo. As hastes podem atingir até 50 centímetros de altura e pode ramificar ou não. Eles são revestidos em cabelos prateados ou avermelhadas. As folhas têm até 9 folhetos lanceoladas cada um com até 6 centímetros de comprimento. Eles são revestidos em cabelos de seda. A inflorescência é um cacho de muitas flores, geralmente em tons de roxo ou azul, mas às vezes branco ou amarelado. A parte de trás da pétala bandeira é peludo. O fruto é uma cabeluda vagem leguminosa até 3 centímetros de comprimento, contendo até 7 sementes.

Tremoço de seda (Sicklekeel lupine) – “Lupinus sericeus”

Esta planta cresce em muitos tipos de habitat, incluindo florestas, bosques, chaparral e pastagens . Muitas vezes cresce em encostas rochosas, secas, e cresce melhor em locais abertos, sem sombra.

Tal como muitos outros tremoços , esta espécie é muito tóxica para os carneiros, e menos para o gado e cavalos. Ele contém teratogénicos, compostos químicos que podem causar defeitos congénitos em vitelos se a planta é comida por sua mãe durante a parte inicial da gestação. A sua toxicidade é causada por uma concentração de quinolizidínicos alcalóides. Ele não parece ser tóxico para animais selvagens. Carneiros selvagens, esquilos alimentam-se das folhas e flores. Muitos outros pequenos mamíferos e aves também comem partes dele.

 

In: https://pt.qwe.wiki/wiki/Lupinus_sericeus

 

 

 

                                                 

 

 

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