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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

03
Nov25

Torre dos Clérigos - Porto - Portugal


Mário Silva Mário Silva

Torre dos Clérigos

Porto - Portugal

03Nov DSC08955_ms

A fotografia de Mário Silva retrata a icónica Torre dos Clérigos, um dos símbolos mais reconhecíveis da cidade do Porto.

A imagem é capturada de baixo para cima, o que enfatiza a monumentalidade e a altura da torre.

A luz é intensa e dourada, sugerindo o final da tarde, banhando a pedra de granito com um brilho quente que realça os pormenores arquitetónicos barrocos e rococós.

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A torre, de estilo barroco, domina o centro, com os seus vários registos de cantaria detalhada.

No primeiro plano, o enquadramento é feito por três oliveiras de copas volumosas e verde-douradas, que criam um contraste natural com a rigidez da pedra e o azul límpido do céu.

As copas das árvores, parcialmente iluminadas pelo sol poente, emolduram a base da torre e separam o monumento dos edifícios circundantes, visíveis à direita e à esquerda.

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A Torre dos Clérigos: O Farol Barroco que Define o Horizonte do Porto

A Torre dos Clérigos, em pleno coração da cidade do Porto, é muito mais do que um edifício alto; é o marco que define a identidade da cidade e um dos mais notáveis exemplos do Barroco e Rococó em Portugal.

A sua presença imponente, capturada com a dignidade da luz dourada na fotografia de Mário Silva, é um testemunho da ambição artística e da religiosidade do século XVIII.

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A Obra-Prima de Nicolau Nasoni

A torre é parte integrante do conjunto da Igreja dos Clérigos, mas ganhou vida própria.

Foi projetada pelo arquiteto italiano Nicolau Nasoni, que deixou uma marca indelével na arquitetura do Norte de Portugal.

Concluída por volta de 1763, a torre é uma obra-prima de engenharia e decoração.

Com os seus 75,6 metros de altura, foi, durante muito tempo, a construção mais alta do país.

A sua estrutura em granito, decorada com festões, balaustradas e urnas, demonstra a fluidez e a teatralidade do estilo barroco.

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O Símbolo da Cidade

A Torre dos Clérigos desempenhou um papel vital na vida do Porto.

A sua altura não era apenas para exibição; a torre servia como farol para os navios que entravam na barra do Douro, guiando os marinheiros, e também como um ponto de referência visual inconfundível para os viajantes.

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Hoje, ela mantém a sua função simbólica.

É o ponto de onde se tem uma das vistas mais espetaculares da cidade, do rio Douro e do oceano.

Subir os seus mais de 225 degraus é um ritual obrigatório para quem visita o Porto.

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A Torre na Cultura Portuense

A Torre dos Clérigos está profundamente enraizada na cultura popular portuense.

A sua imagem é imediatamente reconhecível e está ligada à resiliência e ao espírito bairrista da cidade.

Ela resistiu a séculos, a guerras, e ao progresso urbano, mantendo-se firme como um guardião de pedra.

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A fotografia, ao enquadrar a torre entre as oliveiras, sublinha a sua ligação à terra e à natureza, mostrando-a não apenas como um monumento histórico, mas como uma parte viva e pulsante do quotidiano da cidade.

A Torre dos Clérigos é, de facto, o farol que ilumina o património e a alma do Porto.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
23
Jul25

Alvéola-branca (Motacilla alba) … e uma estória


Mário Silva Mário Silva

Alvéola-branca (Motacilla alba)

… e uma estória

23Jul DSC06931_ms

A fotografia de Mário Silva, intitulada "Alvéola-branca (Motacilla alba)", captura uma alvéola-branca num momento peculiar e visualmente interessante.

O pássaro está empoleirado no topo de um cone de um remate de telhado laranja, que se destaca vibrantemente contra um fundo claro e desfocado, que pode ser o céu ou uma superfície muito iluminada.

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A alvéola-branca, identificável pelas suas cores distintas (preto, branco e cinzento), é vista de perfil, com a sua cauda longa e elegante a apontar para baixo.

O seu bico está ligeiramente aberto, e parece ter algo que acabou de caçar ou recolher – possivelmente um inseto – o que sugere um momento de alimentação ou de transporte de alimento para os seus jovens.

Os detalhes das penas são nítidos, e o olho do pássaro está focado, transmitindo uma sensação de alerta e vivacidade.

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O cone laranja, com a sua textura áspera e algumas manchas escuras, serve como um pedestal inesperado e moderno para a ave, criando um contraste fascinante entre a natureza selvagem e um objeto criado pelo homem.

A composição minimalista, com o foco total no pássaro e no cone, realça a beleza da alvéola-branca e a estranheza do seu poleiro incomum.

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A Estória: O Rei do Cone Laranja

Na movimentada cidade, onde o cinzento do asfalto reinava supremo e os prédios arranhavam o céu, havia um pequeno cone de trânsito.

Laranja berrante, desgastado por mil carros e esquecido numa berma, parecia um ponto de exclamação perdido no grande livro da cidade.

Mas para Piu-Piu, uma alvéola-branca de penas impecáveis e olhos astutos, aquele cone não era um obstáculo; era um trono.

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Piu-Piu era uma alvéola diferente.

Enquanto as suas irmãs se contentavam com telhados e fios elétricos, ele ansiava por um poleiro que lhe desse uma perspetiva única sobre o mundo.

E foi assim que descobriu o cone laranja.

De longe, parecia uma montanha colorida, e de perto, era o poleiro perfeito para o seu plano: tornar-se o melhor caçador de insetos da cidade.

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Todos os dias, ao amanhecer, Piu-Piu voava para o seu trono laranja.

A partir dali a sua visão era imbatível.

Observava o zumbido das moscas, o rastejar dos besouros e o voo errático das borboletas.

E com uma precisão que faria inveja a qualquer falcão, ele mergulhava, apanhava a sua presa – um minúsculo inseto, mal visível para o olho humano – e regressava triunfante ao seu cone.

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Mário Silva, o fotógrafo, passou semanas a tentar captar este momento.

Piu-Piu era esquivo, rápido.

Mas naquele dia, com o sol a nascer e o céu a pintar-se de um branco suave, Piu-Piu pousou no seu trono.

No bico, trazia o seu pequeno prémio da manhã.

Ele olhou para o horizonte, com o seu olhar de rei, a sua cauda a balançar com a autoconfiança de um monarca.

Era o momento perfeito.

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A fotografia, quando revelada, tornou-se a lenda de Piu-Piu.

"O Rei do Cone Laranja", diziam.

As outras alvéolas, que antes o olhavam com estranheza, agora admiravam-no.

Aprenderam que, às vezes, o melhor lugar para ser o que se é, não é onde se espera, mas onde a ousadia nos leva.

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Mas Piu-Piu tinha um segredo hilariante que ninguém sabia.

Ele não escolhera o cone apenas pela vista privilegiada.

A verdade é que, um dia, ao voar apressado, tinha embatido com o bico no cone e, para sua surpresa, o impacto tinha libertado um cheiro a... pizza!

Parece que, na noite anterior, um desavisado transeunte tinha deixado cair um pedaço de pizza na base do cone, e o calor do sol havia fermentado um aroma que atraía os insetos mais suculentos de toda a cidade.

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Então, enquanto todos viam em Piu-Piu um símbolo de perspicácia e adaptabilidade, ele, no seu trono laranja, ria-se baixinho com o seu segredo de caça: a pizza esquecida que fazia do seu poleiro não só o mais alto, mas também o mais... apetitoso.

E assim, Piu-Piu continuou a reinar, o seu pequeno império de insetos garantido pela mais improvável das iscas, um verdadeiro “gourmand” da natureza no coração da cidade.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
12
Mai25

"Uma nesga da cidade do Porto"


Mário Silva Mário Silva

"Uma nesga da cidade do Porto"

12Mai DSC04439_ms

A fotografia de Mário Silva, intitulada "Uma nesga da cidade do Porto", captura um recorte encantador e menos explorado da cidade do Porto.

A imagem mostra uma vista de um bairro tradicional, com edifícios de arquitetura típica portuguesa, caracterizados por telhados de telhas vermelhas e fachadas que misturam tons de branco, bege e cores mais escuras, algumas desgastadas pelo tempo.

No centro da composição, destaca-se uma estrutura circular com uma cúpula envidraçada, o Palácio da Bolsa, que se ergue acima dos demais.

À direita, uma torre sineira de pedra, com detalhes barrocos, adiciona um elemento vertical que contrasta com a horizontalidade dos telhados.

A luz suave e o céu claro sugerem que a foto foi tirada num dia ensolarado, realçando os tons quentes da cidade.

A assinatura de Mário Silva, no canto inferior direito, personaliza a obra, que parece revelar a beleza escondida em recantos menos turísticos do Porto.

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O Porto, a segunda maior cidade de Portugal, é um mosaico de história, cultura e urbanidade que se desdobra nas suas ruas estreitas, praças vibrantes e miradouros que oferecem vistas deslumbrantes sobre o rio Douro.

A urbanidade do Porto é marcada pela sua autenticidade: uma mistura de tradição e modernidade que se reflete na arquitetura, no ritmo de vida e nas gentes que habitam a cidade.

Os bairros típicos, como os retratados na fotografia de Mário Silva, são o coração pulsante do Porto.

Casas antigas, muitas vezes com azulejos coloridos e varandas de ferro forjado, alinham-se em ruas inclinadas que desafiam os transeuntes a explorar cada esquina.

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A cidade é conhecida pela sua relação íntima com o Douro, que a atravessa e molda a sua identidade, mas também pelos seus recantos menos conhecidos, onde a vida acontece de forma mais genuína.

Pequenos mercados, tascas onde se servem petiscos tradicionais como as tripas à moda do Porto, e igrejas barrocas escondidas entre prédios são parte do quotidiano portuense.

A urbanidade do Porto é, ainda, marcada pela convivência: vizinhos que se cumprimentam das janelas, crianças a brincar nas ruas e o som do elétrico que sobe e desce as colinas.

É uma cidade que vive ao seu próprio ritmo, onde o passado e o presente coexistem em harmonia, convidando quem a visita a perder-se nas suas ruelas e a descobrir a alma tripeira que a define.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
15
Fev25

"Fonte dos Leões" (Porto – Portugal)


Mário Silva Mário Silva

"Fonte dos Leões"

(Porto – Portugal)

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A fotografia de Mário Silva captura a beleza e a imponência da Fonte dos Leões, um marco icónico da cidade do Porto.

A imagem, com uma composição equilibrada, destaca a fonte em toda a sua exuberância, com os leões de bronze a sobressair sobre a água cristalina.

A iluminação noturna, com tons de azul e verde, confere à fonte um ar mágico e misterioso.

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A Fonte dos Leões foi inaugurada a 24 de julho de 1882.

O nome da fonte deve-se às quatro imponentes estátuas de leões que a rodeiam – daí a designação “Fonte dos Leões”.

Estes leões foram esculpidos pelo artista francês Emmanuel Fremiet, conhecido pelas suas esculturas de animais durante os finais do século XIX

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A composição da fotografia é simétrica, com a fonte ocupando o centro da imagem.

A perspetiva adotada permite apreciar a fonte em toda a sua grandiosidade, destacando os detalhes das esculturas e a beleza da água.

A luz artificial, com tons de azul e verde, cria um ambiente mágico e noturno.

A água, iluminada por baixo, parece brilhar, criando um efeito visualmente impactante.

Os leões, símbolo de força e poder, representam a importância da cidade do Porto como um centro económico e cultural.

A água, por sua vez, simboliza a vida, a renovação e a purificação.

A Fonte dos Leões foi construída no século XIX, durante um período de grande desenvolvimento urbano da cidade do Porto.

A fonte representa a modernização da cidade e a sua aspiração a uma imagem cosmopolita.

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A Fonte dos Leões é um dos monumentos mais emblemáticos da cidade do Porto, desempenhando um papel importante na vida dos portuenses e na identidade da cidade.

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A fonte é um dos cartões de visita da cidade, sendo um ponto de encontro e um local de passeio para turistas e habitantes locais.

A construção da fonte, no século XIX, representou um avanço tecnológico e um símbolo de progresso para a cidade.

A Fonte dos Leões faz parte da memória coletiva dos portuenses e está associada a diversos acontecimentos históricos e culturais.

A fonte tem sido representada em diversas obras de arte, como pinturas, fotografias e esculturas, tornando-se um ícone da cultura portuense.

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Em resumo, a fotografia de Mário Silva captura a beleza e a importância da Fonte dos Leões, um marco histórico e cultural da cidade do Porto.

A imagem, com a sua composição harmoniosa e a sua simbologia rica, convida-nos a refletir sobre a história da cidade e a sua identidade.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
31
Out24

"Miradouro de São Lourenço" - Chaves - Portugal Localização privilegiada e se fossem cortadas as copas das árvores invasoras (Acacia dealbata) ter-se-ia uma visão deslumbrante sobre toda a cidade de Chaves e o seu belo vale.


Mário Silva Mário Silva

"Miradouro de São Lourenço" - Chaves - Portugal

Localização privilegiada e se fossem cortadas as copas das árvores invasoras (Acacia dealbata) ter-se-ia uma visão deslumbrante sobre toda a cidade de Chaves e o seu belo vale.

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A fotografia "Miradouro de São Lourenço" de Mário Silva captura um momento de serenidade e contemplação em Chaves, Portugal.

A imagem apresenta uma estrutura de cimento em forma de letras, que serve como mirante, emoldurada por um céu azul claro e uma paisagem verdejante.

As linhas retas e robustas da estrutura contrastam com as curvas suaves das colinas e a textura irregular das árvores, criando uma composição visualmente interessante.

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A luz natural incide sobre a cena, realçando as sombras e destacando a textura do cimento.

A profundidade de campo da fotografia permite ao espectador apreciar tanto os detalhes da estrutura quanto a vastidão da paisagem ao fundo.

A presença das árvores, embora invasoras, adiciona um toque de naturalidade à imagem e cria uma sensação de imersão na paisagem.

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A fotografia de Mário Silva é um excelente exemplo de como a arquitetura e a natureza se podem complementar para criar uma imagem esteticamente agradável e evocativa.

A escolha do ângulo e da composição permite ao observador apreciar a beleza da estrutura e da paisagem ao mesmo tempo.

A luz natural, utilizada de forma eficaz, confere à imagem uma atmosfera serena e contemplativa.

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A composição é equilibrada e harmoniosa, com a estrutura de cimento como elemento central e a paisagem como pano de fundo.

A luz natural realça as formas e as texturas, criando um efeito de profundidade.

A perspetiva escolhida permite ao observador imaginar a vista deslumbrante que se teria sem a presença das árvores.

A fotografia transmite uma sensação de paz e tranquilidade, convidando o observador a refletir sobre a relação entre o homem e a natureza.

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A presença das acácias invasoras limita a vista e prejudica a experiência do observador.

A sugestão de podar as árvores é pertinente para valorizar ainda mais o potencial do miradouro.

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A fotografia destaca o potencial turístico do miradouro de São Lourenço.

Com a devida manutenção e valorização, este local poderia tornar-se um ponto de referência para os visitantes de Chaves.

A questão das árvores invasoras levanta a discussão sobre a importância da conservação ambiental e a necessidade de encontrar soluções equilibradas para a gestão de áreas naturais.

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Em conclusão, a fotografia "Miradouro de São Lourenço" de Mário Silva é uma obra que convida à reflexão sobre a beleza da paisagem e a importância da preservação do património natural e cultural.

A imagem captura um momento de serenidade e contemplação, ao mesmo tempo em que aponta para a necessidade de intervenções para valorizar o potencial turístico e ambiental do local.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
16
Ago24

"Tomar banho de sombra no passadiço da Figueira da Foz (Portugal)" - Mário Silva


Mário Silva Mário Silva

"Tomar banho de sombra no passadiço da

Figueira da Foz (Portugal)"

Mário Silva

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A fotografia de Mário Silva apresenta uma cena serena e tranquila de uma tarde de verão na Figueira da Foz.

A imagem captura um momento de pausa e descanso no meio do movimento da cidade, convidando o observador a imaginar-se ali, aproveitando a sombra dos guarda-sóis e a brisa do mar.

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O elemento central da fotografia são os guarda-sóis, dispostos em filas paralelas com as suas caraterísticas listras brancas e azuis criando um padrão visual rítmico.

Eles fornecem sombra e proteção do sol, convidando os frequentadores do calçadão a sentarem-se e relaxarem.

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Duas cadeiras brancas estão posicionadas entre os guarda-sóis, sugerindo a presença de pessoas que usufruem do espaço.

No entanto, elas estão vazias, criando um senso de quietude e solitude.

 

A calçada tipicamente portuguesa de cubos de calcário brancos e pretos estende-se ao longo da imagem, conduzindo o olhar do observador para o horizonte.

Ela representa o movimento da cidade e a vida que pulsa ao redor do local tranquilo onde os guarda-sóis estão dispostos.

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A ausência de pessoas na fotografia contribui para a atmosfera serena e tranquila da cena.

Ela permite que o espectador se concentre nos elementos da composição e imagine-se ali, desfrutando da sombra e da brisa do mar.

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A fotografia de Mário Silva captura com maestria a beleza e a tranquilidade de um dia de verão na Figueira da Foz.

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A fotografia pode ser interpretada como uma metáfora para o descanso e a fuga da agitação da vida quotidiana.

Os guarda-sóis representam um refúgio do sol e do calor, enquanto as cadeiras vazias sugerem um convite para desacelerar e aproveitar o momento presente.

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Em suma, a fotografia "Tomar banho de sombra no passadiço da Figueira da Foz (Portugal)" de Mário Silva é uma obra de arte que captura a beleza e a tranquilidade de um dia de verão à beira-mar.

Ela convida o observador a conectar-se com a natureza e a apreciar a quietude do momento presente.

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A fotografia foi tirada num dia de verão, o que é indicado pela luz forte e pelas sombras nítidas.

A localização da fotografia é o passadiço da Figueira da Foz, um local popular para caminhadas e passeios à beira-mar.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
12
Ago24

"Castelo de Bragança" (Portugal)


Mário Silva Mário Silva

"Castelo de Bragança" (Portugal)

Mário Silva

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Em primeiro plano, a fotografia mostra a imponente Torre de Menagem do Castelo de Bragança, que se ergue majestosamente sobre a cidade.

A torre, de planta quadrada e com cinco pisos, é a estrutura mais alta do castelo e é um dos seus elementos mais emblemáticos.

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Ao fundo, podemos ver a cidade de Bragança, com seus telhados vermelhos e as suas ruas estreitas.

A cidade está situada num vale verdejante, rodeado por montanhas.

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A fotografia é colorida e tem uma composição equilibrada.

A Torre de Menagem está centralizada na imagem, e a cidade e as montanhas emolduram a cena.

A luz natural ilumina a Torre de Menagem e a cidade, criando um efeito de contraste que destaca a beleza do castelo.

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O Castelo de Bragança está situado na cidade de Bragança, em Portugal.

A sua construção teve início no século XII, sob o reinado de D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal.

O castelo foi ampliado e reforçado ao longo dos séculos, e desempenhou um papel importante na defesa do reino contra os reinos vizinhos de Espanha.

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O Castelo de Bragança foi a sede da Casa de Bragança, uma das famílias mais importantes da nobreza portuguesa.

A Casa de Bragança ascendeu ao trono de Portugal em 1640, com a coroação de D. João IV.

O castelo continuou a ser utilizado como residência real até o século XIX.

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Hoje, o Castelo de Bragança é um dos principais monumentos históricos de Portugal.

Está classificado como Monumento Nacional desde 1910 e é um dos castelos mais bem preservados do país.

O castelo é aberto ao público e alberga um museu militar.

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O Castelo de Bragança é um importante símbolo da cultura portuguesa.

É um dos castelos mais bem preservados do país e é um dos principais atrativos turísticos da região.

O Castelo de Bragança é um importante recurso educativo.

O museu militar que alberga oferece aos visitantes a oportunidade de aprender sobre a história do castelo e do reino de Portugal.

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A fotografia foi tirada de um ponto de vista elevado, o que permite ter uma vista panorâmica do castelo e da cidade.

A fotografia foi tirada à luz natural, o que cria um efeito realista e atraente.

A fotografia está bem composta, com a Torre de Menagem centralizada na imagem e a cidade e as montanhas emolduram a cena.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷

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