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MÁRIO SILVA - Fotografia & Escrita

*** *** A realidade e a "minha realidade" em imagens e escrita

03
Dez23

Primeiro domingo do ADVENTO - Igreja matriz de Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

Primeiro domingo do ADVENTO

Igreja matriz de Águas Frias - Chaves - Portugal

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O primeiro domingo do Advento é 3 de dezembro de 2023.

O Advento é um tempo de preparação para o Natal, que celebra o nascimento de Jesus Cristo.

O primeiro domingo do Advento é o início do novo ano litúrgico, que é o ano religioso da Igreja Católica.

As leituras da liturgia do primeiro domingo do Advento convidam-nos a preparar o caminho para a vinda do Senhor.

A primeira leitura, do profeta Isaías, nos fala-nos da necessidade de conversão e arrependimento para receber o Senhor.

A segunda leitura, da primeira carta de Paulo aos Coríntios, lembra-nos que Deus está sempre presente connosco, mesmo nos momentos mais difíceis.

O evangelho, de Marcos, convida-nos a estar vigilantes e preparados para a vinda do Senhor.

O primeiro domingo do Advento é um dia de alegria e esperança.

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Coroa do Advento (ou guirlanda do Advento) é um objeto muitas vezes de forma circular coberto de ramos verdes (ou o chamado ''festão''), no qual se colocam quatro velas, uma para cada domingo do Advento: verde no 1º domingo, roxa no 2º domingo, vermelha no 3º domingo e branca no 4º domingo.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
27
Nov23

O encanto da luz do candeeiro - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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O encanto da luz do candeeiro

Chaves - Portugal

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Numa noite fria e desconfortável, a luz do candeeiro de rua pode ser um refúgio de paz e tranquilidade. O seu brilho suave e o seu calor acolhedor podem ajudar a afastar a sensação de isolamento e solidão.

A luz do candeeiro de rua cria uma atmosfera mágica e misteriosa. Os seus reflexos na calçada e nos edifícios criam um efeito de sombras e luzes que é hipnotizante. É como se o mundo fosse transformado num lugar de fantasia.

Numa noite fria, a luz do candeeiro de rua pode ser uma lembrança de que não estamos sozinhos. O seu brilho constante é um sinal de que há vida lá fora, mesmo que seja apenas a vida de um pequeno inseto ou de um gato que passeia pela rua.

A luz do candeeiro de rua pode ser uma fonte de conforto e inspiração. É uma lembrança de que, mesmo em noites frias e desconfortáveis, há sempre beleza e magia no mundo.

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A luz do candeeiro de rua

Brilha numa noite fria,

Criando um mundo de magia,

Um mundo de sonhos e fantasia.

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O seu brilho é suave e acolhedor,

Como um abraço amigo,

Que afasta a sensação de isolamento,

E traz um pouco de conforto.

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A luz do candeeiro de rua

É a lembrança de que não estamos sozinhos,

De que há vida lá fora,

Mesmo que seja apenas um pequeno inseto,

Ou um gato que vagueia pela rua.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
25
Nov23

Monumento da Mocidade Portuguesa Feminina (MPF) – Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

 

Monumento da Mocidade

Portuguesa Feminina (MPF)

Águas Frias (Chaves) - Portugal

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A Mocidade Portuguesa Feminina (MPF) foi uma organização juvenil feminina criada pelo Estado Novo em Portugal em 1937. A sua missão era formar uma mulher "nova", através da "educação moral, cívica, física e social".

A MPF era uma organização paramilitar, com uniformes e saudação próprias. As suas atividades incluíam exercícios físicos, educação patriótica, formação doméstica e social.

A MPF era dirigida por uma Comissária Nacional, que era nomeada pelo governo. A primeira Comissária Nacional foi Maria Guardiola, que ocupou o cargo de 1937 a 1962.

A MPF teve um papel importante na propaganda do Estado Novo. As suas atividades eram usadas para promover os valores do regime, como o nacionalismo, o catolicismo e a ordem social.

A MPF foi dissolvida em 1974, após a Revolução dos Cravos.

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Objetivos da MPF

Formar uma mulher "nova", que fosse patriótica, católica e obediente aos valores do Estado Novo.

Preparar as mulheres para o seu papel de esposas e mães.

Promover o nacionalismo e o catolicismo.

Atividades da MPF

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As atividades da MPF incluíam:

Exercícios físicos e ginástica

Educação patriótica e cívica

Formação doméstica e social

Atividades culturais e recreativas

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O uniforme da MPF era composto por:

Camisa branca com o emblema da MPF

Calça preta

Colete preto

Sapatos pretos

Lenço branco

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Saudação da MPF

A saudação da MPF era a saudação romana, com o braço direito estendido para cima.

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Impacto da MPF

A MPF teve um impacto significativo na sociedade portuguesa do Estado Novo. A sua propaganda ajudou a difundir os valores do regime entre as mulheres portuguesas.

A MPF também contribuiu para o reforço do papel tradicional da mulher na sociedade portuguesa. A organização promovia a ideia de que a mulher devia ser esposa, mãe e dona de casa.

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A MPF foi dissolvida em 1974, após a Revolução dos Cravos. A sua extinção marcou o fim do Estado Novo e o início de uma nova era para a mulher portuguesa.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
23
Nov23

Pôr do sol no outono … Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

 

Pôr do sol no outono …

Águas Frias - Chaves - Portugal

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O outono é uma estação linda com as suas cores incríveis, suas folhas caídas e seus dias mais curtos. Um dos melhores momentos de cada dia no outono é quando os raios dourados do sol poente iluminam o céu. Ao pôr do sol no outono, as cores ficam mais ricas e únicas, com tons de laranja, vermelho e dourado que se misturam ao céu azul.

O espetáculo que se apresenta todos os dias ao pôr do sol no outono é semelhante a uma obra de arte vista a olho nu.

O horizonte é preenchido com a laranja e o vermelho do sol poente, que se espalha pelo céu, entre as árvores, as plantas e os campos com os seus tons dourados.

Ao pôr do sol no outono, tudo se transforma.

Uma sensação de calma e paz toma conta do ambiente, aproveitando o silêncio de um dia acabando.

Os pássaros cantam seus últimos chilreios enquanto os últimos raios de sol aquecem o mundo antes do anoitecer.

No outono, a beleza do pôr do sol é ainda mais marcante.

É uma ótima oportunidade de parar e simplesmente curtir a natureza, absorvendo os cores e os sons desta incrível estação.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
21
Nov23

Uma linda casa branca – Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

Uma linda casa branca

Águas Frias (Chaves) - Portugal

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No meio da aldeia,

Em Trás-os-Montes,

Uma linda casa branca,

Rústica e charmosa.

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Com suas janelas e portas,

De madeira pintada,

E seu telhado de telhas,

Em tons de vermelho.

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A casa é um encanto,

Com sua simplicidade,

E sua história,

Que nos faz viajar no tempo.

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A casa é um símbolo,

Da cultura e tradição,

De um povo que vive,

Em harmonia com a natureza.

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Poema & FotoPintura: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
19
Nov23

Acontecimentos com relevância em 2013, (de agosto a dezembro), em Portugal


Mário Silva Mário Silva

Acontecimentos com relevância em 2013,

(de agosto a dezembro), em Portugal

Agosto

1 de agosto: Portugal assina o Tratado de Lisboa com a União Europeia.

2 de agosto: O governo de Pedro Passos Coelho anuncia um novo pacote de medidas de austeridade, que inclui cortes nos salários dos funcionários públicos e no horário de trabalho.

10 de agosto: O Banco de Portugal anuncia que a economia portuguesa cresceu 0,5% no segundo trimestre do ano.

15 de agosto: O governo de Pedro Passos Coelho anuncia um novo plano de reestruturação do setor financeiro português.

22 de agosto: Portugal é atingido por uma onda de calor que provoca mais de 100 mortes.

Setembro

1 de setembro: Portugal começa a aplicar o novo horário de verão.

2 de setembro: O governo de Pedro Passos Coelho anuncia um novo pacote de medidas para combater a pobreza e a exclusão social.

13 de setembro: Portugal é atingido por um sismo de magnitude 4,1 na escala de Richter.

20 de setembro: Portugal é palco da cimeira da União Europeia, que discute a crise da dívida da zona euro.

27 de setembro: Portugal é atingido por um incêndio florestal que destrói cerca de 200 hectares de floresta na região do Algarve.

Outubro

1 de outubro: Portugal celebra o Dia da Implantação da República.

2 de outubro: O governo de Pedro Passos Coelho anuncia um novo pacote de medidas para reduzir o défice orçamental.

12 de outubro: Portugal é palco da cimeira da NATO, que discute a situação na Síria.

15 de outubro: Portugal é atingido por um ciclone tropical que provoca danos na costa sul do país.

25 de outubro: Portugal celebra o Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades Portuguesas.

Novembro

1 de novembro: Portugal celebra o Dia de Todos os Santos.

5 de novembro: Portugal celebra o Dia da Restauração da Independência.

10 de novembro: Portugal é atingido por um incêndio florestal que destrói cerca de 100 hectares de floresta na região do Alentejo.

20 de novembro: Portugal é palco da cimeira da União Europeia, que discute a crise migratória.

25 de novembro: Portugal celebra o 40.º aniversário da Revolução dos Cravos.

Dezembro

1 de dezembro: Portugal celebra o Dia da Independência.

5 de dezembro: Portugal é atingido por um incêndio florestal que destrói cerca de 500 hectares de floresta na região do Norte do país.

10 de dezembro: Portugal é palco da cimeira da União Europeia, que discute a reforma dos tratados europeus.

12 de dezembro: Portugal é atingido por um sismo de magnitude 3,2 na escala de Richter.

25 de dezembro: Portugal celebra o Natal.

Acontecimentos notáveis

A eliminação dos quatro feriados religiosos e civis, acordados pelo governo de Pedro Passos Coelho em 2012, foi um dos temas mais controversos do ano. Os feriados eliminados foram o Corpo de Deus, Todos os Santos, Implantação da República e Restauração da Independência.

O governo de Pedro Passos Coelho anunciou um conjunto de medidas de austeridade ao longo do ano, que visavam reduzir o défice orçamental. Essas medidas incluíram cortes nos salários dos funcionários públicos, no horário de trabalho e nos subsídios sociais.

Portugal foi atingido por uma série de incêndios florestais ao longo do ano, que causaram danos significativos à floresta e à propriedade privada. Os incêndios mais graves ocorreram em setembro e outubro.

Portugal foi palco de uma série de manifestações contra o governo de Pedro Passos Coelho, que criticavam as medidas de austeridade. As maiores manifestações ocorreram em setembro e novembro.

Conclusão

O ano de 2013 foi um ano marcado por desafios para Portugal, que estava a enfrentar uma crise económica e financeira profunda. As medidas de austeridade adotadas pelo governo de Pedro Passos Coelho foram controversas e provocaram protestos populares.

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Texto & vídeo: ©Mário Silva

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15
Nov23

A Aldeia e a tempestade Aline


Mário Silva Mário Silva

A Aldeia e a tempestade Aline

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A aldeia transmontana acordou sob um céu nublado e a chuva caía forte. Os ventos eram fortes e sopravam com violência, fazendo as árvores balançarem e os telhados das casas rangerem.

Os habitantes da aldeia estavam preocupados com a tempestade. Alguns deles já tinham visto tempestades assim antes, e sabiam que podiam ser perigosas.

Os velhos da aldeia reuniram-se na taberna para discutir a tempestade. Eles lembravam-se de uma tempestade que havia devastado a aldeia há muitos anos. Muitos moradores haviam perdido as suas casas e seus bens.

Os jovens da aldeia, por outro lado, estavam animados com a tempestade. Eles nunca haviam visto uma tempestade tão forte, e estavam ansiosos para ver o que aconteceria.

A tempestade continuou a intensificar-se durante o dia. A chuva caía cada vez mais forte, e os ventos eram cada vez mais fortes.

Alguns moradores da aldeia começaram a evacuar de suas casas. Eles dirigiram-se para a cidade, onde estariam mais seguros.

Outros moradores ficaram nas suas casas, mas prepararam-se para o pior. Eles fecharam as janelas e portas, e colocaram tábuas nos telhados para evitar que fossem arrancados.

À noite, a tempestade atingiu seu pico. A chuva caía torrencialmente, e os ventos sopravam com violência.

A aldeia ficou escura e silenciosa. O único som era o barulho da chuva e dos ventos.

No dia seguinte, a tempestade havia passado. O sol voltou a brilhar, e os pássaros cantaram novamente.

Os moradores da aldeia saíram de suas casas para ver os estragos causados pela tempestade.

Alguns telhados haviam sido arrancados, e algumas árvores haviam caído. Mas, felizmente, nenhum morador havia sido ferido.

Os moradores da aldeia estavam gratos por terem sobrevivido à tempestade. Eles aprenderam que, mesmo nas tempestades mais fortes, a esperança sempre vence.

A aldeia fica numa região montanhosa do Norte de Portugal.

A tempestade foi causada por um sistema de baixa pressão que se formou no Atlântico.

A tempestade trouxe chuvas torrenciais e ventos fortes, com rajadas de até 100 km/h.

A tempestade causou estragos em toda a região, mas a aldeia foi uma das mais afetadas.

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Texto & Pintura: ©MárioSilva

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13
Nov23

Os cogumelos na mata


Mário Silva Mário Silva

Os cogumelos na mata

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A descoberta de cogumelos na mata é um evento que pode ser tanto belo quanto surpreendente. Para os amantes da natureza, é uma oportunidade de observar a diversidade e a beleza desse reino tão enigmático. Para os cozinheiros, é a chance de encontrar ingredientes frescos e saborosos para suas receitas.

Os cogumelos são organismos fascinantes que desempenham um papel importante no ecossistema. Eles são decompostores, o que significa que ajudam a quebrar a matéria orgânica morta. Isso libera nutrientes que podem ser usados por outras plantas e animais.

A beleza dos cogumelos é encontrada na sua variedade de formas, cores e tamanhos. Alguns são pequenos e discretos, enquanto outros são grandes e chamativos. Alguns são de cores vibrantes, enquanto outros são mais discretos.

A descoberta de um cogumelo raro ou exótico pode ser uma experiência memorável. É como encontrar um tesouro escondido na floresta.

Além de sua beleza, os cogumelos também são uma fonte de alimento rica em nutrientes. Alguns cogumelos são comestíveis e podem ser usados numa variedade de pratos. Outros são venenosos e devem ser evitados.

Para quem deseja colher cogumelos, é importante ter conhecimento sobre as espécies comestíveis e venenosas. É também importante colher apenas o que for necessário para o consumo, evitando desperdício.

A descoberta de cogumelos na mata é uma experiência que pode ser apreciada por todos, independente das suas preferências. É uma oportunidade de aprender sobre a natureza e de apreciar a beleza do mundo ao nosso redor.

Aqui estão algumas dicas para aproveitar ao máximo a descoberta de cogumelos na mata:

Faça sua pesquisa. Antes de sair para colher cogumelos, é importante aprender sobre as espécies comestíveis e venenosas da sua região. Você pode encontrar livros, sites e cursos online que podem ajudá-lo.

Vá com um amigo. É sempre bom ter alguém com você quando estiver na floresta.

Use roupas adequadas. Calçados confortáveis e roupas que possam ser sujas são essenciais.

Seja respeitoso com a natureza. Não destrua o habitat dos cogumelos e não colha mais do que o necessário.

Com um pouco de conhecimento e planeamento, pode ter uma experiência segura e agradável ao descobrir cogumelos na mata.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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11
Nov23

O burro a espojar-se na terra


Mário Silva Mário Silva

O burro a espojar-se na terra

N06 O burro a espojar

Os burros espojam-se na terra por uma série de razões, incluindo:

Para se refrescar: A terra pode ser um bom isolante térmico, ajudando a manter os burros frescos em dias quentes.

Para se livrar de insetos: A terra pode ajudar a afastar insetos, como moscas e mosquitos.

Para marcar território: Os burros são animais territoriais e podem espojar-se para marcar o seu território com o cheiro de sua pele.

Para se comunicar: Os burros podem espojar-se como uma forma de comunicação com outros burros.

Os burros geralmente se espojam numa área plana e desimpedida, como um campo ou uma estrada de terra. Eles começam a rolar-se para frente e para trás, esfregando o corpo contra o chão. Às vezes, eles também podem bater com as patas no chão ou coçar o corpo com os dentes.

O espojamento é um comportamento normal e saudável para os burros.

Alguns detalhes sobre cada uma das razões pelas quais os burros se espojam na terra:

Para se refrescar: Os burros não têm glândulas sudoríparas na pele, como os humanos. Eles refrescam-se principalmente por meio da respiração e da evaporação da água da boca. O espojamento na terra pode ajudar a aumentar a evaporação e, assim, ajudar os burros a refrescarem-se.

Para se livrar de insetos: Os burros são um alvo popular para insetos, como moscas e mosquitos. O espojamento na terra pode ajudar a afastar esses insetos, pois a terra pode agarrem-se neles e dificultar sua mobilidade.

Para marcar território: Os burros são animais territoriais e usam uma variedade de métodos para marcar seu território, incluindo urinar, defecar e espojar-se. O cheiro de sua pele, que fica impregnado na terra após o espojamento, pode ajudar a alertar outros burros de que o território está ocupado.

Para se comunicar: Os burros podem espojar-se como uma forma de comunicação com outros burros. Por exemplo, um burro pode espojar-se para atrair a atenção de outro burro ou para mostrar dominância.

É importante observar que os burros não são os únicos animais que se espojam na terra. Outros animais que também apresentam esse comportamento incluem cavalos, vacas, cães e gatos.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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09
Nov23

Nesta escola eu aprendi


Mário Silva Mário Silva

Nesta escola eu aprendi

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Nesta escola eu aprendi

A ler e escrever,

A somar e subtrair,

A dividir e multiplicar.

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Nesta escola eu aprendi

A respeitar os outros,

A ser honesto e leal,

A ser um bom cidadão.

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Nesta escola eu aprendi

A amar o conhecimento,

A buscar a sabedoria,

A ser uma pessoa melhor.

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Nesta escola eu aprendi

O valor da educação,

A importância da aprendizagem,

A força do conhecimento.

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Poema & Fotografia: ©MárioSilva

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03
Nov23

Acontecimentos hilariantes que decorreram durante mês de outubro de 2023, em Portugal


Mário Silva Mário Silva

Acontecimentos hilariantes que decorreram

durante mês de outubro de 2023, em Portugal

- Um grupo de turistas japoneses ficou preso num elevador do Castelo de São Jorge, em Lisboa, durante várias horas. Os turistas, que não falavam português, acabaram por ser libertados por um grupo de bombeiros que, para os distrair, começou a cantar "A Portuguesa".

- Um homem foi detido em Faro por tentar roubar um banco com uma espada de plástico. O homem, que estava vestido de pirata, foi apanhado por um segurança do banco, que o deteve com a ajuda de um cliente.

- Um grupo de estudantes de Coimbra organizou um protesto contra a falta de alojamento no município. O protesto, que contou com a participação de cerca de 200 estudantes, terminou com uma sessão de karaoke em frente à Câmara Municipal.

- Um grupo de alunos de uma escola secundária em Coimbra decidiu fazer uma festa de Halloween na escola. No entanto, a festa acabou por ser cancelada após os alunos serem apanhados a fumar marijuana na sala de aula.

- Um homem de 50 anos foi detido pela polícia em Faro depois de ser apanhado a tentar roubar um carro de polícia. O homem, que estava embriagado, tentou dirigir o carro da polícia para fugir, mas foi rapidamente detido.

- Um grupo de vacas escapou de um curral em Vila Nova de Gaia e causou um acidente de trânsito. O acidente envolveu um carro e um autocarro, e resultou em ferimentos ligeiros para dois passageiros do autocarro.

- Um homem de 30 anos foi detido pela polícia em Braga depois de ser apanhado a tentar roubar um banco usando uma máscara de Darth Vader. O homem, que estava armado com uma faca, foi rapidamente detido pela polícia.

- Um grupo de amigos em Faro decidiu fazer uma festa de aniversário na praia. No entanto, a festa acabou por ser interrompida por um grupo de cães que começou a ladrar para os convidados.

- Um homem em Coimbra foi detido pela polícia depois de ser apanhado a tentar roubar uma padaria usando um saco de papel.

Nota: As notícias foram recolhidas pelo prestigiado tabloide CM (Correio do Mário).

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Texto & Video: ©MárioSilva

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31
Out23

Como poderia ser “O dia de Halloween no castelo de Monforte de Rio Livre” - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

Como poderia ser

“O dia de Halloween no castelo de Monforte de Rio Livre” - Águas Frias (Chaves) - Portugal

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O Dia de Halloween no Castelo de Monforte de Rio Livre, em Águas Frias (Chaves), Portugal, poderia ser um evento anual que atrairia visitantes de todo o país e até do estrangeiro. O evento poderia ser organizado pela Associação Amigos do Castelo de Monforte e poderia contar com uma programação variada, incluindo:

Visitas guiadas ao castelo, com temas relacionados com o Halloween;

Atrações e atividades para crianças, como workshops de máscaras, lanternas e abóboras;

Espetáculos de magia e teatro;

Música ao vivo;

Concurso de fantasias.

O evento decorreria no dia 31 de outubro, das 14h às 22h. O preço dos bilhetes poderia ser de 5 euros para adultos e 1 euros para crianças (a partir dos 4 anos).

Em 2023, o evento teria como tema "As Bruxas de Monforte". Os visitantes poderiam conhecer a história das bruxas da região, que foram perseguidas e condenadas à morte durante a Inquisição.

No dia do evento, o castelo seria decorado com elementos típicos do Halloween, como fantasmas, morcegos e abóboras. Os visitantes poderiam também participar em atividades e jogos relacionados com o tema.

O evento seria uma oportunidade de conhecer o castelo de Monforte de Rio Livre de uma forma diferente e de celebrar o Halloween num ambiente histórico e mágico.

Aqui estão alguns detalhes adicionais sobre o evento:

O castelo de Monforte de Rio Livre é um monumento nacional português, localizado na aldeia de Águas Frias, no concelho de Chaves. O castelo foi construído no século XIII e foi palco de importantes eventos históricos, como a Guerra da Restauração.

A Associação Amigos do Castelo de Monforte é uma organização sem fins lucrativos que promoveria a preservação e valorização do castelo. A associação organizaria vários eventos ao longo do ano, incluindo o Dia de Halloween.

O Dia de Halloween no Castelo de Monforte de Rio Livre seria um evento divertido e educativo que seria imperdível para os amantes do Halloween e da história portuguesa.

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Texto & Fotopintura: ©MárioSilva

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29
Out23

Os pensamentos pecaminosos de um pisco-de-peito-ruivo (Erithacus rubecula)


Mário Silva Mário Silva

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Os pensamentos pecaminosos de um pisco-de-peito-ruivo (Erithacus rubecula)

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Era uma manhã ensolarada de outono na mata da Quinta do Porto, em Águas Frias (Chaves) - Portugal.

Um pisco-de-peito-ruivo chamado “Rufio” estava sentado num galho de árvore, cantando alegremente. Ele era um pássaro pequeno e gordinho, com uma plumagem marrom-acinzentada e uma mancha vermelha no peito.

“Rufio” era um pássaro muito religioso. Ele sempre assistia às cerimónias religiosas das aves canoras, aos domingos e pia-rezava todas as noites. Ele acreditava que o seu Deus Pássaro era bom e misericordioso, e que ele o recompensaria pela sua boa conduta.

Mas, naquele dia, “Rufio” estava a ter alguns pensamentos pecaminosos. Ele estava olhando para um par de pombos que estavam fazendo ninho no galho de uma árvore próxima. Os pombos estavam a beijar-se e acariciando-se, e “Rufio” sentiu uma sensação estranha no estômago.

“Rufio” sabia que era errado sentir atração por outro pássaro que não fosse sua esposa. Ele tinha-se casado com uma linda pisco-de-peito-ruivo chamada “Rosadinha”, e eles tinham dois filhotes juntos. Mas, naquele momento, “Rufio” não conseguia tirar os olhos dos pombos.

Ele questionou-se como seria beijar outro pássaro. Ele perguntou, a si mesmo, como seria sentir o toque das penas de outro pássaro. Ele sonhou de como seria fazer amor com outro pássaro.

“Rufio” sabia que estava pensando coisas erradas. Ele sentiu-se culpado e arrependeu-se de seus pensamentos pecaminosos. Ele fechou os olhos e rezou para o seu Deus Pássaro, pedindo perdão.

"Deus dos Passarinhos, por favor, perdoe-me pelos meus pensamentos pecaminosos. Eu sei que é errado sentir atração por outro pássaro que não seja minha esposa. Eu prometo que vou tentar não pensar nisso novamente."

“Rufio” abriu os olhos e olhou para os pombos. Eles ainda estavam beijando-se e acariciando-se, mas não sentiu mais aquela sensação estranha no estômago. Ele estava determinado a seguir o caminho do seu Deus, e ele sabia que isso significava resistir à tentação.

Ele continuou cantando, mas agora sua música tinha um tom mais sério. Estava cantando sobre a importância da moralidade. Ele estava cantando sobre a necessidade de resistir à tentação.

“Rufio” sabia que seria difícil, mas ele estava determinado a seguir o caminho certo.

Ele queria ser um bom pássaro, e ele queria agradar ao seu Deus Pássaro.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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27
Out23

O pipo e a lenha – Trás-Os-Montes - Portugal


Mário Silva Mário Silva

 

O pipo e a lenha – Trás-Os-Montes - Portugal

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Num qualquer canto, no Nordeste transmontano, em Portugal.

É um dia de inverno, e o frio é intenso.

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Pipo: (Ao se ver refletido na lareira) Que beleza! Que cor! Que aroma!

Lenha: (Com ciúmes) Ah, é? E eu sou só um tronco de madeira, sem graça.

Pipo: (Com pena) Não diga isso, lenha. Você é muito importante. Você é que aquece a casa e nos dá conforto no inverno.

Lenha: (Mais animada) É verdade. Eu sou mesmo importante. Mas você também é. Você guarda o vinho, que é a nossa bebida favorita.

Pipo: (Com alegria) É verdade. Nós somos dois amigos inseparáveis.

Lenha: (Abraçando o pipo) Sim, somos. E nunca vamos nos separar.

O fogo da lareira acende, e o pipo e a lenha brilham em meio às chamas.

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Este diálogo é uma metáfora para a importância da amizade e da união. O pipo e a lenha são dois elementos que, quando estão juntos, criam algo maior do que a soma das partes. O pipo representa a cultura e a tradição, enquanto a lenha representa o calor e o conforto. Juntos, eles representam a beleza e a riqueza da vida.

No contexto do Nordeste transmontano, o pipo é um símbolo da produção de vinho, uma atividade importante na região. A lenha, por sua vez, é usada para acender a lareira, que é uma fonte de calor essencial no inverno.

O diálogo também é uma forma de celebrar a beleza da natureza. O pipo é atraído pela beleza da lenha, que é um tronco de madeira natural. A metáfora sugere que a beleza da natureza pode nos inspirar e nos unir.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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25
Out23

Uma velha janela - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

Uma velha janela

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A velha janela, com alguns vidros partidos, está virada para o passado. A casa transmontana, de granito, está em ruínas.

As paredes estão rachadas, a telha está caída e a vegetação selvagem cresce por todo o lado. A janela, no entanto, ainda está de pé, apesar de tudo.

Os vidros partidos permitem ver o interior da casa. O chão está coberto de escombros, os móveis estão quebrados e o ar está cheio de poeira.

Mas, mesmo em ruínas, a casa ainda tem um certo encanto. É como se estivesse a guardar um segredo, uma história que só pode ser contada por aqueles que a conhecem.

Quem terá vivido nesta casa? Quais foram as suas histórias?

A janela parece estar a olhar para o passado, para um tempo em que a casa estava viva e cheia de gente. Um tempo em que a vida era simples e o futuro era cheio de esperança.

Mas a janela também está a olhar para o presente. Para um tempo em que a casa está abandonada e esquecida. Um tempo em que o futuro é incerto.

A janela é um símbolo de passagem do tempo. É um lembrete de que o passado não pode ser mudado, mas que o presente pode ser moldado.

É um símbolo de esperança. De que, mesmo em tempos difíceis, há sempre um futuro a construir.

A janela pode ser interpretada como um portal para o passado. É através da janela que podemos ver o interior da casa, um lugar que guarda memórias e histórias.

A casa, por sua vez, pode ser interpretada como um símbolo da vida. A casa está em ruínas, mas ainda está de pé. Isso significa que, mesmo em tempos difíceis, a vida continua.

A janela e a casa são um lembrete de que o passado não pode ser mudado, mas que o presente pode ser moldado. É através da janela que podemos aprender com o passado e construir um futuro melhor.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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22
Out23

O retirar a rama das cebolas e depois encabá-las - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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O retirar a rama das cebolas e depois encabá-las

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O retirar a rama das cebolas e depois encabá-las é um processo que pode ser realizado para melhorar a conservação e a apresentação das cebolas.

A rama das cebolas deve ser retirada com um corte limpo, deixando cerca de 2 cm de comprimento. O corte deve ser feito o mais próximo possível do bolbo, para evitar que a rama apodreça e contamine o bolbo.

O encabamento é o processo de amarrar as cebolas em feixes. Este processo ajuda a proteger as cebolas de danos e a facilitar o seu manuseio.

Para o encabamento, as cebolas devem estar limpas e secas. As cebolas são amarradas em feixes de 10 a 15 cebolas, usando uma corda ou uma fita de plástico. As cebolas devem ser amarradas de forma firme, mas sem apertar demasiado, para evitar que as cebolas se danifiquem.

O retirar a rama e o encabamento das cebolas oferecem as seguintes vantagens:

- Melhora a conservação: A rama das cebolas pode apodrecer e contaminar o bolbo. Removendo a rama, as cebolas ficam mais protegidas contra a deterioração.

- Melhora a apresentação: As cebolas encabadas são mais atraentes e fáceis de manusear.

Amarre as cebolas em feixes de 10 a 15 cebolas, usando uma corda ou uma fita de plástico.

Guarde as cebolas em um local fresco e seco.

É importante que as cebolas estejam secas antes de serem encabadas. Se as cebolas estiverem molhadas, o fio ou a fita de plástico podem apodrecer.

As cebolas devem ser guardadas num local fresco e seco. A temperatura ideal de armazenamento é entre 10 e 15 graus Celsius.

As cebolas encabadas podem ser conservadas por até 6 meses.

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Texto & FotoPintura: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
20
Out23

As avelãs - “Corylus avellana” - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

As avelãs - “Corylus avellana”

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As avelãs são frutos oleaginosos de casca dura, produzidos pela árvore aveleira. São originárias da Ásia Menor e do Mediterrâneo, mas são cultivadas em todo o mundo.

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Características

As avelãs são frutos redondos ou ovais, com cerca de 2 a 3 centímetros de comprimento. A casca é dura e castanho-avermelhada. A polpa é oleosa e de cor branca ou creme. As avelãs têm um sabor doce e amadeirado.

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Utilidades

As avelãs são um alimento nutritivo e versátil. Podem ser consumidas cruas, assadas, torradas ou moídas. São utilizadas em uma variedade de receitas, como bolos, biscoitos, doces, sorvetes e molhos.

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Valor nutricional

As avelãs são uma boa fonte de proteínas, gorduras saudáveis, fibras e vitaminas. São também uma boa fonte de minerais como ferro, magnésio e potássio.

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Benefícios para a saúde

As avelãs são associadas a uma série de benefícios para a saúde, incluindo:

Redução do risco de doenças cardíacas; Redução do risco de acidente vascular cerebral; Redução do risco de diabetes tipo 2; Aumento do colesterol bom; Melhora da saúde intestinal; Melhora da função cognitiva; Aumento da sensação de saciedade

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Contraindicações

As avelãs são um alimento seguro para a maioria das pessoas. No entanto, as pessoas com alergia a nozes devem evitar o consumo de avelãs.

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Como escolher e conservar avelãs

As avelãs devem ser escolhidas frescas e sem manchas. Podem ser conservadas em local fresco e seco por até 6 meses.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
18
Out23

Cogumelo "Macrolepiota procera"


Mário Silva Mário Silva

Cogumelo "Macrolepiota procera"

O08 DSC00868_ms (Macrolepiota procera)

O cogumelo “Macrolepiota procera”, também conhecido como cogumelo-de-madeira, é um fungo comestível de grande porte, que pode atingir até 20 centímetros de altura. Possui um chapéu hemisférico ou convexo, que pode atingir até 30 centímetros de diâmetro, com uma pele grossa e escamosa de cor branca ou creme. As lamelas são livres, brancas ou creme e o estipe é robusto, cilíndrico, com uma base bulbosa.

Oprocera é encontrado em florestas de coníferas e caducifólias, em solos ricos em matéria orgânica. É um fungo de crescimento rápido, que pode ser encontrado durante o outono e o inverno.

É um cogumelo muito apreciado na culinária, podendo ser consumido fresco ou seco. É utilizado em sopas, risotos, molhos e saladas.

A seguir, uma descrição mais detalhada do cogumelo Macrolepiota procera:

Chapéu: Hemisférico ou convexo, com até 30 centímetros de diâmetro. Pele grossa e escamosa de cor branca ou creme.

Lamelas: Livres, brancas ou creme.

Estipe: Robusto, cilíndrico, com uma base bulbosa.

Utilidade: Comestível, muito apreciado na culinária.

Confusão com outros fungos: Pode ser confundido com o Macrolepiota venenata, que é um fungo venenoso. A principal diferença entre os dois fungos é a cor da pele do chapéu. No Macrolepiota venenata, a pele do chapéu é marrom ou avermelhada.

Precauções: Antes de consumir qualquer fungo, é importante que seja identificado por um micologista experiente.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
15
Out23

A invasão do Castelo de Monforte de Rio Livre (Águas Frias - Chaves - Portugal), por morcegos senegaleses


Mário Silva Mário Silva

A invasão do Castelo de Monforte de Rio Livre

(Águas Frias - Chaves - Portugal)

por morcegos senegaleses

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No ano de 2023, o Castelo de Monforte de Rio Livre, localizado na freguesia de Águas Frias, no concelho de Chaves, Portugal, foi invadido por uma colónia de morcegos senegaleses. A invasão começou no início do ano, quando um pequeno grupo de morcegos foi avistado nas ruínas do castelo. No entanto, a população de morcegos cresceu rapidamente, e em poucos meses, havia milhares deles vivendo no castelo.

A invasão dos morcegos causou um grande impacto no castelo. Os morcegos fizeram ninhos na torre e nos muros e muralhas, e suas fezes e urina causaram danos às estruturas, principalmente ao “subidório” que foi implantado recentemente, pelo facto de ser ferro e que foi altamente corroído. Além disso, os morcegos fizeram muito barulho à noite, o que perturbou os visitantes do castelo.

Em resposta à invasão, as autoridades portuguesas tomaram uma série de medidas para controlar a população de morcegos. Foram instaladas armadilhas para capturar os morcegos, e foi realizada uma campanha de sensibilização para educar os visitantes do castelo sobre a importância dos morcegos.

As medidas tomadas pelas autoridades portuguesas tiveram algum sucesso, e a população de morcegos no Castelo de Monforte de Rio Livre diminuiu. No entanto, a invasão dos morcegos causou danos significativos ao castelo, e as autoridades portuguesas ainda trabalham (nos gabinetes) para resolver a melhor maneira de restaurar as estruturas danificadas (se com cimento ocre ou “bostik”).

A invasão dos morcegos no Castelo de Monforte de Rio Livre é um exemplo dos desafios enfrentados pelos monumentos históricos em Portugal. Os morcegos são uma espécie protegida em Portugal, e as autoridades portuguesas estão comprometidas em proteger os morcegos, mas também precisam proteger os monumentos históricos.

Aqui estão alguns detalhes adicionais sobre a invasão:

- A colónia de morcegos era composta por cerca de 5.000 indivíduos.

- Os morcegos eram da espécie “Myotis senegalensis”, um morcego insetívoro comum na Europa.

- Os morcegos causaram danos às estruturas do castelo, incluindo o telhado, as paredes, as  muralhas e “subidório”.

As autoridades portuguesas instalaram armadilhas para capturar os morcegos, e realizaram uma campanha de sensibilização para educar os visitantes do castelo sobre a importância dos morcegos.

A invasão dos morcegos no Castelo de Monforte de Rio Livre é um evento único, mas é um exemplo dos desafios enfrentados pelos monumentos históricos em todo o mundo.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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