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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

19
Jun24

A lenda medieval da Ponte do "Arquinho" - Chaves – Portugal


Mário Silva Mário Silva

A lenda medieval da Ponte do "Arquinho"

Chaves – Portugal

Era uma vez, em tempos antigos e esquecidos, na encantadora, outrora, vila de Chaves, em Portugal, existia uma pequena ponte de pedra conhecida como a Ponte do Arquinho.

Esta ponte, construída há séculos, ligava as duas margens de um riacho cristalino que serpenteava pela floresta densa.

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A lenda conta que a Ponte do Arquinho foi erguida por um habilidoso pedreiro chamado Domingos da Raia, que era conhecido na região pelas suas obras magníficas e duradouras.

No entanto, esta ponte não era uma construção comum.

Domingos da Raia havia feito um pacto secreto com uma fada da floresta chamada Liana, que tinha poderes sobre a natureza e os elementos.

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Liana prometeu a Domingos da Raia que a ponte seria indestrutível e que resistiria ao tempo e às intempéries, mas em troca, ele deveria jurar proteger a floresta e seus seres mágicos.

Domingos da Raia aceitou o pacto e, com a ajuda da magia de Liana, ergueu a Ponte do Arquinho com uma precisão e beleza incomparáveis.

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Durante muitos anos, a ponte serviu aos habitantes da vila, que atravessavam o riacho em segurança.

Diziam que, nas noites de lua cheia, era possível ver a figura etérea de Liana caminhando sobre a ponte, vigiando a sua criação e garantindo que o seu acordo fosse mantido.

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Certa vez, um grupo de forasteiros cobiçosos tentou destruir a ponte para obter as pedras preciosas que acreditavam estar escondidas na sua estrutura.

No entanto, ao tocarem na ponte com intenções maliciosas, foram repelidos por uma força invisível.

Liana, fiel ao seu pacto, usou a sua magia para proteger a ponte e afugentar os intrusos.

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Com o passar dos séculos, a vila de Chaves prosperou, mas a Ponte do Arquinho permaneceu um símbolo de união entre o homem e a natureza.

Os moradores locais contavam a lenda para seus filhos, ensinando-os a respeitar e proteger a floresta e as suas criaturas mágicas.

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Hoje, a Ponte do Arquinho ainda está de pé, um testemunho silencioso da aliança entre Domingos da Raia e Liana.

Aqueles que atravessam a ponte sentem uma sensação de paz e harmonia, e os mais atentos ainda podem ouvir, no murmúrio do riacho, o sussurro da fada Liana, guardiã eterna da Ponte do Arquinho.

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Lenda & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
15
Jun24

Uma casa na aldeia transmontana e a "sardinheira" (Pelargonium) vermelha na varanda ...


Mário Silva Mário Silva

Uma casa na aldeia transmontana e

a "sardinheira" (Pelargonium) vermelha na varanda ...

Jun15 DSC07906_ms

A fotografia mostra uma casa típica de uma aldeia transmontana, com uma varanda florida com uma "sardinheira" (Pelargonium) vermelha.

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As "sardinheiras" (Pelargonium) são plantas muito populares em Portugal, especialmente nas regiões do interior do país.

Elas são conhecidas pelas suas flores coloridas e vibrantes, que podem ser vermelhas, brancas, rosas, roxas ou amarelas.

As "sardinheiras" são plantas fáceis de cuidar e que florescem durante todo o ano, o que as torna uma escolha ideal para decorar varandas, terraços e jardins.

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Na foto, a "sardinheira" vermelha está num vaso, na varanda.

A planta está em plena floração, com diversas flores vermelhas vistosas.

As folhas verdes da planta contrastam com as flores vermelhas, criando um efeito visual muito bonito.

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A varanda da casa é simples, mas está bem cuidada.

As paredes da varanda são brancas e estão pintadas de cal.

O chão da varanda é de cimento e está limpo.

Na varanda, há também uma mesa e algumas cadeiras, que são utilizadas para relaxar e desfrutar da vista.

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A imagem transmite uma sensação de paz e tranquilidade.

A casa e a varanda são simples, mas acolhedoras.

A "sardinheira" vermelha em flor dá um toque de cor e alegria à cena.

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A fotografia também é um bom exemplo da cultura tradicional portuguesa.

As "sardinheiras" são plantas muito populares em Portugal e são frequentemente utilizadas para decorar casas e jardins.

A imagem mostra uma casa típica de uma aldeia transmontana e uma planta típica portuguesa, o que a torna um bom exemplo da cultura tradicional do país.

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Algumas informações adicionais sobre as "sardinheiras" (Pelargonium):

 

As "sardinheiras" são plantas nativas da África do Sul.

Elas pertencem à família Geraniaceae.

Existem mais de 200 espécies de "sardinheiras".

As "sardinheiras" são plantas perenes, o que significa que elas vivem por mais de dois anos.

Elas preferem locais ensolarados e bem drenados.

As "sardinheiras" devem ser regadas regularmente, especialmente durante os meses de verão.

Elas podem ser fertilizadas com um fertilizante líquido a cada duas semanas.

As "sardinheiras" são suscetíveis a pragas e doenças, por isso é importante observá-las atentamente e tomar medidas para controlá-las.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
14
Jun24

A muralha do castelo de Monforte de Rio Livre e o “Reino Maravilhoso”


Mário Silva Mário Silva

A muralha do castelo de Monforte de Rio Livre

e o “Reino Maravilhoso”

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A muralha do castelo de Monforte de Rio Livre, de onde se avista o Reino Maravilhoso:

"Embora haja muita gente que diz que não, sempre houve e haverá reinos maravilhosos neste mundo. O que é preciso, para os ver, é que os olhos não percam a virgindade original diante da realidade, e o coração, depois, não hesite.

O que agora vou descrever, meu e de todos os que queiram merecê-lo, não só existe, como é dos mais belos que um ser humano pode imaginar. Senão, reparem:

"Fica ele no alto de Portugal, como os ninhos ficam no alto das árvores para que a distância dos torne mais impossíveis e apetecidos. Quem o namora cá de baixo, se realmente é rapaz e gosta de ninhos, depois de trepar e atingir a crista do sonho contempla a própria bem-aventurança.

Vê-se primeiro um mar de pedra. Vagas e vagas sideradas, hirtas e hostis, contidas na sua força desmedida pela mão inexorável dum Deus genesíaco. Tudo parado e mudo. Apenas se move e se faz ouvir o coração no peito, inquieto, a anunciar o começo duma grande hora. De repente rasga a crosta do silêncio uma voz atroadora:

- Para cá do Marão, mandam os que cá estão! …" (Miguel Torga)

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A fotografia mostra a muralha do castelo de Monforte de Rio Livre, em Portugal.

O castelo está situado no alto de uma colina na serra do Brunheiro, com vista para a serra do Larouco.

A muralha é feita de pedra granítica e tem cerca de 10 metros de altura.

No topo da muralha, há um adarve, que era utilizado pelos soldados para defender o castelo.

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A imagem também mostra uma vista da serra do Larouco, que fica ao fundo.

A serra do Larouco é uma das maiores cadeias montanhosas de Portugal, e é conhecida pelas suas paisagens selvagens e pela sua rica flora e fauna.

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O Reino Maravilhoso

O texto é um excerto do livro "O Reino Maravilhoso", de Miguel Torga.

No livro, Torga descreve um reino imaginário que fica escondido nas montanhas de Portugal.

O reino é descrito como um lugar de beleza extraordinária, onde tudo é perfeito.

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Torga argumenta que o Reino Maravilhoso não é apenas uma fantasia, mas que existe de verdade.

Ele acredita que o reino só pode ser visto por aqueles que têm os olhos puros e o coração aberto.

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A muralha do castelo de Monforte de Rio Livre pode ser vista como uma metáfora para o Reino Maravilhoso.

A muralha é um símbolo de proteção e segurança, e também representa a entrada para um mundo diferente.

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Assim como a muralha do castelo só pode ser vista por aqueles que estão no topo da colina, o Reino Maravilhoso só pode ser visto por aqueles que têm a mente aberta e o coração puro.

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A fotografia da muralha do castelo de Monforte de Rio Livre é uma chamada de atenção de que a beleza pode ser encontrada nos lugares mais inesperados.

Também é um lembrete de que a imaginação é um poder poderoso que nos pode levar a lugares incríveis.

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Miguel Torga (1907-1995) foi um poeta, ficcionista, dramaturgo e ensaísta português.

Ele é considerado um dos maiores escritores portugueses do século XX.

Torga nasceu em Trás-os-Montes, uma região montanhosa do norte de Portugal.

Ele passou a maior parte da sua vida na sua terra natal, e a sua obra é profundamente influenciada pela paisagem e cultura da região.

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Torga era um escritor prolífico, e publicou mais de 50 livros ao longo da sua carreira.

Ele é mais conhecido pela sua poesia, mas também escreveu romances, contos, peças de teatro e ensaios.

A sua obra é caracterizada por um estilo lírico e evocativo, e muitas vezes explora temas como a natureza, o amor, a morte e a fé.

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Torga foi um defensor da cultura portuguesa, e ele desempenhou um papel importante no desenvolvimento da literatura portuguesa moderna.

Ele foi galardoado com vários prémios literários, incluindo o Prémio Camões, o mais prestigiado prémio literário de Portugal.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
09
Jun24

Interior da igreja matriz (antes do "embelezamento") da aldeia de Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

Interior da igreja matriz

(antes do "embelezamento") na aldeia

de Águas Frias - Chaves - Portugal

Jun09 DSC06915_ms

A fotografia mostra o interior da igreja matriz da aldeia de Águas Frias, Chaves, Portugal, antes do "embelezamento" que ocorreu em 2021.

igreja é uma pequena estrutura de pedra com um telhado de telha.

A fachada principal da igreja é simples, com uma robusta porta de madeira.

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O interior da igreja é também simples, mas acolhedor.

As paredes são brancas e o chão é coberto por um tapete vermelho.

A igreja tem uma nave única, com um teto em madeira envernizada (outrora pintado com a imagem de S. Pedro).

No fundo da nave, encontra-se o altar, que é feito de madeira em talha.

O altar é adornado com um o Menino Jesus no cimo e algumas velas e/ou flores.

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Ao lado do altar, encontram-se duas imagens de santos.

À esquerda, está a imagem de São Pedro, o padroeiro da aldeia.

À direita, está a imagem de Nossa Senhora dos Prazeres.

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A igreja tem também um púlpito de granito. No canto da igreja, encontra-se uma pia batismal antiga e esteticamente bonita.

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A igreja matriz de Águas Frias é um exemplo típico da arquitetura religiosa rural portuguesa.

É uma igreja simples, mas bonita, que reflete a fé e a devoção do povo da aldeia.

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A igreja é usada para missas, casamentos e outros eventos religiosos, incluindo casa mortuária.

A igreja é um local importante para a comunidade de Águas Frias.

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O "embelezamento" da igreja matriz de Águas Frias ocorreu em 2021.

As paredes da igreja foram pintadas de branco.

O altar foi repintado, sendo acrescentado ao dourado, a cor azul que não existia na sua origem.

Algumas imagens de santos foram restauradas.

Um novo sistema de som foi instalado.

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As mudanças feitas no "embelezamento" da igreja matriz de Águas Frias foram controversas.

Algumas pessoas acham que as mudanças melhoraram a aparência da igreja, enquanto outras acham que as mudanças destruíram o caráter original da igreja.

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A igreja matriz da aldeia de Águas Frias é um local importante para a comunidade local.

A igreja é um exemplo típico da arquitetura religiosa rural portuguesa.

As mudanças feitas no "embelezamento" da igreja foram controversas, mas a igreja continua a ser um local de fé e devoção para o povo da aldeia.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
07
Jun24

O livre pensamento de um pastor de ovelhas …


Mário Silva Mário Silva

 

O livre pensamento de um pastor de ovelhas …

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O sol da tarde acaricia o rosto do pastor enquanto ele se senta nas pedras frias do muro, observando o seu rebanho pastar tranquilamente.

O vento sussurra nas folhas das árvores, criando uma melodia serena que acalma sua mente.

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Os seus pensamentos vagueiam livremente, contemplando a vastidão da natureza que o cerca.

As ovelhas, sob os seus cuidados, representam a fragilidade da vida, dependentes da sua proteção e orientação.

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Um sorriso surge em seus lábios enquanto ele se lembra dos momentos alegres que compartilhou com seu rebanho.

As brincadeiras dos cordeiros, a docilidade das ovelhas mais velhas, a sensação de paz que invade seu coração quando as vê saudáveis e contentes.

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Mas os seus pensamentos também se voltam para os desafios que enfrenta.

As doenças que atacam os animais, os predadores que os ameaçam, as intempéries da natureza que podem colocar tudo em risco.

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No meio desses pensamentos, o pastor encontra conforto na sua fé.

Ele acredita que Deus o guia e o protege, tanto a ele como ao seu rebanho.

A cada dia, ele se esforça para seguir os ensinamentos divinos, buscando ser um bom pastor e um exemplo para os seus semelhantes.

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Ao observar as ovelhas a pastar, o pastor também reflete sobre a própria vida.

Ele se vê como uma ovelha no rebanho de Deus, dependente da sua infinita bondade e misericórdia.

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Ele reconhece as suas falhas e imperfeições, mas encontra esperança na promessa de redenção.

Sabe que Deus o ama incondicionalmente e está sempre disposto a perdoá-lo e guiá-lo no caminho certo.

 

O sol começa a pôr-se, pintando o céu com tons de laranja e dourado.

O pastor levanta-se, sentindo uma renovada sensação de paz e gratidão.

Ele sabe que tem muito trabalho pela frente, mas também sabe que não está sozinho.

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Com um aceno de cabeça para suas ovelhas, ele despede-se do dia e prepara-se para os desafios que virão.

A fé que o guia e a beleza da natureza que o cerca dão-lhe a força e a esperança que precisa para seguir em frente.

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Nos seus pensamentos livres, o pastor encontra a sabedoria e a inspiração para ser um líder justo e compassivo, um exemplo de fé e amor para todos aqueles que o rodeiam.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
06
Jun24

É uma janela portuguesa, com certeza ... É com certeza uma janela portuguesa …


Mário Silva Mário Silva

É uma janela portuguesa, com certeza ...

É com certeza uma janela portuguesa …

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Janela portuguesa, verde e branca,

Com cortinas brancas a bailar,

Molduras de madeira, tão antiga,

Histórias a contar.

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No parapeito, flores a desabrochar,

Um gato preguiçoso a tomar sol,

Do outro lado, a vida a passar,

Em ritmo lento e acolhedor.

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Janela portuguesa, símbolo de tradição,

De um povo forte e orgulhoso,

De uma cultura rica e vibrante,

Que se renova a cada dia.

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Janela portuguesa, refúgio de sonhos,

Onde a imaginação voa livre,

Onde o passado e o presente se encontram,

E o futuro se abre em mil possibilidades.

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Janela portuguesa, janela do mundo,

Que nos convida a olhar para fora,

E a descobrir a beleza que nos rodeia,

Em cada canto, em cada detalhe.

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Janela portuguesa, janela do coração,

Que nos abre as portas para a emoção,

Para o amor, para a alegria, para a tristeza,

Para tudo o que a vida nos oferece.

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Janela portuguesa, janela da esperança,

Que nos lembra que tudo é possível,

Que basta sonhar e acreditar,

Para alcançar os nossos objetivos.

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Janela portuguesa, janela da fé,

Que nos conecta com o divino,

Que nos dá força para seguir em frente,

E para nunca desistir dos nossos sonhos.

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Janela portuguesa, janela da saudade,

Que nos faz lembrar dos que já partiram,

Dos momentos felizes que vivemos,

E que nos deixa com um aperto no coração.

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Janela portuguesa, janela da vida,

Que nos ensina sobre a importância de aproveitar cada momento,

De amar com intensidade, de sorrir com frequência,

E de viver com gratidão.

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Janela portuguesa, símbolo de Portugal,

De um país único e especial,

Que nos encanta com a sua beleza,

E que nos conquista com a sua alma.

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Poema & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
04
Jun24

A giesta-amarela (“Cytisus striatus”) e a aldeia transmontana de Águas Frias: o frescor, a cor e o odor


Mário Silva Mário Silva

A giesta-amarela (“Cytisus striatus”)

e a aldeia transmontana de Águas Frias:

o frescor, a cor e o odor

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A fotografia mostra uma vista de uma aldeia com flores amarelas no primeiro plano.

As flores são giestas amarelas (Cytisus striatus), um arbusto nativo da Península Ibérica.

As giestas amarelas florescem na primavera e no início do verão, e são conhecidas por suas flores amarelas brilhantes e perfume doce.

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A aldeia é Águas Frias, uma pequena aldeia situada no município de Chaves, no distrito de Vila Real, em Portugal.

Águas Frias está localizada nas montanhas Trás-os-Montes, e é conhecida pelas suas paisagens naturais cênicas e a sua rica história.

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A fotografia captura a beleza natural da aldeia de Águas Frias e das giestas amarelas que a rodeiam.

As flores amarelas adicionam um toque de cor e alegria à cena, enquanto o verde das árvores e das montanhas cria um contraste relaxante.

O perfume das giestas amarelas também pode ser imaginado, evocando uma sensação de frescor e bem-estar.

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A giesta amarela é uma flor com um rico simbolismo em Portugal.

Ela é frequentemente associada à primavera, à renovação e à esperança.

As giestas amarelas também são usadas em celebrações tradicionais, como o Dia de Maio.

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Na aldeia de Águas Frias, as giestas amarelas são um símbolo importante da identidade local.

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A fotografia da giesta amarela e da aldeia transmontana de Águas Frias é uma bela lembrança da beleza natural e da rica cultura de Portugal.

As flores amarelas são um símbolo de primavera, renovação e esperança, e a aldeia é um lugar encantador com uma história rica.

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As giestas amarelas são uma planta popular para jardinagem.

Elas são fáceis de cuidar e tolerantes a uma variedade de condições climáticas.

As giestas amarelas também são usadas como planta medicinal.

As flores e folhas da planta podem ser usadas para fazer chá, que é tradicionalmente usado para tratar problemas digestivos e respiratórios.

As giestas amarelas são uma importante fonte de néctar para as abelhas e outros polinizadores.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
02
Jun24

A Torre Sineira e Relógio de Sol da Igreja de Águas Frias: Símbolos da Fé, Cultura e Tempo


Mário Silva Mário Silva

A Torre Sineira e Relógio de Sol da Igreja de Águas Frias: Símbolos da Fé, Cultura e Tempo

Jun02 DSC06501_ms

A fotografia da torre sineira e do relógio de sol da Igreja de Águas Frias, situada na aldeia homónima do concelho de Chaves, em Portugal, oferece um rico panorama da cultura, fé e história da comunidade local.

Através de uma análise dos elementos arquitetónicos e da simbologia presente na imagem, podemos desvendar os significados profundos que esses elementos carregam para os habitantes de Águas Frias.

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A Torre Sineira: Elevando a Fé e Anunciando a Devoção

A torre sineira da Igreja de Águas Frias ergue-se majestosamente como um farol da fé, dominando a paisagem da aldeia e servindo como um símbolo inequívoco da presença da religião na vida da comunidade.

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A sua estrutura, com paredes sólidas e imponentes, transmite uma sensação de segurança e solidez, enquanto os seus diversos andares, perfurados por abertura em arco, sugerem um espaço interno amplo e iluminado.

A presença de um relógio na face da torre reforça a importância da noção de tempo para a comunidade, marcando os horários das missas e outros eventos religiosos.

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No topo da torre, a cruz de ferro destaca-se como um símbolo universal da fé cristã, proclamando a devoção da comunidade aos valores religiosos e servindo como um lembrete constante da presença de Deus nas suas vidas.

A cruz, adornada por um friso, assume um papel ainda mais significativo, representando a vitória de Cristo sobre a morte e a esperança de vida eterna que a fé oferece aos fiéis.

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O Relógio de Sol: A Medida do Tempo e a Urgência do Presente

Ao lado da torre sineira, o relógio de sol destaca-se como um instrumento fundamental para a medição do tempo, complementando a função da torre e reforçando a importância da noção de tempo para a comunidade.

A sua forma horizontal, com mostrador circular e gnómon triangular, representa um modelo tradicional e eficaz para determinar as horas do dia com base na posição do sol.

A presença do relógio de sol na fachada da igreja serve como um lembrete constante da passagem inexorável do tempo, da mortalidade e da necessidade de aproveitar cada momento ao máximo.

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O relógio de sol, com sua simplicidade e funcionalidade, convida à reflexão sobre a fugacidade da vida e a importância de se viver o presente com plenitude.

A sombra do gnómon, que se move lentamente ao longo do mostrador, serve como uma metáfora do tempo que passa, enquanto os números e as linhas gravadas no mostrador marcam a passagem das horas e dos dias.

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Simbolismo Profundo e Identidade Cultural

A torre sineira e o relógio de sol, além de suas funções práticas, transcendem o plano material e assumem um significado simbólico profundo para a comunidade de Águas Frias.

A torre sineira, como já mencionado, representa a fé cristã e a conexão da comunidade com o divino.

A sua presença imponente e o seu papel de convocar os fiéis para as celebrações religiosas e anunciar os horários das missas reforçam essa simbologia.

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Já o relógio de sol, por sua vez, simboliza a passagem do tempo, a mortalidade e a importância de viver cada momento com plenitude.

A sua presença na igreja serve como um lembrete constante da necessidade de se conectar com o presente e aproveitar ao máximo as oportunidades que a vida oferece.

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Exemplos e Detalhes Adicionais

A torre sineira possui um conjunto de sinos de diferentes tamanhos, que são utilizados para anunciar os horários das missas, eventos religiosos e outras ocasiões importantes para a comunidade.

O relógio de sol pode ser utilizado para diversas atividades, como determinar a hora do almoço, planear o dia de trabalho ou simplesmente contemplar a passagem do tempo.

A presença da torre sineira e do relógio de sol na igreja contribui para a criação de um ambiente religioso e acolhedor, propício à oração e à meditação.

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A imagem da torre sineira e do relógio de sol da Igreja de Águas Frias apresenta-se como um rico registro da história, cultura e fé da comunidade local.

Através da análise técnica dos elementos arquitetónicos e da interpretação simbólica da fotografia, podemos compreender a importância desses marcos para a identidade da aldeia e o valor que representam para seus habitantes.

Esses elementos, além das suas funções práticas, servem como símbolos da fé, da cultura e do tempo, representando valores essenciais que moldam a vida da comunidade e perpetuam a sua história através das gerações.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
29
Mai24

A antiga capela de Nossa Senhora dos Prazeres  - Águas Frias, Portugal


Mário Silva Mário Silva

 

A antiga capela de Nossa Senhora dos Prazeres 

Águas Frias, Portugal

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A fotografia mostra a capela privada da ex Nossa Senhora dos Prazeres, localizada na aldeia transmontana de Águas Frias, em Chaves, Portugal.

A capela foi construída, provavelmente, no século XVIII e era dedicada à devoção de Nossa Senhora dos Prazeres.

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A capela era originalmente um local de culto importante para a comunidade local. Missas eram celebradas lá pelo menos uma vez por ano, em honra da santa.

No entanto, a capela caiu em declínio e ruína nos últimos anos.

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A capela foi, recentemente, renovada pelo proprietário, Sr. Adamastor.

A renovação incluiu a limpeza da pedra, a colocação de um novo telhado e novas portas.

 No entanto, o belo altar de madeira talhado e pintado da capela original foi removido e substituído por um altar moderno e descaraterizado.

A capela agora está sempre fechada e não tem qualquer imagem de Nossa Senhora dos Prazeres no seu interior.

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A devoção a Nossa Senhora dos Prazeres é uma devoção mariana que se originou em Portugal no século XVI.

A devoção é baseada nos sete "prazeres" de Nossa Senhora:

A Anunciação; A Visitação; O Nascimento de Jesus; A Adoração dos Reis Magos; O Encontro de Jesus no Templo; A Aparição de Jesus Ressuscitado; A Coroação de Maria no Céu.

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A devoção a Nossa Senhora dos Prazeres é popular em Portugal e noutros países de língua portuguesa.

As capelas dedicadas a Nossa Senhora dos Prazeres podem ser encontradas em muitas cidades e vilas portuguesas.

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Águas Frias é uma pequena aldeia transmontana localizada no município de Chaves, em Portugal.

A aldeia é conhecida por suas belas paisagens e por sua rica história.

 

A capela de Nossa Senhora dos Prazeres era um importante marco na aldeia de Águas Frias. A renovação da capela foi um passo que poderia ser positivo para a preservação da história e da cultura da aldeia.

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A capela da ex Nossa Senhora dos Prazeres é um lembrete da rica história da aldeia de Águas Frias.

A renovação da capela é um passo que “poderia ser” um marco positivo para a preservação da capela e da cultura da aldeia.

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No entanto, a remoção do altar original da capela e a falta de uma imagem de Nossa Senhora dos Prazeres no seu interior são motivo de preocupação para alguns membros da comunidade local.

É importante que a capela seja preservada como um local de culto e que a devoção a Nossa Senhora dos Prazeres seja continuada.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
26
Mai24

A Rua Central da aldeia transmontana - Águas Frias – Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

A Rua Central da aldeia transmontana

Águas Frias – Chaves - Portugal

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A fotografia mostra a Rua Central da aldeia transmontana de Águas Frias - Chaves, em Portugal.

A rua é estreita e sinuosa, e é ladeada por casas de pedra com telhados de telha vermelha.

No centro da imagem, há uma casa com um telhado vermelho que se destaca das demais.

Ao lado da casa, há um muro de pedra que separa a rua de um campo verde.

Na parte superior da imagem, há uma paca que diz "RUA CENTRAL".

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A Rua Central é a principal rua da aldeia de Águas Frias.

Ela divide a aldeia ao meio e é a espinha dorsal de todas as ruas, ruelas, travessas e becos.

A rua é um local de passagem e de encontro para os habitantes da aldeia.

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A rua que já foi de terra batida, cimentada, é agora pavimentada com alcatrão.

As casas são de pedra e têm telhados de telha vermelha.

Há árvores ao longo da rua, que fornecem sombra nos dias mais quentes.

Há um café na rua, que é um local popular para os habitantes da aldeia se reunirem.

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A Rua Central é um símbolo da importância da comunidade na aldeia de Águas Frias.

É um local onde as pessoas se reúnem para conversar, rir e socializar.

A rua também é um importante eixo de comunicação, ligando as diferentes partes da aldeia.

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A imagem é uma bela e evocativa representação da Rua Central da aldeia de Águas Frias.

A rua parece ser um lugar acolhedor e convidativo, e é fácil imaginar os habitantes da aldeia a caminhar por ela a caminho do trabalho ou das lojas que não existem.

A fotografia também evoca um sentimento de nostalgia, lembrando-nos de um tempo em que as aldeias eram o centro da vida rural.

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A Rua Central da aldeia de Águas Frias é um local importante para os habitantes da aldeia.

É um símbolo da comunidade e um importante eixo de comunicação.

A imagem é uma bela representação da rua, e evoca um sentimento de nostalgia e de amor pela aldeia.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
22
Mai24

As casas da Aldeia transmontana (Águas Frias - Chaves - Portugal): outrora … agora


Mário Silva Mário Silva

As casas da Aldeia transmontana

(Águas Frias - Chaves - Portugal):

outrora … agora

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As casas da Aldeia Transmontana (Águas Frias - Chaves - Portugal) são um exemplo da rica arquitetura rural do norte de Portugal.

Outrora, eram acinzentadas da pedra de granito ou caiadas de branco, cores que refletiam a sobriedade da vida rural.

Hoje, muitas dessas casas foram pintadas de cores vivas e vistosas, como amarelo, azul, vermelho e verde.

Essa mudança reflete a crescente prosperidade da região e o desejo dos habitantes de expressar sua individualidade e criatividade.

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A arquitetura das casas transmontanas é influenciada por vários fatores, incluindo o clima local, os materiais disponíveis e as tradições culturais.

As casas são geralmente de pedra com telhados de telha.

As paredes são muitas vezes espessas para ajudar a manter o calor no inverno e o frescor no verão.

As janelas são pequenas para evitar a perda de calor.

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As casas transmontanas também são caracterizadas pelas suas varandas.

As varandas são usadas para relaxar, comer e socializar.

Elas também podem ser usadas para armazenar lenha ou outros itens.

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A mudança para cores vivas nas casas transmontanas é um fenómeno relativamente recente. Começou na década de 1960, quando a região começou a experimentar um crescimento económico.

As pessoas tinham mais dinheiro disponível e começaram a investir nas suas casas.

Elas pintaram as suas casas de cores vivas para expressar a sua felicidade e prosperidade.

A mudança para cores vivas também foi impulsionada por um movimento cultural mais amplo que valorizava a individualidade e a criatividade.

As pessoas queriam que as suas casas refletissem as suas próprias personalidades e gostos.

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A mudança para cores vivas nas casas transmontanas teve um impacto positivo na região.

As casas agora são mais atraentes e convidativas. Elas também contribuem para um senso de comunidade e orgulho.

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No entanto, a mudança também teve algumas críticas.

Algumas pessoas acreditam que as cores vivas são muito chamativas e prejudicam a beleza natural da região.

Outros acreditam que a mudança é um sinal da perda da tradição.

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Em forma de conclusão, poderemos dizer que a mudança para cores vivas nas casas transmontanas é um reflexo da crescente prosperidade e do desejo de expressar individualidade da região.

A mudança teve um impacto positivo na região, tornando-a mais atraente e convidativa.

No entanto, a mudança também teve algumas críticas, com algumas pessoas acreditando que as cores vivas são muito chamativas e prejudicam a beleza natural da região.

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Águas Frias é uma freguesia do concelho de Chaves, no distrito de Vila Real, em Portugal.

A freguesia tem uma população de cerca de 300 habitantes.

A economia local é baseada na agricultura e na pecuária.

Águas Frias é conhecida por sua bela paisagem rural e pela sua rica cultura tradicional.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
18
Mai24

A importância da torre de menagem num castelo medieval - Castelo de Monforte de Rio Livre


Mário Silva Mário Silva

A importância da torre de menagem num castelo medieval

Castelo de Monforte de Rio Livre

Mai18 DSC06033_ms

A torre de menagem era uma estrutura crucial num castelo medieval, servindo diversos propósitos essenciais para a defesa e o poder dos seus habitantes.

A torre de menagem, pela sua altura elevada, proporcionava uma vista ampla dos arredores do castelo, permitindo que os sentinelas observassem a movimentação de tropas inimigas e identificassem potenciais ameaças.

Essa vigilância constante era essencial para a segurança do castelo, possibilitando a antecipação de ataques e a tomada de medidas defensivas adequadas.

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Em caso de invasão, a torre de menagem funcionava como um último refúgio para os defensores do castelo.

A sua construção robusta, geralmente com paredes espessas e estrutura reforçada, dificultava a entrada dos invasores.

Além disso, a torre era frequentemente equipada com armamentos e recursos para resistir a longos cercos.

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A torre de menagem também representava o poder e a autoridade do senhor feudal que controlava o castelo.

A sua grandiosidade e imponência serviam como uma chamada de atenção constante da força e influência do senhor, intimidando os seus inimigos e inspirando respeito aos seus súbditos.

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Em alguns casos, a torre de menagem também servia como residência para o senhor feudal e a sua família, oferecendo proteção e segurança num ambiente fortificado.

Além disso, a torre podia ser utilizada para armazenar alimentos, armas e outros bens valiosos, garantindo a sobrevivência dos habitantes do castelo durante períodos de cerco ou escassez.

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A torre de menagem podia ser utilizada como um posto de comando durante batalhas, permitindo que o líder dos defensores coordenasse as ações dos seus soldados e dirigisse a estratégia de combate.

Além disso, a torre podia ser usada para enviar sinais de comunicação para outros castelos aliados, solicitando ajuda ou informando sobre a situação da batalha.

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Em alguns casos, a torre de menagem podia contar com um poço ou cisterna para armazenar água potável, garantindo o acesso a este recurso essencial durante longos períodos de cerco ou em situações de escassez.

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A torre de menagem também podia ser utilizada para armazenar munição, como flechas, pedras e outros projéteis, garantindo que os defensores tivessem os recursos necessários para repelir ataques inimigos.

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Em casos extremos, a torre de menagem podia servir como uma rota de fuga para o senhor feudal e sua família, caso o castelo estivesse prestes a cair nas mãos dos invasores.

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A torre de menagem também era um símbolo de status social para o senhor feudal, demonstrando a sua riqueza, poder e influência.

A grandiosidade e a sofisticação da torre podiam ser usadas para impressionar visitantes e aliados, reforçando a posição do senhor feudal na hierarquia social da época.

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Em resumo, a torre de menagem era uma estrutura multifuncional que desempenhava um papel crucial na defesa, segurança e simbolismo dos castelos medievais.

A sua presença imponente era um lembrete constante do poder e da autoridade do senhor feudal, enquanto as suas funções práticas garantiam a sobrevivência e a proteção dos seus habitantes.

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Na fotografia da torre de menagem do Castelo de Monforte de Rio Livre, observamos um detalhe de uma parede de pedra sólida com um céu claro ao fundo.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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17
Mai24

A água espelhada na albufeira das Nogueirinhas (Chaves - Portugal)


Mário Silva Mário Silva

A água espelhada na albufeira das Nogueirinhas

(Chaves - Portugal)

Mai05 DSC00954_ms

A fotografia mostra a albufeira das Nogueirinhas, um reservatório de água artificial situado no município de Chaves, em Portugal.

A albufeira é formada pela barragem de Arcossó, que foi construída em 1982 sobre o leito da Ribeira de Arcossó. A albufeira tem uma área de 0,412 km² e uma capacidade total de 4,876 milhões de metros cúbicos de água.

A foto mostra a albufeira num dia calmo e ensolarado.

A superfície da água está lisa e calma, o que permite que as árvores e fragas ao redor da albufeira se reflitam na água.

As árvores são altas e verdes, e as fragas são grandes e claras.

A água da albufeira é azul clara e transparente.

A imagem é serena e tranquila.

Ela transmite uma sensação de paz e tranquilidade.

A beleza natural da albufeira é evidente na imagem.

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A albufeira das Nogueirinhas é utilizada para a rega agrícola e o abastecimento público de água.

A albufeira é um local popular para pesca, desportos náuticos e piqueniques.

É cercada por uma área de floresta e campos agrícolas.

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A imagem mostra uma vista panorâmica da albufeira das Nogueirinhas.

A imagem está focada na superfície da água.

A imagem é composta por tons de azul, verde e castanho.

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A fotografia é bem composta e equilibrada.

O primeiro plano é ocupado pelas árvores e fragas, que se refletem na água do segundo plano.

O terceiro plano é ocupado pelas colinas verdejantes que cercam a albufeira.

A imagem é bem iluminada e os detalhes são nítidos.

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A fotografia é uma bela representação da albufeira das Nogueirinhas.

Ela transmite uma sensação de paz e tranquilidade e destaca a beleza natural da região.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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14
Mai24

Era uma vez, uma casa … em Águas Frias – Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

Era uma vez, uma casa …

em Águas Frias – Chaves - Portugal

A fotografia mostra uma casa em ruínas, abandonada em Águas Frias - Chaves - Portugal.

A casa é feita de pedra e tem uma porta de madeira. A porta está aberta e há uma pequena janela na parede. A janela é pequena e tem os vidros partidos.

A casa está coberta de vegetação e parece estar desabitada há muito tempo.

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A casa foi construída no início do século XX por uma família de agricultores.

A família viveu na casa por muitos anos e criou muitos filhos lá.

No entanto, nos anos 1960, a família mudou-se para a o estrangeiro e a casa ficou vazia.

Nos anos que se seguiram, a casa foi lentamente caindo em ruínas.

O telhado caiu, as paredes racharam e as janelas foram quebradas.

A casa tornou-se um refúgio para animais selvagens e somente uma lembrança do passado.

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Em 2024, a casa ainda está em ruínas.

É uma sombra de seu antigo eu e apresentando da passagem do tempo.

No entanto, a casa ainda tem uma certa beleza, e é fácil imaginar como já fora, uma vez, um lar próspero.

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A história da casa é uma história de mudança e perda.

É uma história do passado e do presente.

É uma história de beleza e decadência.

É uma história da vida.

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A casa poderia ser restaurada e transformada em uma casa de férias ou num alojamento local. Também poderia ser demolida e substituída por uma nova casa.

No entanto, o mais provável é que a casa continue a desmoronar e a tornar-se uma parte da história local.

A história da casa em ruínas é uma nota de que nada dura para sempre.

Tudo muda e tudo eventualmente decai.

No entanto, a história da casa também é uma chamada de atenção da beleza do passado e da importância de preservar nossa história.

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A casa em ruínas é um símbolo da passagem do tempo.

É um lembrete de que todas as coisas mudam e que nada dura para sempre.

No entanto, a casa também é um símbolo da beleza do passado e da importância de preservar nossa história.

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A casa em ruínas é uma metáfora da vida.

Assim como a casa está em ruínas, nossas vidas também estão em constante mudança.

No entanto, assim como a casa ainda tem uma certa beleza, nossas vidas também têm beleza, mesmo em tempos de dificuldade.

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A casa em ruínas é uma anotação de que devemos aproveitar ao máximo o tempo que temos.

Devemos viver as nossas vidas ao máximo e criar memórias que durarão para sempre.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
12
Mai24

Maternidade e Infância numa aldeia transmontana de Chaves - Portugal (1966)


Mário Silva Mário Silva

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Maternidade e Infância numa aldeia transmontana

de Chaves - Portugal (1966)

Mai12 Chaves, em 1966 - 2-fotor_ms

A fotografia captura uma cena familiar numa varanda tradicional de madeira, localizada numa aldeia rural de Chaves, Portugal, no ano de 1966.

A imagem apresenta uma mulher, presumidamente a mãe, vestindo um avental branco, segurando um bebé nos seus braços.

Ao lado dela, um outro filho menor observa a cena por entre as ripas verticais da varanda.

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A fotografia apresenta uma composição triangular clássica, com a mãe e o bebé no ápice do triângulo, criando um centro de interesse definido.

O filho menor, posicionado à esquerda, complementa a composição e direciona o olhar para o centro.

A luz natural, incidindo de forma suave sobre a cena, cria uma atmosfera serena e acolhedora.

A sombra parcial projetada pelas ripas da varanda contribui para a sensação de tridimensionalidade.

A escolha de uma profundidade de campo rasa mantém o foco nos elementos principais da cena, a mãe e o bebé, enquanto desfoca o fundo, dirigindo a atenção para o primeiro plano.

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A fotografia transcende a mera captura de um momento, transmitindo valores e emoções universais.

A imagem representa a ternura e o amor maternal, evidenciados pelo abraço protetor da mãe ao bebé.

O filho menor, observando a cena com curiosidade, simboliza a inocência e a descoberta da infância.

A fotografia também evoca um sentimento de nostalgia, transportando o observador para um passado rural e simples.

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A escolha do preto e branco confere à imagem um caráter atemporal, transcendendo as barreiras do tempo e da cultura.

A fotografia pode ser interpretada sob diversos ângulos, desde um retrato familiar até uma reflexão sobre a vida rural e os valores tradicionais.

A imagem possui valor histórico e cultural, documentando um momento específico da vida numa comunidade portuguesa.

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A fotografia, rica em detalhes e simbolismo, oferece um vislumbre da vida familiar numa aldeia portuguesa na década de 1960.

Ela representa a maternidade, a infância, a simplicidade da vida rural e a nostalgia de um tempo passado.

A imagem possui valor histórico e cultural, servindo como um documento visual de um período específico da história portuguesa.

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Texto & Colorização da Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
11
Mai24

“Vinca difformis” - erva-da-inveja


Mário Silva Mário Silva

“Vinca difformis” - erva-da-inveja

Mai11 DSC05579_ms

A “Vinca difformis”, também conhecida como erva-da-inveja, é uma planta perene nativa da Europa, Ásia e América do Norte.

É membro da família Asteraceae e é conhecida pelas suas flores roxas e brancas, que florescem no final do inverno e na primavera.

As folhas da planta são verdes e ovaladas, com margens irregulares.

A “Vinca difformis” é uma planta de crescimento rápido que pode espalhar-se rapidamente por meio de rizomas.

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A “Vinca difformis” é uma planta importante no ecossistema por vários motivos.

Ela fornece alimento e abrigo para uma variedade de animais, incluindo insetos, pássaros e pequenos mamíferos.

A planta também ajuda a controlar a erosão do solo e a melhorar a qualidade da água.

Além disso, a “Vinca difformis” é uma fonte de vários compostos medicinais que têm sido usados ​​no tratamento de uma variedade de doenças.

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A “Vinca difformis” é uma planta popular para o paisagismo e é frequentemente usada como cobertura do solo ou em bordas.

A planta também é usada como planta medicinal e os seus extratos têm sido usados ​​no tratamento de cancro, diabetes e doenças cardíacas.

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A “Vinca difformis” é uma planta invasora em algumas partes do mundo e pode representar uma ameaça para a biodiversidade local.

A planta também é suscetível a uma série de doenças e pragas.

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A “Vinca difformis” é uma planta importante com uma ampla gama de usos.

É importante proteger esta planta de ameaças, como invasão e doenças.

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A “Vinca difformis” é uma planta muito tolerante à seca e pode prosperar numa variedade de condições de solo.

A planta é relativamente fácil de cuidar e não requer muita manutenção.

A “Vinca difformis” é uma boa escolha para jardineiros iniciantes.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
08
Mai24

A aldraba


Mário Silva Mário Silva

A aldraba

Mai08 DSC04918_ms

A aldraba numa porta de uma casa rural transmontana é um símbolo de hospitalidade e boas-vindas.

A aldraba é uma anotação de que, mesmo no meio da agitação da vida quotidiana, há sempre alguém que deseja entrar.

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Na fotografia, a aldraba está numa porta de madeira de uma casa rural transmontana.

A aldraba é feita de metal e tem a forma oval, que se coaduna com a forma da mão.

A porta está “fechada”, mas basta rodar a aldraba que ela logo se abre.

Quando alguém bate na aldrava, uma voz amistosa do interior da casa diz "Entre!".

Somente depois que a pessoa entrar é que é perguntado "Quem é?".

Essa tradição é uma forma de os moradores da casa se protegerem de intrusos.

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A aldraba também é um símbolo da comunidade e da amizade.

Quando alguém bate na aldraba, é como se estivesse batendo na porta de todos na comunidade.

Os moradores da casa sentem-se responsáveis por acolher e receber os visitantes.

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A aldraba é um objeto simples, mas tem um significado profundo.

É um símbolo de hospitalidade, boas-vindas, comunidade e amizade.

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A aldraba é um sinal de que a casa está aberta a visitantes.

É um convite para entrar e ser recebido com gentileza.

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A voz amistosa que diz "Entre!" é um sinal de boas-vindas.

É um convite para se sentir em casa.

A tradição de perguntar "Quem é?" antes de abrir a porta é uma forma dos moradores da casa se protegerem de intrusos.

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A aldraba é um símbolo da comunidade.

Quando alguém bate na aldraba, é como se estivesse batendo na porta de todos na comunidade.

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Os moradores da casa sentem-se responsáveis por acolher e receber os visitantes.

A aldraba é um símbolo dessa amizade.

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A aldraba é um objeto importante na cultura portuguesa.

É um símbolo de valores importantes como a hospitalidade, as boas-vindas, a segurança, a comunidade e a amizade.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
07
Mai24

Uma Estória Estranha no Castelo de Monforte de Rio Livre - Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

 

Uma Estória Estranha no

Castelo de Monforte de Rio Livre

Mai07 DSC01298_ms

Cena: Entrada norte da muralha exterior do Castelo de Monforte de Rio Livre, em Águas Frias, Chaves, Portugal.

Personagens:

Mário Silva: Um homem local, conhecido pela sua bondade e generosidade.

Mulher misteriosa: Uma figura feminina com roupas escuras e um olhar penetrante.

Criatura estranha: Uma entidade alta e magra, envolta em um manto negro.

História:

Numa noite fria e nebulosa, Mário Silva, um homem de coração bondoso, caminhava pelos arredores do Castelo de Monforte de Rio Livre.

Ao se aproximar da entrada norte da muralha exterior, ele foi subitamente tomado por uma sensação de estranheza e desconforto.

A névoa densa parecia adensar-se em torno dele, e o silêncio era perturbado apenas pelo farfalhar das folhas secas sob seus pés.

De repente, Mário avistou uma figura estranha parada no arco da entrada.

Era uma criatura alta e magra, envolta num manto negro que cobria completamente seu corpo.

Os seus olhos, que brilhavam com uma luz sinistra, eram os únicos elementos visíveis.

Mário sentiu um calafrio percorrer a sua espinha e instintivamente virou-se para correr.

Mas antes que pudesse dar um passo, uma voz suave e melodiosa paralisou-o.

- Não tenha medo- disse a voz. - Não lhe farei mal.

Mário virou-se lentamente e deparou-se com uma mulher misteriosa.

Ela era alta e esguia, com longos cabelos negros que caíam em cascata sobre os seus ombros.

Seus olhos, de um verde esmeralda profundo, transbordavam de sabedoria e gentileza.

- Quem é você? - perguntou Mário, ainda hesitante.

- Sou a guardiã deste castelo - respondeu a mulher. - Fiquei sabendo que você é um homem bom e que deseja ajudar os outros. É por isso que o chamei aqui.

Mário não sabia o que acreditar, mas a aura de calma e paz que emanava da mulher tranquilizava-o.

- O que você precisa de mim? - perguntou ele.

A mulher sorriu tristemente.

- Este castelo está em perigo - disse ela - Uma força das trevas está aproximando-se, e só um coração puro como o seu pode detê-la.

Mário ficou chocado com a revelação da mulher.

Ele nunca havia acreditado em coisas sobrenaturais, mas a sinceridade dos seus olhos era inegável.

- O que devo fazer? - perguntou ele, com determinação nascendo no seu coração.

A mulher guiou-o até ao interior do castelo, onde lhe revelou um antigo portal mágico.

- Este portal leva ao reino das trevas - disse ela - É lá que a fonte do mal reside. Você deve entrar no portal e enfrentar a criatura que ameaça este castelo.

Mário sabia que a missão era perigosa, mas ele não podia recusar.

A vida de muitas pessoas dependia dele.

Com um profundo suspiro, ele atravessou o portal e viu-se num lugar sombrio e árido.

No centro do reino das trevas, uma criatura demoníaca aguardava-o.

Os seus olhos vermelhos flamejantes perfuravam a alma de Mário, e a sua voz gutural ecoava pelo local.

- Você não me pode derrotar - rosnou a criatura - Eu sou mais poderoso do que você, jamais poderá imaginar.

Mas Mário não se intimidou.

Ele lembrou-se das palavras da mulher misteriosa e concentrou-se na força da luz que emanava de seu interior.

- Eu não vim sozinho - disse ele - A luz da esperança está comigo, e ela é mais poderosa do que qualquer escuridão.

Com um grito de bravura, Mário canalizou a luz num raio ofuscante que atingiu a criatura em cheio.

O monstro demoníaco soltou um rugido de agonia e desintegrou-se em milhares de fragmentos de escuridão.

A luz da esperança havia triunfado sobre as trevas.

O reino das trevas dissolveu-se, e Mário viu-se de volta ao interior do Castelo de Monforte de Rio Livre.

A mulher misteriosa recebeu-o com um sorriso radiante.

- Você o fez! - exclamou ela - Você salvou o castelo e todos que vivem nele.

Mário sentiu-se inundado por uma sensação de paz e satisfação.

Ele havia enfrentado os seus medos e saiu vitorioso.

A partir daquele dia, ele tornou-se um herói local, conhecido pela sua bravura e sua fé inabalável na luz.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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06
Mai24

A Casa Amarela com Telhas Vermelhas


Mário Silva Mário Silva

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A Casa Amarela com Telhas Vermelhas

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Era uma vez, numa pequena aldeia chamada Águas Frias, situada no município de Chaves, em Portugal, havia uma charmosa casa amarela com telhas vermelhas.

Essa casa, cercada por um jardim florido e adornada por um ramo de um antigo castanheiro, era um símbolo da beleza e da tranquilidade da região.

A casa era lar de uma família acolhedora, composta por um casal e seus dois filhos.

Eles viviam uma vida simples, mas feliz, apreciando os prazeres da vida.

As crianças brincavam no jardim, correndo entre as flores e subindo nas árvores, enquanto os pais observavam com amor e carinho.

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O ramo do castanheiro, que pendia sobre a casa, era um símbolo de força e proteção. Ele havia resistido a muitas tempestades ao longo dos anos, e os seus galhos frondosos forneciam sombra e refúgio para os habitantes da casa.

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O vale que se estendia abaixo da casa era um lugar de beleza natural incomparável.

Os campos verdejantes, as colinas ondulantes e o rwgato que serpenteava pelo vale criavam uma paisagem de tirar o fôlego.

A família costumava fazer caminhadas pelo vale, apreciando a vista e respirando o ar puro da montanha.

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A vida na casa amarela era tranquila e pacífica.

Os dias eram preenchidos com trabalho, lazer e momentos de união familiar.

As noites eram calmas e estreladas, e o silêncio era apenas quebrado pelo canto dos grilos e o uivo de uma coruja.

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Um dia, uma tempestade forte atingiu a região.

O vento uivava, a chuva caía em torrentes e os raios iluminavam o céu com flashes de luz branca.

A família reuniu-se na sala da casa, preocupada com a segurança do seu lar.

Mas a casa amarela resistiu à tempestade.

O telhado vermelho protegia a casa da chuva, e as paredes fortes resistiam aos ventos furiosos.

 A família sentiu-se segura e grata por ter um lar tão resistente.

Quando a tempestade finalmente passou, o sol voltou a brilhar e um arco-íris apareceu no céu.

A família saiu para o jardim para apreciar a beleza da natureza após a tempestade.

Eles sentiram-se mais unidos do que nunca, e perceberam que sua casa era um lugar especial, onde podiam encontrar segurança, conforto e amor.

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A casa amarela com telhas vermelhas continuou a ser um símbolo de beleza e tranquilidade em Águas Frias por muitos e muitos anos.

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A história da casa amarela com telhas vermelhas é uma história sobre a força da família, a beleza da natureza e a importância de um lar.

É uma história que nos ensina a sermos gratos pelo que temos e a apreciar os momentos simples da vida.

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A história da casa amarela com telhas vermelhas é uma história atemporal que pode ser apreciada por pessoas de todas as idades.

A história ensina-nos a importância de valorizar a família, o lar e a natureza.

A história lembra-nos que a vida é cheia de altos e baixos, mas que sempre há esperança.

A história inspira-nos a sermos gratos pelas coisas simples da vida.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
03
Mai24

O regueiro serpenteia o lameiro com o sol poente escondendo-se por entre os ramos da árvore -  Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

"O regueiro serpenteia o lameiro com o sol poente escondendo-se por entre os ramos da árvore”

Águas Frias - Chaves - Portugal

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A fotografia mostra um riacho serpenteando por um campo verde, com uma árvore no primeiro plano.

O sol está se pondo atrás da árvore, e seus raios passam pelas folhas da árvore, criando um efeito de luz e sombra. Ao fundo, podemos ver algumas montanhas.

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A imagem é uma bela representação da natureza portuguesa.

O riacho serpenteando pelo campo verde é uma imagem serena e tranquila, enquanto o sol poente atrás da árvore cria uma atmosfera dramática.

As montanhas ao fundo completam a paisagem e dão uma sensação de grandiosidade.

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A fotografia pode ser vista como uma representação da beleza da natureza portuguesa, ou como um símbolo da passagem do tempo.

O sol poente pode ser visto como um símbolo do fim da vida, enquanto o riacho serpenteando pode ser visto como um símbolo da vida que continua.

A imagem evoca uma variedade de emoções, como paz, tranquilidade, drama e grandiosidade.

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A imagem pode ser uma evocação da beleza da natureza, ou ser um símbolo da passagem do tempo ou da vida que continua.

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A imagem foi captada em Águas Frias, uma freguesia do concelho de Chaves, em Portugal.

A freguesia é conhecida pelas suas paisagens naturais, incluindo montanhas, rios e florestas.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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