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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

15
Fev24

Uma casa desabitada na aldeia … Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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Uma casa desabitada na aldeia …

Águas Frias - Chaves - Portugal

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A casa, situada numa aldeia transmontana, apresenta um estado de abandono avançado. As paredes caiadas de branco estão descascadas e sujas, com manchas de humidade e rachaduras. O telhado está danificado, com telhas partidas e ausentes, o que permite a entrada de água e vegetação. As janelas estão empoeiradas e partidas, e a porta da frente está desbotada e enferrujada. A varanda está deteriorada, com tábuas podres e rachadas.

O estado de abandono da casa parece ter vindo a piorar. As paredes estão mais descascadas, o telhado está mais danificado, e a vegetação está mais crescida. Isso sugere que a casa está desabitada há algum tempo e que não tem sido cuidada.

As causas do abandono da casa podem ser variadas. É possível que os seus donos tenham falecido ou emigrado, deixando a casa vazia. Também é possível que a casa esteja em mau estado de conservação e que seja demasiado cara para ser reparada.

O abandono da casa é um problema que afeta muitas aldeias transmontanas.

Estas casas representam um património cultural importante, e o seu abandono contribui para a degradação da imagem das aldeias.

É importante encontrar soluções para este problema, como a recuperação das casas abandonadas para habitação ou turismo.

No caso desta casa, a sua recuperação seria um projeto desafiante, mas gratificante.

A casa tem um grande potencial para se tornar numa bela habitação rural, com vistas deslumbrantes sobre a serra.

A sua recuperação ajudaria a preservar o património cultural da região e a revitalizar a aldeia.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
21
Nov23

Uma linda casa branca – Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

Uma linda casa branca

Águas Frias (Chaves) - Portugal

N13 Casa da aldeia _ms-moldura

No meio da aldeia,

Em Trás-os-Montes,

Uma linda casa branca,

Rústica e charmosa.

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Com suas janelas e portas,

De madeira pintada,

E seu telhado de telhas,

Em tons de vermelho.

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A casa é um encanto,

Com sua simplicidade,

E sua história,

Que nos faz viajar no tempo.

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A casa é um símbolo,

Da cultura e tradição,

De um povo que vive,

Em harmonia com a natureza.

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Poema & FotoPintura: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
24
Set23

As casas, das aldeias rurais de Trás-os-Montes, Portugal, estão a perder as suas características arquitetónicas (6.ª parte)


Mário Silva Mário Silva

As casas, das aldeias rurais de Trás-os-Montes, Portugal, estão a perder as suas características arquitetónicas

(6.ª parte)

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  1. Porque é que as casas tradicionais de Trás-os-Montes estão a perder as suas características arquitetónicas?

Vários fatores contribuem para a perda de características arquitetónicas em Trás-os-Montes. A modernização, a urbanização e as mudanças socioeconómicas levaram à negligência e ao abandono das casas tradicionais. Além disso, a falta de recursos e a conscientização sobre a importância da preservação aceleraram ainda mais o desaparecimento dessas características.

 

  1. Quais são algumas características únicas das casas tradicionais transmontanas?

As casas tradicionais transmontanas têm características distintas como paredes de pedra, telhados de telha de barro e varandas de madeira. Eles geralmente têm um “layout” compacto com vários quartos e um pátio central. As casas também exibem artesanato intrincado, materiais tradicionais e elementos decorativos que refletem a herança cultural local.

 

  1. Como estão a ser desenvolvidos esforços para restaurar e preservar as casas tradicionais transmontanas?

Várias iniciativas e organizações de conservação estão a trabalhar no sentido do restauro e preservação das casas tradicionais de Trás-os-Montes. Estes esforços envolvem a sensibilização, a prestação de apoio financeiro e a aplicação de orientações em matéria de conservação. Além disso, projetos de restauração bem-sucedidos servem como exemplos inspiradores, incentivando a comunidade a valorizar e proteger o seu património arquitetónico.

 

  1. Qual a importância da preservação da arquitetura tradicional transmontana?

A preservação da arquitetura tradicional transmontana é crucial para manter as ligações culturais e históricas. Estas casas oferecem uma visão sobre o passado da região, refletindo a sua identidade única e tradições locais. Ao preservar a arquitetura tradicional, asseguramos que as gerações futuras possam apreciar e aprender com estes valiosos bens culturais.

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Texto & Fotografia: @MárioSilva

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Mário Silva 📷
22
Set23

As casas, das aldeias rurais de Trás-os-Montes, Portugal, estão a perder as suas características arquitetónicas (5.ª parte)


Mário Silva Mário Silva

As casas, das aldeias rurais de Trás-os-Montes, Portugal, estão a perder as suas características arquitetónicas

(5.ª parte)

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  1. Esforços para Restaurar e Preservar Casas Tradicionais em Trás-os-Montes

A preservação das casas tradicionais transmontanas não é uma causa perdida. Várias iniciativas e organizações dedicam-se à conservação e restauro destas joias arquitetónicas.

 

7.1 Iniciativas e organizações de conservação

Várias organizações locais e nacionais trabalham incansavelmente para aumentar a conscientização sobre a importância de preservar as casas tradicionais. Eles fornecem orientação, recursos e financiamento para indivíduos e comunidades interessados em restaurar suas propriedades. Essas organizações colaboram com proprietários, arquitetos e autoridades locais para garantir que os projetos de restauração estejam alinhados com os princípios de conservação, ao mesmo tempo em que atendem aos modernos padrões de segurança e conforto.

 

7.2 Histórias de sucesso na restauração

Apesar dos desafios, são inúmeros os casos de sucesso no restauro de casas tradicionais transmontanas. Muitos proprietários, com o apoio de organizações de conservação, transformaram com sucesso estruturas degradadas em casas bonitas e funcionais que mantêm seu charme histórico. Estas casas restauradas não só contribuem para a preservação do nosso património arquitetónico, mas também servem como exemplos de práticas de restauro sustentáveis e respeitosas.

Ao destacar estas histórias de sucesso e ao apoiar os interessados no restauro, podemos inspirar outros a embarcar em percursos semelhantes e garantir a preservação contínua das nossas casas tradicionais em Trás-os-Montes. Em conclusão, as casas tradicionais de Trás-os-Montes são um testemunho da rica história e identidade cultural da região. Embora estas casas corram o risco de perder as suas características arquitetónicas, há uma consciência crescente da necessidade de preservar e conservar este património único. Através de várias iniciativas e projetos de restauro, estão a ser tomadas medidas para garantir que estas casas continuem a contar as suas histórias para as gerações vindouras. Ao valorizar e proteger a arquitetura tradicional transmontana, não só honramos o passado como criamos um futuro sustentável que abraça o legado cultural da região.

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Texto & Fotografia: @MárioSilva

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Mário Silva 📷
20
Set23

As casas, das aldeias rurais de Trás-os-Montes, Portugal, estão a perder as suas características arquitetónicas (4.ª parte)


Mário Silva Mário Silva

As casas, das aldeias rurais de Trás-os-Montes, Portugal, estão a perder as suas características arquitetónicas

(4.ª parte)

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  1. Desafios na Manutenção da Autenticidade das Casas Rurais

Manter a autenticidade das casas rurais de Trás-os-Montes não está isento de desafios. Fatores econômicos e sociais, combinados com a modernização e a urbanização, colocam obstáculos significativos à preservação desses tesouros arquitetónicos.

6.1 Fatores económicos e sociais

Um dos principais desafios enfrentados na preservação das casas tradicionais é o ônus financeiro. A restauração e a manutenção podem ser dispendiosas, especialmente para proprietários com recursos limitados. Muitas comunidades rurais transmontanas enfrentam dificuldades económicas, o que lhes dificulta o investimento na preservação das suas casas. Além disso, mudanças na dinâmica social, como a migração para áreas urbanas, podem resultar em negligência e abandono dessas propriedades ancestrais.

 

6.2 Modernização e Urbanização

À medida que Trás-os-Montes evolui e se moderniza, aumenta a pressão para adaptar as casas tradicionais aos padrões contemporâneos. As exigências da vida moderna muitas vezes colidem com o design original e layout desses edifícios. A tentação de alterá-los ou demoli-los para dar lugar a estruturas mais modernas pode ser forte. A urbanização também representa uma ameaça, à medida que as áreas rurais se tornam mais desenvolvidas, e as casas tradicionais correm o risco de serem ofuscadas ou demolidas para abrir espaço para construções mais recentes.

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Texto & Fotografia: @MárioSilva

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Mário Silva 📷
18
Set23

As casas, das aldeias rurais de Trás-os-Montes, Portugal, estão a perder as suas características arquitetónicas (3.ª parte)


Mário Silva Mário Silva

As casas, das aldeias rurais de Trás-os-Montes, Portugal, estão a perder as suas características arquitetónicas

(3.ª parte)

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  1. A Importância da Preservação da Arquitetura Tradicional em Trás-os-Montes

A arquitetura tradicional transmontana tem uma enorme importância cultural e histórica. Estes edifícios não são apenas estruturas feitas de pedra; são testemunhos vivos do passado. Cada casa conta uma história das pessoas que a habitaram, seu modo de vida e sua conexão com a terra. Preservar estas joias arquitetónicas é crucial para manter vivo o nosso património.

 

5.1 Importância cultural e histórica

As casas tradicionais transmontanas são mais do que apenas locais para viver; são símbolos do nosso património cultural. Eles mostram o artesanato e técnicas arquitetônicas de nossos antepassados, mostrando as habilidades e engenhosidade de gerações passadas. Sem a sua preservação, arriscamo-nos a perder uma parte da nossa história regional e as histórias únicas incrustadas dentro destes muros.

Estas casas também representam diferentes períodos históricos, cada uma com seu próprio estilo arquitetónico e design. Refletem a evolução de Trás-os-Montes ao longo dos tempos, desde as modestas casas de granito que pontilham a paisagem até às grandes casas senhoriais que recordam uma época passada. Ao preservar estes edifícios, asseguramos que as gerações futuras possam apreciar e aprender com o nosso rico património arquitetónico.

 

5.2 Reflexão da identidade local

As nossas casas tradicionais são mais do que apenas estruturas; são parte integrante da nossa identidade local. A arquitetura de Trás-os-Montes é distinta e imediatamente reconhecível, com as suas características paredes de granito, persianas de madeira e telhados de azulejos. Estes edifícios incorporam a essência das nossas comunidades rurais, representando as suas tradições, valores e modo de vida.

Preservar essas características arquitetónicas ajuda a manter nosso senso de lugar e orgulho. Eles servem como um lembrete visual de nossas raízes e oferecem uma conexão com nossos antepassados. Ao proteger e promover a arquitetura tradicional, celebramos a nossa identidade local e garantimos a sua continuação para as gerações futuras abraçarem e estimarem.

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Texto & Fotografia: @MárioSilva

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Mário Silva 📷
16
Set23

As casas, das aldeias rurais de Trás-os-Montes, Portugal, estão a perder as suas características arquitetónicas (2.ª parte)


Mário Silva Mário Silva

As casas, das aldeias rurais de Trás-os-Montes, Portugal, estão a perder as suas características arquitetónicas

(2.ª parte)

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  1. A paisagem em mudança: perda de características arquitetónicas

Infelizmente, as características arquitetónicas que outrora definiam as casas tradicionais transmontanas estão a desaparecer lentamente.

À medida que a modernização se instala e novos métodos de construção se tornam predominantes, o encanto único destas habitações rurais está a desaparecer.

 

4.1 Fatores que contribuem para a perda de características arquitetónicas

Vários fatores contribuem para a perda de características arquitetónicas em Trás-os-Montes.

As pressões económicas, o declínio populacional e o desejo de confortos modernos levaram ao abandono das casas tradicionais.

Além disso, a falta de regulamentação e conscientização sobre a preservação arquitetónica acelerou ainda mais esse declínio.

 

4.2 Exemplos de Desaparecimento de Elementos Arquitetónicos

Elementos como cantaria intrincada, varandas tradicionais de madeira e entalhes ornamentados estão a desaparecer da paisagem transmontana.

À medida que essas características são substituídas por desenhos mais padronizados e modernos, a região perde uma parte de sua identidade cultural. É essencial apreciar e preservar o que resta destas joias arquitetónicas antes que se percam para sempre.

Em conclusão, Trás-os-Montes é uma região que oferece um vislumbre do modo de vida tradicional português. O seu património arquitetónico, embora desapareça lentamente, conta histórias cativantes do passado. Ao compreender e valorizar as características únicas destas casas rurais, podemos garantir que o seu legado continua vivo para as gerações futuras apreciarem.

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Texto & Fotografia: @MárioSilva

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Mário Silva 📷
26
Jul23

A Misteriosa História da Porta Vermelha numa Casa de Aldeia Transmontana (3.ª parte)


Mário Silva Mário Silva

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A Misteriosa História da Porta Vermelha numa Casa de Aldeia Transmontana (3.ª parte)

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O Impacto da Porta Vermelha na Aldeia Hoje

Hoje, a porta vermelha é um dos principais atrativos turísticos da aldeia. Muitos visitantes vêm à aldeia para visitar a casa abandonada e tentar desvendar o seu segredo. A porta vermelha também inspirou muitos artistas locais, que criaram obras de arte inspiradas na porta.

Além disso, a descoberta da porta vermelha levou a um aumento do interesse pela história da aldeia. Muitos habitantes começaram a investigar a história da aldeia e a explorar outras casas abandonadas em busca de outros segredos.

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Explorando Outros Mistérios da Aldeia

A porta vermelha não é o único mistério da aldeia. Há muitas outras casas abandonadas e locais misteriosos que ainda não foram explorados. Alguns habitantes da aldeia acreditam que há um tesouro escondido em algum lugar da aldeia, enquanto outros acham que há uma caverna subterrânea escondida em algum lugar.

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Conclusão e Conclusões Finais

A porta vermelha também continua a intrigar e a fascinar visitantes de todo o mundo.

A aldeia transmontana é um tesouro escondido de Portugal, cheio de mistérios e segredos. Se está interessado em história e cultura, visite a aldeia e explore os seus mistérios. Quem sabe o que poderá descobrir?

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

 

 

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24
Jul23

A Misteriosa Estória da Porta Vermelha numa Casa de Aldeia Transmontana (2.ª parte)


Mário Silva Mário Silva

A Misteriosa Estória da Porta Vermelha numa Casa de Aldeia Transmontana (2.ª parte)

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(… Continuação)

Teorias e Rumores sobre a Porta Vermelha

As teorias e os rumores sobre a porta vermelha são muitos.

Alguns habitantes mais velhos da aldeia afirmam que, há muitos anos, viram luzes acesas na casa e ouviram vozes. Outros dizem que já viram sombras a moverem-se atrás das janelas. Mas, até agora, ninguém nunca teve coragem de investigar mais a fundo.

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Desvendando o Segredo da Porta Vermelha

Recentemente, um grupo de investigadores decidiu tentar desvendar o segredo da porta vermelha. Depois de muitas tentativas, finalmente conseguiram abrir a porta. O que encontraram lá dentro foi surpreendente.

Dentro da casa, encontraram um quarto secreto com paredes cobertas de símbolos estranhos. No centro do quarto, havia um altar com velas acesas e um livro antigo aberto em cima dele. O livro continha feitiços e rituais de magia negra, mas ninguém sabe ao certo quem o escreveu ou para que fim.

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O Significado da Porta Vermelha na História da Aldeia

A descoberta da porta vermelha teve um grande impacto na história da aldeia. Muitos habitantes começaram a questionar o que mais poderia estar escondido na aldeia. Alguns começaram a explorar outras casas abandonadas, enquanto outros se interessaram pela história da aldeia.

A porta vermelha tornou-se um marco importante na história da aldeia e atraiu muitos visitantes curiosos. Hoje, a casa onde se encontra a porta vermelha é um local turístico popular e um símbolo da história da aldeia.

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Entrevistas com Locais Sobre a Porta Vermelha

Para entender melhor a importância da porta vermelha na aldeia, entrevistámos alguns habitantes locais. Muitos deles acreditam que a porta vermelha é um símbolo da história e da cultura da aldeia.

Um habitante mais velho da aldeia afirmou que a casa onde se encontra a porta vermelha era conhecida como a "casa do diabo" quando ele era criança. Ele disse que as pessoas evitavam passar pela casa à noite, com medo do que poderiam encontrar lá dentro.

Outro habitante da aldeia afirmou que a porta vermelha é um símbolo de mistério e curiosidade. Ele disse que a porta vermelha sempre o intrigou e que, quando era criança, costumava ter pesadelos sobre o que se encontrava lá dentro.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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22
Jul23

A Misteriosa História da Porta Vermelha numa Casa de Aldeia Transmontana (1.ª parte)


Mário Silva Mário Silva

A Misteriosa História da Porta Vermelha numa Casa de Aldeia Transmontana (1.ª parte):

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Desvendando um segredo que vos deixará vermelhos de “suspense”!

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A pequena aldeia transmontana esconde muitos segredos e mistérios. No entanto, há um que se destaca entre todos os outros: a porta vermelha de uma casa abandonada. Os habitantes da aldeia evitam falar sobre ela, mas as histórias e os rumores sobre o que se esconde por detrás da porta são muitos.

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Introdução ao Mistério da Porta Vermelha

A porta vermelha é uma das coisas mais enigmáticas da aldeia. A casa onde se encontra está abandonada há muitos anos, mas ninguém nunca se aventurou a entrar lá. A porta, por sua vez, permanece trancada e ninguém sabe o que se encontra do outro lado. Os habitantes da aldeia acreditam que há um segredo escondido lá dentro, mas ninguém sabe ao certo o que é.

As histórias sobre a porta vermelha são muitas. Alguns dizem que há um tesouro escondido lá dentro, enquanto outros acreditam que a casa é assombrada por espíritos malignos. Há até quem diga que a casa pertenceu a um velho sábio que guardava um livro de feitiçaria com poderes mágicos. Mas, até agora, ninguém nunca teve coragem de entrar na casa para descobrir a verdade.

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A História da Casa da Aldeia Transmontana

A casa onde se encontra a porta vermelha é uma das mais antigas da aldeia. Segundo os registros históricos, foi construída há mais de 200 anos por um rico proprietário de terras. Durante muitos anos, a casa foi habitada por várias gerações da mesma família, até que foi abandonada há cerca de 50 anos.

Desde então, a casa tem permanecido vazia e quase em ruínas. As janelas estão partidas, as paredes estão descascadas e a porta vermelha parece cada vez mais enigmática. Mas, apesar do seu estado de abandono, a casa ainda é um marco importante na história da aldeia.

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A Descoberta da Porta Vermelha

A porta vermelha foi descoberta há muitos anos, por um grupo de crianças que brincavam na zona. Curiosos, tentaram abrir a porta, mas não conseguiram. Desde então, a porta tem sido um mistério para todos os habitantes da aldeia.

Ninguém sabe ao certo como é que a porta foi trancada ou quem a trancou. A porta parece estar presa por uma fechadura antiga que ninguém conseguiu abrir. Alguns habitantes da aldeia acreditam que a porta está trancada por magia negra, enquanto outros acham que é apenas uma fechadura velha e enferrujada.

(Continua …)

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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19
Mai23

CASA TRANSMONTANA


Mário Silva Mário Silva

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CASA TRANSMONTANA

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«As casas antigas são construídas de pedra, sendo os interiores sombrios.

As paredes e os tetos das cozinhas são normalmente escuras como breu.

As lareiras estão acesas grande parte do ano para cozinhar e aquecer e, de novembro até março, penduram-se por cima da lareira grandes quantidades de porco salgado e enchidos para serem fumados.

As casas estão tão juntas que se perde a privacidade; com o simples abrir das portas da frente mostram-se imediatamente a qualquer passante as cozinhas e as salas.

Os aposentos ficam no andar de cima e em baixo os estábulos, as arrumações de produtos agrícolas ou a adega.» 

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Fotografia: ©MárioSilva

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04
Mai23

A CASA da ÁRVORE


Mário Silva Mário Silva

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A CASA da ÁRVORE

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Quero uma casa na árvore

De madeira maciça

De maneira fictícia

Já a criei na mente

Corro pra dentro muitas vezes

Pinto as paredes

Limpo os vidros

Bebo vinho barato

Tou querendo essa casa

Morar eu, os livros, o gato

Dias penso

Dias danço

Dias o som dos pássaros

Um dia descanso

Combinar algumas visitas

Me tragam bebida e boas notícias

E uma carga leve

Que ao pesar dos anos de vida

Pesei muito

Sustento o peso do mundo

Quando deveria desfrutar a paisagem

“Quero uma casa na árvore”.

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__________     Gabriela Scheid     __________

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Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
12
Dez22

Iluminação natalícia na aldeia transmontana de Águas Frias – Chaves – PORTUGAL


Mário Silva Mário Silva

 

Iluminação natalícia na aldeia transmontana de

Águas Frias – Chaves – PORTUGAL

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Luzes felizes, coloridas a piscar,

Com bolinhas reluzentes, transmitindo todo o amor.

Fazem meus sonhos, mais felizes,

Estou pulsante, como as asas de um anjo protetor.

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Que venha o Natal, singelo, sincero,

E nos traga muita luz, amor.

Mensagens belas e verdadeiras,

Trazidas pela voz do Senhor.

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Querendo a felicidade,

Todos cantam numa só voz.

Dentro do coração guardamos o amor,

Por este homem que nasceu e morreu por nós.

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BOAS FESTAS

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Realização, Produção e Banda Sonora (“Good King Wenceslau”)

©MárioSilva

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Mário Silva 📷
29
Mar22

A CASA VERMELHA - Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

 

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Águas Frias - Chaves - Portugal

A CASA VERMELHA

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A casa tinha cor vermelha
E quando o sol batia nas telhas
Nasciam flores douradas
Era perto do luar
Quem morava nela
Gostava de amar
Era próxima ao céu
Em todas as janelas fuxico e véu
Era perto de nós
A voz do vento da casa
Encantava a poesia
Noite e dia
Os corações que a habitavam
Se inspiravam de emoção e bem querer.
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_________   Manu Kelé!   ___________

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Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
16
Fev22

Majestosa chaminé ---> Águas Frias – Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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Uma bonita casa com a uma majestosa chaminé revestida

de chapas de zinco,

na aldeia transmontana de

Águas Frias – Chaves - Portugal

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“Muitas vezes parece que o diabo bate à nossa porta, mas é simplesmente o limpa-chaminés”.

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A chaminé constitui um dos elementos da arquitetura tradicional que, para além da sua funcionalidade, adquire consoante a região em que se insere características que respeitam às condições ambientais e ainda elementos decorativos de interesse etnográfico.

Antes de mais, a chaminé constitui uma conduta que serve para extração de fumos resultantes de produtos em combustão.

As suas características no que concerne, nomeadamente, às suas dimensões, orientação tubular e aberturas têm principalmente a ver com a orientação dos ventos predominantes, os regimes de pluviosidade e as espécies de aves existentes na região.

Sucede que, a chaminé não constituiu desde sempre um elemento comum à casa tradicional em todas as regiões do país.

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A chaminé não era outrora muito usual nas aldeias do Minho e sobretudo em Trás-os-Montes.

Aqui, o fumo das lareiras escapava por entre a cobertura de colmo, as lajes de ardósia ou, mais recentemente, por entre as telhas, ao mesmo tempo que conservava o vigamento de madeira da casa.

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Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
11
Fev22

Janeluco entreaberto - Águas Frias – Chaves – Portugal


Mário Silva Mário Silva

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Um janeluco entreaberto, deixando entrar a luz enfraquecida de inverno e o ar puro que carateriza a Aldeia transmontana de

Águas Frias – Chaves – Portugal

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METO-ME PARA DENTRO

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Meto-me para dentro, e fecho a janela.
Trazem o candeeiro e dão as boas noites,
E a minha voz contente dá as boas noites.
Oxalá a minha vida seja sempre isto:
O dia cheio de sol, ou suave de chuva,
Ou tempestuoso como se acabasse o Mundo,
A tarde suave e os ranchos que passam
Fitados com interesse da janela,
O último olhar amigo dado ao sossego das árvores,
E depois, fechada a janela, o candeeiro aceso,
Sem ler nada, nem pensar em nada, nem dormir,
Sentir a vida correr por mim como um rio por seu leito.
E lá fora um grande silêncio como um deus que dorme.

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___________   Alberto Caeiro (Fernando Pessoa)   _______________

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Fotografia: ©Mário Silva

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17
Jan22

Solidão - uma casa só ... e Gente só ... - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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Águas Frias – Chaves - Portugal

Solidão - uma casa só ... e Gente só ...

Uma bonita e típica casa … mas …

É solidão que sentem as paredes que ainda a suportam …

É solidão que sente o telhado que, a muito custo, tenta impedir o frio e a chuva …

É solidão que sente o soalho que já não range sob o peso das passadas do homem cansado do trabalho … ou a correria da criançada que brincava sem parança …

É solidão !!!!!!

E, a solidão é triste …

Então, … é uma casa só … e triste …

_____________________   🏠   ______________

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SOLIDÃO

 

Solidão:

ouvir passos, sabendo de antemão

que ninguém vai passar,

bater à porta.

Abrir, ansiosa, a caixa do correio,

duas vezes por dia,

sabendo muito bem

que está vazia.

Olhar o telefone horas a fio,

ano após ano,

tocar à campainha

e ouvir dizer: ”Desculpe, foi engano.”

Ouvir ranger a porta da entrada,

senti-la estremecer,

arrancar com uma espécie de estertor,

e, enfim, parar,

mas sempre noutro ligar.

Pôr na mesa um talher

para alguém que vier,

sabendo muito bem

que ninguém vem.

Pôr um fato novo,

Uma gravata, um novo andar,

sabendo que ninguém vai reparar.

Ver o cabelo embranquecer aos poucos,

a pele envelhecer, perder o viço,

e ninguém dar por isso.

Morrer. E alguém ler num jornal:

Morreu Fulano. O funeral…

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__________________   Fernanda de Castro   ____________________

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Ver também:

https://www.facebook.com/mariofernando.silva.9803/

http://aguasfrias.blogs.sapo.pt

https://www.youtube.com/channel/UCH8jIgb8fOf9NRcqsTc3sBA...

https://twitter.com/MrioFernandoGo2

https://www.instagram.com/mario_silva_1957/

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Mário Silva 📷
13
Dez21

Era casa típica transmontana, mas .... faleceu .... - Águas Frias – Chaves – Portugal


Mário Silva Mário Silva

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Uma casa típica transmontana, na fotografia já em estado avançado de velhice …

A velhice se não for acompanhada, leva ao fim eminente … desaparece …

Foi o que aconteceu … esta casa já não existe mais … morreu e nem teve oportunidade de ter um tratamento de emergência ou desfibrilhador …

Simplesmente desapareceu do edificado da aldeia de

Águas FriasChavesPortugal

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O FIM

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não me peçam para ser menos do que vejo

no fundo desejo

nem ver nem saber

mas que posso eu fazer

se cabem em mim todos os problemas do mundo?

 .

no fundo não posso desejar ser menos

que varias células com membrana

para que possa considerar-me humana

viver e respirar

absorvendo o ar dos outros

que com ele trazem suas dores.

 .

aos poucos sei e sinto

que irei, apesar de tudo, partir

e aí descobrir um outro caminho

ou então apenas um diferente destino

para. o mesmo sofrimento.

 .

que seja então como deus quiser

quem diz deus, diz outra coisa qualquer

que esteja aqui para me fazer ver

o caminho a seguir.

 .

 _________ Podenga __  in: https://podengaportuguesa.blogs.sapo.pt/o-fim-poema-69508  ___________

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Mário Silva 📷
09
Dez21

Casas no largo da Igreja - ÁGUAS FRIAS – CHAVES – PORTUGAL


Mário Silva Mário Silva

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Casas no largo da Igreja, na aldeia transmontana

ÁGUAS FRIASCHAVESPORTUGAL

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Blog 09 DSC02438_ms

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                                                            AS ALDEIAS

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Eu gosto das aldeias “sossegadas”,

Com seu “aspecto” calmo e pastoril,

Erguidas nas “collinas” azuladas -

Mais frescas que as manhãs finas d'Abril.

.

Levanta a alma às cousas visionarias

A doce paz das suas “eminencias”,

E apraz-nos, pelas ruas “solitárias”,

Ver crescer as “inúteis” “florescências”.

.

Pelas tardes das eiras - como eu gosto

Sentir a sua vida “activa” e sã!

“Vel-as” na luz dolente do sol posto,

E nas suaves tintas da manhã!

.

As “creanças” do campo, ao amoroso

Calor do dia, folgam seminuas;

E exala-se um sabor “mysterioso”

D'a agreste solidão das suas ruas!

.

Alegram as “paysagens” as “creanças”,

Mais cheias de “murmúrios” do que um ninho,

E elevam-nos às cousas simples, mansas,

Ao fundo, as brancas velas d'um moinho.

.

Pelas noutes d'estio ouvem-se os “ralos”

Zunirem suas notas sibilantes,

E mistura-se o uivar dos cães distantes

Com o canto “metallico” dos “gallos”...

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_______________António Gomes Leal __________________

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Mário Silva 📷
29
Nov21

Casas repintadas de branco na rua de Cimo de Vila - Águas Frias – Chaves – Portugal


Mário Silva Mário Silva

 

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Casas repintadas de branco,

que brilham e

dão um ar airoso à rua de Cimo de Vila,

na aldeia de

Águas FriasChavesPortugal

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Blog 27 DSC05173_ms

BRANCO

Não queiras saber o que é o branco para
além do branco, a ilusão de que o mar
se prolonga nesse mar que o branco
devora, com os lábios do vento; nem
interrogues o rosto que se esconde
no horizonte do branco, onde só o
silêncio te dá a resposta que ignoras.

No entanto, se o olhar que esse
horizonte te devolve tem a luz do
rosto que só no branco entrevês,
quando o vento empurra as cortinas
do mar, talvez reconheças no seu
fundo o corpo que habita o céu
em que o branco coincide com o mar.

E nos olhos fechados de um rosto
preso à cama da madrugada, o branco
do horizonte submerge o mar que
avança por dentro do branco, como se
a luz do dia que o vento te abre
não fosse branca, como esse branco
lençol que esconde o corpo sob o mar.

E em cada nuvem que passa no branco
do céu, um rosto revela o branco
para além do horizonte que o branco descobre.

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___________________ Eugénio de Andrade _________________

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