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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

30
Ago25

"Caminho ... para o fim das Férias”


Mário Silva Mário Silva

"Caminho ... para o fim das Férias”

30Ago DSC05470_ms

Esta fotografia de Mário Silva, é um retrato do caminho que leva de volta à vida quotidiana.

A imagem mostra um caminho de terra batida, que serpenteia por um vale, ladeada por árvores densas.

O caminho, que se perde no horizonte, é iluminado por raios de sol que penetram através das copas das árvores.

À beira do caminho, há sinais de vida, como o muro de uma casa e a vegetação luxuriante, em tons de verde e de amarelo.

A fotografia transmite uma sensação de melancolia e de saudade, mas ao mesmo tempo de tranquilidade e de aceitação, como se o caminho, embora leve ao fim das férias, também levasse a um novo começo.

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O Regresso dos Emigrantes - A Dor Doce da Partida

A fotografia de Mário Silva, "Caminho ... para o fim das Férias”, é uma imagem simbólica que ecoa o sentimento de milhares de portugueses que, a cada verão, regressam a casa e, depois de algumas semanas de alegria e de reencontro, preparam-se para partir.

Este momento de transição é particularmente pungente para os nossos emigrantes, os "filhos da terra" que, há anos, deixaram o país em busca de uma vida melhor.

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A Alegria da Chegada

A chegada dos emigrantes é um momento de festa em Portugal.

As aldeias ganham vida, as ruas enchem-se de sotaques diferentes e as famílias voltam a ter a "casa cheia".

Agosto é um dos meses de "peregrinação" em que, de todos os cantos do mundo, os portugueses da diáspora regressam a casa, à família e aos amigos.

É o tempo de matar as saudades, de partilhar histórias, de reviver memórias e de celebrar a vida.

Para muitos, as férias em Portugal são um ponto de encontro, uma oportunidade de se reencontrarem com aqueles que não veem durante o resto do ano.

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A Melancolia da Partida

No entanto, a alegria da chegada é contrastada pela tristeza da partida.

O caminho que Mário Silva fotografa, que serpenteia pelo vale, é o mesmo que os emigrantes percorrem com o coração pesado.

O regresso ao país de residência pode ser mais difícil do que a ida.

A isso, os psicólogos chamam "síndrome do regresso", um fenómeno que pode levar à sensação de falta de identidade, tristeza e, em casos extremos, à depressão.

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Os emigrantes voltam para um país que é a sua casa, mas que, ao mesmo tempo, já não é o que era.

Eles, por sua vez, também não são as mesmas pessoas que partiram.

As suas experiências no exterior alargaram os seus horizontes, mas quem ficou no país de origem pode não as compreender, o que leva a um sentimento de incompreensão e de isolamento.

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O Ciclo da Saudade

O regresso é um fecho de ciclo, mas também o início de uma nova contagem decrescente para o próximo reencontro.

A fotografia de Mário Silva, com o seu caminho que se perde no horizonte, é um retrato da esperança de um novo regresso.

É a imagem da dor doce da partida, um misto de tristeza pela separação e de gratidão pelo tempo que foi vivido.

O "Caminho ... para o fim das Férias” é, na verdade, o caminho que nos leva de volta a nós mesmos, com a certeza de que, apesar da distância, as raízes e as memórias permanecem intactas.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
29
Ago25

"Lagarto pintado. Quem te pintou? Foi uma Velha que, por Aqui, passou”


Mário Silva Mário Silva

"Lagarto pintado. Quem te pintou?

Foi uma Velha que, por Aqui, passou”

29Ago DSC05216_ms

Esta fotografia de Mário Silva capta um plano aproximado de um lagarto, a “Lagartixa-de-bocage” (Podarcis bocagei), em tons de castanho e verde, que repousa sobre a areia do caminho.

O lagarto está a olhar para a direita, com a cabeça levantada e o corpo esticado.

A sua pele, com um padrão de manchas escuras, contrasta com o tom claro da areia.

A fotografia, com a luz do sol a incidir sobre o animal, realça a textura da sua pele e a sua forma.

A imagem transmite uma sensação de quietude, mas ao mesmo tempo de alerta, como se o lagarto estivesse pronto para se mover a qualquer momento.

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Estória: A Velha e o Lagarto

O lagarto, com a sua pele pintada em tons de castanho e verde, era o lagarto mais famoso do monte.

O seu nome era Verdelho, mas as crianças da aldeia, quando o viam, cantavam a canção que o Mário Silva mais tarde transformaria em título de fotografia: "Lagarto pintado. Quem te pintou? Foi uma velha que, por aqui, passou.”

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A história da velha era uma lenda.

Diziam que, há muito tempo, uma velha curandeira vivia na aldeia.

Era uma mulher sábia e bondosa, que curava as doenças com ervas e com a sua voz suave.

Um dia, um pequeno lagarto, ferido e triste, arrastou-se até à sua casa.

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A velha, com as suas mãos macias, pegou no lagarto.

Ela viu a sua pele, que antes era de uma cor única e deslavada.

Para lhe dar coragem e um pouco de alegria, a velha, com os seus dedos finos, pintou-lhe a pele.

Usou a cor do musgo para o seu corpo, e a cor da terra para as suas manchas.

No final, o lagarto estava pintado.

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O lagarto, pela primeira vez na sua vida, sentiu-se especial.

A sua pele, antes aborrecida, era agora uma obra de arte.

Ele tinha um propósito: era o guardião do segredo da velha.

E o seu corpo, com as suas cores, era a prova viva de que a beleza podia nascer da bondade.

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O lagarto viveu por muito tempo, e quando as suas crias nasciam, vinham com as mesmas cores do pai.

As manchas escuras, a cor do musgo, a cor da terra.

E a lenda da velha, que tinha pintado o lagarto com os seus dedos sábios, continuava a ser contada.

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A fotografia de Mário Silva capta o lagarto Verdelho, um descendente daquele lagarto original.

Ele está na areia, a olhar para o mundo, um pequeno rei no seu reino de pedras e de sol.

A sua pele pintada é a prova de que a beleza não é algo que se encontra, mas que se cria.

A estória do lagarto é um lembrete de que, com a bondade e com a sabedoria, podemos transformar o mais simples dos seres numa obra de arte, e que a história mais simples pode tornar-se uma lenda.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
18
Jul25

"Caminho para onde?" e uma estorieta


Mário Silva Mário Silva

"Caminho para onde?"

e uma estorieta

18Jul DSC01205_ms

Esta fotografia de Mário Silva, intitulada "Caminho para onde?", convida à contemplação e à imaginação, apresentando um caminho de terra batida que serpenteia por um cenário natural exuberante.

O caminho divide-se em dois trilhos paralelos, sugerindo a passagem de veículos ou a formação devido ao uso contínuo, e está ladeado por vegetação densa.

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Em ambos os lados do caminho, predominam fetos e arbustos de um verde vibrante, que parecem estar no auge da sua folhagem, preenchendo grande parte do quadro e criando uma sensação de natureza selvagem e intocada.

O caminho é irregular, com algumas poças de água que refletem o céu, indicando que pode ter chovido recentemente ou que o terreno é propenso a acumulação de água.

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Ao longe, o caminho desaparece numa curva, insinuando mistério e a promessa de algo além.

No horizonte, avista-se uma linha de árvores mais altas e densas que formam um bosque ou floresta, contribuindo para a profundidade da imagem.

O céu, visível na parte superior, é parcialmente nublado, com tons de branco e cinzento claro, mas com a luminosidade suficiente para realçar o verde da vegetação.

A imagem transmite uma sensação de tranquilidade e aventura, convidando o observador a imaginar os destinos que este caminho pode levar.

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A Estória: O Sussurro do Caminho Esquecido

O caminho, com os seus dois trilhos paralelos de terra molhada e poças cintilantes, estendia-se como um convite silencioso para o desconhecido.

Chamavam-lhe "O Caminho Esquecido", pois poucos se aventuravam por entre os fetos altos e as densas moitas que o ladeavam.

Mas para Lúcia, uma jovem de espírito inquieto e alma de exploradora, era o caminho para todas as perguntas e todas as respostas.

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Todos os verões, Lúcia voltava à casa da avó, aninhada à beira da floresta, e o Caminho Esquecido era o seu primeiro destino.

Não era um caminho para chegar a algum lugar em particular – uma aldeia vizinha, um ribeiro secreto – não.

Era um caminho que se destinava apenas a ser percorrido, a ser sentido.

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Hoje, as poças eram mais brilhantes, refletindo um céu que prometia sol, mas ainda guardava nuvens de uma chuva recente.

Lúcia sentiu a terra macia sob os seus velhos ténis e respirou fundo o cheiro a terra molhada e a vegetação selvagem.

Os fetos, luxuriantes e quase da sua altura, pareciam sussurrar segredos antigos enquanto ela passava.

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Lúcia imaginava as histórias que aqueles trilhos poderiam contar.

Quantos pés já as haviam pisado?

Caçadores, pastores, talvez até amantes que se encontravam em segredo nas profundezas da floresta.

O caminho ondulava à sua frente, desaparecendo numa curva misteriosa, sempre a prometer algo mais.

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Um dia, quando era apenas uma criança, Lúcia atreveu-se a ir mais longe do que o habitual.

Seguindo o caminho para além da terceira curva, encontrou uma clareira escondida, onde um velho carvalho se erguia majestoso, com um banco de pedra gasto pela erosão aninhado nas suas raízes.

Não havia sinal de que alguém ali fosse há anos, mas o lugar emanava uma paz profunda.

Ali, sob o carvalho, ela tinha encontrado o seu refúgio, o lugar onde a curiosidade a levara a uma serenidade inesperada.

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Agora, dezoito anos depois, Lúcia regressava ao Caminho Esquecido não só para reviver memórias, mas para encontrar novas direções na sua própria vida.

Aos trinta anos, com decisões importantes a tomar sobre a sua carreira e o seu futuro, o barulho da cidade parecia sufocá-la.

A quietude do caminho, os sussurros dos fetos e a promessa do que estava para além da próxima curva eram um bálsamo.

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Ela caminhou sem pressa, deixando que a natureza a guiasse.

Ao chegar à terceira curva, o familiar vislumbre do carvalho e do banco de pedra acenou-lhe.

Sentou-se ali, fechou os olhos e sentiu a brisa suave.

A resposta não veio numa voz, mas numa sensação – a mesma sensação de clareza e de possibilidade que sentira quando era criança.

O caminho não a levava a um lugar físico, mas a um estado de espírito, à certeza de que, tal como os trilhos sinuosos, a vida também se desdobra em caminhos inesperados, e que o importante não é saber para onde se vai, mas ter a coragem de continuar a caminhar.

O Caminho Esquecido era, afinal, o caminho para si mesma.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
10
Jul25

"O caminho rural asfaltado" - Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

"O caminho rural asfaltado"

Águas Frias - Chaves - Portugal

10Jul DSC08477_ms

Era um daqueles inícios de manhã em Águas Frias, Chaves, onde o sol de julho começava a banhar a paisagem com uma luz morna e dourada.

O ar, ainda fresco da noite, transportava os aromas da terra molhada e das flores silvestres.

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O caminho, um modesto trilho de asfalto, serpenteava suavemente pela encosta, desaparecendo na distância entre o verde exuberante.

Não era uma estrada principal, mas um caminho rural asfaltado, um veia que ligava pequenos campos de cultivo e vinhas, um fio de progresso lançado sobre a antiga face da terra.

As suas curvas suaves convidavam a caminhadas tranquilas, a passeios de bicicleta sem pressas, longe da agitação do mundo.

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À esquerda do caminho, como uma sentinela colorida e altiva, erguia-se uma malva-rosa, um “Alcea rosea”.

As suas hastes robustas, carregadas de flores em tons vibrantes de rosa e fúcsia, destacavam-se contra o verde mais escuro da vegetação.

Algumas das flores já se abriam em plenitude, outras, mais acima, eram ainda botões prometendo mais beleza nos dias seguintes.

Tinha nascido, provavelmente, de uma semente que o vento trouxe, ou talvez plantada por alguma mão carinhosa, e agora prosperava, adicionando um toque de cor e alegria à paisagem.

Apoiava-se num pequeno muro de pedra coberto de cal e pintura branca, que delimitava o terreno, marcando a transição entre o que era cultivado e o que era selvagem.

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À direita, o caminho era ladeado por um muro baixo, uma cerca rústica de rede metálica, já com a sua patina de ferrugem, que parecia proteger um terreno mais aberto, coberto de ervas secas pelo calor de verão.

Mais além, árvores de grande porte, com as suas copas densas e escuras, ofereciam sombra generosa, e o canto dos pássaros ecoava entre os ramos.

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Ao fundo, a paisagem elevava-se em suaves colinas, cobertas por uma manta de vegetação mediterrânea, banhada pela luz que prometia um dia quente.

A imensidão do céu, de um azul límpido e quase sem nuvens, estendia-se sobre tudo, convidando à contemplação.

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Aquele caminho não era apenas um percurso físico; era um portal para a alma rural de Trás-os-Montes.

Era um lugar onde o tempo parecia abrandar, onde o ritmo da vida era ditado pelo sol e pelas estações.

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Para Mário Silva, que capturou este momento com a sua câmara, não era apenas um registo fotográfico.

Era a essência da tranquilidade, da beleza simples e autêntica de Águas Frias.

A malva-rosa, exuberante e solitária, era um símbolo da vida que floresce, mesmo nos lugares mais inesperados, um lembrete de que a beleza está em todo o lado, à espera de ser observada e apreciada.

E o caminho, convidativo e sereno, parecia sussurrar histórias de vidas passadas e promessas de novos começos, convidando quem o olhava a seguir em frente e a descobrir os tesouros escondidos naquelas terras transmontanas.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
17
Mar25

“Caminho rural com arbustos a florir” - A Natureza a despedir-se do inverno …


Mário Silva Mário Silva

“Caminho rural com arbustos a florir”

A Natureza a despedir-se do inverno …

17Mar DSC04548_ms

O caminho serpenteia entre a vegetação renascida, como um fio de esperança que se desenrola na paisagem.

A terra, ainda húmida do inverno, guarda a memória das chuvas frias, mas já se veste de um verde vibrante, prenúncio da primavera que se aproxima.

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Os arbustos, outrora adormecidos, despertam com uma explosão de flores brancas, como se a natureza se quisesse despedir do inverno com um último suspiro de beleza.

As pétalas delicadas, como flocos de neve que se renderam ao sol, perfumam o ar com um aroma doce e fresco, convidando à contemplação.

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As árvores, ainda despidas de folhas, erguem-se como esqueletos elegantes, contrastando com a exuberância da vegetação rasteira.

Os seus ramos nus, como braços que se estendem em direção ao céu, parecem ansiar pelo calor do sol e pelo toque das folhas novas.

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A luz, suave e dourada, que banha a cena, confere-lhe um ar de magia e mistério.

As sombras alongadas, que se projetam no chão, criam um jogo de luz e escuridão que realça a beleza da paisagem.

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Neste cenário idílico, onde a natureza se despede do inverno e se prepara para receber a primavera, o amor encontra o seu refúgio perfeito.

O caminho, outrora trilhado por passos solitários, agora convida a um passeio a dois, de mãos dadas, em sintonia com a melodia da natureza.

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O aroma das flores, a brisa suave que acaricia a pele, o canto dos pássaros que anunciam a nova estação, tudo se conjuga para criar um ambiente romântico e apaixonante.

Neste lugar mágico, onde o tempo parece ter abrandado o seu ritmo, o amor floresce como as flores da primavera, intenso e eterno.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
15
Jul24

Giesta Amarela “Cytisus striatus”


Mário Silva Mário Silva

Giesta Amarela “Cytisus striatus”

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Um Símbolo da Beleza e Alegria do Campo

A fotografia apresenta um caminho rural ladeado por flores de giesta amarela, convidando-nos a uma viagem sensorial pelas paisagens do campo.

As flores, com a sua cor vibrante e odor inebriante, são um verdadeiro presente para os sentidos, encantando tanto os visitantes em passeio quanto os trabalhadores que se dirigem às suas tarefas agrícolas.

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A giesta amarela, também conhecida como “Cytisus striatus”, é um arbusto nativo da Península Ibérica, caraterizado pelas suas flores amarelas brilhantes que florescem na primavera.

As flores, dispostas em cachos terminais, são compostas por cinco pétalas delicadas e apresentam um formato papilionáceo, lembrando uma borboleta.

A sua cor vibrante e alegre ilumina as paisagens, contrastando com o verde da vegetação e criando um espetáculo visual único.

 

O Odor Inebriante da Giesta:

As flores da giesta amarela exalam um perfume doce e inebriante, que se espalha pelo ar e encanta quem passa por perto.

O aroma floral é intenso e persistente, capaz de despertar a memória e transportar-nos para momentos de paz e felicidade no campo.

Além de ser agradável ao olfato, o perfume da giesta também possui propriedades calmantes e relaxantes, contribuindo para o bem-estar físico e mental.

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Um Presente para os Sentidos:

A giesta amarela, com a sua beleza e odor inebriante, é um verdadeiro presente para os sentidos.

Para aqueles que fazem um passeio pelo campo, a visão das flores vibrantes e o perfume delicioso proporcionam um momento de puro deleite e contemplação da natureza.

Já para os trabalhadores agrícolas, a presença da giesta representa um alento e um lembrete da beleza que os rodeia, mesmo no meio das tarefas árduas do dia a dia.

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Simbolismo da Giesta Amarela:

A giesta amarela é considerada um símbolo da primavera, da alegria e da esperança.

A sua flor delicada e perfumada representa a renovação da vida e a promessa de novos começos.

Na cultura popular portuguesa, a giesta está associada à prosperidade e à boa sorte, sendo comum colocar um ramo da planta nas portas das casas no dia 1º de maio.

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A imagem do caminho rural ladeado por giestas amarelas é um convite à contemplação da beleza simples e autêntica do campo.

As flores, com a sua cor vibrante, odor inebriante e simbolismo rico, proporcionam um presente para os sentidos e nos conectam com a natureza nos seus momentos mais esplendorosos.

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A giesta amarela possui diversas propriedades medicinais e é utilizada no tratamento de diversas doenças, como reumatismo, artrite e problemas digestivos.

As flores e folhas da planta também podem ser usadas para preparar chás e infusões com propriedades diuréticas, tónicas e calmantes.

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A giesta amarela é uma planta importante para a biodiversidade, servindo de alimento e abrigo para diversos animais, como abelhas, borboletas e pássaros.

As raízes da planta também contribuem para a fixação do solo e a prevenção da erosão.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
11
Jul24

Caminho rural e a Natureza


Mário Silva Mário Silva

Caminho rural e a Natureza

Jul11 DSC06131_ms

A fotografia mostra um caminho rural com flores e marcas de tratores.

Este caminho é um belo exemplo de como a natureza e a atividade humana podem coexistir em harmonia.

As flores crescem livremente no meio do caminho, mas as marcas dos tratores nas margens indicam que o caminho também é usado para fins práticos.

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O caminho é um oásis de beleza natural.

As flores coloridas fornecem um contraste vibrante com a erva verde e os troncos das árvores castanhos.

As flores também atraem abelhas e borboletas, que contribuem para o ambiente natural.

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As marcas dos tratores nas margens do caminho indicam que ele é usado para fins práticos.

Isso pode ser para o transporte de produtos agrícolas, para o acesso a campos ou simplesmente para o uso das pessoas que vivem na área.

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O facto do caminho ser usado para fins práticos não tira a sua beleza natural.

Na verdade, as marcas dos tratores apenas servem para destacar a beleza das flores.

Este é um exemplo de como a natureza e a atividade humana podem coexistir em harmonia.

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Para os pedestres, o caminho é um encanto para os sentidos.

As flores fornecem uma explosão de cores e aromas, enquanto as marcas dos tratores adicionam um toque de rusticidade.

O caminho também é um ótimo lugar para relaxar e apreciar a beleza da natureza.

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O caminho rural na fotografia é um belo exemplo de como a natureza e a atividade humana podem coexistir em harmonia.

As flores crescem livremente no meio do caminho, mas as marcas dos tratores nas margens indicam que o caminho também é usado para fins práticos.

Para os pedestres, o caminho é um encanto para os sentidos.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
12
Fev24

O caminho rural - Águas Frias – Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

O caminho rural

Águas Frias – Chaves - Portugal

F06 DSC05238_ms

O caminho rural serpenteia suavemente através da paisagem, como uma fita de terra que se desenrola entre os campos verdejantes e as florestas exuberantes.

É estreito o suficiente para permitir que apenas uma pessoa passe de cada vez, restringindo o tráfego a um ritmo tranquilo e contemplativo. As árvores de carvalho erguem-se majestosas dos dois lados, seus galhos entrelaçados formando um dossel natural que oscila suavemente com a brisa.

O chão está atapetado de folhas secas, que rangem sob os pés a cada passo, criando uma sinfonia de sons outonais.

Enquanto se avança pelo caminho, o aroma terroso das folhas mistura-se com o perfume do musgo e das flores silvestres, criando uma fragrância fresca e reconfortante.

O sol derrama os seus raios dourados através das folhas, criando padrões de luz e sombra que dançam ao longo do caminho.

À medida que o caminho se curva e serpenteia, revela gradualmente novos panoramas: uma clareira banhada pelo sol, um regato murmurante que serpenteia através do bosque, ou talvez um pequeno pomar onde maçãs maduras pendem dos galhos.

Este é um lugar onde o tempo parece desacelerar, onde se pode sentir verdadeiramente a conexão com a natureza e desfrutar da beleza simples e intocada do mundo ao nosso redor.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
14
Dez23

Apetece-me imaginar como seria um dia com neve na paisagem transmontana


Mário Silva Mário Silva

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Apetece-me imaginar como seria um dia com neve na paisagem transmontana

D12 Floresta neve luar Aldeia_Mário Silva

Acordo cedo, ainda escuro, e ouço o barulho da neve a cair. Abro a janela e vejo o mundo coberto por um manto branco. É um dia de inverno perfeito na paisagem transmontana.

Saio de casa e caminho pela aldeia. As casas estão cobertas de neve, e os telhados brilham à luz do sol nascente. Os caminhos estão cobertos de uma camada espessa de neve, e é preciso ter cuidado para não escorregar.

O ar está frio e fresco, e posso ouvir o som dos pássaros cantando. A neve brilha no sol, e é uma visão deslumbrante.

Chego a uma floresta e entro. As árvores estão cobertas de neve, e os galhos estão carregados de flocos de neve. O silêncio é absoluto, e só se ouve o som do meu próprio respirar.

Caminhar pela floresta é uma experiência mágica. Parece que estou em um mundo diferente, um mundo silencioso e pacífico.

Ao longe, vejo uma aldeia. As casas estão cobertas de neve, e as pessoas estão a sair de casa para aproveitar o dia.

Vou até à aldeia e sento-me num banco para observar as pessoas. As crianças estão a brincar na neve, e os adultos estão a conversar e a rir.

É um dia perfeito para estar ao ar livre, e estou a aproveitar ao máximo.

Depois do almoço, vou para a serra. A neve está mais espessa na serra, e o cenário é ainda mais deslumbrante.

Caminhar na serra é uma experiência desafiante, mas também muito gratificante. O ar é puro e fresco, e a vista é simplesmente incrível.

No final do dia, estou cansado, mas feliz. Foi um dia perfeito para estar na natureza.

Volto para casa e sento-me à lareira. Aqueço-me e saboreio um copo de vinho quente.

A neve está a cair lá fora, e o mundo está silencioso. É um momento perfeito para relaxar e refletir.

Penso no dia que tive, e sinto-me feliz por ter vivido esta experiência. A neve transformou a paisagem transmontana num lugar mágico, e foi um dia que nunca esquecerei.

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Texto & Pintura (AI): ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
13
Jul23

Passear na Natureza pura (3.ª parte)


Mário Silva Mário Silva

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Passear na Natureza pura (3.ª parte)

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Mergulhe na beleza natural

Abra os olhos e absorva a beleza natural que o rodeia. Repare na forma como a luz do sol se filtra através da copa das árvores, criando sombras no chão. Veja as flores silvestres vibrantes a espreitar por baixo de troncos e folhas. Maravilhe-se com os enormes troncos de árvores, alguns dos quais estão de pé há mais de um século. Um passeio na floresta recorda-nos o poder silencioso e a intemporalidade da natureza.

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Encontrar a paz interior

Há algo profundamente calmante e rejuvenescedor em caminhar numa floresta. À medida que percorre o trilho, sente as suas preocupações e preocupações a desaparecerem. A sua mente torna-se clara e concentrada no momento presente. Uma sensação de paz interior e bem-estar surge do seu interior. Estudos demonstram que passar tempo na natureza pode ajudar a reduzir o stress e a ansiedade, aumentar a criatividade e a função cognitiva, e conduzir a um estado de ser globalmente mais equilibrado.

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Ligar-se ao que realmente importa

Numa floresta, é fácil conectar-se com o que realmente importa na vida. Longe das distrações e da agitação da vida quotidiana, é possível refletir sobre questões mais profundas e ganhar uma nova perspetiva. Um passeio na natureza recorda-nos os prazeres simples e ajuda-nos a apreciar a beleza dos pequenos detalhes. Crie o hábito de se desligar da tecnologia e desfrute de um passeio no bosque. O seu corpo, mente e alma agradecer-lhe-ão.

 

Porque é que todos nós precisamos de mais tempo ao ar livre

O ar fresco faz maravilhas ao seu corpo e à sua mente

Respirar o ar fresco, sentir o sol quente no rosto, ouvir o farfalhar das folhas na brisa - não há nada como estar ao ar livre na natureza. Obter alguma vitamina D e oxigenar o corpo pode fazer maravilhas pela sua saúde física e mental.

O seu humor ganha um impulso instantâneo quando está ao ar livre. A luz solar ajuda a regular o seu ritmo circadiano e aumenta a serotonina, a hormona do "bem-estar" no seu cérebro que melhora o seu humor.

Passar tempo em espaços verdes reduz o stress e a ansiedade. Os sons e os cheiros da natureza têm um efeito calmante, baixando os níveis de cortisol, a hormona do stress.

Dormirá melhor à noite depois de estar ao ar livre durante o dia. A exposição à luz natural ajuda a regular o relógio interno do seu corpo para os ciclos de sono e vigília.

A sua criatividade e concentração melhoram. Passar tempo na natureza ajuda a aumentar as capacidades cognitivas e torna-o mais produtivo quando regressa ao interior.

 

A aventura espera-o ao ar livre

Há todo um mundo de descobertas e aventuras à sua espera lá fora. Dê um passeio pelo bosque, encontre um trilho para caminhadas, visite um parque local. Nunca se sabe que maravilhas pode encontrar.

Explore o seu bairro ou cidade com novos olhos. Repare nas árvores, flores, pássaros e outros animais selvagens à sua volta.

Faça bater o seu coração numa caminhada numa reserva natural local ou num parque estatal. Prepare um almoço de piquenique para desfrutar no topo do trilho.

Ensine os seus filhos sobre o mundo natural que os rodeia. Construa fortes, apanhe pirilampos, observe as estrelas. Ajude-os a desenvolver uma apreciação da natureza para toda a vida.

Experimente fazer observação de aves, geocaching, caiaque ou outro passatempo ao ar livre. Pode ser que descubra uma nova paixão!

Os benefícios de passar mais tempo ao ar livre na natureza são evidentes. Torne uma prioridade sair à rua diariamente, mesmo que seja apenas para um passeio rápido à volta do quarteirão. O seu corpo, mente e alma agradecer-lhe-ão. A aventura espera por si!

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Conclusão

Sai do trilho da floresta sentindo-se revigorado e rejuvenescido. Os sons dos pássaros a chilrear e das folhas a farfalhar ao sabor da brisa ainda ecoam na sua mente. Os seus pulmões enchem-se com o ar fresco e terroso enquanto respira fundo, abraçando o momento presente.

A natureza tem uma forma de despertar os nossos sentidos e de nos recordar os prazeres simples da vida. Um passeio no bosque alimenta a alma de uma forma que a tecnologia nunca conseguiu. Por isso, da próxima vez que se sentir stressado ou desligado, vá lá para fora. Encontre um trilho e comece a caminhar. Deixe os seus pensamentos vaguearem por entre os caminhos sinuosos. A floresta está à espera de o receber de braços abertos, um lugar para vaguear e maravilhar-se, e encontrar o seu caminho de volta a casa.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
27
Jul20

As flores no caminho


Mário Silva Mário Silva

 

As flores no caminho

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"Maravilhas nunca faltaram ao mundo, o que sempre falta é a capacidade de senti-las e admirá-las."

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"Se as coisas são inatingíveis... ora!
não é motivo para não as querer.
Que tristes os caminhos, se não fora
a mágica presença das flores!"

Mário de Miranda Quintana

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Ver também:

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https://mariosilva2020.blogs.sapo.pt/

http://aguasfrias.blogs.sapo.pt

https://aguasfriaschaves.blogs.sapo.pt/

www.flickr.com/photos/7791788@N04

https://www.youtube.com/channel/UCH8jIgb8fOf9NRcqsTc3sBA?view_as=subscriber                                

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Mário Silva 📷
02
Nov19

Aguas Frias (Chaves) - ... Aldeia onde em cada recanto, podemos "ver" maravilhas ...


Mário Silva Mário Silva

 

Águas Frias

... Aldeia

onde em cada recanto,

poderemos "ver" maravilhas ...

Águas Frias (Chaves) - ... o cruzeiro do adro da igreja matriz  e o pôr do sol  por trás do Larouco ...

... o cruzeiro do adro da igreja matriz e o pôr do sol

por trás da serra do Larouco ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... a janela, agora sempre aberta, pois já não há necessidade de protejer os seus habitantes (ninguém) ...

 ... a janela, agora sempre aberta, pois já não há necessidade de protejer os seus habitantes ... (ninguém) ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... observando a paisagem por um buraco natural de um velho castanheiro ...

... observando a paisagem por um buraco natural

de um velho castanheiro ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... a ex-cantina da escola, vista da lateral, com a abertura para o alpendre e casas de banho ...

... a ex-cantina da escola, vista da lateral, com a abertura

para o alpendre e casas de banho ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... bagas vermelhas e (a "ovelhas negra") que se quiz diferenciar e ficou amarela ---

... bagas vermelhas e (a "ovelhas negra") que se quiz diferenciar e ficou amarela ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... aS arvores fazendo um "tunel de folhagem ...

... as árvores fazendo um "tunel de folhagem ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - pequena imagem se S. Lourenço - padroeiro dos padeiros - (corrijam-me se estiver enganado), que está num altar lateral na Igreja Matriz ...

... pequena imagem se S. Lourenço - padroeiro dos padeiros - (corrijam-me se estiver enganado), que está num altar lateral na Igreja Matriz ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... uma casa na Aldeia ...

... uma casa na Aldeia ...

 

 

Até breve !!!

 

 

 

 

 

 

Mário Silva 📷
21
Set19

Águas Frias (Chaves) - ... A Aldeia e o Dia Mundial da Gratidão ...


Mário Silva Mário Silva

 

 

... A Aldeia

e o

Dia Mundial da Gratidão ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... folhas de "parreira" (videira) - "Vitis vinifera", com as suas cores vivas mas indicando o fim da sua função ...

... folhas de "parreira" (videira) - "Vitis vinifera", com as suas cores vivas mas indicando o fim da sua função ...

 

 

 

 

O Dia Mundial da Gratidão celebra-se a 21 de setembro.

O verbo do Dia Mundial da Gratidão é agradecer. Neste dia, as pessoas são convidadas a agradecer a todos aqueles que fazem parte das suas vidas.

Este é o dia do ano de parar e de refletir em tudo o que de bom há na vida, um gesto que acaba por ter impacto no bem-estar da pessoa e por fazê-la mais feliz.

Por isso, para celebrar esse dia, envie mensagens de agradecimento aos seus familiares e amigos.

Demonstre às pessoas especiais o quanto elas são importantes para si, mas não se deixe ficar por aí: sorria e agradeça a todos os que o rodeiam e a todas as pessoas com que se cruza. Contribuirá para a alegria dos outros e também para a sua.

 

Origem do Dia Mundial da Gratidão

Este dia teve origem em 1965 no Havaí, onde se realizou um encontro internacional sobre a ideia de tirar um dia do ano para agradecer formalmente por todas as coisas de bem que se encontram no mundo.

De regresso à casa, no ano seguinte, no mesmo dia 21 de setembro, muitos dos participantes no encontro mantiveram o gesto. Desde então, o Dia Mundial da Gratidão ganhou mais adeptos, passando a se celebrado um pouco por todo o mundo.

in:https://www.calendarr.com/portugal/dia-mundial-da-gratidao/

 

Águas Frias (Chaves) - ... Castelo de Monforte de Rio Livre (monumento nacional) ...

... Castelo de Monforte de Rio Livre (monumento nacional) ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... ave "curiosa" - Papa-moscas-preto "Ficedula hypoleuca" ... ...

... ave "curiosa" - Papa-moscas-preto "Ficedula hypoleuca" ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... carregando um trator de lenha, que o frio não tardará a vir ...

... carregando um trator de lenha, que o frio não tardará a vir ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... paisagem do início do outono ...

... paisagem do início do outono ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... uma vista da Aldeia desde a Rua do Carril ...

... uma vista da Aldeia desde a Rua do Carril ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... escadas (escondidas) de acesso `da Rua da Paz à Rua de Cimo de Vila ...

... escadas (escondidas) de acesso da Rua da Paz à Rua de Cimo de Vila ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... um cogumelo Frade "macrolepiota procera",  pois já vai começar o aparecimento destes fungos ...

... um cogumelo Frade "macrolepiota procera",

pois já vai começar o aparecimento destes fungos ...

 

 

Até breve !!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mário Silva 📷
07
Abr19

Águas Frias (Chaves) - ... 7 de abril - Dia Mundial da Saúde ...


Mário Silva Mário Silva

 

 

7 de abril

Dia Mundial da Saúde

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... flores num qualquer jardim ...

... flores num qualquer jardim ...

 

 

 

7  de abril - Dia Mundial da Saúde

A data foi escolhida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1948, aquando da organização da primeira assembleia da OMS. Desde 1950, que no dia 7 de abril se celebra o Dia Mundial da Saúde.

A cada ano a organização escolhe um tema central para ser debatido no Dia Mundial da Saúde, o qual passa a ser uma prioridade na agenda internacional da OMS. O tema do Dia Mundial da Saúde de 2018 foi "Saúde para todos". Ele resumiu o objetivo da OMS ao longo da sua existência, lembrando que a organização está a celebrar 70 anos.

Em 2017, com o lema "Let's talk" (vamos conversar), o tema foi a depressão, cuja iniciativa teve como objetivo ajudar a prevenir e a tratar a depressão.

O Dia Mundial da Saúde é uma oportunidade única de alertar a sociedade civil para temas-chave na área da saúde que afetam a humanidade, além de desenvolver atividades com vista à promoção do bem-estar das populações, tal como a promoção de hábitos de vida saudáveis.

Nas escolas portuguesas realizam-se várias atividades escolares para incutir aos alunos a importância da manutenção de um estilo de vida saudável.

Os programas apresentados no Dia Mundial da Saúde prolongam-se ao longo do ano.

in: https://www.calendarr.com/portugal/dia-mundial-da-saude/

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... muralha e torre de menagem do Castelo de Monforte de Rio Livre ...

... muralha e torre de menagem do Castelo de Monforte de Rio Livre ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... caminho rural ...

... caminho rural ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... os tehados do núcleo da Aldeia ...

... os tehados do núcleo da Aldeia ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... flores campestres - as "páscoas" - Primula vulgaris Huds. - Primrose  Phylum: Magnoliophyta - Class: Equisetopsida - Order: Primulales - Family: Primulaceae

... flores campestres - as "páscoas" ou "primaveras ou "pão com manteiga" -

(Primula vulgaris) ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... casas do "Souto" ...

... casas do "Souto" ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... flor de árvore de fruta (?) ...

... flor de árvore de fruta (?) ... 

 

 

Até breve !!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mário Silva 📷
16
Mar19

Águas Frias (Chaves) - ... 16 de março - Dia da Liberdade de Informação ...


Mário Silva Mário Silva

 

 

16 de março

Dia da Liberdade de Informação

Águas Frias (Chaves) - ...ave colorida - Chapim-carvoeiro (Periparus ater) ...

... ave colorida - Chapim-carvoeiro (Periparus ater) ...

 

 

O Dia da Liberdade de Informação ocorre anualmente a 16 de março.

A data celebra-se no dia do nascimento de James Madison, presidente norte-americano considerado o “pai da Constituição” dos Estados Unidos da América.

A liberdade de informação é um direito de acesso à informação detida por governos e organismos públicos e é uma extensão da liberdade de expressão, como é reconhecido pela Resolução 59 da Assembleia Geral das Nações Unidas, pelo artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, pelo Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos e pela Convenção Americana sobre os Direitos Humanos.

A liberdade de informação também pode ser entendida como a liberdade de privacidade no contexto da internet e das tecnologias de informação ou como a oposição à propriedade intelectual em geral ou aos direitos de autor.

Neste dia realizam-se iniciativas pelo mundo que divulgam os direitos da população no que concerne a informação, com especial incidência nos Estados Unidos.

 

Águas Frias (Chaves) - ... fim da rua central para o largo da Igreja ...

... fim da rua central para o largo da Igreja ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... cerdeiras (cerejeiras) em flor ...

... cerdeiras (cerejeiras) em flor ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... relógio de sol, na torre da igreja matriz ...

... relógio de sol, na torre da igreja matriz ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... ramo florido ...

... ramo florido ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... uma vista parcial da Aldeia ...

... uma vista parcial da Aldeia ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ...Caminho rural, a Aldeia e o Castelo ...

... caminho rural, a Aldeia e o Castelo ...

 

 

 

Até breve !!!

 

 

 

 

 

 

 

Mário Silva 📷
09
Fev19

Águas Frias (Chaves) - ... "chuva, frio, neve ou calor em fevereiro, diz-se que é um mês matreiro" ...


Mário Silva Mário Silva

 

 

... "chuva, frio, neve ou calor, em fevereiro,

diz-se que é um mês matreiro" ...

Provérbio de 2019 (Mário Silva)

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... e a neve cobre de branco o caminho ...

... e a neve cobre de branco o caminho ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... cortando lenha de motosserra ... a lenha ainda vai ser precisa ...

... cortando lenha de motosserra ...

pois provavelmente ainda vai ser precisa ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... casa na rua Central ...

... casa na rua Central ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... queimada dos desperdícios da terra ...

... queimada dos desperdícios da "terra" ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... casas na Aldeia ...

... casas na Aldeia ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... "ex cantina escolar" . Edifício simples mas belo que foi mandado construir e doado à Aldeia ...

... "ex cantina escolar" . Edifício simples mas belo que foi mandado construir e doado à Aldeia ...

 

 

Até breve !!!

 

 

 

 

 

Mário Silva 📷
25
Nov17

Águas Frias (Chaves) - "...De Santos ao Natal é bom chover e melhor nevar..."


Mário Silva Mário Silva

 

 

 

"De Santos ao Natal

é bom chover

e melhor nevar"

Águas Frias (Chaves) - ... cogumelos selvagens ...

     ... cogumelos selvagens ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... o Castelo de Monforte de Rio Livre por entre a névoa ...

     ... o castelo de Monforte de Rio Livre por entre a névoa ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... caminho para um lameiro ...

     ... caminho para um lameiro ...    

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... algumas casas da Aldeia ...

     ... algumas casas da Aldeia ...    

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... as cheminés, a torre sineira e o arvoredo envolvente ...

     ... as cheminés, a torre sineira e o arvoredo envolvente ...    

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... flor campestre solitária em tempo de outono...

     ... flor campestre solitária em tempo de outono ...    

 

 

 

 

Até breve !!!

 

 

 

 

 

 

 

 

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