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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

15
Jul25

"A Fraga Bolideira" (Chaves - Portugal)


Mário Silva Mário Silva

"A Fraga Bolideira" e suas lendas

(Chaves - Portugal)

15Jul DSC07002_ms

Esta fotografia de Mário Silva, intitulada "A Fraga Bolideira", apresenta um impressionante conjunto de grandes formações rochosas num ambiente natural.

No centro da imagem, destacam-se duas enormes rochas arredondadas, que parecem estar uma sobre a outra ou muito próximas, dando a ideia de um equilíbrio precário, o que justifica o nome "Bolideira".

Ambas as rochas mostram sinais de musgo ou líquenes, indicando a sua antiguidade e exposição aos elementos.

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As rochas estão assentes num terreno irregular coberto por erva seca e alguma vegetação rasteira, sugerindo um clima de transição.

Ao fundo, vê-se alguma folhagem de árvores, incluindo um carvalho com folhas recortadas no lado direito superior, e outras árvores mais distantes que adicionam profundidade à paisagem.

O céu é azul com algumas nuvens brancas esparsas, contribuindo para uma atmosfera de dia claro e ensolarado.

A fotografia capta a majestade e a quietude destas formações geológicas, convidando à contemplação da natureza e da sua história.

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A Fraga Bolideira, localizada perto de Chaves, em Portugal, é um local envolto em mistério e lendas que se perderam um pouco no tempo, mas que ainda ecoam na memória popular.

Embora não exista uma lenda única e amplamente divulgada como as de outras pedras famosas em Portugal, a característica mais marcante da Fraga Bolideira – a sua aparente instabilidade e o facto de "baloiçar" (ou poder ter baloiçado em tempos) – deu origem a algumas crenças e histórias.

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Uma das versões mais comuns da lenda está ligada à força e ao desafio.

Conta-se que a Fraga Bolideira só poderia ser movida por pessoas de grande pureza de espírito, ou por aqueles que possuíssem uma força sobrenatural ou mágica.

Havia quem acreditasse que apenas os justos, os inocentes ou as pessoas de coração puro conseguiriam fazer a rocha baloiçar, enquanto os pecadores ou aqueles com más intenções jamais conseguiriam fazê-lo.

Este teste de "pureza" ou "virtude" atribuía à pedra uma qualidade quase mística, funcionando como um oráculo silencioso.

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Outra vertente da lenda, talvez mais ligada ao folclore local, sugere que a Fraga Bolideira foi colocada ali por gigantes ou por seres mitológicos num tempo primordial.

Estes seres teriam moldado a paisagem, e a forma como a rocha superior se equilibra sobre a inferior seria uma prova da sua colossal força e da sua capacidade de desafiar as leis da física.

Em algumas variações, estes gigantes seriam responsáveis por outras formações rochosas peculiares na região.

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Havia também quem associasse a Fraga Bolideira a tesouros escondidos ou passagens secretas.

A ideia de uma pedra que "baloiça" ou que pode ser movida levava à crença de que debaixo dela poderia estar escondido um valioso tesouro, talvez de mouros ou de antigas civilizações, ou até mesmo a entrada para um reino subterrâneo.

No entanto, o tesouro só seria revelado àqueles que conseguissem mover a pedra, o que, como na primeira lenda, adicionava um elemento de desafio e de virtude.

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Embora estas lendas não sejam tão famosas como as de outras pedras sagradas ou encantadas em Portugal, elas refletem a forma como as comunidades locais tentavam dar sentido e atribuir significado a fenómenos naturais impressionantes.

A Fraga Bolideira, com a sua imponência e o seu nome sugestivo, continua a ser um testemunho da capacidade humana de criar histórias e mistérios em torno da natureza.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
19
Dez24

"A Pedra Bolideira depois de uma nevadazita adventícia" - A Neve como Véu sobre o Tempo


Mário Silva Mário Silva

"A Pedra Bolideira depois de uma nevadazita adventícia"

A Neve como Véu sobre o Tempo

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A fotografia de Mário Silva, "A Pedra Bolideira depois de uma nevadazita adventícia", captura um momento de serenidade e introspeção, convidando o observador a uma profunda reflexão sobre a passagem do tempo e a renovação da natureza.

A imagem, com a sua composição cuidadosa e a sua paleta de cores frias, evoca uma atmosfera de mistério e espiritualidade, estabelecendo um diálogo interessante com a simbologia do Advento.

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A Pedra Bolideira, coberta de neve, é o elemento central da composição.

A sua forma imponente e a sua localização isolada conferem-lhe um caráter quase mítico.

A pedra pode ser interpretada como um símbolo da eternidade e da resistência, contrastando com a fragilidade da natureza.

A neve, que cobre a pedra e o chão, cria uma atmosfera de pureza e renovação.

A neve também pode ser interpretada como um símbolo de purificação e de um novo começo, aludindo aos ritos de purificação e penitência associados ao Advento.

As árvores, com os seus ramos desnudos, contrastam com o céu nublado, criando uma sensação de melancolia e introspeção.

No entanto, a presença de alguns ramos verdes sugere a esperança de um renascimento e a promessa de uma nova vida.

As velas, com as suas chamas quentes, contrastam com o frio da neve.

Elas representam a luz da esperança e a fé, elementos essenciais do período do Advento.

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O Advento é um período de preparação para o Natal, um tempo de espera e de expectativa.

A fotografia de Mário Silva, com a sua atmosfera invernal e a sua composição marcada pela presença de elementos naturais e religiosos, evoca perfeitamente o espírito do Advento.

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A neve que cobre a pedra pode ser vista como uma metáfora do tempo que passa, apagando as marcas do passado e preparando o caminho para o futuro.

A queda de neve, como um véu branco que cobre a paisagem, pode ser comparada à passagem do tempo, que nos leva a refletir sobre a nossa própria história e a prepararmo-nos para o futuro.

A Pedra Bolideira, com a sua história milenar, representa a tradição e a continuidade.

A pedra, coberta de neve, simboliza a tradição que se renova a cada ano, com a chegada do Advento.

As velas, com as suas chamas quentes, representam a luz da esperança que ilumina o caminho do Advento.

A chama da vela, que se eleva para o céu, simboliza a nossa aspiração à luz divina e à salvação.

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Em conclusão, a fotografia "A Pedra Bolideira depois de uma nevadazita adventícia" é uma obra que nos convida a uma reflexão profunda sobre a passagem do tempo, a renovação da natureza e a importância da tradição.

A imagem, com a sua beleza austera e a sua carga simbólica, é um convite à contemplação e à meditação, valores que são particularmente relevantes durante o período do Advento.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
23
Fev24

O céu brilha ... de um azul suave, mas a mesa e bancos de pedra, à beira da estrada, na Bolideira (Chaves-Portugal) estão cobertos de neve que caiu em abundância durante a noite ...


Mário Silva Mário Silva

O céu brilha ... de um azul suave, mas a mesa e bancos de pedra, à beira da estrada, na Bolideira (Chaves-Portugal) estão cobertos de neve que caiu em abundância durante a noite ...

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A imagem mostra um contraste impressionante entre o céu azul suave e a mesa e bancos de pedra cobertos de neve. A neve caída em abundância durante a noite criou uma cena de beleza serena e pacífica.

A mesa e bancos de pedra, vazios e imóveis, sugerem um momento de quietude e contemplação.

 A única marca de vida na imagem é a árvore no fundo, que se destaca contra o céu azul.

A imagem é uma bela representação do inverno em Portugal.

A neve branca e pura contrasta com o azul vibrante do céu, criando uma sensação de frescor e limpeza.

A cena é calma e tranquila, perfeita para um momento de reflexão ou relaxamento.

A neve parece ter caído recentemente, pois ainda está fresca e fofa.

A mesa e bancos de pedra estão bem cuidados, o que sugere que são usados com frequência.

A árvore no fundo da imagem é um carvalho, uma árvore comum em Portugal.

A imagem foi tirada num dia ensolarado, o que contribui para a beleza da cena.

No geral, a imagem é uma bela representação de um dia de inverno em Portugal.

É uma cena calma e pacífica que captura a beleza da natureza.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
18
Jan23

PEDRA BOLIDEIRA - Tronco – Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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PEDRA BOLIDEIRA

Tronco – Chaves - Portugal

18 DSC03569_ms_marca agua

 

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Enorme fraga com três metros de altura e dez de comprimento e de largura.

Apesar das suas dimensões, o curioso desta pedra, que é também o que a torna famosa, é que qualquer pessoa a consegue mexer, já que se encontra em cima de outra pedra que serve de base, bastando um empurrão para esta balançar.

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Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
18
Jan19

Águas Frias (Chaves) - dia18 de janeiro -Dia Internacional do Riso


Mário Silva Mário Silva

 

O Dia Internacional do Riso

celebra-se (com alegria)

a 18 de janeiro

 

Águas Frias (Chaves) - ... que lareiros tão bem engalanados !!!! (e eu só a vê-los...)

... que lareiros tão bem engalanados !!!! (e eu só a vê-los...)  

 

Este dia chama a atenção para a importância de rir. O riso é um comportamento humano que traz bem-estar às pessoas. Neste dia deve rir o mais que puder, quer na companhia dos amigos, trocando-se anedotas e episódios engraçados, quer sozinho, em casa a ver as suas comédias preferidas ou a ler um livro engraçado.

Vantagens de rir
Entre os benefícios de rir encontramos:

😊Redução do stress
😃Melhoria da qualidade de sono
😁Fortalecimento abdominal
😅Combate ao surgimento de rugas
😂Melhor circulação sanguínea
🤣Melhor respiração
😊Melhoria da digestão
😊Fortalecimento do sistema imunológico
🤣Estímulo da criatividade
😂Criação de laços com outras pessoas

 

🙃


Mensagens para o Dia Internacional do Riso
😊Rir mais é viver mais e melhor.
😊Rir é o melhor remédio (e é de graça).
🤣Uma risada por dia não sabe o bem que lhe fazia.
😂Ria como se não houvesse amanhã.
😅Rir é dos melhores prazeres da vida.
😃Rir aumenta a qualidade de vida.
🤣😂Ria. Por si e pelos outros.

 

Águas Frias (Chaves) - ... Aldeia em dia de neve ...

... Aldeia em dia de neve ... 

 

Águas Frias (Chaves) - ...

... Ferreirinha-comum_"Prunella modularis" (coitadinha da ave que sem sobretudo, casaco de malha ou camisola interior, enfrenta com altivez o frio no cimo do tronco coberto de neve ...-  a Natureza espanta-nos !!!!)  

 

Águas Frias (Chaves) - ... pormenor da torre sineira da igreja matriz (note-se no sino que esplendorosamente brilha, mesmo sem se ouvir as suas sonoras badaladas ...)

 ... pormenor da torre sineira da igreja matriz (note-se no sino que esplendorosamente brilha, mesmo sem se ouvir as suas sonoras badaladas ...)  

 

a Pedra Bolideira com neve ...

a Pedra Bolideira com neve ... 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... caçador solitário ...

... caçador solitário ...

 

 

Até breve !!!

 

 

 

 

 

 

 

 

Mário Silva 📷
30
Jan16

Águas Frias (Chaves) - o primeiro mês do ano está a terminar ... e as alterações climáticas ...


Mário Silva Mário Silva

 

O mês de janeiro, primeiro mês do ano está a terminar ...

 

Aguas Frias (Chaves) - ... vista parcial da Aldeia com a igreja de "costas" ...

      ... vista parcial da Aldeia com a igreja de "costas" ...     

 

Mas ...

... nem tudo é o que era ...

... já se vai sentindo o que os especialistas há muito vinham prevendo ...

... o clima está a alterar-se !!!!...

... é o aquecimento global do planeta ...

 

Aguas Frias (Chaves) - ... vista da aldeia com a água do tanque congelada ...

     ... vista da aldeia com a água do tanque congelada ...    

 

... é o efeito de estufa, provocado pelo aumento descontrolado da poluição ...

... as terras transmontanas já vão começando a sentir as diferenças do clima ...

... mas o que fizeram elas para essa alteração? A minha resposta é NADA.

 

Aguas Frias (Chaves) - ... caíu uma geada !!! ...

      ... caíu uma geada !!! ...    

 

 

... mas ... sofrem com as consequências das grandes cidades e unidades industriais ...

... parece que tudo de mau acontece ao interior do país sem que tenham contribuido para ele ...

... onde estão os nevões de outrora? ...

... as noites de grandes geadas ...

... o frio intenso de inverno ...

 

Aguas Frias (Chaves) - ...aquecendo água em dia de matança ...

     ... aquecendo água, no caldeiro, em dia de matança ...     

 

A natureza e as culturas sofrem com estas modificações e tentativa de adaptação ... e os agricultores coçam a cabeça não sabendo se já podem plantar e semear no tempo que estavam habituados, como outrora ...

 

Aguas Frias (Chaves) - ... levando as vacas para a corte ...

     ... levando as vacas para a corte ...     

 

Consequências da "civilização" que em contradiição com a população das nossas Aldeias vão destruindo o planeta que vivemos.

Aguas Frias (Chaves) - ... o caçador esparando a caça ...

     ... o caçador, atento, esperando a caça ...    

 

è ter como exemplo o que fazem os nossos agricultores que produzem, aproveitando tudo o que a natureza lhes dá, mas repondo, ciclicamente o que lhe tiram ...

Aguas Frias (Chaves) - ... na rua 1.º de Maio ...

     ... na rua 1.º de Maio ...     

 

Bom deixemo-nos de queixumes (ou constatação da realidade) e só uma conclusão me fica: os nossos agricultores, pastores, suinicultores, apicultores, nada terão na sua consciência que lhes possam apontar como culpados mas são eles que estão, lentamente a sentir na "pele" as diferenças que o clima se está a modificar e nem sempre sabem como se adaptar, trazendo-lhes consequentemente prejuízos.

 

Aguas Frias (Chaves) - ... o gato abrigando-se do frio ...

     ... o gato abrigando-se do frio ...     

 

 

Até breve ... e espero com notícias mais animadoras ....

 

Pedra Bolideira (Chaves)

    Pedra Bolideira (Bobadela - Chaves)     

 

 

 

 

         

 

 

 

 

 

 

Mário Silva 📷
18
Jun08

Águas Frias (Chaves) - Percorrendo a Freguesia (V) - Pedra Bolideira


Mário Silva Mário Silva

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“… Continuei …. pelo estradão de terra batida …

Atingi os limites da freguesia de Águas Frias, mas continuei …

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Embora o título deste “post” seja “Percorrendo a Freguesia” de Águas Frias, o caminho que escolhi leva-me para terrenos pertencentes à freguesia vizinha de Bobadela. A razão que me levou a alterar o principal objectivo é simples - visitar um local peculiar – A Pedra Bolideira.

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Assim, …continuando, e chegados ao fim do estradão, encontramos a estrada nacional 103, que atravessei.

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Percorrendo alguns metros, à direita, encontramos um enorme bloco de granito com mais de 3 m de altura e cerca de 10 m de comprimento e largura, com um peso de várias toneladas.

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Mas o que torna este megalítico tão conhecido, tão peculiar e merecedor de ser considerado monumento nacional?

É que, apesar de todo esse tamanho e peso, qualquer pessoa, com um simples impulso, no local adequado, faz balançar este gigantesco penedo.

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Ou seja, qualquer um pode fazer a fraga “bolir” (mexer), daí o nome – Pedra Bolideira.

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Claro que nada de paranormal se passa, mas somente, que a base de uma parte da rocha assenta sobre uma aresta de outra rocha (em aproximadamente meio metro).

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Conta a lenda que o fenómeno foi descoberto quando, num certo dia, um pastor que apascentava os seus animais, reparou que um dos seus carneiros, ao coçar os chifres na pedra, a fazia mexer (bolir). Para confirmar o que os seus olhos viam, o pastor resolveu colocar uma pequena vara de giesta entre a fraga movediça e uma outra que estava fixa na base. Confirmou então que essa vara arqueava quando empurrava a fraga.

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Se assim se passou ou não, desconheço, mas uma coisa é certa, de todas as vezes que fui ao local, sempre encontrei uma vara entre as rochas para que quem quer que a visite possa confirmar que, de facto a Pedra Bole (mexe).

Duvida? Tal como S. Tomé, venha ver (experimentar) para crer.

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Depois de experimentar, mais uma vez este fenómeno de equilíbrio, regressei até ao cruzamento.

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Aí, virei à esquerda e pela estrada 103 (em direcção a Chaves) deixando a pequena aldeia de Bolideira (freguesia de Bobadela) e dirigindo-me novamente para terras da freguesia de Águas Frias.

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Depois de passar pelo posto de abastecimento do  líquido cada vez mais precioso, já que a cada dia se torna mais caro (gasolina/gasóleo) mas onde, no seu bar, se podem degustar uns bons petiscos, parei numa área de descanso.

O local teria todas as condições para ser de excepcional eleição, já que tem uma paisagem soberba, tem mesas e bancos de granito onde se poderá apreciar um farto farnel, mas ... e há sempre um mas.... encontrei algum lixo que "alguém" na sua passagem não teve o respeito de deixar para os outros o local que gostaria de encontrar para si mesmo.

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Outro pormenor neste local é a "escultura" em pedra que se encontra no local e que foi executada por um "artista" cantoneiro aquafrigidense que com carinho, mestria, sentido estético e sentido prático, já que tinha a funcionalidade de servir de fonte de água fresca a todos os que nos dias de estio aqui paravam sequiosos. Não posso deixar de referir o autor desta "escultura - fonte" - o saudoso José Joaquim Rodrigues e por todos, carinhosamente conhecido por Zé "Herói".

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Mas, ... e mais uma vez, há sempre um mas ...

A "fonte" não verte uma única gota de água. É pena. Mas penso que não seria difícil reverter a situação e dar novamente funcionalidade à ideia original. Todos os que por lá pararem, certamente irão agradecer.

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Continuei ....

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A próxima paragem será ….

… outra aldeia da freguesia de Águas Frias.

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Mário Silva 📷

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