Resultados das Eleições Autárquicas 2025, na freguesia de ÁGUAS FRIAS (Águas Frias-Casas de Monforte-Assureiras-Avelelas-Sobreira) - Chaves Portugal.
Mário Silva Mário Silva

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Mário Silva Mário Silva

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O Adeus Dourado de Avelelas
(Águas Frias – Chaves – Portugal)

O sol, pintor divino, tinge o céu de Avelelas com pinceladas de ouro e púrpura.
Na quietude da tarde, a Igreja de Nossa Senhora da Natividade ergue-se como um farol de fé, testemunha silenciosa da passagem do tempo.
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O campanário, outrora eco de preces e chamados, agora serve de portal para a luz poente.
Os raios solares, como mensageiros celestiais, deslizam pelas pedras gastas, beijando-as com um brilho suave.
A luz dança, brinca com as sombras, e por um instante, o tempo parece suspender-se.
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A povoação de Avelelas, aninhada no vale, observa o espetáculo com reverência.
As casas de pedra, com as suas telhas de barro, refletem o dourado do sol, como se também elas quisessem participar da despedida.
O ar, outrora vibrante com o burburinho do dia, agora acalma-se, embalado pela melodia silenciosa do crepúsculo.
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A fotografia de Mário Silva captura este momento mágico, eternizando a despedida do sol e a serenidade de Avelelas.
A imagem transcende o visível, convidando-nos a contemplar a beleza da simplicidade, a magia da luz e a eternidade da fé.
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No silêncio da noite que se aproxima, Avelelas guarda a memória do sol poente, a promessa de um novo amanhecer, e a certeza de que a luz divina sempre encontrará um caminho, seja através do campanário de uma igreja, seja no coração dos que ali habitam.
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Texto & Fotografia: ©MárioSilva
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Mário Silva Mário Silva
“Capela de Santa Bárbara”
Avelelas (Águas Frias) – Chaves – Portugal

A fotografia de Mário Silva captura a serena beleza da Capela de Santa Bárbara em Avelelas, com um enquadramento que realça a arquitetura tradicional do edifício.
A capela, construída em pedra, apresenta linhas simples e sóbrias, com um portal de madeira que contrasta com a tonalidade clara das paredes.
A presença de uma coroa de advento com velas coloridas, nos tons tradicionais do Advento (roxo, verde e vermelho), cria uma atmosfera de espiritualidade e celebração, ligando a arquitetura religiosa com a liturgia cristã.
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A fotografia apresenta uma composição equilibrada, com a capela como elemento central.
A perspetiva adotada permite apreciar a fachada principal do edifício e os detalhes arquitetónicos, como os cunhais em cantaria de granito e o frontão triangular.
A coroa de advento, posicionada no primeiro plano, cria um contraste interessante com a arquitetura sóbria da capela, convidando o observador a refletir sobre a passagem do tempo e a renovação da fé.
A iluminação natural incide sobre a fachada da capela, criando sombras que acentuam a textura da pedra e os volumes da construção.
A luz suave e quente confere à imagem uma atmosfera acolhedora e serena.
A paleta de cores da fotografia é marcada pela sobriedade dos tons terrosos da pedra e da madeira, contrastando com as cores vibrantes das velas da coroa de advento.
Essa combinação de cores cria um equilíbrio visual e reforça a ideia de tradição e espiritualidade.
A coroa de advento, com as suas velas coloridas, é um símbolo do Advento, o período de preparação para o Natal.
A presença deste elemento na fotografia estabelece uma conexão entre a arquitetura religiosa e a liturgia cristã, convidando o observador a refletir sobre o significado do Natal.
A fotografia captura a essência da religiosidade popular em Portugal, revelando a importância das capelas como centros de fé e devoção nas comunidades rurais.
A capela de Santa Bárbara, com a sua arquitetura tradicional e a sua localização num pequeno largo, é um testemunho da história e da cultura da região.
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Santa Bárbara, a quem a capela é dedicada, foi uma mártir cristã do século III.
Segundo a tradição, ela viveu escondida numa torre para poder professar a sua fé em segredo.
A sua história está ligada à proteção contra tempestades, raios e fogo, o que a tornou uma santa muito popular entre os mineiros e artilheiros.
A presença de uma estátua de Santa Bárbara no interior da capela, reforça essa devoção local.
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Em resumo, a fotografia de Mário Silva captura a beleza e a espiritualidade da Capela de Santa Bárbara, convidando o observador a uma reflexão sobre a fé, a tradição e a importância da arquitetura religiosa na cultura portuguesa.
A combinação da arquitetura tradicional com os símbolos do Advento cria uma imagem rica em significados, que transcende a mera representação de um edifício religioso.
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Texto & Fotografia: ©MárioSilva
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Igreja de Nossa Senhora da Natividade
Avelelas (Águas Frias) – Chaves – Portugal

A fotografia de Mário Silva captura a serenidade e a beleza rústica da Igreja de Nossa Senhora da Natividade, localizada em Avelelas, Águas Frias, Chaves.
A construção, de pedra clara e linhas simples, evidencia a arquitetura tradicional das aldeias transmontanas.
A porta de madeira escura, em contraste com as paredes, convida à entrada.
A torre sineira, com o sino e a cruz no topo, domina a paisagem circundante, simbolizando a presença da fé na comunidade.
O céu azul com algumas nuvens e a vegetação discreta completam o cenário bucólico.
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Nossa Senhora da Natividade é uma invocação mariana que celebra o nascimento de Jesus Cristo.
A devoção a esta figura religiosa é particularmente forte em regiões rurais, onde a fé popular está profundamente enraizada na vida das comunidades.
A Natividade é associada à esperança, à renovação e à proteção maternal, valores que ressoam com as preocupações e aspirações das pessoas que vivem no campo.
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A relação entre a população rural transmontana e a Igreja de Nossa Senhora da Natividade é profunda e multifacetada.
A igreja é o coração da aldeia, um lugar de encontro, de celebração e de partilha.
As festas religiosas, como o Natal, são momentos importantes para reforçar os laços comunitários e preservar as tradições.
A devoção a Nossa Senhora da Natividade oferece conforto e esperança às pessoas, especialmente em momentos de dificuldade.
A fé é um pilar fundamental na vida dos habitantes das aldeias, ajudando-os a enfrentar os desafios do dia a dia.
igreja e as suas festas religiosas são parte integrante da identidade cultural da região.
As tradições, os costumes e as crenças transmitidas de geração em geração ajudam a fortalecer o sentido de pertença à comunidade.
A Igreja de Nossa Senhora da Natividade é um testemunho da história e da cultura da região.
A sua arquitetura simples e austera reflete a vida e os valores das comunidades rurais.
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Em resumo, a fotografia de Mário Silva captura a essência da relação entre a população rural transmontana e a Igreja de Nossa Senhora da Natividade.
A imagem transmite a importância da fé, da comunidade e das tradições na vida das pessoas que habitam estas regiões.
A igreja é mais do que um edifício religioso; é um símbolo de identidade, de esperança e de pertença.
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Texto & Fotografia: ©MárioSilva
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"Edifício da Junta de Freguesia de Águas Frias
(aldeias: Águas Frias, Assureiras,
Casas de Monforte, Sobreira, Avelelas)"

A fotografia de Mário Silva que retrata o "Edifício da Junta de Freguesia de Águas Frias" é uma imagem que carrega múltiplos significados.
Ela vai além de apenas documentar uma construção administrativa, capturando a essência de uma paisagem e de um conjunto de aldeias transmontanas que têm uma profunda conexão com o território, a natureza e a atividade agrícola.
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A imagem mostra o edifício da Junta de Freguesia de Águas Frias, localizado no concelho de Chaves, em Trás-os-Montes, Portugal.
O prédio parece destacar-se pela sua simplicidade arquitetónica, alinhada com a estética rural típica da região, com linhas retas, materiais rústicos e uma paleta de cores neutras que se misturam com a envolvente.
À volta do edifício, a paisagem revela-se em tons de verde e dourado, sugerindo campos agrícolas e vegetação autóctone.
Há uma suavidade na luz que parece realçar o caráter natural do ambiente e transmitir a tranquilidade dessas aldeias.
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A simplicidade do edifício capturado por Mário Silva não é apenas uma característica estética, mas um reflexo da identidade local.
O prédio da Junta de Freguesia não se apresenta com a monumentalidade típica de edifícios públicos de grandes cidades, mas sim com uma humildade que dialoga diretamente com o quotidiano dos moradores das aldeias de Águas Frias, Assureiras, Casas de Monforte, Sobreira e Avelelas.
Este caráter modesto pode ser interpretado como uma expressão do valor que a comunidade local dá à funcionalidade e à praticidade em detrimento de ostentações arquitetónicas.
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A fotografia também destaca a beleza natural envolvente.
O facto de o edifício estar inserido numa paisagem marcada por campos e vegetação reforça o papel central que a natureza desempenha na vida destas comunidades.
A zona de Trás-os-Montes, onde se situam estas aldeias, é conhecida pela sua ruralidade, e a paisagem que Mário Silva retrata transmite essa ideia de harmonia entre as construções humanas e o ambiente natural.
As cores terrosas e o céu, muitas vezes envoltos em neblina devido à altitude da região, compõem um cenário que sublinha a riqueza e tranquilidade do espaço rural.
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Além do aspeto estético, a fotografia remete ao contexto agrícola que define a economia e a forma de vida destas aldeias.
O ambiente retratado sugere campos agrícolas, que são a principal fonte de sustento para as comunidades de Águas Frias e arredores.
A terra transmontana, com a sua geografia acidentada e clima rigoroso, impõe desafios que fazem com que os habitantes desenvolvam uma profunda relação com o solo e os recursos naturais.
Mário Silva consegue captar essa simbiose entre a vida humana e a terra, onde o ritmo das estações e as práticas agrícolas tradicionais definem o dia a dia.
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A fotografia, ao focar um edifício administrativo simples, também aponta para a importância de valorizar o património rural.
Estas aldeias, com o passar do tempo, enfrentam desafios como o envelhecimento da população e a emigração, mas a manutenção de estruturas como a Junta de Freguesia simboliza a resistência e a preservação da identidade local.
O edifício, mais do que uma mera construção, é um ponto de convergência para os habitantes, sendo um símbolo de coesão social.
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Em conclusão, a fotografia de Mário Silva não só documenta um espaço físico, mas captura a alma de um conjunto de aldeias que vivem em sintonia com o meio natural e as tradições agrícolas.
A imagem comunica uma beleza serena e nostálgica, ao mesmo tempo que nos faz refletir sobre a importância de preservar estas pequenas comunidades, que carregam consigo um conhecimento profundo da terra e uma maneira de viver que, para muitos, está a desaparecer.
Ao trazer esta paisagem e esta arquitetura modesta para o primeiro plano, Mário Silva convida-nos a apreciar a riqueza cultural e ambiental de Águas Frias e suas aldeias vizinhas.
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Texto & Fotografia: ©MárioSilva
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AVELELAS
Avelelas é uma aldeia pertencente à freguesia de Águas Frias, concelho de Chaves, distrito de Vila Real – Portugal.
Avelelas está situada a uma altitude de 759 metros.

Quem cruza as terras de Monforte de Rio Livre não pode ficar indiferente a Avelelas.
O lugar é detentor de um património que se perde na memória, apenas preservado por uma epígrafe ou pelo sulco gravado no granito.
Disso é exemplo a ara romana que se conserva na igreja de Nossa Senhora da Natividade que, por sua vez, data de 1699.
Um pouco mais para sul do lugar de Avelelas, o imponente lagar escavado na rocha ilustra a dimensão e potencial agrícola da região noutros tempos.
in: https://www.avivar.pt/avelelas.php
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No passado dia 10 (sábado), Águas Frias teve o previlégio e o prazer em receber os autores dos blogs flavienses e fotógrafos, que gastam um pouco do seu tempo livre divulgando, comentando, anunciando, mostrando através da escrita e/ou fotografia a "sua" Terra, as suas Gentes, as suas tradiçoões, emoções, ... aos seus conterrâneos ou àqueles que por contigências da Vida estão loge, espalhados por todo o País e Mundo.
Este amor é bem visível do modo como falam ou mostram a sua região. Este ponto comum, está também patente na camaradagem, amizade que deixam transparecer quando se encontram.
Foi neste espírito de boa disposição e descontração que chegaram ao largo da Junta de Freguesia de Águas Frias.
Percorreram a Rua Central, munidos das suas máquinas fotográficas para poderem eternizar a sua passagem por esta pequena mas bela Aldeia flaviense.
A primeira paragem foi no Café Pires do nosso amigo Henrique que serviu um cafézinho e biscoitos para estabelecer energia para um dia de real convívio.
De seguida fez-se uma breve incursão por várias artérias desta Aldeia.
Clic ... Clic ... Clic ... ia-se ouvindo no meio do chilrear dos pássaros e da animada conversa entre os convívas.
Foi já em ameno convívio que se deixou a Aldeia, dando entrada no autocarro cedido pela Câmara Municipal de Chaves, que se rumou até à célebre Fraga da Bolideira.
Quase todos, com mais ou menos jeito, tentavam fazer bulir a enorme fraga. Uns diziam que bulia, outros que não, mas ... a vara não engana.
Desde a Bolideira, rumou-se pelo trajecto programado: Bobadela, Vilar d'Izeu, Oucidres e nova paragem em Avelelas, Aldeia da freguesia de Águas Frias e, claro, de terras de Monforte.
Fez-se uma incursão pelo interior da aldeia, parando, aqui ou ali para mais um clic ... registando mais um pormenor e deixando um comentário com o amigo do lado.
Depois de Avelelas novo destimo se rumou: a pequena, mas característica Aldeia de (A)Sobreira, onde ainda se podem observar a essência de aldeia de montanha, onde a cada esquina se vislumbrava um novo encanto e até a hospitalidade não se fez rogada, personificada na Dona Ritinha que convidava para entrar e "tomar qualquer coisinha".
Novamente de autocarro desciamos o Brunheiro até às Assureiras para novamente o subirmos em direcção ao Castelo do Rio Livre, onde nos esperava uma comprida mesa, com os pratos devidamente voltado ao contrário, escondendo, em surpresa, um doce de ovos moles, gentilmente oferecidos pelo Sr. Luís (Tupamaro) - um "gentlemen".
Aí pousamos as máquinas e demo-nos ao prazer dos saberes das Gentes de Águas Frias, com os seus sabores do tradicional folar, um pão caseiro que era uma perdição e um cordeiro e vitela assada que estava uma tentação. Obras-primas confeccionadas pela Dona Irene, esposa do Quim "Russo" que ficou incumbido do serviço deste lauto almoço.
Nada faltou (penso eu) ... até o cafezinho com "cheirinho" servido na .... e acompanhado com a já famosa aguardente "made in Eiras".
Depois deste saboroso almoço, bem regado com tinto flaviense, chegava a hora do divertimento:
- Senhoras e senhores, vamos lá acertar com a malha na boca do sapo.
Houve de tudo um pouco, uns com mais destreza, outros com mais azar, todos faziam oseu melhor, mas fosse qual fosse a pontuação, todos se divertiam.
Mas faltava o mais importante - a visita ao ex-libris de Águas Frias - o Castelo de Monforte do Rio Livre.
Peno que nunca este monumento nacional teve tantos observadores atentos e tantos registos fotográficos num só dia. Não houve recanto por esquadrinhar, até foi possivel, com a ajuda de uma escada levada para o local, visitar o cimo da sua torre de menagem.
Se das muralhas já se tem uma paisagem maravilhosa, imagimem-se no seu ponto mais alto, ... olhar percorrwe a paisagem e deixa-nos enebriados com o seu encanto.
Pois, mas como "alguém" dizia:"- Subir, eu subi, mas agora.... descer". Mas nada há que faça demover quem anda por gosto e, com ou sem as pernas a tremer, houve muitos que não deixaram escapar esta oportunidade de subir à torre de menagem pra verem em toda a sua plenitude os domínios de Monforte.
O Sol ia já se aproximando do horizonte e já se começava a pensar que depressa se tinha passado este dia de sábado.
Antes do regresso, e para confortar o estômago até casa ainda houve oportunidade de degustar um "caldo verde".
Era tempo de regresso ... o XIII Encontro de Blogues Flavienses e Fotógrafos estava a chegar ao fim ... mas já estava marcado o novo encontro de Inverno - em Terras de Valpaços.
Penso que foi um dia repleto de boas vivências e que a memória vai armazenar.
Antes de terminar não posso deixar uma palavra de apreço a Todos os que nele participaram e aos que para ela trabalharam, como sejam:
- O Henrique, a Noémia e o Bino que nos serviram o cafezinho com biscoitos;
- O Quim "Russo", Irene, filhos e a esposa do Felisberto (desculpem mas neste momento não me lembro do seu nome), que confeccionaram e tão profissionalmente serviram o delicioso almoço; que ao constatarem que desejavam café, desceram à Aldeia e trouxeram uma máquina de café; que montaram a longa mesa; que disponibilizaram o jogo do Sapo; a escada para possibilitarem a subida à torre de menagem;
- Ao presidente da Junta de Freguesia de Águas Frias (que não pode estar presente por se encontrar no estrangeiro, mas que deixou uma mensagem "Com imensa pena minha não vou poder estar presente no convívio da gente da blogosfera . Espero e acredito que estejam bem entregues aos meus conterrâneos Mário e Celestino. Abraço. Romeu") que conjuntamente com o presidente da Câmara Municipal de Chaves (que embora tivesse dito que estaria presente não pode vir), tornaram o local condigno para este Encontro e ainda a cedência do autocarro da Autarquia de Chaves para a visita que se realizou às várias Aldeias e Castelo de Monforte do Rio Livre.
Agora, o Sol já quase toca o horizonte e ... mais um Encontro termina ... deixando Terras de Monforte ... mas, com o pensamento já no próximo.
Até Valpaços.....
Mário Silva Mário Silva
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