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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

29
Ago25

"Lagarto pintado. Quem te pintou? Foi uma Velha que, por Aqui, passou”


Mário Silva Mário Silva

"Lagarto pintado. Quem te pintou?

Foi uma Velha que, por Aqui, passou”

29Ago DSC05216_ms

Esta fotografia de Mário Silva capta um plano aproximado de um lagarto, a “Lagartixa-de-bocage” (Podarcis bocagei), em tons de castanho e verde, que repousa sobre a areia do caminho.

O lagarto está a olhar para a direita, com a cabeça levantada e o corpo esticado.

A sua pele, com um padrão de manchas escuras, contrasta com o tom claro da areia.

A fotografia, com a luz do sol a incidir sobre o animal, realça a textura da sua pele e a sua forma.

A imagem transmite uma sensação de quietude, mas ao mesmo tempo de alerta, como se o lagarto estivesse pronto para se mover a qualquer momento.

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Estória: A Velha e o Lagarto

O lagarto, com a sua pele pintada em tons de castanho e verde, era o lagarto mais famoso do monte.

O seu nome era Verdelho, mas as crianças da aldeia, quando o viam, cantavam a canção que o Mário Silva mais tarde transformaria em título de fotografia: "Lagarto pintado. Quem te pintou? Foi uma velha que, por aqui, passou.”

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A história da velha era uma lenda.

Diziam que, há muito tempo, uma velha curandeira vivia na aldeia.

Era uma mulher sábia e bondosa, que curava as doenças com ervas e com a sua voz suave.

Um dia, um pequeno lagarto, ferido e triste, arrastou-se até à sua casa.

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A velha, com as suas mãos macias, pegou no lagarto.

Ela viu a sua pele, que antes era de uma cor única e deslavada.

Para lhe dar coragem e um pouco de alegria, a velha, com os seus dedos finos, pintou-lhe a pele.

Usou a cor do musgo para o seu corpo, e a cor da terra para as suas manchas.

No final, o lagarto estava pintado.

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O lagarto, pela primeira vez na sua vida, sentiu-se especial.

A sua pele, antes aborrecida, era agora uma obra de arte.

Ele tinha um propósito: era o guardião do segredo da velha.

E o seu corpo, com as suas cores, era a prova viva de que a beleza podia nascer da bondade.

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O lagarto viveu por muito tempo, e quando as suas crias nasciam, vinham com as mesmas cores do pai.

As manchas escuras, a cor do musgo, a cor da terra.

E a lenda da velha, que tinha pintado o lagarto com os seus dedos sábios, continuava a ser contada.

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A fotografia de Mário Silva capta o lagarto Verdelho, um descendente daquele lagarto original.

Ele está na areia, a olhar para o mundo, um pequeno rei no seu reino de pedras e de sol.

A sua pele pintada é a prova de que a beleza não é algo que se encontra, mas que se cria.

A estória do lagarto é um lembrete de que, com a bondade e com a sabedoria, podemos transformar o mais simples dos seres numa obra de arte, e que a história mais simples pode tornar-se uma lenda.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
26
Ago25

"Do verde ao azul das águas quentes e calmas” … e uma breve estória


Mário Silva Mário Silva

"Do verde ao azul das águas quentes e calmas”

… e uma breve estória

26Ago DSC04416_ms

Esta fotografia de Mário Silva, capta a beleza de uma paisagem de praia tranquila.

A imagem é dominada por um mar sereno, com a água a mudar de cor, passando do verde-claro na margem para o azul mais escuro no horizonte.

Pequenas e suaves ondas quebram na praia de areia clara, criando uma fina faixa de espuma branca.

À direita, a costa é delimitada por uma área rochosa e uma pequena floresta, enquanto no fundo, avistam-se montanhas a perder de vista.

O céu é de um azul límpido e com poucas nuvens, refletindo-se na água e acentuando a sensação de calma e de paz.

A fotografia transmite uma atmosfera de tranquilidade e a beleza natural do lugar.

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Estória: A Viagem de uma Concha

A concha, um pequeno milagre da natureza, era o lar de um caranguejo ermita há anos.

Mas o caranguejo, cansado de uma vida de medos e de se esconder, tinha decidido que era tempo de partir.

Deixou a concha na areia da praia, um pequeno trono de substância calcária brilhante e rosada da concha.

A fotografia de Mário Silva, com a sua paisagem de águas verdes e azuis, capturou o momento em que a concha, pela primeira vez na sua longa vida, se viu livre.

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A concha, na sua solidão, sentiu o sol quente e a água calma a beijar-lhe o corpo.

As ondas, que antes eram uma ameaça, tornaram-se um amigo, que a embalava e a levava em pequenos passeios pela areia.

A sua vida de concha era monótona, mas a sua alma era cheia de curiosidade. Queria saber o que havia para além do mar, para lá das montanhas distantes que se viam no horizonte.

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Um dia, uma onda, mais forte do que as outras, apanhou-a e levou-a para o mar aberto.

A concha sentiu um medo profundo.

Estava sozinha e longe da segurança da praia.

Mas, com a luz do sol a brilhar nas suas costas, ela decidiu que era tempo de ter coragem.

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Flutuou no mar, observando as cores que mudavam do verde na margem para o azul no horizonte.

Viu peixes coloridos, medusas transparentes, e ouviu o som de barcos que passavam.

Ela era pequena e frágil, mas a sua coragem era grande.

A sua viagem era um sonho, uma aventura.

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O mar era um mundo de maravilhas.

A concha, que antes era apenas um lar, tornara-se um viajante.

As suas costas, outrora lisas, foram polidas pelas ondas, e o seu nácar brilhou com a luz do sol.

Ela estava a viver, não a sobreviver.

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Depois de dias, talvez semanas, de viagem, uma corrente mais forte do que as outras, atirou-a para uma praia distante.

A concha, exausta, mas feliz, pousou na areia quente.

Olhou à sua volta e viu um novo mundo.

Um novo porto.

As águas, que antes eram verdes e azuis, eram agora de um tom diferente, mas a sua beleza era a mesma.

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A fotografia de Mário Silva é a imagem daquele momento de transição.

É a imagem da concha, que tinha deixado o seu passado para trás e tinha a coragem de começar uma nova vida.

A sua estória é uma chamada de atenção de que, por mais pequenas que sejamos, a nossa coragem e a nossa vontade de explorar o desconhecido podem levar-nos aos lugares mais bonitos e mais pacíficos.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
18
Ago25

"O mar enrola na areia ..." e uma estória


Mário Silva Mário Silva

"O mar enrola na areia ..."

e uma estória

18Ago DSC04395_ms

A fotografia de Mário Silva, intitulada "O mar enrola na areia ...", capta uma vista panorâmica de uma baía tranquila.

A imagem é dominada pelo mar, com águas de um azul-claro suave que se misturam com tons de verde.

As ondas, pequenas e suaves, quebram na praia de areia clara, criando uma faixa de espuma branca que se estende por toda a largura da imagem.

À direita, a costa é delimitada por uma área rochosa e uma colina coberta de pinheiros.

No fundo, do lado esquerdo, avistam-se colinas distantes.

O céu, de um azul límpido e com poucas nuvens, reflete-se na água, criando uma atmosfera de calma e serenidade.

A fotografia transmite uma sensação de paz e a beleza natural e intocada da costa.

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Estória: A Memória do Mar

O mar, para o pequeno Afonso, não era apenas água e areia.

Era uma memória.

Uma memória que vivia no som das ondas, no cheiro a sal e na luz que, como Mário Silva um dia capturaria na sua fotografia, pintava a baía de uma paz irreal.

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Afonso, que agora passava os seus setenta verões, sentava-se na varanda da sua casa, com vista para a mesma praia que Mário Silva havia fotografado.

Os anos tinham-lhe enrugado o rosto e curvado os ombros, mas os seus olhos continuavam a brilhar com a mesma vivacidade de um miúdo quando olhava para o mar.

Naquele verão, a sua neta, Laura, tinha vindo visitá-lo.

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Laura, uma jovem da cidade, com a cabeça cheia de ideias de tecnologia e pressa, sentia-se entediada na aldeia pacata do avô.

O mar era bonito, sim, mas era sempre o mesmo.

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- Avô, por que é que gostas tanto disto? Não é sempre o mesmo? - perguntou Laura, com a voz tingida de uma impaciência que Afonso conhecia bem.

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Afonso sorriu, um sorriso que lhe enrugou os olhos ainda mais.

- Não, minha neta. Não é o mesmo. O mar, ele muda a cada dia, a cada hora. E ele guarda as nossas memórias.

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Laura revirou os olhos.

- Histórias de velho - pensou.

Afonso compreendeu a sua neta.

- Vem comigo - disse ele, levantando-se com alguma dificuldade.

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Caminharam pela areia macia, em direção à praia rochosa à direita da fotografia.

O sol da tarde pintava as ondas de um dourado suave, e a espuma branca enrolava-se na areia com um sussurro constante.

Chegaram perto das rochas, onde o avô se sentou.

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- Vês estas rochas, Laura? - perguntou ele, apontando para uma rocha escura e coberta de musgo. - Foi aqui que aprendi a pescar com o meu pai. E foi aqui que, anos mais tarde, te ensinei a apanhar búzios."

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Afonso pegou num pequeno búzio, com as suas linhas intrincadas e cores desbotadas, e entregou-o à neta.

- Ouve. Ouve o que o mar tem para te contar.

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Laura levou o búzio ao ouvido, e ouviu o som familiar do mar.

Mas desta vez, parecia diferente.

Não era apenas um ruído.

Parecia o eco de uma história.

Do avô a rir com o pai, da sua própria voz de criança a exclamar de alegria ao encontrar um búzio perfeito.

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Afonso apontou para o vasto horizonte, onde o céu e o mar se encontravam numa linha difusa.

- O mar, Laura, é o nosso álbum de família. Cada onda que quebra é uma página virada. Ele enrola na areia, sim, mas nunca a mesma areia, nunca a mesma onda. E em cada uma, há uma lembrança. O primeiro beijo da minha Maria, o primeiro mergulho dos teus pais, a nossa primeira caminhada aqui..."

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Laura olhou para o mar com olhos novos.

Viu as ondas a quebrar, a espuma a formar-se e a desaparecer.

Mas agora, não via apenas água e areia.

Via a história da sua família, a história da sua aldeia, a história da sua própria vida, tudo enrolado naquele eterno e inconstante movimento.

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O mar continuava a enrolar na areia.

Mas para Laura, já não era o mesmo.

Era uma memória, uma promessa e um lembrete de que, por mais longe que a sua vida a levasse, as suas raízes estavam ali, na luz suave, no som das ondas, e na história silenciosa daquele mar.

A fotografia de Mário Silva não era apenas a imagem de uma praia, mas a imortalização daquela memória.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
31
Ago24

"Um belo dia de praia ... uma barracada ..." 


Mário Silva Mário Silva

"Um belo dia de praia ... uma barracada ..." 

31Ago DSC08931_ms

A fotografia de Mário Silva, intitulada "Um belo dia de praia ... uma barracada ...", captura uma cena típica de um dia ensolarado na praia.

A imagem apresenta uma ampla vista aérea de uma extensa faixa de areia, onde se alinham diversas barracas de praia, predominantemente brancas e listradas de azul e verde.

As barracas estão organizadas em filas paralelas à linha da água, criando um padrão visual repetitivo que se estende até onde a vista alcança.

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No primeiro plano, a areia dourada contrasta com o azul intenso do mar, que se estende até o horizonte.

O céu, igualmente azul e sem nuvens, reforça a sensação de um dia claro e ensolarado.

A presença de algumas pessoas, tanto dentro como fora das barracas, adiciona um elemento humano à cena, sugerindo a tranquilidade e o relaxamento associados a um dia de praia.

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O título da fotografia, "Um belo dia de praia ... uma barracada ...", apresenta uma dualidade interessante.

Por um lado, a expressão "um belo dia de praia" evoca sentimentos de prazer, relaxamento e evasão.

A imagem, com as suas cores vibrantes e a atmosfera serena, confirma essa primeira impressão.

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No entanto, a segunda parte do título, "uma barracada...", introduz uma nota de ironia ou crítica social.

A palavra "barracada" pode ser interpretada de várias formas, mas, neste contexto, ela sugere uma certa banalidade, uma repetição monótona e uma falta de originalidade.

As barracas, embora coloridas e convidativas, tornam-se um elemento padronizado e quase industrializado da paisagem.

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A fotografia pode ser uma crítica subtil ao turismo de massas e à padronização das experiências turísticas.

As barracas alinhadas de forma uniforme representam a massificação do lazer e a perda da individualidade.

A imagem pode também ser uma reflexão sobre a natureza humana e a necessidade de pertencer a um grupo.

As pessoas que ocupam as barracas buscam um espaço próprio dentro de uma estrutura coletiva.

A fotografia estabelece uma contraposição entre a natureza selvagem e exuberante do mar e a cultura humana, representada pelas construções artificiais das barracas.

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O contraste entre o azul do mar e do céu com o amarelo da areia cria uma paleta de cores vibrantes e harmoniosas.

As linhas horizontais das barracas e da linha da água conferem à imagem uma sensação de ordem e equilíbrio.

A repetição das barracas cria um padrão visual que domina a composição.

A perspetiva aérea permite uma visão panorâmica da cena, enfatizando a extensão da praia e a quantidade de barracas.

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A fotografia "Um belo dia de praia ... uma barracada ..." de Mário Silva é uma obra que convida à reflexão sobre a relação entre o indivíduo e a sociedade, a natureza e a cultura.

Através de uma imagem aparentemente simples, o artista aborda temas complexos como o turismo de massas, a padronização e a busca por identidade.

A força da fotografia reside na sua capacidade de evocar diferentes interpretações e de estimular o debate.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
30
Ago24

Um Instantâneo de Verão: "… um de calor infernal, a areia fina como farinha e o mar calmo e morno como canja de galinha."


Mário Silva Mário Silva

Um Instantâneo de Verão:

"… um de calor infernal, a areia fina como farinha

e o mar calmo e morno como canja de galinha"

30Ago DSC0915_ms1

A fotografia de Mário Silva captura um momento clássico de verão: uma praia ensolarada, com a areia branca e macia contrastando com o mar azul-turquesa.

A composição da imagem é simples, mas eficaz, com a linha da costa diagonal que guia o olhar do observador para o horizonte.

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A praia é o centro da ação, repleta de pessoas aproveitando o sol e o mar.

A areia fina e clara sugere um dia quente e seco, enquanto as ondas suaves e calmas convidam a um mergulho refrescante.

A cor do mar é vibrante e convidativa, reforçando a ideia de um dia perfeito para nadar e relaxar.

A ausência de ondas grandes sugere um mar calmo e seguro, ideal para famílias com crianças.

As pessoas na praia estão relaxadas e despreocupadas, desfrutando do sol e da companhia uns dos outros.

A variedade de atividades, desde o banho de sol até o mergulho, mostra a diversidade de formas de aproveitar o verão.

A luz natural é quente e abundante, realçando as cores vibrantes da imagem e criando uma atmosfera alegre e positiva.

A composição da imagem é simples e eficaz, com a linha da costa diagonal que guia o olhar do observador para o horizonte.

A perspetiva elevada do fotógrafo permite uma visão panorâmica da praia, aumentando a sensação de amplitude e liberdade.

A descrição da fotografia como "um de calor infernal, a areia fina como farinha e o mar calmo e morno como canja de galinha" é extremamente evocativa.

As metáforas utilizadas ajudam a criar uma imagem mental vívida da cena, transportando o observador para a praia e permitindo-lhe sentir o calor do sol, a maciez da areia e a temperatura agradável da água.

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Em resumo, a fotografia de Mário Silva é um belo retrato de um dia de verão perfeito.

A imagem captura a essência do verão, com as suas cores vibrantes, a sua atmosfera relaxante e a sua sensação de liberdade.

A descrição da fotografia é precisa e poética, complementando a imagem e enriquecendo a experiência do observador.

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A praia pode ser vista como uma metáfora da vida, com os seus altos e baixos, os seus momentos de alegria e de paz.

A areia representa o tempo que passa, enquanto o mar simboliza a imensidão do desconhecido.

A fotografia pode ser interpretada como uma crítica social, mostrando a busca incessante do ser humano pelo prazer e relaxamento num mundo cada vez mais acelerado e estressante.

Em última análise, a interpretação da fotografia é subjetiva e depende da perspetiva de cada observador.

No entanto, a fotografia de Mário Silva é, sem dúvida, uma obra de arte que nos convida a refletir sobre a beleza da natureza e a importância de aproveitar os momentos simples da vida.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
29
Ago24

Um Olhar do Passadiço para a Praia Apinhada de Veraneantes


Mário Silva Mário Silva

Um Olhar do Passadiço para a

Praia Apinhada de Veraneantes

29Ago DSC09077_ms

A fotografia de Mário Silva captura uma vista panorâmica de uma praia, observada a partir de um passadiço elevado.

A imagem é dominada pela extensa faixa de areia dourada, que se estende até se encontrar com o mar azul-turquesa.

A praia está repleta de banhistas, que se espalham pelas cadeiras de praia, guarda-sóis e toalhas, criando um mosaico colorido e vibrante.

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No primeiro plano, destaca-se um elemento arquitetónico: um passadiço de pedra, com um corrimão e um lampadário de estilo clássico.

Este elemento serve como um enquadramento para a cena, direcionando o olhar do observador para a praia.

Ao fundo, um horizonte distante revela a linha costeira e, possivelmente, uma cidade, sugerindo que a praia está localizada numa área urbana.

O céu, claro e azul, com algumas nuvens esparsas, completa a composição, adicionando uma sensação de serenidade e amplitude à imagem.

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A fotografia de Mário Silva é um exemplo clássico de fotografia de paisagem urbana, capturando a interação entre o homem e a natureza num ambiente costeiro.

A composição é equilibrada e harmoniosa, com a linha do horizonte dividindo a imagem em duas partes iguais.

O uso da perspetiva, com o passadiço em primeiro plano e a praia estendendo-se até ao horizonte, cria uma sensação de profundidade e imersão.

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A luz natural, suave e difusa, ilumina a cena de forma uniforme, realçando as cores vibrantes da areia, do mar e dos guarda-sóis.

A composição é clássica e eficaz, com a linha do horizonte dividindo a imagem em duas partes iguais.

O passadiço em primeiro plano serve como um elemento de enquadramento, direcionando o olhar do observador para a praia.

O contraste entre o branco da areia, o azul do mar e o verde da vegetação cria uma imagem visualmente atraente e dinâmica.

A atmosfera da fotografia é relaxante e convidativa, transmitindo a sensação de um dia de verão perfeito.

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A imagem captura um momento quotidiano, mostrando pessoas aproveitando o sol e o mar num dia de verão.

A praia, como um espaço de encontro entre o homem e a natureza, é um tema recorrente na fotografia.

A fotografia pode ser interpretada como uma crítica social, mostrando a massificação do turismo e a busca incessante do ser humano por lazer e prazer.

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Em conclusão, a fotografia de Mário Silva é uma obra visualmente atraente e rica em significado.

Ela convida o observador a refletir sobre a beleza da natureza, a importância do lazer e a complexidade da relação entre o homem e o ambiente.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
26
Ago24

Praia de areia fina e mar calmo, de Canelas, em Sanxenxo - Espanha


Mário Silva Mário Silva

Praia de areia fina e mar calmo de Canelas

Sanxenxo - Espanha

26Ago DSC03295_ms

A fotografia captura a essência da Praia de Canelas, em Sanxenxo, Espanha, num dia ensolarado.

A imagem apresenta uma perspetiva baixa, com a câmara focada na areia fina e no mar calmo que se estende até uma pequena baía.

As rochas cobertas de algas na parte inferior da imagem contrastam com a suavidade da areia e da água, adicionando textura e profundidade à cena.

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Ao fundo, um conjunto de casas coloridas e árvores verdes alinham-se na costa, oferecendo um cenário pitoresco e convidativo.

A presença de pessoas na praia, algumas tomando sol e outras brincando na água, indica a popularidade do local e o ambiente relaxante.

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A água calma e a areia suave transmitem uma sensação de paz e tranquilidade.

A combinação de areia, mar, rochas e vegetação cria uma paisagem esteticamente agradável.

A presença de pessoas relaxando na praia evoca sentimentos de conforto e bem-estar.

A baía relativamente pequena e a perspetiva da fotografia conferem à cena um ar de intimidade e privacidade.

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A fotografia é bem composta e captura a beleza natural da Praia de Canelas.

A escolha do ângulo e a profundidade de campo enfatizam a suavidade da areia e a calma do mar.

As cores vibrantes do céu e das casas adicionam vida à imagem, enquanto as rochas na parte inferior da fotografia fornecem um elemento de interesse visual.

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A imagem poderia ser utilizada para promover o turismo em Sanxenxo, destacando a beleza das praias da região.

Além disso, poderia ser utilizada em materiais de marketing para hotéis, restaurantes e outras empresas localizadas nas proximidades da praia.

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Em resumo, a fotografia da Praia de Canelas é uma representação visualmente atraente de um local tranquilo e convidativo.

A imagem captura a essência da beleza natural da região e poderia ser utilizada para promover o turismo em Sanxenxo.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
06
Ago24

A praia ao fim do dia


Mário Silva Mário Silva

A praia ao fim do dia

06Ago 20210731_175304_ms

A fotografia mostra uma praia deserta ao fim do dia, com o sol poente no horizonte.

A areia está molhada e há algumas pegadas na mesma.

Ao longe, a água do mar está calma e reflete a luz do sol.

No céu, algumas nuvens finas passam lentamente.

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A fotografia foi tirada numa praia que ficou deserta,

O sol está poente no horizonte, o que indica que é o final do dia.

A areia está molhada, o que sugere que a maré está alta.

Há algumas pegadas na areia, o que indica que muitas pessoas estiveram na praia recentemente.

A água do mar está calma e reflete a luz do sol, o que cria uma atmosfera pacífica e relaxante.

No céu, algumas nuvens finas passam lentamente, o que adiciona um toque de movimento à imagem.

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A praia ao fim do dia é um lugar mágico e relaxante.

O sol poente cria uma atmosfera de calma e serenidade, e o som das ondas batendo na areia é um som relaxante que pode ajudar a aliviar o estresse.

A praia é também um ótimo lugar para contemplar a beleza da natureza.

O céu e o mar podem ter cores incríveis ao fim do dia, e a vista pode ser simplesmente deslumbrante.

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Para muitas pessoas, a praia ao fim do dia é um lugar para refletir sobre a vida e esquecer os problemas do dia a dia.

É um lugar para se conectar com a natureza e encontrar paz interior.

A praia pode ser um lugar para relaxar e recarregar as energias, e também pode ser um lugar para se divertir e criar memórias inesquecíveis.

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Na fotografia em questão, podemos ver a beleza da praia ao fim do dia em toda a sua glória.

A praia está deserta, o que cria uma sensação de paz e tranquilidade.

O sol poente no horizonte cria uma atmosfera mágica e relaxante.

A água do mar está calma e reflete a luz do sol, o que cria uma imagem simplesmente deslumbrante.

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Em resumo, a fotografia em questão captura a beleza da praia ao fim do dia de uma forma perfeita.

A imagem evoca uma sensação de paz, tranquilidade e relaxamento.

A praia ao fim do dia é um lugar especial que pode ajudar-nos a encontrar paz e ligarmo-nos com a natureza.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
31
Ago23

Eu e a praia


Mário Silva Mário Silva

Eu e a praia
 

26 fotor

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Na beira da praia eu me sinto bem
Seus sons me envolvem e meu coração se acalma
As ondas banham meus pés
O mar me envolve e me dá tranquilidade
.
Eu e a praia
Uma ligação que vai além
Mesmo com tudo à volta
É aqui que eu também me sinto bem
.
O sol se reflete na água
E as gaivotas voejam na sua rota
A melodia das ondas é o contraponto
Ao dourado que a areia me dá
.
Eu e a praia
Aqui eu me reconecto
Mesmo distantes almas
Sentem o mesmo efeito
.
Deixar o mundo de fora
E ouvir a natureza aqui
É o que me faz feliz
E me traz paz.
.
Poema & Fotografia: ©MárioSilva
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Mário Silva 📷

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