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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

21
Fev24

O regato – Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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O regato

Águas Frias (Chaves) - Portugal

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O regato, antes (quase) seco, agora depois das chuvas corre volumoso e vigorante pelo estreito leito das terras de cultivo. As águas, que antes corriam escassas e lamacentas, agora são claras e cristalinas. O regato borbulha e rebenta em pequenas cascatas, formando espuma branca e brilhante.

O leito do regato, antes coberto de rochas e vegetação seca, agora está verdejante e florido. As margens do regato estão repletas de plantas, que se alimentam da água fresca e abundante.

Os pássaros cantam alegremente nas árvores que se encontram ao longo do regato. As borboletas e libélulas voam ao seu redor, encantadas com a beleza da natureza.

O regato, antes (quase) seco, agora é um símbolo de vida e esperança. É um lembrete de que, mesmo nos momentos mais difíceis, sempre há esperança de renovação.

O regato serpenteia entre os campos, recentemente semeados, de centeio, que estão agora a rebentar do solo. As vacas pastam nas margens do regato, bebendo da água fresca e descansando à sombra das árvores.

Na floresta, o regato é um refúgio para os animais selvagens. As cabras bravas bebem da água e os javalis vêm ao regato para se refrescar.

No campo, o regato é um espetáculo de cores e aromas. As novas plantas abrem-se para receber a luz do sol e a água fresca do regato.

O regato é um lugar de beleza e paz. É um lugar onde a natureza pode florescer e onde a vida pode prosperar.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
17
Fev24

Placa toponímica de Águas Frias e coexistência com a placa de trânsito de alerta para a circulação de idosos


Mário Silva Mário Silva

Placa toponímica de Águas Frias e coexistência com a placa de trânsito de alerta para a circulação de idosos

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A justaposição da placa da toponímia da aldeia de Águas Frias com o sinal de trânsito que alerta para o cuidado com os idosos é uma imagem poderosa que encapsula a realidade complexa do envelhecimento da população em Portugal, particularmente em áreas rurais como Trás-os-Montes.

Simbolicamente, a imagem evoca:

A coexistência de gerações: A placa da toponímia representa a história e a identidade da aldeia, enquanto o sinal de trânsito simboliza a necessidade de cuidar dos seus membros mais velhos, a geração que construiu e deu vida à comunidade.

A mudança demográfica: A presença do sinal de trânsito indica que a população de Águas Frias está envelhecendo, um problema que afeta muitas aldeias portuguesas. A sinalização serve como um lembrete da necessidade de adaptar a comunidade às necessidades dos seus residentes mais velhos.

A responsabilidade social: O sinal apela à comunidade para cuidar dos seus idosos, reconhecendo a sua importância e vulnerabilidade. É um símbolo da importância da coesão social e da intergeracionalidade.

Em termos práticos, a imagem:

Alerta os motoristas para a presença de idosos na via pública: Essa medida visa aumentar a segurança e reduzir o risco de acidentes.

Sensibiliza a comunidade para a questão do envelhecimento da população: A sinalização serve como um lembrete constante da necessidade de atenção e apoio aos idosos.

Promove a reflexão sobre o futuro das áreas rurais: A imagem levanta questões sobre como as comunidades rurais podem se adaptar às mudanças demográficas e garantir o bem-estar dos seus residentes mais velhos.

Em resumo, a imagem da placa da toponímia e do sinal de trânsito em Águas Frias é um símbolo poderoso que nos convida a refletir sobre o envelhecimento da população, a importância da coesão social e a necessidade de construir comunidades mais inclusivas e intergeracionais.

Algumas reflexões adicionais:

O envelhecimento da população é um desafio que exige soluções inovadoras e adaptadas às realidades específicas de cada comunidade.

É fundamental promover políticas públicas que apoiem os idosos e lhes permitam viver com dignidade e autonomia.

A comunidade tem um papel importante a desempenhar no cuidado dos seus idosos, através da criação de redes de apoio e da promoção da intergeracionalidade.

Ao reconhecermos e enfrentarmos os desafios do envelhecimento da população, podemos construir comunidades mais resilientes e prósperas para as gerações presentes e futuras.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
17
Fev24

"A velha janela" - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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"A velha janela"

Águas Frias (Chaves) - Portugal

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No centro da aldeia, numa rua tranquila, havia uma velha casa. A casa era antiga, de paredes brancas e janelas de madeira. Uma das janelas, em especial, chamava a atenção de todos que passavam por ali.

Era uma janela velha, de madeira escura e vidros partidos. A madeira estava rachada e desgastada, e os vidros estavam quebrados, deixando buracos por onde o vento e a chuva podiam entrar.

A janela estava sempre entreaberta, como se convidasse as pessoas a entrar. E, de fato, muitas pessoas paravam para olhar para dentro.

Dentro da casa, havia uma velha senhora. Ela era uma mulher pequena e frágil, com cabelos brancos e olhos azuis. Ela passava os dias sentada numa cadeira, olhando pela janela.

A velha senhora era solitária. Ela não tinha filhos nem netos, e seu marido havia morrido há muitos anos. Ela passava os dias sozinha, relembrando o passado.

Um dia, uma menina chamada Maria passou pela rua e viu a velha senhora. Maria era uma menina curiosa, e ela decidiu parar para conversar com a velha senhora.

Maria entrou na casa e sentou-se ao lado da velha senhora. Elas conversaram durante horas, e Maria ficou sabendo da vida da velha senhora.

A velha senhora contou a Maria sobre sua infância, seus sonhos e seus amores. Ela contou também sobre a aldeia, que havia mudado muito desde que ela era jovem.

Maria e a velha senhora tornaram-se amigas. Elas encontravam-se todos os dias, e conversavam durante horas.

A velha senhora estava feliz por ter encontrado uma amiga. Ela sentia-se menos sozinha, e tinha alguém para conversar sobre as suas memórias.

Maria também estava feliz por ter encontrado uma amiga. Ela gostava de ouvir as histórias da velha senhora, e aprendeu muito sobre a aldeia e sobre a vida.

A velha janela continuou a ficar entreaberta, como se convidasse as pessoas a entrar. E, graças a Maria, a velha senhora não estava mais sozinha.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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15
Fev24

Uma casa desabitada na aldeia … Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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Uma casa desabitada na aldeia …

Águas Frias - Chaves - Portugal

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A casa, situada numa aldeia transmontana, apresenta um estado de abandono avançado. As paredes caiadas de branco estão descascadas e sujas, com manchas de humidade e rachaduras. O telhado está danificado, com telhas partidas e ausentes, o que permite a entrada de água e vegetação. As janelas estão empoeiradas e partidas, e a porta da frente está desbotada e enferrujada. A varanda está deteriorada, com tábuas podres e rachadas.

O estado de abandono da casa parece ter vindo a piorar. As paredes estão mais descascadas, o telhado está mais danificado, e a vegetação está mais crescida. Isso sugere que a casa está desabitada há algum tempo e que não tem sido cuidada.

As causas do abandono da casa podem ser variadas. É possível que os seus donos tenham falecido ou emigrado, deixando a casa vazia. Também é possível que a casa esteja em mau estado de conservação e que seja demasiado cara para ser reparada.

O abandono da casa é um problema que afeta muitas aldeias transmontanas.

Estas casas representam um património cultural importante, e o seu abandono contribui para a degradação da imagem das aldeias.

É importante encontrar soluções para este problema, como a recuperação das casas abandonadas para habitação ou turismo.

No caso desta casa, a sua recuperação seria um projeto desafiante, mas gratificante.

A casa tem um grande potencial para se tornar numa bela habitação rural, com vistas deslumbrantes sobre a serra.

A sua recuperação ajudaria a preservar o património cultural da região e a revitalizar a aldeia.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
13
Fev24

O Carnaval na aldeia - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

O Carnaval na aldeia

Águas Frias (Chaves) - Portugal

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O Carnaval na aldeia de Águas Frias era uma tradição muito antiga, que remontava aos tempos da monarquia. Era uma época de festa e alegria, em que as pessoas se vestiam de máscaras e fantasias e saíam à rua para brincar e dançar.

Em 2010, o Carnaval de Águas Frias ganhou uma grande cobertura mediática, com a reportagem da TV Águas Frias. A reportagem mostrou as ruas da aldeia cheias de pessoas mascaradas, que dançavam e cantavam ao som de música tradicional portuguesa.

No entanto, desde 2010, o Carnaval de Águas Frias nunca mais foi o mesmo. A tradição foi perdendo força, e cada vez menos pessoas se juntavam para celebrar o Carnaval, até desaparecer.

Há várias razões que podem explicar este declínio. Uma delas é a mudança na demografia da aldeia. Águas Frias tem vindo a perder população, e com isso, também perdeu a sua vitalidade cultural.

Também é possível que o declínio do Carnaval de Águas Frias seja simplesmente uma consequência da evolução dos tempos. O Carnaval é uma tradição que está a desaparecer em muitas partes do mundo, à medida que as sociedades se tornam cada vez mais seculares.

Independentemente das razões, o facto é que o Carnaval de Águas Frias é uma tradição que desapareceu. É uma pena, porque era uma festa que trazia alegria e diversão à aldeia.

Aqui estão algumas possíveis explicações para o facto de você não ter visto um único mascarado na aldeia desde 2010:

A tradição do Carnaval está a perder força na aldeia.

As pessoas estão mais ocupadas e não têm tempo para participar no Carnaval.

O Carnaval é visto como uma tradição ultrapassada.

É possível que o Carnaval volte a ser celebrado na aldeia no futuro. No entanto, para isso, é necessário que haja uma vontade coletiva de reviver a tradição.

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Texto & FotoPintura: ©MárioSilva

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10
Fev24

A árvore despida e só - Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

A árvore despida e só

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No meio do campo,

Sozinha e despida,

Uma árvore se ergue,

Firme e resistente.

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O vento sopra forte,

As folhas caem ao chão,

Mas a árvore permanece,

Inabalável, serena.

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As aves não pousam nos seus galhos,

Os animais não se abrigam na sua sombra,

Mas a árvore não se importa,

Ela está acostumada à solidão.

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Ela sabe que a vida é assim,

Momentos de alegria e tristeza,

Momentos de beleza e dor,

Momentos de companhia e solidão.

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Mas a árvore não desiste,

Ela continua a crescer,

Ainda que esteja despida,

Ela ainda é uma árvore.

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Este poema é uma metáfora para a vida humana. A árvore representa o indivíduo, que enfrenta desafios e dificuldades ao longo da vida. O vento representa as adversidades da vida, como a perda, a doença e a dor. As folhas que caem representam as oportunidades perdidas e as esperanças desfeitas.

A árvore, apesar de estar despida e sozinha, representa a força e a resistência do espírito humano. Ela não desiste, mesmo quando enfrenta adversidades. Ela continua a crescer, mesmo que seja lentamente.

O poema ensina-nos que a vida é cheia de desafios, mas também de oportunidades.

É importante ter força e resistência para enfrentar as adversidades.

Não devemos desistir, mesmo quando estamos sozinhos.

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Poma & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
08
Fev24

Queda aparatosa nas escadas estreitas, numa rua coberta de neve, na aldeia transmontana - Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

Queda aparatosa nas escadas estreitas,

numa rua coberta de neve, na aldeia transmontana

Águas Frias - Chaves - Portugal

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Numa fria manhã de inverno na aldeia transmontana de Águas Frias, Chaves, Portugal, uma densa camada de neve cobria as ruas estreitas e sinuosas. Era uma cena típica naquela região montanhosa, onde o branco predominante contrastava com os telhados das casas antigas e as montanhas ao redor.

Maria, uma moradora local, estava atrasada para o seu trabalho na padaria da “vila”. Após se despedir da família, apressadamente desceu as escadas estreitas e íngremes da sua casa de pedra. O seu objetivo era atravessar a rua e alcançar o carro que estava estacionado no largo. No entanto, o destino tinha outros planos para ela naquela manhã gélida.

Enquanto descia as escadas escorregadias, Maria sentiu o gelo sob os seus pés e tentou manter o equilíbrio. Ela agarrou-se às pedras da casa ao lado, com firmeza, mas uma rajada de vento forte apanhou-a de surpresa, fazendo-a perder o equilíbrio. Com um grito abafado, ela se viu deslizando descontroladamente pelos degraus cobertos de neve.

Os vizinhos que estavam nas proximidades ouviram o barulho e correram para ajudar. No entanto, Maria já estava no meio do seu trajeto de queda, incapaz de se segurar ou deter a sua descida. Sua bolsa voou para um lado, seu cachecol soltou-se, e os seus sapatos escorregaram, deixando-a num desamparo total.

Com um estrondo, Maria chegou ao final das escadas, onde uma pilha de neve macia a aguardava. Para sua sorte, a neve amortizou a sua queda, evitando qualquer ferimento grave. Ela viu-se deitada de bruços na neve fofa, um pouco atordoada, mas grata por não ter se machucado seriamente.

Os vizinhos correram para ajudá-la a levantar-se, oferecendo palavras de conforto e verificando se ela estava bem. Com um sorriso corajoso, Maria levantou-se, sacudiu a neve dos seus cabelos e agradeceu a todos pela ajuda.

Apesar do susto, Maria decidiu não desistir. Com determinação, ela seguiu em frente, enfrentando os desafios do inverno transmontano com coragem e resiliência, sabendo que cada obstáculo era apenas mais uma história para contar na sua vida na aldeia de Águas Frias.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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06
Fev24

Os cogumelos no "Mundo Fungi"


Mário Silva Mário Silva

Os cogumelos no "Mundo Fungi"

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Os cogumelos desempenham um papel vital no reino Fungi, um reino diversificado de organismos eucarióticos que inclui desde fungos unicelulares microscópicos até formas multicelulares como cogumelos e bolores. Os cogumelos são conhecidos principalmente pela sua capacidade de crescer em ambientes diversos e pela sua importância na decomposição de matéria orgânica, reciclagem de nutrientes e simbiose com plantas.

Alguns pontos-chave sobre os cogumelos no mundo Fungi:

Diversidade: Existem milhares de espécies de cogumelos, cada uma com características únicas em termos de forma, cor, tamanho e habitat. Alguns são comestíveis e valorizados na culinária, enquanto outros são venenosos ou têm propriedades medicinais.

Nutrição: Os cogumelos são heterótrofos, o que significa que obtêm os seus nutrientes absorvendo substâncias orgânicas no seu redor. Eles desempenham um papel essencial na decomposição de matéria orgânica morta, ajudando a reciclar nutrientes no ambiente.

Estrutura: Os cogumelos consistem em várias partes, incluindo o píleo (parte superior), o estipe (caule), as lamelas (estruturas em forma de lâmina sob o píleo) e, em alguns casos, um anel e uma volva (estruturas ao redor do estipe).

Ciclo de vida: O ciclo de vida dos cogumelos envolve a reprodução assexuada através de esporos e, em alguns casos, a reprodução sexual envolvendo a fusão de células especializadas chamadas de hifas.

Ecologia: Os cogumelos desempenham um papel fundamental nos ecossistemas, principalmente na decomposição de matéria orgânica. Além disso, muitas espécies estabelecem simbioses mutualísticas com plantas, ajudando na absorção de nutrientes do solo.

Importância econômica e cultural: Além de seu papel ecológico, os cogumelos têm importância económica significativa como alimento e na indústria farmacêutica. Eles também têm importância cultural em muitas sociedades à volta do mundo, sendo utilizados em práticas culinárias tradicionais e rituais.

Toxicidade e medicina: Enquanto alguns cogumelos são comestíveis e nutritivos, outros são altamente tóxicos e podem causar envenenamento grave e até mesmo a morte. Além disso, alguns cogumelos têm sido estudados pelas suas propriedades medicinais potenciais, incluindo possíveis benefícios para a saúde mental e imunológica.

Os cogumelos são uma parte fascinante e diversificada do reino Fungi, desempenhando papéis importantes em ecossistemas naturais e na cultura humana.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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23
Jan24

A aldeia transmontana de Águas Frias (Chaves), Portugal, a "preto e branco"


Mário Silva Mário Silva

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A aldeia transmontana de Águas Frias

(Chaves), Portugal, a "preto e branco"

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Uma paisagem de tons fortes e contrastantes

A aldeia de Águas Frias, em Chaves, Portugal, é uma típica aldeia transmontana, com casas de pedra e telhados de telha. Em preto e branco, esta paisagem ganha ainda mais intensidade. Os tons de cinza escuro das pedras contrastam com o branco dos telhados, criando uma sensação de solidez e estabilidade. A torre sineira da igreja matriz, erguida no centro da aldeia, destaca-se como um elemento vertical que organiza a paisagem.

Uma sensação de paz e tranquilidade

A ausência de cores vibrantes confere à aldeia uma sensação de paz e tranquilidade. As linhas simples das casas e da igreja criam uma sensação de harmonia e equilíbrio. O silêncio é quebrado apenas pelo som do vento que sopra nos telhados e pelas campainhas da igreja.

Um lugar de memória e tradição

As casas de Águas Frias são testemunhas da história e da tradição da aldeia. Foram construídas com materiais locais e com técnicas tradicionais. A igreja matriz, que data do século XVII, é um símbolo da fé e da religiosidade dos habitantes da aldeia.

Uma visão poética da vida

A aldeia de Águas Frias, em preto e branco, é uma visão poética da vida. É um lugar onde o tempo parece ter parado, onde a beleza da simplicidade se revela. É um lugar onde a alma pode descansar e encontrar paz.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
21
Jan24

Os cogumelos e o Inverno


Mário Silva Mário Silva

Os cogumelos e o Inverno

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Os cogumelos são organismos eucarióticos, pertencentes ao reino Fungi. Eles são seres vivos heterotróficos, que se alimentam de matéria orgânica morta ou viva. Os cogumelos são importantes decompositores, ajudando a reciclar nutrientes no ambiente.

No inverno, as condições climáticas são mais favoráveis ao crescimento de alguns tipos de cogumelos. As temperaturas mais baixas e a maior humidade do ar contribuem para o desenvolvimento de cogumelos que são intolerantes ao calor e à seca.

Em Portugal, o inverno é a época do ano em que se encontram mais cogumelos silvestres. Algumas das espécies mais comuns são:

- Lactarius deliciosus, vulgarmente conhecido como sancha, tancha, pinheira, vaca-vermelha, lactário, cardela, cenoura, cortelha, laranja, ruivaca, telheira, verdete, míscaro ou níscaro, é um cogumelo comestível e um dos membros mais bem conhecidos do género Lactarius, na ordem Russulales.

- Tortulho é o nome por que são conhecidos fungos (cogumelos) que proliferam em algumas zonas de Portugal. Também designados como "tartulhos", estes fungos fazem parte da dieta alimentar das regiões onde aparecem, embora deva haver o maior cuidado no seu consumo, pois diversas variantes são altamente tóxicas.

A "amanita ponderosa" (terras arenosas onde haja sobreiros) e a "macrolepiota procera" ou frade ou roca (pinhais) constituem as principais variedades comestíveis.

- Champignon dos prados (Agaricus campestris)

- Trombeta negra (Craterellus cornucopioides)

- Língua-de-vaca (Hydnum repandum)

- Ostra (Pleurotus ostreatus)

- Shiitake (Lentinula edodes)

Essas espécies são comestíveis e podem ser utilizadas em diversas receitas culinárias. No entanto, é importante ter cuidado na identificação de cogumelos silvestres, pois algumas espécies são tóxicas.

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Procure por cogumelos que crescem em locais limpos e bem iluminados.

Evite cogumelos que crescem em locais poluídos ou próximos a estradas.

Não apanhe cogumelos que estejam danificados ou apodrecidos.

Se você não tiver certeza se o cogumelo é comestível, não o apanhe.

Se estiver interessado em coletar cogumelos silvestres, é importante fazer um curso de micologia com um profissional qualificado.

Os cogumelos são uma fonte de nutrientes importantes, como proteínas, fibras, vitaminas e minerais. Eles são uma opção saudável e saborosa para incluir na dieta.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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15
Jan24

Uma placa de madeira, no meio da floresta - Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

 

Uma placa de madeira, no meio da floresta

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Uma placa de madeira no meio da floresta indicando o caminho para o castelo de Monforte de Rio Livre e das aldeias transmontanas das Avelelas e de Águas Frias seria uma visão fascinante. A placa seria provavelmente feita de madeira de carvalho ou castanho, e teria um design simples, mas elegante. O texto seria gravado em preto, e indicaria a direção de cada destino.

A placa seria colocada em um local bem visível, de modo que os caminhantes e ciclistas pudessem encontrá-la facilmente. Seria uma adição bem-vinda à paisagem, e ajudaria a promover o turismo na região.

Este texto é claro e conciso, e fornece aos caminhantes e ciclistas todas as informações necessárias. O tamanho da fonte é grande o suficiente para ser lido facilmente, e a cor preta contrasta com o fundo da madeira.

A placa seria uma ótima maneira de promover o castelo de Monforte de Rio Livre e as aldeias transmontanas das Avelelas e de Águas Frias. Ajudaria a atrair visitantes para a região e contribuiria para a economia local.

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Texto & Pintura (AI): ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
12
Jan24

Águas Frias no coração …


Mário Silva Mário Silva

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Águas Frias no coração …

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Aldeia transmontana de Águas Frias,

No coração guardo teu encanto.

De pedra e cal, de antigas vias,

Onde o tempo parece um manto.

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Tua silhueta ao longe se avista,

Na contraluz do entardecer.

Firme, robusta, nunca triste,

Com a serra a te proteger.

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Águas frias que correm ligeiras,

Pelas tuas veias de pedra e cal.

Guardas histórias de mil maneiras,

Na memória de quem te viu e te verá.

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As tuas gentes, firmes e leais,

Com sorrisos sinceros, olhares profundos.

Revelam nos gestos ancestrais,

O amor pelas tuas terras sem limites, sem mundos.

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Aldeia transmontana, de belezas sem fim,

No meu coração ocupas um lugar.

Águas Frias, és parte de mim,

Na tua luz aprendi a amar.

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Com a tua paisagem a desafiar o horizonte,

E o teu povo de coração valente.

Águas Frias, és fonte,

De saudade que corre na alma da gente.

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No coração guardo a tua imagem,

Com carinho, respeito e amor.

Aldeia transmontana, minha viagem,

És meu porto, meu farol, minha cor.

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Poema & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
27
Dez23

2013 (não 2023) - Acontecimentos relevantes, em Portugal


Mário Silva Mário Silva

2013 (não 2023)

Acontecimentos relevantes,

em Portugal

 

O ano de 2013 foi marcado por vários acontecimentos relevantes em Portugal, entre os quais se destacam:

A crise económica e o programa de resgate: Portugal foi um dos países europeus mais afetados pela crise económica de 2008. Em 2011, o país foi obrigado a pedir um resgate financeiro à União Europeia e ao Fundo Monetário Internacional. O programa de resgate, que se prolongou até 2014, implicou a aplicação de medidas de austeridade, que tiveram um impacto significativo na economia e na sociedade portuguesas.

Os protestos contra as medidas de austeridade: As medidas de austeridade implementadas pelo governo português foram alvo de fortes protestos por parte da população. Em abril de 2013, ocorreram grandes manifestações em várias cidades do país, que foram reprimidas pela polícia com violência.

A visita do Papa Francisco: Em maio de 2013, o Papa Francisco visitou Portugal. A visita do líder da Igreja Católica foi um acontecimento histórico, que reuniu milhões de pessoas em todo o país.

Outros acontecimentos relevantes que ocorreram em Portugal em 2013 incluem:

A morte de Urbano Tavares Rodrigues, que foi um escritor, tradutor e ensaísta português, que faleceu em 9 de janeiro de 2013. Rodrigues foi um dos principais expoentes do modernismo português e da literatura portuguesa do século XX.

A escolha de Tóquio como sede dos Jogos Olímpicos de 2020: Tóquio foi escolhida como sede dos Jogos Olímpicos de 2020, numa votação realizada pelo Comité Olímpico Internacional em 7 de setembro de 2013.

Em geral, o ano de 2013 foi um ano marcado por desafios e incertezas para Portugal. A crise económica e o programa de resgate continuaram a afetar o país, e os protestos contra as medidas de austeridade foram um sinal da crescente insatisfação da população. No entanto, a visita do Papa Francisco foi um acontecimento positivo que reforçou os laços entre a Igreja Católica e o povo português.

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Texto & Video: ©MárioSilva

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22
Dez23

As folhas de carvalho caídas e caiadas de branco


Mário Silva Mário Silva

As folhas de carvalho caídas e caiadas de branco

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As folhas de carvalho caídas e caiadas de branco da geada que se formou durante a noite são um espetáculo belo e cativante.

O contraste entre o castanho escuro das folhas e o branco puro da geada é de tirar o fôlego.

Ao caminhar por um bosque de carvalhos cobertos de geada, é como se você estivesse a entrar num mundo mágico.

 As folhas parecem cristais de gelo, brilhando ao sol. O ar é frio e fresco, e o silêncio é absoluto.

A geada é um fenómeno natural que ocorre quando a temperatura do ar cai abaixo de zero. Quando isso acontece, a humidade do ar condensa-se e forma cristais de gelo.

No caso das folhas de carvalho, a geada forma-se quando a temperatura do ar cai abaixo de zero durante a noite. As folhas, que são húmidas, congelam e ficam brancas.

A geada pode durar por várias horas ou até mesmo dias.

Quando o sol nasce e a temperatura do ar começa a subir, a geada começa a derreter.

A geada nas folhas de carvalho é um fenómeno natural temporário, mas é uma bela visão que vale a pena apreciar.

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“As folhas são como pétalas de flores brancas, dançando ao vento.”

“O chão do bosque é coberto por um tapete branco, como se tivesse nevado.”

“As árvores parecem esculturas de gelo, com galhos e troncos cobertos de geada.”

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A geada nas folhas de carvalho é uma lembrança da beleza da natureza e da fragilidade da vida.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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18
Dez23

A luz inebriante da luz da lua numa noite outonal ... Que ela traga PAZ ao MUNDO


Mário Silva Mário Silva

 

A luz inebriante da luz da lua numa noite outonal ...

Que ela traga PAZ ao MUNDO

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A luz inebriante da luz da lua numa noite outonal é uma experiência única e inesquecível.

A luz da lua, refletida nas folhas secas das árvores, cria um cenário mágico e surreal.

A brisa fresca do outono sopra suavemente, embalando o corpo e a alma.

Nesta noite, tudo parece estar suspenso no tempo.

O mundo parece estar em silêncio, apenas o som da brisa e o canto dos grilos.

A luz da lua é tão brilhante que é possível ver as sombras das árvores e dos arbustos com clareza.

Sinto-me como se estivesse num sonho. A beleza da noite é simplesmente estonteante.

Sinto-me relaxado e tranquilo, como se todos os meus problemas tivessem desaparecido.

Fecho os olhos e respiro fundo. A brisa fresca do outono refresca meu rosto.

Sinto a paz e a tranquilidade da noite.

A luz da lua é como uma droga. Ela é inebriante e hipnotizante. É impossível não se render ao seu encanto.

Nesta noite, eu sou um com a natureza. Eu faço parte deste mundo mágico e surreal.

A luz da lua lembra-nos que a beleza ainda existe no mundo.

Mesmo numa noite fria de outono, é possível encontrar momentos de paz e tranquilidade.

Ela até parece que nos faz “esquecer” as guerras, as mortes de inocentes, que ocorrem em vários pontos do Mundo.

HAJA PAZ no MUNDO inteiro.

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Texto e Fotografia: ©MárioSilva

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16
Dez23

A névoa invade o vale e cria um ambiente etéreo sobre a aldeia transmontana - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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A névoa invade o vale e cria um ambiente etéreo sobre a

aldeia transmontana - Portugal

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A névoa invade o vale, como um manto branco e espesso.

Ela esconde as montanhas, as árvores e as casas da aldeia transmontana.

O único som que se ouve é o do vento, que sussurra entre as árvores.

O cheiro da terra molhada e da vegetação é forte no ar.

As gotas de água caem das árvores, criando um som suave e relaxante.

O brilho da luz do sol através da névoa cria um efeito mágico, fazendo com que as árvores e as casas pareçam estar flutuando no ar.

As sombras das árvores e das casas na névoa são longas e fantasmagóricas.

O ambiente é etéreo, como se o tempo tivesse parado.

A névoa cria uma sensação de mistério e magia.

Ela parece esconder segredos antigos, que estão esperando para serem revelados.

O pároco d aldeia caminha pelo vale, apreciando a beleza da névoa.

Ele sente o cheiro da terra molhada e da vegetação.

Ele ouve o som das gotas de água caindo das árvores.

Ele vê o brilho da luz do sol através da névoa.

Ele observa as sombras das árvores e das casas na névoa.

Ele sente uma sensação de paz e tranquilidade.

 A névoa é um lugar perfeito para a sua meditação.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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14
Dez23

Apetece-me imaginar como seria um dia com neve na paisagem transmontana


Mário Silva Mário Silva

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Apetece-me imaginar como seria um dia com neve na paisagem transmontana

D12 Floresta neve luar Aldeia_Mário Silva

Acordo cedo, ainda escuro, e ouço o barulho da neve a cair. Abro a janela e vejo o mundo coberto por um manto branco. É um dia de inverno perfeito na paisagem transmontana.

Saio de casa e caminho pela aldeia. As casas estão cobertas de neve, e os telhados brilham à luz do sol nascente. Os caminhos estão cobertos de uma camada espessa de neve, e é preciso ter cuidado para não escorregar.

O ar está frio e fresco, e posso ouvir o som dos pássaros cantando. A neve brilha no sol, e é uma visão deslumbrante.

Chego a uma floresta e entro. As árvores estão cobertas de neve, e os galhos estão carregados de flocos de neve. O silêncio é absoluto, e só se ouve o som do meu próprio respirar.

Caminhar pela floresta é uma experiência mágica. Parece que estou em um mundo diferente, um mundo silencioso e pacífico.

Ao longe, vejo uma aldeia. As casas estão cobertas de neve, e as pessoas estão a sair de casa para aproveitar o dia.

Vou até à aldeia e sento-me num banco para observar as pessoas. As crianças estão a brincar na neve, e os adultos estão a conversar e a rir.

É um dia perfeito para estar ao ar livre, e estou a aproveitar ao máximo.

Depois do almoço, vou para a serra. A neve está mais espessa na serra, e o cenário é ainda mais deslumbrante.

Caminhar na serra é uma experiência desafiante, mas também muito gratificante. O ar é puro e fresco, e a vista é simplesmente incrível.

No final do dia, estou cansado, mas feliz. Foi um dia perfeito para estar na natureza.

Volto para casa e sento-me à lareira. Aqueço-me e saboreio um copo de vinho quente.

A neve está a cair lá fora, e o mundo está silencioso. É um momento perfeito para relaxar e refletir.

Penso no dia que tive, e sinto-me feliz por ter vivido esta experiência. A neve transformou a paisagem transmontana num lugar mágico, e foi um dia que nunca esquecerei.

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Texto & Pintura (AI): ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
12
Dez23

Cai suavemente … - Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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Cai suavemente …

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Cai suavemente

pequenos flocos de neve

na aldeia transmontana

encoberta de brancura.

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As casas, os telhados,

as árvores, os campos,

tudo está coberto

por uma ligeira camada de neve.

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O silêncio é total,

apenas o som

do vento que sopra

é ouvido no ar.

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Os animais estão escondidos,

os pássaros não cantam,

o mundo parece congelado

numa paisagem de sonho.

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A neve é mágica,

é um presente da natureza,

que transforma a paisagem

numa obra de arte.

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É um momento de paz,

de reflexão,

de contemplação

da beleza da natureza.

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Poema & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
10
Dez23

A azeitona negra


Mário Silva Mário Silva

 

A azeitona negra

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A azeitona negra,

Como a noite escura,

É fruto da oliveira,

Que cresce na serra.

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É símbolo de paz,

De sabedoria,

E de prosperidade,

Para a humanidade.

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É usada na culinária,

Em pratos variados,

E também na cosmética,

Para a pele e os cabelos.

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A azeitona negra,

É um fruto precioso,

Que traz sabor e saúde,

À nossa mesa.

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É uma dádiva da natureza,

Que devemos apreciar,

E valorizar.

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Poema & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
07
Dez23

O fim do outono na Aldeia - Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

O fim do outono na Aldeia

Águas Frias - Chaves - Portugal

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O outono está prestes a findar. A aldeia transmontana cobre-se do cinzento escuro das nuvens e cinzento claro, quase branco, da neblina. As árvores já perderam as suas folhas, e os campos estão cobertos de um manto de erva seca. O ar está frio e húmido, e o vento sopra forte, passeando a neblina pelos campos.

A aldeia fica quieta e silenciosa. Os pássaros já voaram para o sul, e os animais estão escondidos nas suas tocas. As pessoas estão dentro de casa, aconchegadas junto ao fogo.

O silêncio é apenas interrompido pelo som do vento e do crepitar da lareira.

A neblina parece espessa e etérea, como se fosse uma cortina que separa o mundo real do mundo dos sonhos.

É um momento de paz e contemplação.

Um momento para refletir sobre o ano que passou e para preparar-se para o novo ano que se aproxima.

É um momento para apreciar a beleza da natureza, mesmo na sua forma mais sombria e misteriosa.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷

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