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MÁRIO SILVA "navegando" em ... águas frias

"Navegando" no Reino Maravilhoso por Terras de Monforte, especialmente na Aldeia de Águas Frias - Chaves - Trás-Os-Montes - PORTUGAL

MÁRIO SILVA "navegando" em ... águas frias

"Navegando" no Reino Maravilhoso por Terras de Monforte, especialmente na Aldeia de Águas Frias - Chaves - Trás-Os-Montes - PORTUGAL

28
Abr20

Castelo de Palmela


Mário Silva Mário Silva

 
 
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CASTELO de PALMELA
 

 

Poucos quilómetros a Sul de Lisboa, quase a chegar a Setúbal, imponente e altivo, ergue-se o Castelo de Palmela!
O acesso é fácil, o estacionamento também e as infra-estuturas são boas.
Não há desculpa para não passar uma excelente tarde no Castelo de Palmela.
 

Castelo de Palmela

 

O Castelo de Palmela, tem origem árabe, com a primeira fortificação edificada por volta do século IX, depois da conquista desta região aos visigodos.
Contudo os achados arqueológicos, apontam para presença humana no local desde o neolítico. O nosso primeiro rei, D. Afonso Henriques, conquistou Palmela em 1147.
Pouco tempo depois Palmela voltou a ser dominada pelos muçulmanos, mas em 1190, passou definitivamente para posse lusitana. D. Sancho I, mandou fazer reparações na fortaleza e doou-a à Ordem de Santiago.
O Convento onde se instalou a Ordem de Santiago, foi edificado dentro das muralhas do Castelo já durante o reinado de D. João I.
As estruturas de todo o complexo foram severamente danificadas com o terramoto de 1755.
 
O terramoto e a extinção das Ordens Religiosas levaram praticamente ao abandono do Castelo até meados do século XX, altura em que foi considerado Monumento Nacional.
Ainda no século XIX e XX serviu de importante posto para comunicações militares.
 
No local do antigo Convento funciona hoje uma bonita Pousada da rede Pousadas de Portugal.
 
27
Abr20

Mário Silva (um outro lado) - Montemor- O-Velho


Mário Silva Mário Silva

MONTEMOR -O-NOVO

 

Montemor-o-Velho é uma vila portuguesa do distrito de Coimbra, situada na província da Beira Litoral, região do Centro (Região das Beiras) e sub-região de Coimbra , com cerca de 3 100 habitantes.

É sede de ummunicípio com 228,96km² de área e 26 171 habitantes (2011), subdividido em 11 freguesias.O município é limitado a norte pelo município de Cantanhede, a leste por Coimbra e por Condeixa-a-Nova, a sul por Soure e a oeste pela Figeira da Foz. Situa-se a uma altitude média de 5 m acima do nível médio do mar.

Vista do Castelo de Montemor-o-Velho

Castelo de Montemor-O-Velho e as suas plantações de arroz ...

 

Trata-se de um dos poucos municípios de Portugal terreitorialmente descontínuos. O caso de Montemor-o-Velho é único no contexto português, pois a descontinuidade do concelho deve-se à existência, na zona sudeste do seu território, de um pequeníssimo enclave pertencente ao vizinho concelho de Soure (freguesia de Figueiró do Campo), encaixado entre as freguesias montemaiorenses de Pereira e Santo Varão.

A vila de Montemor-o-Velho, no âmbito canónico, teve, na Idade Média, e até finais do séc. XIX, cinco paróquias: Alcáçova, São Martinho, São Salvador, São Miguel e Santa Maria Madalena. Com a extinção das três últimas, Dom Manuel Correia de Bastos Pina, bispo-conde da Diocese de Coimbra, por decreto de 30 de Julho de 1874, criou uma só paróquia para Montemor-o-Velho, aglutinando a de Santa Maria d'Alcáçova, a principal, e a de São Martinho, a maior do arrabalde, facto também atestado numa lápide colocada na frontaria da Igreja de São Martinho. De acordo com o Padre Dr. José dos Reis Coutinho, na sua obra "Comemoração dos Novecentos Anos da Igreja de Santa Maria da Alcáçova", em 1995, refere que "(...) Ambas (as igrejas) têm igual personalidade canónica desde aquele decreto. Na função paroquial e na prestação de serviços pastorais à comunidade nenhuma diferença as separa porque formam um só unificado, que nem o decreto de classificação como monumento nacional – de 16 de Junho de 1911 – pode alterar, porque acima está a Concordata celebrada com o Estado português em 7 de Maio de 1940 e as estipulações acerca do serviço pastoral". E acrescenta:

"1874, Julho, 30, Montemor – Em cumprimento do decreto do Bispo-Conde, Dom Manuel Correia de Bastos Pina, é executada esta determinação com a colocação de uma lápide de mármore na frontaria da igreja de São Martinho, dizendo que constitui uma só paróquia com a igreja de Santa Maria d'Alcáçova".

 

Iremos continuar a falar desta bela região, ...

 

NOVO BLOG: 

Mário Silva _ O outro lado https://mariosilva2020.blogs.sapo.pt/

 

Até breve no novo blog !!!!!!

 

27
Abr20

Montemor-o-Velho - beleza histórica e paisagistica


Mário Silva Mário Silva

MONTEMOR -O-NOVO

 

Montemor-o-Velho é uma vila portuguesa do distrito de Coimbra, situada na província da Beira Litoral, região do Centro (Região das Beiras) e sub-região de Coimbra , com cerca de 3 100 habitantes.

É sede de ummunicípio com 228,96km² de área e 26 171 habitantes (2011), subdividido em 11 freguesias.O município é limitado a norte pelo município de Cantanhede, a leste por Coimbra e por Condeixa-a-Nova, a sul por Soure e a oeste pela Figeira da Foz. Situa-se a uma altitude média de 5 m acima do nível médio do mar.

Vista do Castelo de Montemor-o-Velho

Castelo de Montemor-O-Velho e as suas plantações de arroz ...

 

Trata-se de um dos poucos municípios de Portugal terreitorialmente descontínuos. O caso de Montemor-o-Velho é único no contexto português, pois a descontinuidade do concelho deve-se à existência, na zona sudeste do seu território, de um pequeníssimo enclave pertencente ao vizinho concelho de Soure (freguesia de Figueiró do Campo), encaixado entre as freguesias montemaiorenses de Pereira e Santo Varão.

A vila de Montemor-o-Velho, no âmbito canónico, teve, na Idade Média, e até finais do séc. XIX, cinco paróquias: Alcáçova, São Martinho, São Salvador, São Miguel e Santa Maria Madalena. Com a extinção das três últimas, Dom Manuel Correia de Bastos Pina, bispo-conde da Diocese de Coimbra, por decreto de 30 de Julho de 1874, criou uma só paróquia para Montemor-o-Velho, aglutinando a de Santa Maria d'Alcáçova, a principal, e a de São Martinho, a maior do arrabalde, facto também atestado numa lápide colocada na frontaria da Igreja de São Martinho. De acordo com o Padre Dr. José dos Reis Coutinho, na sua obra "Comemoração dos Novecentos Anos da Igreja de Santa Maria da Alcáçova", em 1995, refere que "(...) Ambas (as igrejas) têm igual personalidade canónica desde aquele decreto. Na função paroquial e na prestação de serviços pastorais à comunidade nenhuma diferença as separa porque formam um só unificado, que nem o decreto de classificação como monumento nacional – de 16 de Junho de 1911 – pode alterar, porque acima está a Concordata celebrada com o Estado português em 7 de Maio de 1940 e as estipulações acerca do serviço pastoral". E acrescenta:

"1874, Julho, 30, Montemor – Em cumprimento do decreto do Bispo-Conde, Dom Manuel Correia de Bastos Pina, é executada esta determinação com a colocação de uma lápide de mármore na frontaria da igreja de São Martinho, dizendo que constitui uma só paróquia com a igreja de Santa Maria d'Alcáçova".

 

Iremos continuar a falar desta bela região, ...

 

Até breve!!!!!!

 

18
Abr20

Águas Frias (Chaves) - ... ser transmontano ...


Mário Silva Mário Silva

 

 

SER TRANSMONTANO
 
 
Nasci numa linda aldeia
Protegida pela serra
Como uma mãe protege um filho
Juntinho ao seu coração.
 

Águas Frias (Chaves) - ... uma visão parcial da Aldeia ..

... uma visão parcial da Aldeia ...

 
Cresci a contemplar
Essa beleza sem par.
Pé descalço calcurreei os montes
Apanhando a lenha que aquecia
As longas noites de inverno
 
E no verão matava a sede
Com a água fria das suas fontes.
 

Águas Frias (Chaves) - ... os raios de sol rasgando por entre as nuvens, em dias de primavera ...

... os raios de sol rasgando por entre as nuvens, em dias de primavera ...

 
Enchido o caixote de lenha
No alto junto à capela
Parava para admirar
Aquela terra tão bela
Que um dia iria deixar.
 
Fui à escola e aprendi a ler
Mas cedo tive de enfrentar
Aquilo que a minha terra
Não tinha para me oferecer.
 

Águas Frias (Chaves) - ... gravelho ou cravelho ...

... gravelho ou cravelho ...
 
 
Tive de abandonar o lar
Quando ainda era menino
Com a minha mãe a chorar
Temendo pelo meu destino.
 
Parti para outras terras 
Com um aperto no coração
Onde tive de ser adulto
Quando na cabeça ainda tinha
O arco, a bola de trapos e o pião.
 
Esperava-me trabalho duro
Do nascer ao pôr do sol
Depois de um esforço tamanho
À noite tinha de dormir
Numas palhas estendidas
No chão térreo de um cardanho.
 

Águas Frias (Chaves) - ... Andorinha-das-chaminés (Hirundo rustica) ...

... andorinha-das-chaminés (Hirundo rustica) ...
 
 
Aí tive de passar
Parte da minha mocidade
Até que o meu pai me disse:
Meu filho, vou-te arranjar
Um trabalho na cidade.
 
Para trás deixei a Flávia
Terra de grande beleza
Onde o verde dos seus vales
Contrasta com a pobreza
Dos que têm que amanhar
A vinha que é dos outros
Para o seu pão conquistar.
 

Águas Frias (Chaves) - ... pormenores numa casa na Aldeia ...

... pormenores numa casa na Aldeia ...

 
Parti então para a cidade
Transportando na bagagem
Muitos sonhos e esperanças
E uma grande coragem
Para enfrentar a saudade
Dos meus tempos de criança.
 
Vim encontrar na cidade
Novos e grandes problemas.
Sozinho tive de enfrentar
Toda a adversidade
De quem tem que trabalhar
Longe da sua família
Sem ninguém para o ajudar.
 

Águas Frias (Chaves) - ... "eu vi um ninho" ...

... "eu vi um ninho" ...
 
 
Mas com grande determinação
Venci a adversidade
E aqui vim encontrar
Depois de muito lutar
A minha felicidade.
 
Agora ainda me lembro
Da minha querida aldeia
Dos meus pais e dos meus irmãos
E dos serões à luz da candeia.
 

Águas Frias (Chaves) - ... Pisco de peito ruivo - Erithacus rubecula ...

... pisco de peito ruivo - Erithacus rubecula ...
 
 
Foi daí que eu herdei
Um grande calor humano
E aos ombros carreguei
Pelas terras por onde andei
 

Águas Frias (Chaves) - ... enxertando castanheiros novos ...

... enxertando castanheiros novos ...

 
 
Um grande orgulho de ser Transmontano.
 
Joaquim S. Coutinho

 

 

Até breve !!!

 

 

                 

12
Abr20

Águas Frias (Chaves) - ... A visita pascal na Aldeia em anos transatos ...


Mário Silva Mário Silva

 

... A visita pascal

na Aldeia

em anos transatos ...

Como a pandemia causada pelo vírus COVID-19, continua e obriga, para a proteção de todos, a confinação social. Assim, tal como no Domingo de Ramos, não haverá qualquer manifestação religiosa e portanto, não há a eucaristia da Páscoa e a tradicional e emotiva Visita Pascal.

2020 ficará na nossa memória como um ano diferente ... mas a memória não se apaga.

Assim, em cada casa, poderemos relembrar como foram as anteriores Visitas Pascais, nesta pequena mas bela aldeia transmontana.

O meu singelo contributo será, partilhar os registos fotográficos que captei em anteriores anos, desta tradicional Visita Pascal pelas casas, que se abriam para receber Cristo Ressuscitado.

Halleluia !     Halleluia !    Halleluia !  

 

 

Desejando que, TODOS,

tenham uma Santa Páscoa,

com muita Paz e Saúde.

 

 

Até Breve !!!

 

 

                       

 

 

 

 

11
Abr20

Águas Frias (Chaves) - ... o Folar da Páscoa ...


Mário Silva Mário Silva

 

Lenda do Folar da Páscoa

A lenda do folar da Páscoa é tão antiga que se desconhece a sua data de origem.

Reza a lenda que, numa aldeia portuguesa, vivia uma jovem chamada Mariana que tinha como único desejo na vida o de casar cedo. Tanto rezou a Santa Catarina que a sua vontade se realizou e logo lhe surgiram dois pretendentes: um fidalgo rico e um lavrador pobre, ambos jovens e belos. A jovem voltou a pedir ajuda a Santa Catarina para fazer a escolha certa. 

Enquanto estava concentrada na sua oração, bateu à porta Amaro, o lavrador pobre, a pedir-lhe uma resposta e marcando-lhe como data limite o Domingo de Ramos. Passado pouco tempo, naquele mesmo dia, apareceu o fidalgo a pedir-lhe também uma decisão. Mariana não sabia o que fazer.

Chegado o Domingo de Ramos, uma vizinha foi muito aflita avisar Mariana que o fidalgo e o lavrador se tinham encontrado a caminho da sua casa e que, naquele momento, travavam uma luta de morte. Mariana correu até ao lugar onde os dois se defrontavam e foi então que, depois de pedir ajuda a Santa Catarina, Mariana soltou o nome de Amaro, o lavrador pobre.

Na véspera do Domingo de Páscoa, Mariana andava atormentada, porque lhe tinham dito que o fidalgo apareceria no dia do casamento para matar Amaro. Mariana rezou a Santa Catarina e a imagem da Santa, ao que parece, sorriu-lhe.
No dia seguinte, Mariana foi pôr flores no altar da Santa e, quando chegou a casa, verificou que, em cima da mesa, estava um grande bolo com ovos inteiros, rodeado de flores, as mesmas que Mariana tinha posto no altar. Correu para casa de Amaro, mas encontrou-o no caminho e este contou-lhe que também tinha recebido um bolo semelhante.

Pensando ter sido ideia do fidalgo, dirigiram-se a sua casa para lhe agradecer, mas este também tinha recebido o mesmo tipo de bolo. Mariana ficou convencida de que tudo tinha sido obra de Santa Catarina.

Inicialmente chamado de folore, o bolo veio, com o tempo, a ficar conhecido como folar e tornou-se numa tradição que celebra a amizade e a reconciliação. Durante as festividades cristãs da Páscoa, os afilhados costumam levar, no Domingo de Ramos, um ramo de violetas à madrinha de batismo e esta, no Domingo de Páscoa, oferece-lhe em retribuição um folar.

in: https://www.infopedia.pt/apoio/artigos/$lenda-do-folar-da-pascoa

 

 

 

Até breve!!!!!

 

 

            

 

 

 

 

10
Abr20

Águas Frias (Chaves) - ... Sexta feira Santa ... 2020


Mário Silva Mário Silva

 

Sexta-feira Santa

Este ano tudo está diferente ...

Tempo que proporciona mais recolhimento, mais reflexão, mais importância à Familia, mais importância a quem sofre, mais valor pela saúde, mais reconhecimento por Aquilo que não vemos

mas que acreditamos  ...

 

 

 

05
Abr20

Águas Frias (Chaves) - ... Domingo de Ramos ...


Mário Silva Mário Silva

 

DOMINGO DE RAMOS

Devido ao constrangimento social, provocado pela propagação do COVID-19, este ano (2020), não haverá a tradicional benção do Ramos, na aldeia de Águas Frias, concelho de Chaves - Trás-os-Montes - PORTUGAL.

Assim deixo, alguns registos desta secular tradição religiosa, de anos transatos, em que estive presente.

 

 

Nota: Agradeço ao Sr. Nuno que, todos os anos em que eu não podia estar presente à benção do Ramo, ele religiosamente, fazia um, que benzia, para me oferecer quando chegasse.

Todos os anos o fazia ... 

Bem-haja, Sr. Nuno ... 

Nunca esqueci, nem esqueço esta atitude.

Só pode ser de um Homem com um H maiúsculo.

 

 

Até Breve !!!!

Protejam-se !!!!

 

              

 

 

 

 

28
Abr19

Águas Frias (Chaves) - 28 de abril - Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho


Mário Silva Mário Silva

 

28 de abril

Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho

 

Águas Frias (Chaves) - ... lameiro rodeado de árvores ...

... lameiro rodeado de árvores ...

 

O Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho celebra-se todos os anos a 28 de abril.

O objetivo deste dia é chamar a atenção das empresas e dos trabalhadores para a importância de tomar medidas preventivas que garantam a segurança no trabalho.

Prevenir acidentes de trabalho é uma responsabilidade de todos, assim como a prevenção é um direito transversal a todos os trabalhadores.

Neste dia realizam-se atividades pelo país como seminários para promover a segurança e a saúde no trabalho.

A prevenção de riscos profissionais é uma preocupação a consolidar pelas empresas que exige também o esforço dos trabalhadores, dos cidadãos em geral, dos inspetores e das instituições de autoridade.

Este dia é comemorado em Portugal e no mundo também como uma homenagem a todas as vítimas dos acidentes de trabalho e de doenças profissionais. Desde 1996 que se celebra esta data mundialmente. Em Portugal, o dia 28 de abril foi instituído como o Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho com a resolução n.º 44/2001, sendo a Autoridade para as Condições do Trabalho a responsável pelo cumprimento desta resolução.

In: https://www.calendarr.com/portugal/dia-nacional-de-prevencao-e-seguranca-no-trabalho/

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... casas na Aldeia

... casas na Aldeia ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... a ovelha curiosa com a máquina fotográfica ...

... a ovelha curiosa com a máquina fotográfica ...

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... o castelo de Monforte de Rio Livre (monumento nacional) em tempo de giestas brancas ...

... o castelo de Monforte de Rio Livre (monumento nacional) em tempo de giestas brancas ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... casas na Aldeia ...

... casas na Aldeia ...

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... casa na Aldeia (que já viu melhores dias ...)

... casa na Aldeia (que já viu melhores dias ...)

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... violeta campestre ...

... violeta campestre ...

 

 

Até Breve !!!

 

 

 

 

 

 

 

 

21
Abr19

Águas Frias (Chaves) - A visita Pascal ("Compasso") desde 2007 a 2015


Mário Silva Mário Silva

 

A Visita Pascal ("Compasso") na Aldeia

 

DSC03030ms 2007.JPG

"A Páscoa celebra-se a 21 de abril em 2019, sendo um feriado móvel, comemorado sempre ao domingo.

Esta é uma celebração religiosa que comemora a ressurreição de Jesus Cristo.

Os cristãos celebram a ressurreição de Jesus Cristo, sendo a data conhecida como Domingo de Páscoa. De acordo com a Bíblia, após a crucificação de Cristo, celebrada na Sexta-Feira Santa, Cristo ressuscitou no terceiro dia após a sua morte.

A data serve como momento de reflexão, em homenagem à vida e morte de Cristo, e de agradecimento e glorificação do seu sofrimento.

A Páscoa é celebrada também pela reunião da família, sendo um momento de confraternização e de alegria.

 

DSC05968ms_2008.JPG

 

 

Páscoa em Portugal

Em Portugal, a população católica recebe a visita do compasso pascal no Domingo de Páscoa. O compasso é composto por um grupo de fiéis católicos que percorrem as ruas com uma cruz e um pequeno sino para anunciar a sua chegada.

Quando convidados pelos habitantes a entrar nas casas, benzem a casa e seus moradores, anunciando a boa nova da ressurreição de Jesus Cristo.

Sete dias antes da Páscoa celebra-se o Domingo de Ramos, um dia dedicado aos padrinhos e madrinhas. Os afilhados oferecem flores ou plantas aos seus padrinhos e madrinhas e estes retribuem com o "folar", ou seja, com uma prenda no dia de Páscoa.

O pão-de-ló, os papos de anjo, o folar, as amêndoas e os ovos da Páscoa são alguns dos doces tradicionais desta época festiva."

In: https://www.calendarr.com/portugal/pascoa/

 

DSC05418ms_2010.JPG

 

Visita Pascal (Compasso)

"A Visita Pascal ou Compasso Pascal é uma tradição cristã portuguesa que consiste na visita casa a casa de uma paróquia (daqueles que a queiram receber) do Crucifixo de Cristo no dia de Páscoa ou nas semanas seguintes para celebrar a sua Ressurreição.

 

DSC03004ms_2011.JPG

 

Um pequeno grupo de paroquianos ou mordomos, com ou sem o seu pároco, liderados por um crucifixo que representa a presença de Jesus vivo, percorre várias casas de outros paroquianos que manifestem a sua vontade de receber a visita de Jesus Ressuscitado no dia de Páscoa. Em cada uma das casas, após uma bênção inicial, os habitantes da casa visitada beijam a cruz de Cristo como demonstração de adoração.

 

DSC03468ms_2013.JPG

A esta tradição associaram-se diferentes formas de receber essa visita. Ela é vista como uma forma de confraternização dos membros da comunidade paroquial com a oferta de alimentos da quadra ou apenas uns minutos de repouso para o grupo itinerante. É também comum ser aproveitada para oferta de donativos pecuniários à paróquia (para pagamento de eventuais direitos paroquiais)."

in: https://pt.wikipedia.org/wiki/Compasso_(P%C3%A1scoa)

 

DSC06042ms_2014.JPG

 

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Uma Feliz e Santa Páscoa

 

 

Até breve !!!

 

 

 

 

 

 

 

 

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