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MÁRIO SILVA - Fotografia & Escrita

*** *** A realidade e a "minha realidade" em imagens e escrita

*** *** A realidade e a "minha realidade" em imagens e escrita

29
Abr22

Cerejeiras (cerdeiras) em flor - Águas Frias - Chaves – Portugal


Mário Silva Mário Silva

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Águas Frias - ChavesPortugal

Cerejeiras (cerdeiras) em flor

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Significado da Flor de Cerejeira (Sakura)

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Flor de Cerejeira significa a beleza feminina e simboliza o amor, a felicidade, a renovação e a esperança.

É uma flor de origem asiática, conhecida como “Sakura”, a flor nacional do Japão, onde estão documentadas mais de 300 variedades de cerejeiras.

O início da floração das cerejeiras marca o fim do inverno e a chegada da primavera. São aguardadas com ansiedade pelos japoneses, que organizam em todo o país diversas festividades em torno do “Hanami” (ato de contemplação das cerejeiras em flor que deixam a paisagem deslumbrante).

Uma lenda conta que a palavra "Sakura" surgiu com a princesa Konohana Sakuya Hime, que caiu do céu perto do Monte Fuji, tendo se transformado nessa bonita flor. Também existe uma crença que o cultivo de arroz poderá ter originado a palavra, tendo em conta que "Kura" era o depósito onde esse alimento (visto por muitos japoneses como uma oferta divina) era guardado.

Os samurais, os guerreiros japoneses, eram grandes apreciadores da flor de cerejeira. Desde aqueles tempos, passou a estar associada à efemeridade da existência humana e ao lema dos samurais: viver o presente sem medo. Assim, a flor de cerejeira está também associada ao código do samurai, o Bushido.

A cerejeira fica pouco tempo florida, por isso suas flores representam a fragilidade da vida, cuja maior lição é aproveitar intensamente cada momento, pois o tempo passa rápido e a vida é curta.

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_____   In: https://www.significados.com.br/flor-de-cerejeira/    _____

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Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
21
Abr22

Vozes Transmontanas na Paisagem - Águas Frias – Chaves – Portugal


Mário Silva Mário Silva

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Águas Frias Chaves Portugal

Vozes Transmontanas na Paisagem - Fotopintura

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“E há-de haver ninhos mil!

E um céu imaculado

Todo tingido a azul e branco de noivado

De puríssimo abril

Há-de escutar o nosso cântico à vida.”

(...)

“Alvorada de Amor”, in Poemas do Solstício, p. 40

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“Foi belo o dia de ontem

Mais belo o que ora finda

Que o dia que desponta

Seja mais belo ainda! “

(…)

“Oração da Manhã”, in Poemas do Solstício, p. 35

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“Eu quero entrar na festa da alegria

Ir ao encontro do romper do dia

E até que eu volte, meu amor, adeus!”

(…)

“Evasão”, in Poemas do Solstício, p.37

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“Sinto-me apaixonado pela vida,

Pelo sol, pela cor, pelo luar

E sinto em mim a infância redimida

Na harmonia irreal do teu fundente olhar!”

(...)

“Prenúncio”, in Poemas do Solstício, p.38

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“Acorda, meu amor, já nasce o novo dia

Que o sol nos prometeu ouvindo a nossa voz!

Vem comigo beber as seivas da alegria

Pelos campos em flor, cingindo as mãos.”

(...)

“Novo dia”, in Poemas do Solstício, p.39

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_____  Ana Lavrador  _____

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Fotopintura: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
17
Abr22

FELIZ PÁSCOA para TODOS - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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Águas Frias Chaves Portugal

FELIZ PÁSCOA para TODOS

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PÁSCOA NA ALDEIA

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Minha aldeia na Páscoa…
Infância, mês de Abril!
Manhã primaveril!
A velha igreja.
Entre as árvores alveja,
Alegre e rumorosa
De povo, luzes, flores…
E, na penumbra dos altares cor-de-rosa .
Rasgados pelo sol os negros véus.
Parece até sorrir a Virgem-Mãe das Dores.
Ressurreição de Deus! (…)
Em pleno azul, erguida
Entre a verde folhagem das uveiras.
Rebrilha a cruz de prata florescida…
Na igreja antiga a rir seu branco riso de cal.
Ébrias de cor, tremulam as bandeiras…
Vede! Jesus lá vai, ao sol de Portugal!
Ei-lo que entra contente nos casais;
E, com amor, visita as rústicas choupanas.
É ele, esse que trouxe aos míseros mortais
As grandes alegrias sobre-humanas.
Lá vai, lá vai, por íngremes caminhos!
Linda manhã, canções de passarinhos!
A campainha toca: Aleluia! Aleluia! (…)
Velhos trabalhadores, por quem sofreu Jesus.
E mães, acalentando os filhos no regaço.
Esperam o COMPASSO…
E, ajoelhando com séria devoção.
Beijam os pés da Cruz.

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________   Teixeira de Pascoaes   __________

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Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
16
Abr22

Famosos e saborosos FOLARES transmontanos - Águas Frias – Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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Elaboração dos famosos e saborosos FOLARES transmontanos

Águas Frias Chaves - Portugal

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Lenda do Folar da Páscoa

A lenda do folar da Páscoa é tão antiga que se desconhece a sua data de origem.

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Reza a lenda que, numa aldeia portuguesa, vivia uma jovem chamada Mariana que tinha como único desejo na vida o de casar cedo. Tanto rezou a Santa Catarina que a sua vontade se realizou e logo lhe surgiram dois pretendentes: um fidalgo rico e um lavrador pobre, ambos jovens e belos. A jovem voltou a pedir ajuda a Santa Catarina para fazer a escolha certa. 

Enquanto estava concentrada na sua oração, bateu à porta Amaro, o lavrador pobre, a pedir-lhe uma resposta e marcando-lhe como data limite o Domingo de Ramos. Passado pouco tempo, naquele mesmo dia, apareceu o fidalgo a pedir-lhe também uma decisão. Mariana não sabia o que fazer.

Chegado o Domingo de Ramos, uma vizinha foi muito aflita avisar Mariana que o fidalgo e o lavrador se tinham encontrado a caminho da sua casa e que, naquele momento, travavam uma luta de morte. Mariana correu até ao lugar onde os dois se defrontavam e foi então que, depois de pedir ajuda a Santa Catarina, Mariana soltou o nome de Amaro, o lavrador pobre.

Na véspera do Domingo de Páscoa, Mariana andava atormentada, porque lhe tinham dito que o fidalgo apareceria no dia do casamento para matar Amaro. Mariana rezou a Santa Catarina e a imagem da Santa, ao que parece, sorriu-lhe.

No dia seguinte, Mariana foi pôr flores no altar da Santa e, quando chegou a casa, verificou que, em cima da mesa, estava um grande bolo com ovos inteiros, rodeado de flores, as mesmas que Mariana tinha posto no altar. Correu para casa de Amaro, mas encontrou-o no caminho e este contou-lhe que também tinha recebido um bolo semelhante.

Pensando ter sido ideia do fidalgo, dirigiram-se a sua casa para lhe agradecer, mas este também tinha recebido o mesmo tipo de bolo. Mariana ficou convencida de que tudo tinha sido obra de Santa Catarina.

Inicialmente chamado de folore, o bolo veio, com o tempo, a ficar conhecido como folar e tornou-se numa tradição que celebra a amizade e a reconciliação. Durante as festividades cristãs da Páscoa, os afilhados costumam levar, no Domingo de Ramos, um ramo de violetas à madrinha de batismo e esta, no Domingo de Páscoa, oferece-lhe em retribuição um folar.

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_____________   Infopédia    __________

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Vídeo/Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
10
Abr22

DOMINGO DE RAMOS - Águas Frias – Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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Águas Frias Chaves - Portugal

DOMINGO DE RAMOS

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Senhor, como a de um rei foi a tua chegada:

eles te exaltaram com palmas nas mãos

em momentos pródigos tão distantes,

As pessoas animadas receberam-No.

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Mas sua alma estava perturbada

por essa alegria passageira:

cinco dias depois a multidão enfurecida

levou-o ao Calvário, sem coração.

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Senhor, nós te recebemos para tua glória

com toda a nossa fé purificada

para a sua morte providenciada para mim,

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pedindo-lhe que todos os humanos

ressuscitar com você como irmãos

imitando sua vida imaculada.

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_______ Ulpiano   _________

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Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
02
Mai21

Abril 2021 - Retrospetiva - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

ABRIL 2021
Retrospetiva dos momentos, paisagens, lugares, pormenores e outros, captados no mês de abril na aldeia transmontana de
Águas Frias - Chaves - Portugal
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Banda sonora: voz brilhante e segura de Luciana Silva
 

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Ver também:
Mário Silva 📷
27
Abr21

REGRESSO ÀS FRAGAS - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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Um abrigo, enquadrado e encastrado na fraga, numa simbiose entre a Natureza e a ação do Homem.

Antigamente, sem conhecimentos paisagísticos ou ecológicos, tinham um cuidado em que tudo estivesse em harmonia.

Hoje cada um constrói com base no gosto pela diferença e quanto mais agressivo melhor (?), para que se identifiquem e realcem perante os outros.

Assim se degeneraram muitas aldeias, muitos lugares, muitas paisagens …

O egocentrismo tem vencido a harmonia e o coletivo …

Isso não tem de ser definitivo … tudo se pode reverter para que as aldeias se diferenciem das vilas e cidades …

Trás-Os-Montes tem uma singularidade única, mas para isso é preciso preservar a sua essência, porque senão poderá tornar-se em mais uma região como outra qualquer …

É preciso que a vontade de regressar às suas origens, tenha um significado cada vez mais real …

Mário Silva

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REGRESSO ÀS FRAGAS

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“Regresso às fragas de onde me roubaram.

Ah! Minha serra, minha dura infância!

Como os rijos carvalhos me acenaram.

Mal eu surgi, cansado, na distância.

 .

Cantava cada fonte á sua porta:

O poeta voltou!
Atrás ia ficando a terra morta

Dos versos que o desterro esfarelou.

 .

Depois o céu abriu-se num sorriso,

E eu deitei-me no colo dos penedos

A contar aventuras e segredos

Aos deuses do meu velho paraíso.”

.

Miguel Torga

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20
Abr21

A luz do sol dá um brilho dourado à aldeia de Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

 

A luz do sol dá um brilho dourado à aldeia

Águas Frias (Chaves) - Portugal

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A luz do sol, num fim de tarde primaveril, invade a face oriental da colina da serra do Brunheiro, onde se ilumina, em tons dourados, a aldeia transmontana de Águas Frias (Chaves) – Portugal.

🌞          🌞          🌞          🌞          🌞          🌞

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“Cheira a nostalgia,

Caminho audazmente pelos recantos desta terra

Que transborda e remete para uma rica história:

Um tempo de defesa e glória.

 .

Penetro na quietude da natureza

Conforto-me com presenças que conferem a sensação de familiaridade

Elementos que abrilhantam esta pérola de díspar beleza

Num instante que extravasa intimidade.

 .

Ah, como é admirável deixar-se abarcar pela natureza no seu fulgor

Adivinhar-se ténue perante uma terra tão graciosa

Sentir o silêncio ecoar quase num clamor   

Erguendo uma vivência admiravelmente harmoniosa.

 .

Cada lugar irrompe um fragmento de memória

Em cada memória está semeado o gérmen de uma região

Todas as Gentes num espaço e tempo constroem a sua história

Contribuindo para a concretização do tão aclamado espírito de união.”

 .

Cláudia Nóbrega

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16
Abr21

CASA TRANSMONTANA - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

CASA TRANSMONTANA

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Uma casa, que já foi residência do pároco da freguesia de Águas Frias (Chaves)- Portugal, o Sr. Padre Adalberto.

É ainda um belo exemplar de casa transmontana.

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“A casa segue sendo o lugar central da existência humana, o sítio onde a criança aprende a compreender sua existência no mundo e o lugar de onde o homem parte e regressa.”

Norberg-Shulz

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"Hoje, certamente mais importante que a consciência do lugar é a consciência do mundo, obtida através do lugar."

 Santos

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“Você pode ser tão fiel a um lugar ou a uma coisa como a uma pessoa. Um lugar pode realmente fazer seu coração dar um salto”.

Andy Warhol

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12
Abr21

MONFORTE DE RIO LIVRE


Mário Silva Mário Silva

 

MONFORTE DE RIO LIVRE

“Monforte de Rio Livre foi uma vila e sede de concelho localizada na atual freguesia de Águas Fias no município de Chaves.

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A importância da vila esteve ligada ao seu castelo, mandado construir pelo rei Afonso III em 1253 aquando visitou a região. Em 1273 a povoação recebeu foral do mesmo rei, altura em que devem ter-se iniciado as obras de reforma do conjunto que, na sua maior parte, chegou até aos nossos dias.

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Logo a seguir Afonso III alçou a vila a cabeça de território, dentro do mesmo processo de organização da fronteira setentrional, e concedeu-lhe uma série de facilidades, entre as quais, um couto de homiziados, sede duma das 4 judiarias de Trás-os-Montes (junto a Chaves, Mogadouro e Bragança) e instituiu-lhe uma feira na região de dous dias, célebre até recentemente.

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Estes privilégios, para além duma localização perto da fronteira com a Galiza, facilitou a instalação de Judeus que, como no caso da Judiaria galega de Monte-Rei, moravam dentro da fortaleza, mas na área murada que envolve o castelo, permitindo o desenvolvimento de toda classe de negócios. 

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Porém, a zona nunca se desenvolveu muito e pensa-se que muitos dos judeus que moraram aqui no século XIV foram para Chaves. No final do século XVIII habitavam junto do castelo 5 famílias judaicas.

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No início do século XIX a vila encontrava-se despovoada e, numa reforma administrativa, em 1836 a sede do município é transferida para a freguesia de Lebução, e em 1853 o concelho é extinto, passando parte das suas freguesias para Chaves ou Valpaços. Com a extinção do Concelho, o castelo foi abandonado, assim como a povoação.”

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Artigo redigido a partir de informações do historiador Jorge Alves Ferreira

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08
Abr21

Cerejeiras (Cerdeiras) em flor – uma maravilha da Natureza


Mário Silva Mário Silva

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Cerejeiras (Cerdeiras) em flor – uma maravilha da Natureza.

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O conjunto de flores brancas, levemente rosada, em conjunto dá um espetáculo, embora breve, se renova todos os anos.

Quando uma quantidade razoável de cerejeiras se concentram, a beleza do seu conjunto, nos faz pensar:

“A Natureza é encantadora !!!”.

Este espetáculo pode ser observado, todos os anos, na quinta do Passal, em Águas Frias – Chaves – Portugal.

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04
Abr21

FELIZ PÁSCOA para TODOS - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

Aleluia! Aleluia!

FELIZ PÁSCOA para TODOS

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Infelizmente, esta é ainda uma Páscoa, em que nos vemos confinados, devido à pandemia do COVID-19, o que impede que as Famílias se possam reunir e celebrar os costumes deste dia da Ressurreição de Jesus.

As próprias cerimónias religiosas estão comprometidas, pois por questão de segurança sanitária não é possível realizar a “visita Pascal” a todas as casas que abrem as suas portas para a entrada da cruz, a oração evocativa do dia, a bênção da casa e dos que lá vivem e o antiquíssimo ato de beijar a cruz.

Por esse motivo, deixo aqui um registo da visita pascal (“compasso”) realizada no ano de 2012 (ano com os mesmos algarismos de 2021).

Fica a recordação e os votos que se controle a pandemia e podermos, TODOS, celebrar a próxima Páscoa, sem restrições, constrangimentos, mas com a Alegria que este Dia evoca.

Aleluia! Aleluia!

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28
Abr20

Castelo de Palmela


Mário Silva Mário Silva

 
 
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CASTELO de PALMELA
 

 

Poucos quilómetros a Sul de Lisboa, quase a chegar a Setúbal, imponente e altivo, ergue-se o Castelo de Palmela!
O acesso é fácil, o estacionamento também e as infra-estuturas são boas.
Não há desculpa para não passar uma excelente tarde no Castelo de Palmela.
 

Castelo de Palmela

 

O Castelo de Palmela, tem origem árabe, com a primeira fortificação edificada por volta do século IX, depois da conquista desta região aos visigodos.
Contudo os achados arqueológicos, apontam para presença humana no local desde o neolítico. O nosso primeiro rei, D. Afonso Henriques, conquistou Palmela em 1147.
Pouco tempo depois Palmela voltou a ser dominada pelos muçulmanos, mas em 1190, passou definitivamente para posse lusitana. D. Sancho I, mandou fazer reparações na fortaleza e doou-a à Ordem de Santiago.
O Convento onde se instalou a Ordem de Santiago, foi edificado dentro das muralhas do Castelo já durante o reinado de D. João I.
As estruturas de todo o complexo foram severamente danificadas com o terramoto de 1755.
 
O terramoto e a extinção das Ordens Religiosas levaram praticamente ao abandono do Castelo até meados do século XX, altura em que foi considerado Monumento Nacional.
Ainda no século XIX e XX serviu de importante posto para comunicações militares.
 
No local do antigo Convento funciona hoje uma bonita Pousada da rede Pousadas de Portugal.
 
Mário Silva 📷
27
Abr20

Mário Silva (um outro lado) - Montemor- O-Velho


Mário Silva Mário Silva

MONTEMOR -O-NOVO

 

Montemor-o-Velho é uma vila portuguesa do distrito de Coimbra, situada na província da Beira Litoral, região do Centro (Região das Beiras) e sub-região de Coimbra , com cerca de 3 100 habitantes.

É sede de ummunicípio com 228,96km² de área e 26 171 habitantes (2011), subdividido em 11 freguesias.O município é limitado a norte pelo município de Cantanhede, a leste por Coimbra e por Condeixa-a-Nova, a sul por Soure e a oeste pela Figeira da Foz. Situa-se a uma altitude média de 5 m acima do nível médio do mar.

Vista do Castelo de Montemor-o-Velho

Castelo de Montemor-O-Velho e as suas plantações de arroz ...

 

Trata-se de um dos poucos municípios de Portugal terreitorialmente descontínuos. O caso de Montemor-o-Velho é único no contexto português, pois a descontinuidade do concelho deve-se à existência, na zona sudeste do seu território, de um pequeníssimo enclave pertencente ao vizinho concelho de Soure (freguesia de Figueiró do Campo), encaixado entre as freguesias montemaiorenses de Pereira e Santo Varão.

A vila de Montemor-o-Velho, no âmbito canónico, teve, na Idade Média, e até finais do séc. XIX, cinco paróquias: Alcáçova, São Martinho, São Salvador, São Miguel e Santa Maria Madalena. Com a extinção das três últimas, Dom Manuel Correia de Bastos Pina, bispo-conde da Diocese de Coimbra, por decreto de 30 de Julho de 1874, criou uma só paróquia para Montemor-o-Velho, aglutinando a de Santa Maria d'Alcáçova, a principal, e a de São Martinho, a maior do arrabalde, facto também atestado numa lápide colocada na frontaria da Igreja de São Martinho. De acordo com o Padre Dr. José dos Reis Coutinho, na sua obra "Comemoração dos Novecentos Anos da Igreja de Santa Maria da Alcáçova", em 1995, refere que "(...) Ambas (as igrejas) têm igual personalidade canónica desde aquele decreto. Na função paroquial e na prestação de serviços pastorais à comunidade nenhuma diferença as separa porque formam um só unificado, que nem o decreto de classificação como monumento nacional – de 16 de Junho de 1911 – pode alterar, porque acima está a Concordata celebrada com o Estado português em 7 de Maio de 1940 e as estipulações acerca do serviço pastoral". E acrescenta:

"1874, Julho, 30, Montemor – Em cumprimento do decreto do Bispo-Conde, Dom Manuel Correia de Bastos Pina, é executada esta determinação com a colocação de uma lápide de mármore na frontaria da igreja de São Martinho, dizendo que constitui uma só paróquia com a igreja de Santa Maria d'Alcáçova".

 

Iremos continuar a falar desta bela região, ...

 

NOVO BLOG: 

Mário Silva _ O outro lado https://mariosilva2020.blogs.sapo.pt/

 

Até breve no novo blog !!!!!!

 

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27
Abr20

Montemor-o-Velho - beleza histórica e paisagistica


Mário Silva Mário Silva

MONTEMOR -O-NOVO

 

Montemor-o-Velho é uma vila portuguesa do distrito de Coimbra, situada na província da Beira Litoral, região do Centro (Região das Beiras) e sub-região de Coimbra , com cerca de 3 100 habitantes.

É sede de ummunicípio com 228,96km² de área e 26 171 habitantes (2011), subdividido em 11 freguesias.O município é limitado a norte pelo município de Cantanhede, a leste por Coimbra e por Condeixa-a-Nova, a sul por Soure e a oeste pela Figeira da Foz. Situa-se a uma altitude média de 5 m acima do nível médio do mar.

Vista do Castelo de Montemor-o-Velho

Castelo de Montemor-O-Velho e as suas plantações de arroz ...

 

Trata-se de um dos poucos municípios de Portugal terreitorialmente descontínuos. O caso de Montemor-o-Velho é único no contexto português, pois a descontinuidade do concelho deve-se à existência, na zona sudeste do seu território, de um pequeníssimo enclave pertencente ao vizinho concelho de Soure (freguesia de Figueiró do Campo), encaixado entre as freguesias montemaiorenses de Pereira e Santo Varão.

A vila de Montemor-o-Velho, no âmbito canónico, teve, na Idade Média, e até finais do séc. XIX, cinco paróquias: Alcáçova, São Martinho, São Salvador, São Miguel e Santa Maria Madalena. Com a extinção das três últimas, Dom Manuel Correia de Bastos Pina, bispo-conde da Diocese de Coimbra, por decreto de 30 de Julho de 1874, criou uma só paróquia para Montemor-o-Velho, aglutinando a de Santa Maria d'Alcáçova, a principal, e a de São Martinho, a maior do arrabalde, facto também atestado numa lápide colocada na frontaria da Igreja de São Martinho. De acordo com o Padre Dr. José dos Reis Coutinho, na sua obra "Comemoração dos Novecentos Anos da Igreja de Santa Maria da Alcáçova", em 1995, refere que "(...) Ambas (as igrejas) têm igual personalidade canónica desde aquele decreto. Na função paroquial e na prestação de serviços pastorais à comunidade nenhuma diferença as separa porque formam um só unificado, que nem o decreto de classificação como monumento nacional – de 16 de Junho de 1911 – pode alterar, porque acima está a Concordata celebrada com o Estado português em 7 de Maio de 1940 e as estipulações acerca do serviço pastoral". E acrescenta:

"1874, Julho, 30, Montemor – Em cumprimento do decreto do Bispo-Conde, Dom Manuel Correia de Bastos Pina, é executada esta determinação com a colocação de uma lápide de mármore na frontaria da igreja de São Martinho, dizendo que constitui uma só paróquia com a igreja de Santa Maria d'Alcáçova".

 

Iremos continuar a falar desta bela região, ...

 

Até breve!!!!!!

 

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18
Abr20

Águas Frias (Chaves) - ... ser transmontano ...


Mário Silva Mário Silva

 

 

SER TRANSMONTANO
 
 
Nasci numa linda aldeia
Protegida pela serra
Como uma mãe protege um filho
Juntinho ao seu coração.
 

Águas Frias (Chaves) - ... uma visão parcial da Aldeia ..

... uma visão parcial da Aldeia ...

 
Cresci a contemplar
Essa beleza sem par.
Pé descalço calcurreei os montes
Apanhando a lenha que aquecia
As longas noites de inverno
 
E no verão matava a sede
Com a água fria das suas fontes.
 

Águas Frias (Chaves) - ... os raios de sol rasgando por entre as nuvens, em dias de primavera ...

... os raios de sol rasgando por entre as nuvens, em dias de primavera ...

 
Enchido o caixote de lenha
No alto junto à capela
Parava para admirar
Aquela terra tão bela
Que um dia iria deixar.
 
Fui à escola e aprendi a ler
Mas cedo tive de enfrentar
Aquilo que a minha terra
Não tinha para me oferecer.
 

Águas Frias (Chaves) - ... gravelho ou cravelho ...

... gravelho ou cravelho ...
 
 
Tive de abandonar o lar
Quando ainda era menino
Com a minha mãe a chorar
Temendo pelo meu destino.
 
Parti para outras terras 
Com um aperto no coração
Onde tive de ser adulto
Quando na cabeça ainda tinha
O arco, a bola de trapos e o pião.
 
Esperava-me trabalho duro
Do nascer ao pôr do sol
Depois de um esforço tamanho
À noite tinha de dormir
Numas palhas estendidas
No chão térreo de um cardanho.
 

Águas Frias (Chaves) - ... Andorinha-das-chaminés (Hirundo rustica) ...

... andorinha-das-chaminés (Hirundo rustica) ...
 
 
Aí tive de passar
Parte da minha mocidade
Até que o meu pai me disse:
Meu filho, vou-te arranjar
Um trabalho na cidade.
 
Para trás deixei a Flávia
Terra de grande beleza
Onde o verde dos seus vales
Contrasta com a pobreza
Dos que têm que amanhar
A vinha que é dos outros
Para o seu pão conquistar.
 

Águas Frias (Chaves) - ... pormenores numa casa na Aldeia ...

... pormenores numa casa na Aldeia ...

 
Parti então para a cidade
Transportando na bagagem
Muitos sonhos e esperanças
E uma grande coragem
Para enfrentar a saudade
Dos meus tempos de criança.
 
Vim encontrar na cidade
Novos e grandes problemas.
Sozinho tive de enfrentar
Toda a adversidade
De quem tem que trabalhar
Longe da sua família
Sem ninguém para o ajudar.
 

Águas Frias (Chaves) - ... "eu vi um ninho" ...

... "eu vi um ninho" ...
 
 
Mas com grande determinação
Venci a adversidade
E aqui vim encontrar
Depois de muito lutar
A minha felicidade.
 
Agora ainda me lembro
Da minha querida aldeia
Dos meus pais e dos meus irmãos
E dos serões à luz da candeia.
 

Águas Frias (Chaves) - ... Pisco de peito ruivo - Erithacus rubecula ...

... pisco de peito ruivo - Erithacus rubecula ...
 
 
Foi daí que eu herdei
Um grande calor humano
E aos ombros carreguei
Pelas terras por onde andei
 

Águas Frias (Chaves) - ... enxertando castanheiros novos ...

... enxertando castanheiros novos ...

 
 
Um grande orgulho de ser Transmontano.
 
Joaquim S. Coutinho

 

 

Até breve !!!

 

 

                 

Mário Silva 📷
12
Abr20

Águas Frias (Chaves) - ... A visita pascal na Aldeia em anos transatos ...


Mário Silva Mário Silva

 

... A visita pascal

na Aldeia

em anos transatos ...

Como a pandemia causada pelo vírus COVID-19, continua e obriga, para a proteção de todos, a confinação social. Assim, tal como no Domingo de Ramos, não haverá qualquer manifestação religiosa e portanto, não há a eucaristia da Páscoa e a tradicional e emotiva Visita Pascal.

2020 ficará na nossa memória como um ano diferente ... mas a memória não se apaga.

Assim, em cada casa, poderemos relembrar como foram as anteriores Visitas Pascais, nesta pequena mas bela aldeia transmontana.

O meu singelo contributo será, partilhar os registos fotográficos que captei em anteriores anos, desta tradicional Visita Pascal pelas casas, que se abriam para receber Cristo Ressuscitado.

Halleluia !     Halleluia !    Halleluia !  

 

 

Desejando que, TODOS,

tenham uma Santa Páscoa,

com muita Paz e Saúde.

 

 

Até Breve !!!

 

 

                       

 

 

 

 

Mário Silva 📷
11
Abr20

Águas Frias (Chaves) - ... o Folar da Páscoa ...


Mário Silva Mário Silva

 

Lenda do Folar da Páscoa

A lenda do folar da Páscoa é tão antiga que se desconhece a sua data de origem.

Reza a lenda que, numa aldeia portuguesa, vivia uma jovem chamada Mariana que tinha como único desejo na vida o de casar cedo. Tanto rezou a Santa Catarina que a sua vontade se realizou e logo lhe surgiram dois pretendentes: um fidalgo rico e um lavrador pobre, ambos jovens e belos. A jovem voltou a pedir ajuda a Santa Catarina para fazer a escolha certa. 

Enquanto estava concentrada na sua oração, bateu à porta Amaro, o lavrador pobre, a pedir-lhe uma resposta e marcando-lhe como data limite o Domingo de Ramos. Passado pouco tempo, naquele mesmo dia, apareceu o fidalgo a pedir-lhe também uma decisão. Mariana não sabia o que fazer.

Chegado o Domingo de Ramos, uma vizinha foi muito aflita avisar Mariana que o fidalgo e o lavrador se tinham encontrado a caminho da sua casa e que, naquele momento, travavam uma luta de morte. Mariana correu até ao lugar onde os dois se defrontavam e foi então que, depois de pedir ajuda a Santa Catarina, Mariana soltou o nome de Amaro, o lavrador pobre.

Na véspera do Domingo de Páscoa, Mariana andava atormentada, porque lhe tinham dito que o fidalgo apareceria no dia do casamento para matar Amaro. Mariana rezou a Santa Catarina e a imagem da Santa, ao que parece, sorriu-lhe.
No dia seguinte, Mariana foi pôr flores no altar da Santa e, quando chegou a casa, verificou que, em cima da mesa, estava um grande bolo com ovos inteiros, rodeado de flores, as mesmas que Mariana tinha posto no altar. Correu para casa de Amaro, mas encontrou-o no caminho e este contou-lhe que também tinha recebido um bolo semelhante.

Pensando ter sido ideia do fidalgo, dirigiram-se a sua casa para lhe agradecer, mas este também tinha recebido o mesmo tipo de bolo. Mariana ficou convencida de que tudo tinha sido obra de Santa Catarina.

Inicialmente chamado de folore, o bolo veio, com o tempo, a ficar conhecido como folar e tornou-se numa tradição que celebra a amizade e a reconciliação. Durante as festividades cristãs da Páscoa, os afilhados costumam levar, no Domingo de Ramos, um ramo de violetas à madrinha de batismo e esta, no Domingo de Páscoa, oferece-lhe em retribuição um folar.

in: https://www.infopedia.pt/apoio/artigos/$lenda-do-folar-da-pascoa

 

 

 

Até breve!!!!!

 

 

            

 

 

 

 

Mário Silva 📷
10
Abr20

Águas Frias (Chaves) - ... Sexta feira Santa ... 2020


Mário Silva Mário Silva

 

Sexta-feira Santa

Este ano tudo está diferente ...

Tempo que proporciona mais recolhimento, mais reflexão, mais importância à Familia, mais importância a quem sofre, mais valor pela saúde, mais reconhecimento por Aquilo que não vemos

mas que acreditamos  ...

 

 

 

Mário Silva 📷

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