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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

25
Fev24

Nicho de S. Pedro - Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

Nicho de S. Pedro

Águas Frias - Chaves - Portugal

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O nicho apresentado é em honra de São Pedro, o orago da aldeia de Águas Frias, em Chaves, Portugal.

A estrutura é baseada em uma réplica da torre e muralha do castelo de Monforte de Rio Livre.

O nicho é uma pequena estrutura de pedra com uma abertura em arco.

Dentro do nicho há uma estátua de São Pedro, o santo padroeiro da aldeia. A estátua é feita de gesso e está pintada de azul e vermelho. São Pedro está segurando uma chave numa mão e um livro na outra.

A base do nicho é uma réplica da torre e muralha do castelo de Monforte de Rio Livre. O castelo é uma fortificação medieval que fica perto da aldeia de Águas Frias. A torre e a muralha do castelo são feitas de granito da região e têm uma cor acinzentada.

O nicho está localizado na entrada principal da aldeia de Águas Frias.

O nicho é um marco importante da aldeia e é um local popular para os moradores se reunirem.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
21
Fev24

O regato – Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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O regato

Águas Frias (Chaves) - Portugal

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O regato, antes (quase) seco, agora depois das chuvas corre volumoso e vigorante pelo estreito leito das terras de cultivo. As águas, que antes corriam escassas e lamacentas, agora são claras e cristalinas. O regato borbulha e rebenta em pequenas cascatas, formando espuma branca e brilhante.

O leito do regato, antes coberto de rochas e vegetação seca, agora está verdejante e florido. As margens do regato estão repletas de plantas, que se alimentam da água fresca e abundante.

Os pássaros cantam alegremente nas árvores que se encontram ao longo do regato. As borboletas e libélulas voam ao seu redor, encantadas com a beleza da natureza.

O regato, antes (quase) seco, agora é um símbolo de vida e esperança. É um lembrete de que, mesmo nos momentos mais difíceis, sempre há esperança de renovação.

O regato serpenteia entre os campos, recentemente semeados, de centeio, que estão agora a rebentar do solo. As vacas pastam nas margens do regato, bebendo da água fresca e descansando à sombra das árvores.

Na floresta, o regato é um refúgio para os animais selvagens. As cabras bravas bebem da água e os javalis vêm ao regato para se refrescar.

No campo, o regato é um espetáculo de cores e aromas. As novas plantas abrem-se para receber a luz do sol e a água fresca do regato.

O regato é um lugar de beleza e paz. É um lugar onde a natureza pode florescer e onde a vida pode prosperar.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
19
Fev24

"Acontecimento insólito no largo da igreja"  - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

"Acontecimento insólito no largo da igreja" 

Águas Frias (Chaves) - Portugal

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Na manhã do dia 11 de fevereiro de 2024, na aldeia transmontana de Águas Frias, no concelho de Chaves, Portugal, ocorreu um acontecimento insólito. À saída da missa, no largo da igreja, um grupo de pessoas foi surpreendido por uma aparição estranha.

A aparição era de uma figura humana, de cerca de dois metros de altura, vestida com uma túnica branca. A figura tinha o rosto coberto por um véu, e as mãos estavam levantadas, como se estivesse a rezar.

As pessoas que viram a aparição ficaram assustadas e começaram a gritar. Algumas pessoas tentaram tocar na figura, mas ela desapareceu rapidamente.

O acontecimento causou grande agitação na aldeia. Algumas pessoas acreditam que a aparição foi um milagre, enquanto outras acreditam que foi apenas uma ilusão.

As autoridades locais estão a investigar o caso, mas ainda não há informações oficiais sobre o que aconteceu.

Possíveis explicações para o acontecimento:

Existem várias possíveis explicações para o acontecimento insólito que ocorreu em Águas Frias. Uma possibilidade é que a aparição tenha sido uma ilusão causada por uma miragem. Miragens são fenómenos óticos que podem ocorrer em condições climáticas específicas.

Outra possibilidade é que a aparição tenha sido uma brincadeira de alguém. No entanto, é improvável que um grupo de pessoas tenha conseguido enganar tantas outras.

Também é possível que a aparição tenha sido uma manifestação sobrenatural. No entanto, sem mais informações, é impossível dizer com certeza o que aconteceu.

O que você acha que aconteceu?

O que você acha que aconteceu em Águas Frias?

 Você acredita que a aparição foi um milagre, uma ilusão ou uma brincadeira?

Deixe a sua opinião nos comentários.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
17
Fev24

Placa toponímica de Águas Frias e coexistência com a placa de trânsito de alerta para a circulação de idosos


Mário Silva Mário Silva

Placa toponímica de Águas Frias e coexistência com a placa de trânsito de alerta para a circulação de idosos

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A justaposição da placa da toponímia da aldeia de Águas Frias com o sinal de trânsito que alerta para o cuidado com os idosos é uma imagem poderosa que encapsula a realidade complexa do envelhecimento da população em Portugal, particularmente em áreas rurais como Trás-os-Montes.

Simbolicamente, a imagem evoca:

A coexistência de gerações: A placa da toponímia representa a história e a identidade da aldeia, enquanto o sinal de trânsito simboliza a necessidade de cuidar dos seus membros mais velhos, a geração que construiu e deu vida à comunidade.

A mudança demográfica: A presença do sinal de trânsito indica que a população de Águas Frias está envelhecendo, um problema que afeta muitas aldeias portuguesas. A sinalização serve como um lembrete da necessidade de adaptar a comunidade às necessidades dos seus residentes mais velhos.

A responsabilidade social: O sinal apela à comunidade para cuidar dos seus idosos, reconhecendo a sua importância e vulnerabilidade. É um símbolo da importância da coesão social e da intergeracionalidade.

Em termos práticos, a imagem:

Alerta os motoristas para a presença de idosos na via pública: Essa medida visa aumentar a segurança e reduzir o risco de acidentes.

Sensibiliza a comunidade para a questão do envelhecimento da população: A sinalização serve como um lembrete constante da necessidade de atenção e apoio aos idosos.

Promove a reflexão sobre o futuro das áreas rurais: A imagem levanta questões sobre como as comunidades rurais podem se adaptar às mudanças demográficas e garantir o bem-estar dos seus residentes mais velhos.

Em resumo, a imagem da placa da toponímia e do sinal de trânsito em Águas Frias é um símbolo poderoso que nos convida a refletir sobre o envelhecimento da população, a importância da coesão social e a necessidade de construir comunidades mais inclusivas e intergeracionais.

Algumas reflexões adicionais:

O envelhecimento da população é um desafio que exige soluções inovadoras e adaptadas às realidades específicas de cada comunidade.

É fundamental promover políticas públicas que apoiem os idosos e lhes permitam viver com dignidade e autonomia.

A comunidade tem um papel importante a desempenhar no cuidado dos seus idosos, através da criação de redes de apoio e da promoção da intergeracionalidade.

Ao reconhecermos e enfrentarmos os desafios do envelhecimento da população, podemos construir comunidades mais resilientes e prósperas para as gerações presentes e futuras.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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17
Fev24

"A velha janela" - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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"A velha janela"

Águas Frias (Chaves) - Portugal

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No centro da aldeia, numa rua tranquila, havia uma velha casa. A casa era antiga, de paredes brancas e janelas de madeira. Uma das janelas, em especial, chamava a atenção de todos que passavam por ali.

Era uma janela velha, de madeira escura e vidros partidos. A madeira estava rachada e desgastada, e os vidros estavam quebrados, deixando buracos por onde o vento e a chuva podiam entrar.

A janela estava sempre entreaberta, como se convidasse as pessoas a entrar. E, de fato, muitas pessoas paravam para olhar para dentro.

Dentro da casa, havia uma velha senhora. Ela era uma mulher pequena e frágil, com cabelos brancos e olhos azuis. Ela passava os dias sentada numa cadeira, olhando pela janela.

A velha senhora era solitária. Ela não tinha filhos nem netos, e seu marido havia morrido há muitos anos. Ela passava os dias sozinha, relembrando o passado.

Um dia, uma menina chamada Maria passou pela rua e viu a velha senhora. Maria era uma menina curiosa, e ela decidiu parar para conversar com a velha senhora.

Maria entrou na casa e sentou-se ao lado da velha senhora. Elas conversaram durante horas, e Maria ficou sabendo da vida da velha senhora.

A velha senhora contou a Maria sobre sua infância, seus sonhos e seus amores. Ela contou também sobre a aldeia, que havia mudado muito desde que ela era jovem.

Maria e a velha senhora tornaram-se amigas. Elas encontravam-se todos os dias, e conversavam durante horas.

A velha senhora estava feliz por ter encontrado uma amiga. Ela sentia-se menos sozinha, e tinha alguém para conversar sobre as suas memórias.

Maria também estava feliz por ter encontrado uma amiga. Ela gostava de ouvir as histórias da velha senhora, e aprendeu muito sobre a aldeia e sobre a vida.

A velha janela continuou a ficar entreaberta, como se convidasse as pessoas a entrar. E, graças a Maria, a velha senhora não estava mais sozinha.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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15
Fev24

Uma casa desabitada na aldeia … Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

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Uma casa desabitada na aldeia …

Águas Frias - Chaves - Portugal

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A casa, situada numa aldeia transmontana, apresenta um estado de abandono avançado. As paredes caiadas de branco estão descascadas e sujas, com manchas de humidade e rachaduras. O telhado está danificado, com telhas partidas e ausentes, o que permite a entrada de água e vegetação. As janelas estão empoeiradas e partidas, e a porta da frente está desbotada e enferrujada. A varanda está deteriorada, com tábuas podres e rachadas.

O estado de abandono da casa parece ter vindo a piorar. As paredes estão mais descascadas, o telhado está mais danificado, e a vegetação está mais crescida. Isso sugere que a casa está desabitada há algum tempo e que não tem sido cuidada.

As causas do abandono da casa podem ser variadas. É possível que os seus donos tenham falecido ou emigrado, deixando a casa vazia. Também é possível que a casa esteja em mau estado de conservação e que seja demasiado cara para ser reparada.

O abandono da casa é um problema que afeta muitas aldeias transmontanas.

Estas casas representam um património cultural importante, e o seu abandono contribui para a degradação da imagem das aldeias.

É importante encontrar soluções para este problema, como a recuperação das casas abandonadas para habitação ou turismo.

No caso desta casa, a sua recuperação seria um projeto desafiante, mas gratificante.

A casa tem um grande potencial para se tornar numa bela habitação rural, com vistas deslumbrantes sobre a serra.

A sua recuperação ajudaria a preservar o património cultural da região e a revitalizar a aldeia.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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14
Fev24

A velha janela - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

A velha janela

Águas Frias (Chaves) - Portugal

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No centro da aldeia, numa rua tranquila, havia uma velha casa. A casa era antiga, de paredes brancas e janelas de madeira. Uma das janelas, em especial, chamava a atenção de todos que passavam por ali.

Era uma janela velha, de madeira escura e vidros partidos. A madeira estava rachada e desgastada, e os vidros estavam quebrados, deixando buracos por onde o vento e a chuva podiam entrar.

A janela estava sempre entreaberta, como se convidasse as pessoas a entrar. E, de fato, muitas pessoas paravam para olhar para dentro.

Dentro da casa, havia uma velha senhora. Ela era uma mulher pequena e frágil, com cabelos brancos e olhos azuis. Ela passava os dias sentada numa cadeira, olhando pela janela.

A velha senhora era solitária. Ela não tinha filhos nem netos, e seu marido havia morrido há muitos anos. Ela passava os dias sozinha, relembrando o passado.

Um dia, uma menina chamada Maria passou pela rua e viu a velha senhora. Maria era uma menina curiosa, e ela decidiu parar para conversar com a velha senhora.

Maria entrou na casa e sentou-se ao lado da velha senhora. Elas conversaram durante horas, e Maria ficou sabendo da vida da velha senhora.

A velha senhora contou a Maria sobre sua infância, seus sonhos e seus amores. Ela contou também sobre a aldeia, que havia mudado muito desde que ela era jovem.

Maria e a velha senhora tornaram-se amigas. Elas encontravam-se todos os dias, e conversavam durante horas.

A velha senhora estava feliz por ter encontrado uma amiga. Ela sentia-se menos sozinha, e tinha alguém para conversar sobre as suas memórias.

Maria também estava feliz por ter encontrado uma amiga. Ela gostava de ouvir as histórias da velha senhora, e aprendeu muito sobre a aldeia e sobre a vida.

A velha janela continuou a ficar entreaberta, como se convidasse as pessoas a entrar. E, graças a Maria, a velha senhora não estava mais sozinha.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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13
Fev24

O Carnaval na aldeia - Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

O Carnaval na aldeia

Águas Frias (Chaves) - Portugal

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O Carnaval na aldeia de Águas Frias era uma tradição muito antiga, que remontava aos tempos da monarquia. Era uma época de festa e alegria, em que as pessoas se vestiam de máscaras e fantasias e saíam à rua para brincar e dançar.

Em 2010, o Carnaval de Águas Frias ganhou uma grande cobertura mediática, com a reportagem da TV Águas Frias. A reportagem mostrou as ruas da aldeia cheias de pessoas mascaradas, que dançavam e cantavam ao som de música tradicional portuguesa.

No entanto, desde 2010, o Carnaval de Águas Frias nunca mais foi o mesmo. A tradição foi perdendo força, e cada vez menos pessoas se juntavam para celebrar o Carnaval, até desaparecer.

Há várias razões que podem explicar este declínio. Uma delas é a mudança na demografia da aldeia. Águas Frias tem vindo a perder população, e com isso, também perdeu a sua vitalidade cultural.

Também é possível que o declínio do Carnaval de Águas Frias seja simplesmente uma consequência da evolução dos tempos. O Carnaval é uma tradição que está a desaparecer em muitas partes do mundo, à medida que as sociedades se tornam cada vez mais seculares.

Independentemente das razões, o facto é que o Carnaval de Águas Frias é uma tradição que desapareceu. É uma pena, porque era uma festa que trazia alegria e diversão à aldeia.

Aqui estão algumas possíveis explicações para o facto de você não ter visto um único mascarado na aldeia desde 2010:

A tradição do Carnaval está a perder força na aldeia.

As pessoas estão mais ocupadas e não têm tempo para participar no Carnaval.

O Carnaval é visto como uma tradição ultrapassada.

É possível que o Carnaval volte a ser celebrado na aldeia no futuro. No entanto, para isso, é necessário que haja uma vontade coletiva de reviver a tradição.

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Texto & FotoPintura: ©MárioSilva

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12
Fev24

O caminho rural - Águas Frias – Chaves - Portugal


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O caminho rural

Águas Frias – Chaves - Portugal

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O caminho rural serpenteia suavemente através da paisagem, como uma fita de terra que se desenrola entre os campos verdejantes e as florestas exuberantes.

É estreito o suficiente para permitir que apenas uma pessoa passe de cada vez, restringindo o tráfego a um ritmo tranquilo e contemplativo. As árvores de carvalho erguem-se majestosas dos dois lados, seus galhos entrelaçados formando um dossel natural que oscila suavemente com a brisa.

O chão está atapetado de folhas secas, que rangem sob os pés a cada passo, criando uma sinfonia de sons outonais.

Enquanto se avança pelo caminho, o aroma terroso das folhas mistura-se com o perfume do musgo e das flores silvestres, criando uma fragrância fresca e reconfortante.

O sol derrama os seus raios dourados através das folhas, criando padrões de luz e sombra que dançam ao longo do caminho.

À medida que o caminho se curva e serpenteia, revela gradualmente novos panoramas: uma clareira banhada pelo sol, um regato murmurante que serpenteia através do bosque, ou talvez um pequeno pomar onde maçãs maduras pendem dos galhos.

Este é um lugar onde o tempo parece desacelerar, onde se pode sentir verdadeiramente a conexão com a natureza e desfrutar da beleza simples e intocada do mundo ao nosso redor.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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10
Fev24

A árvore despida e só - Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

A árvore despida e só

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No meio do campo,

Sozinha e despida,

Uma árvore se ergue,

Firme e resistente.

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O vento sopra forte,

As folhas caem ao chão,

Mas a árvore permanece,

Inabalável, serena.

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As aves não pousam nos seus galhos,

Os animais não se abrigam na sua sombra,

Mas a árvore não se importa,

Ela está acostumada à solidão.

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Ela sabe que a vida é assim,

Momentos de alegria e tristeza,

Momentos de beleza e dor,

Momentos de companhia e solidão.

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Mas a árvore não desiste,

Ela continua a crescer,

Ainda que esteja despida,

Ela ainda é uma árvore.

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Este poema é uma metáfora para a vida humana. A árvore representa o indivíduo, que enfrenta desafios e dificuldades ao longo da vida. O vento representa as adversidades da vida, como a perda, a doença e a dor. As folhas que caem representam as oportunidades perdidas e as esperanças desfeitas.

A árvore, apesar de estar despida e sozinha, representa a força e a resistência do espírito humano. Ela não desiste, mesmo quando enfrenta adversidades. Ela continua a crescer, mesmo que seja lentamente.

O poema ensina-nos que a vida é cheia de desafios, mas também de oportunidades.

É importante ter força e resistência para enfrentar as adversidades.

Não devemos desistir, mesmo quando estamos sozinhos.

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Poma & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
08
Fev24

Queda aparatosa nas escadas estreitas, numa rua coberta de neve, na aldeia transmontana - Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

Queda aparatosa nas escadas estreitas,

numa rua coberta de neve, na aldeia transmontana

Águas Frias - Chaves - Portugal

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Numa fria manhã de inverno na aldeia transmontana de Águas Frias, Chaves, Portugal, uma densa camada de neve cobria as ruas estreitas e sinuosas. Era uma cena típica naquela região montanhosa, onde o branco predominante contrastava com os telhados das casas antigas e as montanhas ao redor.

Maria, uma moradora local, estava atrasada para o seu trabalho na padaria da “vila”. Após se despedir da família, apressadamente desceu as escadas estreitas e íngremes da sua casa de pedra. O seu objetivo era atravessar a rua e alcançar o carro que estava estacionado no largo. No entanto, o destino tinha outros planos para ela naquela manhã gélida.

Enquanto descia as escadas escorregadias, Maria sentiu o gelo sob os seus pés e tentou manter o equilíbrio. Ela agarrou-se às pedras da casa ao lado, com firmeza, mas uma rajada de vento forte apanhou-a de surpresa, fazendo-a perder o equilíbrio. Com um grito abafado, ela se viu deslizando descontroladamente pelos degraus cobertos de neve.

Os vizinhos que estavam nas proximidades ouviram o barulho e correram para ajudar. No entanto, Maria já estava no meio do seu trajeto de queda, incapaz de se segurar ou deter a sua descida. Sua bolsa voou para um lado, seu cachecol soltou-se, e os seus sapatos escorregaram, deixando-a num desamparo total.

Com um estrondo, Maria chegou ao final das escadas, onde uma pilha de neve macia a aguardava. Para sua sorte, a neve amortizou a sua queda, evitando qualquer ferimento grave. Ela viu-se deitada de bruços na neve fofa, um pouco atordoada, mas grata por não ter se machucado seriamente.

Os vizinhos correram para ajudá-la a levantar-se, oferecendo palavras de conforto e verificando se ela estava bem. Com um sorriso corajoso, Maria levantou-se, sacudiu a neve dos seus cabelos e agradeceu a todos pela ajuda.

Apesar do susto, Maria decidiu não desistir. Com determinação, ela seguiu em frente, enfrentando os desafios do inverno transmontano com coragem e resiliência, sabendo que cada obstáculo era apenas mais uma história para contar na sua vida na aldeia de Águas Frias.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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06
Fev24

Os cogumelos no "Mundo Fungi"


Mário Silva Mário Silva

Os cogumelos no "Mundo Fungi"

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Os cogumelos desempenham um papel vital no reino Fungi, um reino diversificado de organismos eucarióticos que inclui desde fungos unicelulares microscópicos até formas multicelulares como cogumelos e bolores. Os cogumelos são conhecidos principalmente pela sua capacidade de crescer em ambientes diversos e pela sua importância na decomposição de matéria orgânica, reciclagem de nutrientes e simbiose com plantas.

Alguns pontos-chave sobre os cogumelos no mundo Fungi:

Diversidade: Existem milhares de espécies de cogumelos, cada uma com características únicas em termos de forma, cor, tamanho e habitat. Alguns são comestíveis e valorizados na culinária, enquanto outros são venenosos ou têm propriedades medicinais.

Nutrição: Os cogumelos são heterótrofos, o que significa que obtêm os seus nutrientes absorvendo substâncias orgânicas no seu redor. Eles desempenham um papel essencial na decomposição de matéria orgânica morta, ajudando a reciclar nutrientes no ambiente.

Estrutura: Os cogumelos consistem em várias partes, incluindo o píleo (parte superior), o estipe (caule), as lamelas (estruturas em forma de lâmina sob o píleo) e, em alguns casos, um anel e uma volva (estruturas ao redor do estipe).

Ciclo de vida: O ciclo de vida dos cogumelos envolve a reprodução assexuada através de esporos e, em alguns casos, a reprodução sexual envolvendo a fusão de células especializadas chamadas de hifas.

Ecologia: Os cogumelos desempenham um papel fundamental nos ecossistemas, principalmente na decomposição de matéria orgânica. Além disso, muitas espécies estabelecem simbioses mutualísticas com plantas, ajudando na absorção de nutrientes do solo.

Importância econômica e cultural: Além de seu papel ecológico, os cogumelos têm importância económica significativa como alimento e na indústria farmacêutica. Eles também têm importância cultural em muitas sociedades à volta do mundo, sendo utilizados em práticas culinárias tradicionais e rituais.

Toxicidade e medicina: Enquanto alguns cogumelos são comestíveis e nutritivos, outros são altamente tóxicos e podem causar envenenamento grave e até mesmo a morte. Além disso, alguns cogumelos têm sido estudados pelas suas propriedades medicinais potenciais, incluindo possíveis benefícios para a saúde mental e imunológica.

Os cogumelos são uma parte fascinante e diversificada do reino Fungi, desempenhando papéis importantes em ecossistemas naturais e na cultura humana.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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04
Fev24

"O majestoso galo que quer ser equilibrista" - Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

 

"O majestoso galo que quer ser equilibrista"

Águas Frias - Chaves - Portugal

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No meio do galinheiro, um belo galo vermelho-fogo se destacava. Ele era o mais alto e musculoso de todos, com uma crista grande e imponente. Mas o que o diferenciava dos outros galos era o seu sonho: ele queria ser um equilibrista.

Todos os dias, o galo levantava-se cedo e ia para um canto do galinheiro para treinar. Ele começava colocando uma pata no topo de uma caixa de madeira. Depois, passava para duas caixas, depois para três. À medida que seu equilíbrio melhorava, ele começava a adicionar outros desafios, como manter a cabeça erguida ou fechar os olhos.

O galo era muito dedicado ao seu treino. Ele não se importava se os outros galos o ridicularizavam ou se achavam que ele era estranho. Ele estava determinado a alcançar o seu sonho.

Um dia, o galo estava a treinar quando um grupo de crianças chegou ao galinheiro. As crianças ficaram maravilhadas com o galo equilibrista. Elas aplaudiram e gritaram de incentivo.

O galo ficou feliz com a atenção das crianças. Ele continuou a treinar, e sua habilidade só melhorou.

Um dia, o galo foi convidado a se apresentar num circo. Ele estava muito nervoso, mas também muito animado. Ele sabia que era a sua hipótese de mostrar ao mundo o que era capaz.

A apresentação do galo foi um sucesso. Ele equilibrava-se numa corda, numa bola e até mesmo num pé de uma cadeira. O público ficou encantado com sua habilidade e o seu ar majestoso.

O galo equilibrista tornou-se uma celebridade. Ele viajou por todo o mundo, apresentando o seu talento para multidões entusiasmadas. Ele era um exemplo de que, com determinação e dedicação, qualquer sonho é possível.

Ele tinha um corpo musculoso, com penas vermelhas-fogo brilhantes.

A sua crista era grande e imponente, e suas penas da cauda eram longas, brancas como neve e exuberantes.

Os seus olhos eram castanhos escuros e brilhantes, e o seu olhar era determinado e confiante.

O galo era um exemplo de beleza, força e determinação.

Ele era um verdadeiro inspiração para todos que o conheciam.

Mas (in)felizmente acabou num saboroso arroz de cabidela.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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29
Jan24

"Neva ..." - Águas Frias – Chaves – Portugal (10/01/2010 – 13h:20min)


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Neva ...

Águas Frias – Chaves – Portugal (10/01/2010 – 13h:20min)

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As ruas da aldeia de montanha ficaram cobertas de neve como um lençol branco.

Os telhados das casas rústicas transformaram-se em encantadoras colchas de lã virgem.

As árvores ficaram cobertas de uma espessa camada de neve, que brilhava ao tímido sol.

Os passaritos cantaram alegremente, celebrando a o inverno.

No interior de uma das casas, uma família reunida à lareira.

As crianças brincavam com bonecos de neve na varanda.

Os pais conversavam animadamente, saboreando uma xícara de cevada quente.

A atmosfera era aconchegante e festiva.

Fora de casa, o mundo parecia um lugar mágico.

A neve criava uma beleza serena e silenciosa.

Era um momento perfeito para relaxar e apreciar a natureza.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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27
Jan24

"Explorando as delícias gastronómicas de Trás-os-Montes: Desvendando os segredos do famoso fumeiro" - Águas Frias - Chaves - Portugal


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Explorando as delícias gastronómicas de Trás-os-Montes: Desvendando os segredos do famoso fumeiro

Águas Frias - Chaves - Portugal

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Introdução à culinária de Trás-os-Montes

A região de Trás-os-Montes, no norte de Portugal, é conhecida pela sua rica tradição culinária. Com paisagens deslumbrantes e uma história cultural única, a gastronomia dessa região é uma verdadeira joia que merece ser explorada. Entre os tesouros culinários de Trás-os-Montes, destaca-se o famoso fumeiro, uma tradição de defumação que confere aos alimentos sabores únicos e irresistíveis.

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O fumeiro: um famoso defumador em Trás-os-Montes

Quando falamos em fumeiro, estamos nos referindo a um local onde a defumação de alimentos é feita de maneira tradicional. Em Trás-os-Montes, há um famoso fumeiro que é conhecido por sua excelência na produção de carnes defumadas. Esse fumeiro é um verdadeiro tesouro gastronómico da região e atrai pessoas de todo o país e até mesmo do exterior em busca de seus produtos saborosos.

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História e tradição da defumação

A técnica de defumação de alimentos tem raízes antigas e remonta aos tempos em que a conservação dos alimentos era uma necessidade para garantir a sobrevivência. Em Trás-os-Montes, essa tradição foi passada de geração em geração, preservando os métodos e segredos da defumação. O fumeiro de Trás-os-Montes é mais do que apenas um local de produção de alimentos defumados, é um verdadeiro guardião da história e tradição da região.

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Os sabores únicos das carnes defumadas de Trás-os-Montes

Uma das características mais marcantes das carnes defumadas de Trás-os-Montes é o seu sabor único. A combinação de temperos tradicionais, como alho, louro e pimentão, juntamente com o processo de defumação lenta, resulta em carnes com um sabor intenso e inigualável. Cada mordida é uma explosão de sabores que nos transporta para a essência da culinária tradicional de Trás-os-Montes.

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Explorando os diferentes tipos de produtos defumados

O fumeiro de Trás-os-Montes oferece uma ampla variedade de produtos defumados para os amantes da carne. Além do famoso presunto defumado, você encontrará alheiras, linguiças, sangueiras, bucheiras, chouriços, salpicões e muito mais. Cada um desses produtos tem suas próprias características e sabores distintos. Experimentar os diferentes tipos de produtos defumados é uma experiência sensorial única que revela a diversidade da culinária de Trás-os-Montes.

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Métodos de cozinhar tradicionais em Trás-os-Montes

Além da defumação, a culinária de Trás-os-Montes é conhecida pelos seus métodos de cozimento tradicionais. O cozido à portuguesa, por exemplo, é um prato típico da região que combina carnes defumadas com legumes frescos. A carne de porco à moda de Trás-os-Montes também é uma especialidade local, preparada com temperos regionais e cozida lentamente para garantir um sabor excecional.

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Experimente a gastronomia de Trás-os-Montes: pratos imperdíveis

Além das carnes defumadas, a culinária de Trás-os-Montes oferece uma variedade de pratos imperdíveis. A alheira, por exemplo, é um enchido tradicional feito com carne porco, de aves e pão. A posta mirandesa, um corte de carne bovina típico da região, também é uma opção deliciosa. Não deixe de experimentar o bacalhau à moda de Bragança, um prato que combina o famoso peixe com ingredientes locais.

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A influência da culinária de Trás-os-Montes na gastronomia portuguesa

A culinária de Trás-os-Montes tem uma influência significativa na gastronomia portuguesa como um todo. Os sabores intensos e autênticos dos pratos tradicionais de Trás-os-Montes espalharam-se por todo o país, influenciando a forma como os portugueses apreciam a comida. Além disso, a técnica de defumação é amplamente utilizada em diferentes regiões de Portugal, graças à tradição e conhecimento transmitidos pelos Transmontanos.

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Conclusão: Desvendando os segredos do famoso fumeiro

Explorar as delícias gastronómicas de Trás-os-Montes é uma experiência única e gratificante. O famoso fumeiro da região guarda os segredos da defumação tradicional, resultando em carnes defumadas de sabor inigualável. Além disso, a culinária de Trás-os-Montes oferece uma variedade de pratos imperdíveis que refletem a rica tradição e influência da região. Não deixe de desvendar os segredos do famoso fumeiro e experimentar a gastronomia autêntica de Trás-os-Montes na sua próxima visita a Portugal.

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NOTA: Descubra o sabor único da culinária de Trás-os-Montes numa visita ao famoso fumeiro da região. Experimente as carnes defumadas e os pratos tradicionais que encantam os paladares de todo o país e do Mundo.

Não perca a oportunidade de desvendar os segredos gastronómicos de Trás-os-Montes e se deliciar com sabores autênticos e irresistíveis.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
23
Jan24

A aldeia transmontana de Águas Frias (Chaves), Portugal, a "preto e branco"


Mário Silva Mário Silva

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A aldeia transmontana de Águas Frias

(Chaves), Portugal, a "preto e branco"

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Uma paisagem de tons fortes e contrastantes

A aldeia de Águas Frias, em Chaves, Portugal, é uma típica aldeia transmontana, com casas de pedra e telhados de telha. Em preto e branco, esta paisagem ganha ainda mais intensidade. Os tons de cinza escuro das pedras contrastam com o branco dos telhados, criando uma sensação de solidez e estabilidade. A torre sineira da igreja matriz, erguida no centro da aldeia, destaca-se como um elemento vertical que organiza a paisagem.

Uma sensação de paz e tranquilidade

A ausência de cores vibrantes confere à aldeia uma sensação de paz e tranquilidade. As linhas simples das casas e da igreja criam uma sensação de harmonia e equilíbrio. O silêncio é quebrado apenas pelo som do vento que sopra nos telhados e pelas campainhas da igreja.

Um lugar de memória e tradição

As casas de Águas Frias são testemunhas da história e da tradição da aldeia. Foram construídas com materiais locais e com técnicas tradicionais. A igreja matriz, que data do século XVII, é um símbolo da fé e da religiosidade dos habitantes da aldeia.

Uma visão poética da vida

A aldeia de Águas Frias, em preto e branco, é uma visão poética da vida. É um lugar onde o tempo parece ter parado, onde a beleza da simplicidade se revela. É um lugar onde a alma pode descansar e encontrar paz.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
19
Jan24

A floresta, quase mágica, que envolve a encosta - Águas Frias – Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

A floresta, quase mágica, que envolve a encosta

Águas Frias – Chaves - Portugal

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A noite cai sobre a aldeia de Águas Frias, Chaves, Portugal, e a floresta que a rodeia fica cada vez mais escura. Os tons azuis escuros da noite infiltram-se entre as árvores, criando uma atmosfera misteriosa e mágica. O ar está frio e húmido, e o único som é o murmúrio de um estreito riacho que atravessa a floresta.

O riacho é tão estreito que parece mais um canal. As águas são claras e límpidas, e refletem as estrelas do céu noturno. As margens do riacho são cobertas por vegetação densa, incluindo árvores altas, arbustos e flores silvestres.

A floresta é um lugar de beleza e mistério. As árvores são altas e esguias, e suas copas formam um teto verde que bloqueia a luz do sol. O chão da floresta é coberto por folhas caídas, que criam um tapete macio sob os pés.

Aqui e ali, a luz da lua atravessa as árvores, criando padrões de luz e sombra. Esses padrões parecem quase mágicos, como se fossem criados por uma força sobrenatural.

A floresta é um lugar de silêncio e paz. O único som é o murmúrio do riacho e o canto dos pássaros noturnos. É um lugar onde a mente pode relaxar e se concentrar no presente.

É fácil imaginar que a magia está presente nesta floresta. As árvores altas e esguias parecem guardas de um reino encantado. O riacho parece um portal para outro mundo. E a noite escura e misteriosa parece perfeita para um encontro com o sobrenatural.

Quem sabe o que se esconde nas profundezas desta floresta?

Talvez um dragão esteja dormindo numa caverna …!!!

Ou talvez uma fada esteja dançando numa clareira …!!!

Ou talvez um feiticeiro esteja preparando um feitiço mágico …!!!

Só uma coisa é certa: esta floresta é um lugar de maravilhas e possibilidades.

É um lugar onde a imaginação pode correr solta e onde os sonhos se podem tornar realidade.

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Texto & Pintura (AI): ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
15
Jan24

Uma placa de madeira, no meio da floresta - Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

 

Uma placa de madeira, no meio da floresta

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Uma placa de madeira no meio da floresta indicando o caminho para o castelo de Monforte de Rio Livre e das aldeias transmontanas das Avelelas e de Águas Frias seria uma visão fascinante. A placa seria provavelmente feita de madeira de carvalho ou castanho, e teria um design simples, mas elegante. O texto seria gravado em preto, e indicaria a direção de cada destino.

A placa seria colocada em um local bem visível, de modo que os caminhantes e ciclistas pudessem encontrá-la facilmente. Seria uma adição bem-vinda à paisagem, e ajudaria a promover o turismo na região.

Este texto é claro e conciso, e fornece aos caminhantes e ciclistas todas as informações necessárias. O tamanho da fonte é grande o suficiente para ser lido facilmente, e a cor preta contrasta com o fundo da madeira.

A placa seria uma ótima maneira de promover o castelo de Monforte de Rio Livre e as aldeias transmontanas das Avelelas e de Águas Frias. Ajudaria a atrair visitantes para a região e contribuiria para a economia local.

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Texto & Pintura (AI): ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
12
Jan24

Águas Frias no coração …


Mário Silva Mário Silva

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Águas Frias no coração …

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Aldeia transmontana de Águas Frias,

No coração guardo teu encanto.

De pedra e cal, de antigas vias,

Onde o tempo parece um manto.

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Tua silhueta ao longe se avista,

Na contraluz do entardecer.

Firme, robusta, nunca triste,

Com a serra a te proteger.

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Águas frias que correm ligeiras,

Pelas tuas veias de pedra e cal.

Guardas histórias de mil maneiras,

Na memória de quem te viu e te verá.

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As tuas gentes, firmes e leais,

Com sorrisos sinceros, olhares profundos.

Revelam nos gestos ancestrais,

O amor pelas tuas terras sem limites, sem mundos.

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Aldeia transmontana, de belezas sem fim,

No meu coração ocupas um lugar.

Águas Frias, és parte de mim,

Na tua luz aprendi a amar.

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Com a tua paisagem a desafiar o horizonte,

E o teu povo de coração valente.

Águas Frias, és fonte,

De saudade que corre na alma da gente.

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No coração guardo a tua imagem,

Com carinho, respeito e amor.

Aldeia transmontana, minha viagem,

És meu porto, meu farol, minha cor.

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Poema & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
10
Jan24

Nevada em Águas Frias (Chaves) – Portugal (acontecimento verídico, mas um pouco romanceado na sua proporção)


Mário Silva Mário Silva

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Nevada em Águas Frias (Chaves) – Portugal

(acontecimento verídico, mas um pouco romanceado na sua proporção)

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A grande nevada na aldeia transmontana de Águas Frias, em 31 de janeiro de 2015, foi um evento meteorológico histórico que causou graves transtornos na região. A neve começou a cair durante a madrugada e continuou durante todo o dia, acumulando-se até atingir uma altura de 2 metros em alguns pontos da aldeia.

A população de Águas Frias, que conta com cerca de 200 habitantes, ficou isolada do mundo exterior. As estradas ficaram intransitáveis e a eletricidade foi cortada e a água ficou congelada nos canos (tendo muitos rebentado).

Os habitantes da aldeia tiveram que se adaptar às condições adversas e improvisar meios de transporte e comunicação.

A neve também causou danos materiais na aldeia. Muitas casas ficaram danificadas pois o travejamento dos telhados (em madeira), não aguentaram com o peso da neve acumulada e cederam.

Os campos agrícolas também foram afetados, o que causou prejuízos avultados aos agricultores.

A grande nevada em Águas Frias foi um acontecimento marcante na história da aldeia.

O evento foi amplamente divulgado na imprensa nacional e internacional e chamou a atenção para a vulnerabilidade das populações rurais a eventos meteorológicos extremos.

Aqui estão alguns detalhes sobre o evento:

A neve começou a cair durante a madrugada do dia 31 de janeiro, às 3h da manhã.

A precipitação foi contínua durante todo o dia, com intensidade variável.

A neve acumulou-se até atingir uma altura de 2 metros em alguns pontos da aldeia.

A população de Águas Frias ficou isolada do mundo exterior.

As estradas ficaram intransitáveis e a eletricidade foi cortada e sem água corrente pois tinha congelado.

Os habitantes da aldeia tiveram que se adaptar às condições adversas e improvisar meios de transporte e comunicação.

A neve também causou danos materiais na aldeia.

Muitas casas ficaram danificadas com telhados rompidos.

Muitas árvores caíram com o peso da neve e as suas raízes não aguentaram com tamanho esforço.

Os campos agrícolas também foram afetados, o que causou prejuízos aos agricultores.

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O evento foi um alerta para a necessidade de medidas de prevenção contra eventos meteorológicos extremos, especialmente nas zonas rurais.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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