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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

16
Abr24

Uma paisagem rural – Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

Uma paisagem rural

Águas Frias (Chaves) - Portugal

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A fotografia mostra um campo verdejante cercado por árvores e rochas.

O campo está coberto de erva verde e exuberante, e as árvores são caducifólias, sem folhas.

As rochas são grandes e irregulares, e estão espalhadas pelo campo.

Ao fundo da imagem, há uma parede de pedra que delimita o campo.

A parede é feita de pedras irregulares e está coberta de musgo.

No canto inferior direito da imagem, há uma cerca de madeira que separa o campo de um terreno adjacente. A cerca é feita de estacas de madeira e está em bom estado.

A foto foi tirada no final da tarde, quando a luz do sol é mais suave.

As cores são suaves e naturais, e a composição é equilibrada e harmoniosa.

O campo verdejante e as árvores caducifólias sugerem a chegada da primavera.

A cerca de madeira denota que o campo é usado para a agricultura ou para a criação de gado.

A foto é esteticamente agradável e captura a beleza natural da região de Trás-os-Montes, em Portugal.

A imagem também pode ser interpretada como um símbolo da paz e da tranquilidade da vida rural.

Pode ser interpretada de outras maneiras, dependendo da perspetiva do observador.

Por exemplo, uma pessoa que vive numa cidade grande pode ver a imagem como um símbolo da natureza e da vida rural.

Uma pessoa que está passando por um momento difícil pode ver a imagem como um símbolo de paz e de esperança.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
15
Abr24

A antiga lenda da galinha preta da aldeia transmontana de Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

A antiga lenda da galinha preta da aldeia transmontana de Águas Frias (Chaves) - Portugal

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A aldeia de Águas Frias, no concelho de Chaves, em Trás-os-Montes, Portugal, é uma pequena aldeia com uma população envelhecida e em declínio.

A aldeia é conhecida pela sua beleza natural, mas também por uma antiga lenda que fala de uma galinha preta que assombra a região.

A lenda diz que a galinha preta é o fantasma de uma mulher que foi amaldiçoada por um bruxo.

A mulher era uma jovem bonita e vaidosa que vivia na aldeia.

Um dia, ela encontrou um bruxo na floresta do Barros e ele ofereceu-lhe a juventude eterna em troca de sua alma.

A mulher aceitou a oferta, mas logo se arrependeu.

Ela tornou-se uma galinha preta e foi condenada a vagar pela terra para sempre.

A galinha preta é vista como um símbolo da solidão e do isolamento dos habitantes da aldeia.

A lenda reflete o medo do desconhecido e do sobrenatural, que é comum em muitas comunidades rurais.

A fotografia mostra uma galinha preta em pé num campo com erva.

A galinha está cercada por árvores e flores, mas ela parece solitária e isolada.

A imagem captura a beleza natural da região, mas também a sensação de solidão e isolamento que é sentida pelos habitantes da aldeia.

A solidão é um problema crescente em muitas áreas rurais de Portugal.

A população de Águas Frias está envelhecendo e muitos jovens deixaram a aldeia para procurar melhores oportunidades nas cidades e estrangeiro.

Isso deixou muitos idosos isolados e solitários.

A lenda da galinha preta pode ser vista como uma metáfora para a solidão dos habitantes da aldeia.

A galinha preta é uma criatura solitária que é condenada a vagar pela terra para sempre.

Da mesma forma, os habitantes da aldeia são muitas vezes solitários e isolados do resto do mundo.

A lenda da galinha preta da aldeia de Águas Frias é uma história triste e comovente que fala da solidão e do isolamento dos seus habitantes.

A lenda é uma chamada de atenção para os desafios que enfrentam as comunidades rurais em Portugal.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
14
Abr24

"As mais importantes diferenças entre o Catolicismo e o Judaísmo. O que é o antissemitismo?" (Parte II)


Mário Silva Mário Silva

"As mais importantes diferenças entre

o Catolicismo e o Judaísmo.

O que é o antissemitismo?"

(Parte II)

A14 As mais importantes diferenças entre o Catolicismo e o Judaísmo (parte II)_ms

Adoração e rituais no Catolicismo e no Judaísmo

A adoração e os rituais no catolicismo e no judaísmo também têm diferenças distintas.

No catolicismo, a Missa é o principal ritual de adoração, onde os fiéis se reúnem para celebrar a Eucaristia.

A Missa inclui leituras da Bíblia, sermões do padre, orações e a comunhão, onde os fiéis recebem o corpo e o sangue de Cristo.

No judaísmo, a sinagoga é o lugar de adoração e estudo da Torá.

Os serviços religiosos são conduzidos por um rabino e incluem orações, leituras da Torá e sermões.

O Shabat, o dia sagrado de descanso, é observado todas as semanas, começando ao pôr do sol de sexta-feira e terminando ao pôr do sol de sábado.

Durante o Shabat, os judeus envolvem-se em orações, estudo da Torá e refeições especiais.

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O papel do clero no Catolicismo e no Judaísmo

No catolicismo, o clero desempenha um papel central na liderança espiritual e na administração dos sacramentos.

O papa é o líder máximo da Igreja Católica, considerado o sucessor de São Pedro.

Os bispos e padres são responsáveis pelas dioceses e paróquias, respetivamente.

As ordens religiosas, como os monges e as freiras, dedicam as suas vidas à oração, ao serviço e ao ensino.

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No judaísmo, os rabinos têm um papel semelhante ao dos padres, liderando as sinagogas e ensinando a Torá.

No entanto, o judaísmo não tem uma hierarquia centralizada como o catolicismo.

Cada comunidade judaica pode ter o seu próprio rabino e líderes locais.

Além disso, existem diferentes correntes dentro do judaísmo, como o judaísmo ortodoxo, reformista, conservador e reconstrucionista, cada uma com as suas próprias tradições e práticas.

 

Compreendendo o antissemitismo:

Definição e contexto histórico

O antissemitismo é um fenómeno de discriminação, preconceito ou ódio contra pessoas judias, com base nas suas crenças religiosas e identidade cultural.

Esse tipo de intolerância tem uma longa história e manifestou-se de várias formas ao longo dos séculos.

O antissemitismo tem as suas raízes em estereótipos negativos, teorias conspiratórias e sentimentos de inferioridade ou medo.

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Casos de antissemitismo ao longo da história

O antissemitismo tem sido uma força destrutiva em várias épocas da história.

Um dos exemplos mais marcantes é o Holocausto, durante a Segunda Guerra Mundial, quando milhões de judeus foram perseguidos, presos e assassinados em campos de concentração nazistas.

O Holocausto representa o ápice do antissemitismo, com consequências terríveis e duradouras.

Além do Holocausto, os judeus também enfrentaram perseguições e expulsões ao longo da história.

Durante a Idade Média, eles foram frequentemente acusados de envenenar poços, espalhar a peste negra e conspirar contra a sociedade.

Perseguições e massacres também ocorreram em diferentes épocas e lugares, como a Inquisição Espanhola, os pogroms na Rússia czarista e o genocídio arménio.

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Combatendo o antissemitismo e promovendo a tolerância religiosa

É essencial combater o antissemitismo e promover a tolerância religiosa em todas as suas formas. A educação desempenha um papel fundamental na desconstrução de estereótipos e na promoção do entendimento mútuo. É importante ensinar a história do antissemitismo e do Holocausto, para que as gerações futuras possam aprender com os erros do passado e trabalhar para um futuro mais justo e inclusivo.

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Além disso, é necessário promover o diálogo inter-religioso e a colaboração entre as comunidades católicas e judaicas. O respeito mútuo, a celebração das diferenças e o reconhecimento da dignidade de todas as pessoas são fundamentais para construir uma sociedade mais harmoniosa e justa.

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Conclusão

O catolicismo e o judaísmo são duas tradições religiosas ricas e distintas, cada uma com suas próprias crenças, práticas e histórias. É importante reconhecer e respeitar as diferenças entre essas duas fés, ao mesmo tempo em que se trabalha para promover a tolerância e o entendimento mútuo.

 

O antissemitismo é um problema persistente que afeta tanto católicos quanto judeus. É crucial combater essa forma de discriminação e promover uma sociedade mais justa e inclusiva. Ao aprender sobre o catolicismo, o judaísmo e o antissemitismo, podemos contribuir para a construção de um mundo onde todas as pessoas sejam tratadas com dignidade e respeito, independentemente de suas crenças religiosas ou origens culturais.

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Texto & Pintura (AI): ©MárioSilva

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13
Abr24

"As mais importantes diferenças entre o Catolicismo e o Judaísmo. O que é o antissemitismo?" (Parte I)


Mário Silva Mário Silva

"As mais importantes diferenças entre

o Catolicismo e o Judaísmo.

O que é o antissemitismo?"

(Parte I)

A13 As mais importantes diferenças entre o Catolicismo e o Judaísmo (parte I)_ms

O catolicismo e o judaísmo são duas tradições religiosas distintas que influenciaram sociedades e histórias ao longo dos séculos.

Embora ambos tenham ricas origens teológicas e culturais, diferem significativamente nas suas crenças e práticas.

Exploraremos as diferenças mais importantes entre o catolicismo e o judaísmo, lançando luz sobre os seus principais ensinamentos, rituais e interpretações das escrituras.

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Embora seja crucial apreciar a singularidade de cada fé, também é essencial abordar um problema persistente enfrentado por ambas: o antissemitismo.

O antissemitismo refere-se à discriminação, preconceito ou ódio contra pessoas judias baseado nas suas crenças religiosas e identidade cultural.

Ele teve efeitos devastadores ao longo da história, culminando no Holocausto durante a Segunda Guerra Mundial.

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Ao compreender as distinções entre o catolicismo e o judaísmo, juntamente com a história e o impacto do antissemitismo, podemos promover maior respeito, tolerância e entendimento mútuo entre essas duas comunidades.

Acompanhe esta exploração esclarecedora da fé e suas implicações.

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Introdução ao Catolicismo e ao Judaísmo

O catolicismo e o judaísmo são duas das religiões mais antigas e influentes do mundo.

Ambos têm raízes profundas na história e nas escrituras sagradas.

O catolicismo é uma religião cristã baseada nos ensinamentos de Jesus Cristo, enquanto o judaísmo é uma religião abraâmica que remonta aos tempos bíblicos.

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Principais crenças e práticas do Catolicismo

O catolicismo é uma religião baseada na fé em Jesus Cristo como filho de Deus e Salvador da humanidade.

Os católicos acreditam na Santíssima Trindade - o Pai, o Filho e o Espírito Santo - e na vida após a morte.

Eles seguem os ensinamentos da Bíblia e da tradição da Igreja, que inclui os sacramentos, como o batismo, a confirmação e a comunhão.

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A Missa, ou Eucaristia, é um elemento central do culto católico.

Durante a Missa, os fiéis participam da celebração da Última Ceia de Jesus, onde o pão e o vinho são consagrados para se tornarem o corpo e o sangue de Cristo.

Os católicos também têm devoção à Virgem Maria e aos santos, buscando sua intercessão e inspiração.

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Principais crenças e práticas do Judaísmo

O judaísmo é uma religião monoteísta que se concentra na adoração de um único Deus, Yahweh.

Os judeus consideram a Torá, o Pentateuco, como a escritura sagrada central, que contém os cinco primeiros livros da Bíblia hebraica.

Eles também valorizam as tradições orais e escritas, como o Talmude e a Midrash, que interpretam e expandem os ensinamentos da Torá.

A observância dos mandamentos, conhecidos como mitzvot, é um aspeto fundamental do judaísmo.

Isso inclui a guarda do sábado, a alimentação kosher e a circuncisão masculina.

O judaísmo também enfatiza a importância da oração, da justiça social e do estudo da Torá.

A sinagoga é o local de culto e reunião comunitária para os judeus.

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A história do Catolicismo e do Judaísmo

O catolicismo tem suas origens no ministério de Jesus Cristo, que é considerado o fundador da Igreja Católica.

Após a morte de Jesus, os seus seguidores espalharam-se e difundiram as suas crenças em todo o mundo, estabelecendo comunidades cristãs.

No século IV, o cristianismo tornou-se a religião oficial do Império Romano, e a Igreja Católica desempenhou um papel central na vida política e religiosa da Europa medieval.

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O judaísmo remonta aos tempos bíblicos, com a história de Abraão e sua descendência.

Os judeus foram escravizados no Egito, libertados por Moisés e receberam a Lei na montanha de Sinai.

Ao longo da história, eles enfrentaram perseguições, exílios e diásporas, mas mantiveram sua identidade e crenças.

A criação do Estado de Israel em 1948 foi um marco significativo para o renascimento do judaísmo como uma identidade nacional e religiosa.

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Diferenças nos textos religiosos e ensinamentos

Uma das principais diferenças entre o catolicismo e o judaísmo está nos textos religiosos e ensinamentos centrais.

O catolicismo baseia-se na Bíblia, que inclui o Antigo e o Novo Testamento.

O Antigo Testamento é compartilhado com o judaísmo e contém as escrituras sagradas dos judeus.

No entanto, para os católicos, o Novo Testamento, que narra a vida e os ensinamentos de Jesus Cristo, é de igual importância.

O judaísmo, por sua vez, considera a Torá como a palavra de Deus revelada a Moisés no Monte Sinai.

A Torá é composta pelos cinco livros de Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronómio.

Além da Torá, os judeus também valorizam o Talmude, que contém a interpretação e a aplicação dos ensinamentos da Torá.

(CONTINUA …)

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Texto & Pintura (AI): © MárioSilva

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Mário Silva 📷
12
Abr24

A bela aldeia trasmontana de Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

A bela aldeia trasmontana de

Águas Frias (Chaves) - Portugal

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Em Trás-os-Montes, terra agreste e bela,

Onde a natureza reina soberana,

Encanta-nos a aldeia de Águas Frias,

Com a sua beleza simples e serena.

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Casas de pedra, telhados vermelhos,

Ruas estreitas, onde o tempo parece parar,

E o povo acolhedor, de sorriso franco,

Que nos faz sentir em casa ao chegar.

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A igreja branca, no centro da aldeia,

É um símbolo de fé e tradição,

E a fonte a correr, com água cristalina,

É um convite à paz e contemplação.

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Ao redor da aldeia, campos verdejantes,

Onde a agricultura ainda é rei,

E os castanheiros centenários, imponentes,

Contam histórias de outros tempos que já não sei.

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Em Águas Frias, o tempo passa devagar,

E a vida segue o ritmo da natureza,

Aqui respira-se paz e tranquilidade,

E a alma encontra a sua verdadeira beleza.

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Poema & Fotografia: ©MárioSilva

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11
Abr24

O muro de pedra solta e a hera que por ele trepava


Mário Silva Mário Silva

O muro de pedra solta e a hera que por ele trepava

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O muro de pedra solta,

Sem argamassa unida,

Era a imagem da desolação,

Da tristeza abatida.

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A hera, trepadeira vivaz,

Com seus ramos rastejantes,

Cobria as pedras com um manto verde,

Escondendo as falhas constantes.

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A hera subia, subia sempre,

Em busca da luz do sol,

Enquanto o muro, frio e silente,

Suportando o seu peso, era o seu farol.

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Uma simbiose estranha e bela,

Unindo o forte e o frágil,

A vida e a morte, a esperança e a dor,

Num abraço vegetal.

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O muro, sem a hera, seria apenas ruínas,

Um amontoado de pedras sem vida.

A hera, sem o muro, rastejaria no chão,

Sem destino e sem guarida.

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Juntos, formavam uma imagem única,

De força e de beleza,

De união e de superação,

De eterna proeza.

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O muro de pedra solta e a hera que por ele trepava,

Uma história de simbiose e amor,

Que nos ensina que a união faz a força,

E que a beleza pode nascer da dor.

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Poema & Fotografia: ©MárioSilva

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10
Abr24

A Lenda do Fantasma do Castelo de Monforte de Rio Livre – Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

A Lenda do Fantasma do Castelo de Monforte de Rio Livre

Águas Frias (Chaves) - Portugal

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O Castelo de Monforte de Rio Livre, situado na freguesia de Águas Frias, em Chaves, Portugal, é uma imponente fortificação medieval que guarda muitos segredos e histórias.

Uma das mais intrigantes é a lenda do fantasma que assombra os seus muros há séculos.

Diz a lenda que o fantasma é o espírito de D. Maria de Noronha, uma jovem condessa que viveu no castelo no século XIV.

Era conhecida pelar sua beleza e gentileza, mas também pelo seu temperamento forte e rebelde.

Um dia, D. Maria apaixonou-se por um cavaleiro de origem humilde, contrariando a vontade de seu pai, o Alcaide de Monforte.

O alcaide, furioso com a desobediência da filha, trancou-a na torre do castelo.

Desesperada e sem esperança, D. Maria suicidou-se, atirando-se da torre.

Diz-se que seu fantasma ainda vagueia pelo interior do castelo, vestindo um longo vestido branco e carregando uma vela.

O fantasma de D. Maria é frequentemente visto por visitantes e moradores da região.

Alguns relatam ter visto a figura branca caminhando pelo interior da torre de menagem, enquanto outros ouvem os seus lamentos e sussurros.

Diz-se que o fantasma de D. Maria busca redenção pelos seus pecados.

Ela aparece para aqueles que estão em perigo, alertando-os sobre eventos futuros e ajudando-os a encontrar o caminho certo.

A lenda do fantasma do Castelo de Monforte de Rio Livre é uma das mais populares da região. Ela contribui para a aura de mistério e encanto que rodeia o castelo, atraindo visitantes de todo o mundo.

A foto mostra uma pilha de pedras num campo com erva.

As pedras podem ser os restos de uma antiga torre ou muralha do castelo. A erva verdejante representa a vida que continua, mesmo após a morte.

A lenda do fantasma do Castelo de Monforte de Rio Livre é uma história rica em simbolismo e significado.

Ela lembra-nos que o passado nunca está completamente morto e que as nossas ações podem ter consequências duradouras.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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09
Abr24

A borboleta “Anthocharis cardamines” em Águas Frias (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

A borboleta “Anthocharis cardamines”

em Águas Frias (Chaves) - Portugal

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Era uma vez, numa aldeia transmontana chamada Águas Frias, havia uma borboleta "Anthocharis cardamines".

Ela era pequena e delicada, com asas brancas e pontas alaranjadas.

Vivia entre as flores campestres, dançando ao vento e polinizando as plantas.

Um dia, a borboleta pousou numa flor campestre “centáureas”, a sua flor favorita.

Ela estava absorta na sua beleza, quando de repente, um vento forte soprou-a para longe.

A borboleta voou e voou, até que se perdeu e não conseguiu encontrar o caminho de volta para Águas Frias.

Sozinha e assustada, a borboleta voou por dias e noites.

Ela pousava em flores e árvores, mas nada lhe parecia familiar.

Ela estava cansada e faminta, e começava a perder a esperança de voltar para casa.

Um dia, a borboleta pousou numa pedra e começou a chorar.

Ela estava triste e desanimada, e não sabia o que fazer.

De repente, uma voz suave lhe disse: "Não chores, borboleta. Eu posso te ajudar."

A borboleta olhou para cima e viu uma fada sentada numa flor ao lado dela.

A fada era linda, com asas brilhantes e cabelos longos e dourados.

"Eu sou a fada das flores" - disse a fada. – “E eu posso te levar de volta para Águas Frias."

A borboleta ficou muito feliz. Ela agradeceu a fada e subiu para as suas costas.

A fada voou alto no céu, e logo a borboleta podia ver a sua aldeia ao longe.

Quando chegaram em Águas Frias, a borboleta agradeceu à fada pela sua ajuda e voou para casa. Ela estava muito feliz por estar de volta, e nunca mais se esqueceu da sua aventura.

A partir daquele dia, a borboleta "Anthocharis cardamines" tornou-se um símbolo de esperança e resiliência para os habitantes de Águas Frias.

Ela ensinou a todos que, mesmo nos momentos mais difíceis, nunca se deve perder a esperança.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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08
Abr24

O José “Pevide” na barragem de Mairos (Chaves) - Portugal


Mário Silva Mário Silva

O José “Pevide”

na barragem de Mairos (Chaves) - Portugal

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Era uma vez um pescador amador chamado José “Pevide” que adorava passar seus dias de folga, nas margens da albufeira da barragem de Mairos.

Ele era um homem simples, com um grande sorriso e um coração ainda maior.

José “Pevide” era conhecido pela sua paixão pela pesca, especialmente de carpas e bogas.

Ele passava horas pacientemente esperando o peixe pegasse no isco, contando histórias e anedotas para quem as quisesse ouvir.

Um dia, José “Pevide” estava a pescar no seu lugar favorito na albufeira, quando sentiu uma fisgada forte na sua linha.

Ele puxou com toda a força, e logo um enorme peixe saltou da água.

Era a maior carpa que José “Pevide” já tinha visto!

Ele lutou com o peixe por longos minutos, até que finalmente conseguiu puxá-lo para terra firme.

José “Pevide” estava exultante!

Ele mal podia acreditar que tinha pescado uma carpa tão grande.

Ele tirou uma foto com o peixe, orgulhoso ds sua conquista.

No entanto, quando José “Pevide” se preparava para levar a carpa para casa, ele percebeu que algo estava estranho.

A carpa estava usando um chapéu de palha!

José “Pevide” não podia acreditar nos seus olhos. Ele nunca tinha visto nada parecido.

Curioso, José “Pevide” examinou o chapéu mais de perto.

Era um chapéu de palha simples, com uma fita vermelha ao redor da borda.

Dentro do chapéu, José “Pevide” encontrou um bilhete que dizia:

"Parabéns pela sua pesca! Esta carpa é muito especial. Ela é a campeã de natação da albufeira. Se você a devolver à água, ela lhe concederá um desejo."

José “Pevide” ficou surpreso e divertido com a mensagem.

Ele decidiu devolver a carpa à água, ansioso para ver qual o desejo que seria realizado.

No dia seguinte, José “Pevide” voltou ao mesmo lugar na albufeira.

Ele sentou-se na beira da água e esperou.

De imediato, a carpa campeã de natação emergiu da água, usando o chapéu de palha e com um sorriso na boca de peixe.

- Obrigado por me devolver à água - disse a carpa - Qual é o seu desejo?

 

José “Pevide” pensou por um momento.

Ele poderia desejar qualquer coisa: dinheiro, fama, um carro novo...

Mas, por fim, ele decidiu desejar algo simples e verdadeiro.

- Eu desejo que todos os dias sejam como este - disse José “Pevide” - Dias de paz, sol e boa companhia.

A carpa sorriu e disse:

- Seu desejo será concedido.

E assim foi. A partir daquele dia, José “Pevide” sempre teve dias de paz, sol e boa companhia.

 Ele continuou a pescar na albufeira da barragem de Mairos, sempre com um sorriso no rosto e um chapéu de palha na cabeça.

Às vezes, os melhores desejos são os mais simples.

A verdadeira felicidade está nas pequenas coisas da vida, como a paz, o sol e uma boa companhia.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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07
Abr24

Uma casa na aldeia de Águas Frias (Chaves) - Portugal e o padre Adalberto


Mário Silva Mário Silva

Uma casa na aldeia de Águas Frias (Chaves) - Portugal

e o padre Adalberto

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A fotografia mostra uma casa transmontana típica, com uma extensa varanda de madeira. A casa está situada numa pequena colina, com vista para a aldeia de Águas Frias (Chaves), em Portugal. A varanda é um elemento essencial da arquitetura transmontana, proporcionando um espaço para relaxar e desfrutar da vista. A casa foi a morada do antigo pároco da aldeia, o padre Adalberto, que era muito querido pela população.

A casa é feita de pedra e madeira, com um telhado de telha flaviense. A varanda é suportada por colunas de madeira e tem um guarda-corpo de madeira. A casa tem duas janelas na frente e uma porta de madeira. A casa está em razoável estado de conservação embora desocupada.

A aldeia de Águas Frias é uma pequena aldeia situada no norte de Portugal. A aldeia é cercada por montanhas e florestas. A população da aldeia é muito acolhedora e amigável. A aldeia é um ótimo lugar para relaxar e desfrutar da natureza.

O padre Adalberto foi o pároco da aldeia de Águas Frias durante muitos anos. Ele era muito querido pela população. Ele era um homem muito bondoso e generoso. Ele sempre ajudava os necessitados. Ele era um líder religioso muito importante na comunidade.

A fotografia é uma lembrança do padre Adalberto e da sua casa. É um símbolo da sua vida e do seu trabalho na comunidade. A fotografia é um importante documento histórico que preserva a memória do padre Adalberto e da aldeia de Águas Frias.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
06
Abr24

Águas Frias, em Chaves, Portugal – outrora colorido, hoje cinzento e uma previsão negra


Mário Silva Mário Silva

Águas Frias, em Chaves, Portugal – outrora colorido,

hoje cinzento e uma previsão negra

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A aldeia de Águas Frias, em Chaves, Portugal, é um lugar de beleza melancólica. As casas de pedra, outrora vibrantes, estão agora desbotadas e desgastadas pelo tempo. As ruas de paralelepípedos estão desertas e a única coisa que se ouve é o som do vento soprando pelas árvores.

No passado, Águas Frias era uma aldeia próspera. As pessoas viviam da terra e eram felizes e contentes. Mas, com o passar do tempo, as pessoas começaram a ir embora em busca de melhores oportunidades. A aldeia foi ficando cada vez mais vazia e decadente.

Hoje, Águas Frias é uma sombra do que já foi. É uma aldeia quase fantasma, um “bilhete postal” do passado que se foi. O futuro da aldeia é incerto. É provável que continue a decair e eventualmente “desaparecer” de habitantes permanentes.

A fotografia captura perfeitamente a melancolia de Águas Frias. As casas cinzentas e desbotadas, as ruas desertas e o céu nublado criam uma sensação de tristeza e desolação. A única cor na imagem seria o verde das árvores, que representa a esperança de que a aldeia possa um dia ser revitalizada.

Metaforicamente, as cores da aldeia podem ser interpretadas da seguinte forma:

Passado colorido: O passado da aldeia foi um tempo de felicidade e prosperidade. As pessoas viviam da terra e eram felizes e contentes.

Presente cinzento: O presente da aldeia é um tempo de tristeza e desolação. A aldeia está vazia e decadente.

Futuro negro: O futuro da aldeia é incerto. É provável que continue a decair e eventualmente ser uma colónia de férias.

No entanto, ainda há esperança para Águas Frias.

A aldeia tem um potencial enorme para ser revitalizada. Com um pouco de investimento e esforço, a aldeia pode voltar a ser um lugar próspero e feliz.

Aqui estão algumas ideias para revitalizar Águas Frias:

Restaurar as casas: As casas de pedra da aldeia podem ser restauradas e transformadas em casas de férias ou pousadas.

Criar empregos: Criar novos empregos na aldeia, como agricultura, turismo ou artesanato.

Melhorar a infraestrutura: Melhorar a infraestrutura da aldeia, como estradas, água e eletricidade.

Promover a aldeia: Promover a aldeia como destino turístico.

Com um pouco de esforço, Águas Frias pode voltar a ser a aldeia vibrante e feliz que já foi.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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05
Abr24

“Primula vulgaris” & “Viola riviniana Rchb”


Mário Silva Mário Silva

“Primula vulgaris” & “Viola riviniana Rchb”

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A fotografia mostra duas flores: uma prímula (Primula vulgaris) e uma violeta campestre (Viola riviniana Rchb).

A prímula, também conhecida como páscoas, pão-de-leite, pão-e-queijo, primavera, quejadilho ou rosa-de-páscoa, é uma planta com flores da família Primulaceae. É nativa da Europa, Ásia e América do Norte. A prímula vulgaris é uma planta perene que cresce até 20 cm de altura. As folhas são verdes e lanceoladas, e as flores são amarelas, brancas, vermelhas ou roxas. A prímula floresce na primavera e no verão.

A violeta campestre é uma planta com flores da família Violaceae. É nativa da Europa e da Ásia. A Viola riviniana Rchb é uma planta anual que cresce até 30 cm de altura. As folhas são verdes e cordiformes, e as flores são lilás ou azuis. A violeta campestre floresce na primavera e no verão.

Na fotografia, a prímula está em primeiro plano e a violeta campestre está em segundo plano. As flores estão ambas em plena floração.

A prímula tem flores amarelas e a violeta campestre tem flores lilás. O fundo da fotografia é desfocado.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
04
Abr24

Moinho de vento - Catavento


Mário Silva Mário Silva

Moinho de vento - Catavento

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A fotografia mostra um moinho de vento amarelo, com oito pás, em pleno campo. O moinho está situado num terreno plano, com vegetação rasteira, e tem uma árvore frondosa ao seu lado. O céu é azul e limpo, com algumas nuvens brancas.

No topo do moinho, há um cata-vento, que gira com a força do vento. O cata-vento está ligado a um eixo vertical, que por sua vez está ligado a um conjunto de engrenagens. As engrenagens amplificam a força do vento e transmitem-na para uma bomba de água. A bomba de água está localizada no interior do moinho e é responsável por puxar a água de um poço profundo.

Os moinhos de vento são engenhos que utilizam a força do vento para realizar diversos trabalhos, como moer grãos, bombear água e gerar energia. No caso da fotografia, o moinho de vento era utilizado para tirar água de um poço profundo.

A água retirada do poço pode ser utilizada para diversos fins, como irrigação, bebedouros de animais e consumo humano. Em regiões áridas e semiáridas, os moinhos de vento são uma importante fonte de água potável.

Os moinhos de vento são uma tecnologia antiga, mas ainda muito útil em muitas partes do mundo. São uma alternativa sustentável e económica aos motores elétricos, pois não utilizam combustíveis fósseis.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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03
Abr24

Corvo (“Corvus corax”)


Mário Silva Mário Silva

Corvo (“Corvus corax”)

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O corvo é uma ave de grande porte com plumagem preta brilhante. Possui um bico forte e curvo, pernas pretas robustas e uma cauda longa e em forma de cunha. Os seus olhos podem ser castanhos ou azuis, dependendo da espécie.

Comprimento: 56 a 78 cm

Envergadura: 100 a 150 cm

Peso: 0,8 a 1,5 kg

O corvo prefere habitats abertos com árvores altas, como florestas, campos e áreas montanhosas. Também pode ser encontrado em áreas urbanas.

O corvo é uma ave omnívora e sua dieta varia de acordo com a estação do ano e a disponibilidade de alimentos. Ele come uma variedade de itens, incluindo: animais mortos, insetos, pequenos mamíferos, frutas, nozes, sementes, ovos e peixes.

O corvo é uma ave inteligente e social. Ele vive em pares ou em grupos familiares de até 10 indivíduos. Os corvos são conhecidos pela sua capacidade de usar ferramentas e resolver problemas.

O corvo é uma das aves mais inteligentes do mundo. Ele pode imitar sons humanos e outros sons da natureza. O corvo tem uma vida útil de até 20 anos na natureza.

O corvo é considerado um símbolo de morte e má sorte em algumas culturas.

Em outras culturas, o corvo é visto como um símbolo de sabedoria e inteligência.

O corvo tem um simbolismo rico e complexo que varia de acordo com a cultura. Algumas das principais associações do corvo incluem:

Em muitas culturas, o corvo é visto como um símbolo de morte e má sorte. Isso provavelmente se deve à sua associação com cadáveres e a sua cor preta, que muitas vezes é associada à morte.

Em outras culturas, o corvo é visto como um símbolo de sabedoria e inteligência. Isso deve-se à sua capacidade de usar ferramentas e resolver problemas.

Noutras culturas, o corvo é visto como um símbolo de criação e transformação. Isso deve-se à sua capacidade de imitar sons e se adaptar a diferentes ambientes.

O corvo também é frequentemente associado à magia e ao mistério. Isto devido à sua inteligência e comportamento enigmático.

O corvo é um símbolo importante na obra de Edgar Allan Poe, como no poema "O Corvo".

O corvo aparece em muitas mitologias, como na mitologia grega, onde é associado ao deus Apolo.

O corvo aparece em muitos filmes, como "O Corvo" (1994) e "Os Vingadores" (2012).

O corvo é uma ave fascinante com uma rica história e simbolismo. É uma criatura inteligente e adaptável que tem um papel importante em muitas culturas ao redor do mundo.

A fotografia mostra um corvo-comum (“Corvus corax”) empoleirado num poste de madeira.

O corvo está olhando para a câmara com os seus olhos castanhos.

A plumagem do corvo é preta brilhante e seu bico é forte e curvo.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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02
Abr24

A Importância das Árvores Floridas nas Emoções Humanas


Mário Silva Mário Silva

A Importância das Árvores Floridas

nas Emoções Humanas

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"A importância das árvores floridas nas emoções humanas" destaca o impacto positivo que as árvores floridas podem ter no nosso bem-estar emocional.

A fotografia, que mostra um campo de cerejeiras em flor, ilustra perfeitamente essa ideia.

As flores, com suas cores vibrantes e aromas delicados, evocam sentimentos de alegria, paz e serenidade.

A beleza natural das árvores floridas pode-nos inspirar e despertar a nossa criatividade.

Além disso, o simples ato de observar as flores pode-nos ajudar a relaxar e reduzir o stresse.

As árvores floridas também podem ser um símbolo de esperança e renovação.

A primavera, época em que muitas árvores florescem, é um momento de renascimento na natureza. Observar as flores desabrochando pode-nos dar a sensação de que novos começos são possíveis.

Estudos científicos comprovam os benefícios das áreas verdes para a saúde mental. Passar tempo em ambientes naturais, como parques e jardins, pode reduzir o estresse, a ansiedade e a depressão.

Além disso, o contato com a natureza pode melhorar o humor, a autoestima e a qualidade do sono.

No contexto da fotografia, podemos interpretar as cerejeiras em flor como um símbolo de amor e romance.

A cerejeira é uma flor muito apreciada no Japão, onde é considerada um símbolo de beleza e fragilidade. No Japão, existe a tradição de celebrar o "hanami", que consiste em observar as flores de cerejeira em companhia de familiares e amigos.

Em suma, as árvores floridas podem ter um impacto positivo nas emoções humanas de diversas maneiras. Elas podem evocar sentimentos de alegria, paz, esperança e amor. Além disso, o contacto com as árvores floridas pode melhorar a saúde mental e o bem-estar geral.

A frase pode ser interpretada como uma metáfora para a beleza e a fragilidade da vida.

A frase pode ser interpretada como uma anotação da importância de cuidar da natureza.

A frase pode ser interpretada como um convite para apreciar a beleza das coisas simples da vida.

A interpretação da frase depende do contexto em que ela é utilizada e da perspetiva individual de cada pessoa. No entanto, é inegável que as árvores floridas podem ter um impacto positivo nas emoções humanas.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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01
Abr24

A Missão Secreta da NASA em Trás-os-Montes


Mário Silva Mário Silva

A Missão Secreta da NASA

em Trás-os-Montes

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Em Trás-os-Montes, Portugal, algo insólito está a acontecer.

A NASA, numa operação secreta, instalou sensores, radares e detetores de mísseis nucleares nas aldeias mais recônditas da região.

Mas estes dispositivos não são apenas para defesa nuclear – eles também possuem inteligência artificial capaz de detetar a vespa velutina, a temida abelha asiática.

Um pastor octogenário, o Zé Flautim, cuidando do seu rebanho nas montanhas, depara-se com um estranho aparelho metálico no meio do campo.

Curioso, ele aproxima-se, mas uma voz robótica o adverte: "Ser vir algo semelhante à fotografia, não lhe toque e evite estar próximo, se estiver a fazer algo incorreto, pois está a ser vigiado remotamente."

A notícia espalha-se rapidamente pelas aldeias, gerando um misto de medo e fascínio.

O que é esta tecnologia misteriosa? E por que a NASA está a usá-la em Trás-os-Montes?

A resposta é simples: a vespa velutina é uma ameaça crescente para a agricultura e a saúde pública em Portugal. A picada da abelha é dolorosa e pode ser fatal para pessoas alérgicas. A NASA, com a sua tecnologia avançada, está a ajudar Portugal a combater esta praga.

Os dispositivos instalados nas aldeias monitoram a atividade das abelhas asiáticas e alertam as autoridades quando há um risco de ataque. A inteligência artificial permite que os dispositivos distingam as vespas velutinas de outras abelhas, evitando alarmes falsos.

A operação da NASA, em Trás-os-Montes, é um exemplo da tecnologia a ser usada para o bem. Mostra como a inteligência artificial pode ser usada para proteger o nosso planeta e as pessoas que nele vivem.

E quanto ao pastor? Ele nunca mais se esqueceu do dia em que foi "vigiado remotamente" pela NASA.

A partir daquele dia, ele passou a ter um novo respeito pela tecnologia e pela sua capacidade de proteger o mundo.

Mas a história não termina aqui …

Um dia, um grupo de turistas britânicos, perdidos nas montanhas, depara-se com um dos dispositivos da NASA.

Curiosos, eles começam a mexer no aparelho, sem saber do seu propósito. De repente, a voz robótica soa: "Atention! Intruder detected! Activating self-destruct mechanism!"

Os turistas, em pânico, fogem aterrorizados, pensando que estão prestes a ser vaporizados. Felizmente, era apenas um alarme falso.

A tecnologia da NASA é poderosa e não deve ser mexida por pessoas não autorizadas.

A operação da NASA em Trás-os-Montes é um exemplo da tecnologia a ser usada para o Bem.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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31
Mar24

A Ressurreição de Jesus Cristo


Mário Silva Mário Silva

A Ressurreição de Jesus Cristo

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A Ressurreição de Jesus Cristo é um evento fundamental na fé cristã, celebrado anualmente na Páscoa. Ela representa a crença de que Jesus, após ser crucificado e morto, voltou à vida no terceiro dia, derrotando a morte e abrindo caminho para a salvação da humanidade.

Origem:

A Ressurreição de Jesus é narrada nos quatro Evangelhos do Novo Testamento. De acordo com os relatos, após a crucificação, Jesus foi sepultado num túmulo. No domingo seguinte, mulheres que foram ao túmulo para ungir o corpo de Jesus encontraram-no vazio. Um anjo anunciou-lhes que Jesus havia ressuscitado.

Interpretação:

Para os cristãos, a Ressurreição de Jesus possui diversos significados:

Vitória sobre a morte: A morte não é o fim da existência, mas sim uma passagem para a vida eterna.

Salvação da humanidade: A ressurreição de Jesus representa a promessa de que todos que acreditam nele serão salvos do pecado e da morte.

Esperança: A ressurreição de Jesus oferece esperança aos cristãos de que um dia também ressuscitarão para a vida eterna.

Transformação: A ressurreição de Jesus representa o início de uma nova era, na qual o amor e a justiça reinarão.

Evidências:

A Ressurreição de Jesus é um evento histórico que, embora não possa ser comprovado cientificamente, possui diversas evidências que sustentam sua veracidade:

O túmulo vazio: O fato de o túmulo de Jesus ter sido encontrado vazio é um forte argumento a favor da ressurreição.

Testemunhas oculares: Diversas pessoas relataram ter visto Jesus vivo após sua morte.

Conversão dos apóstolos: Os apóstolos, que inicialmente estavam desanimados e com medo, após a ressurreição de Jesus tornaram-se corajosos e dedicaram as suas vidas a pregar o Evangelho.

A Ressurreição de Jesus é um evento que continua a desafiar e inspirar milhões de pessoas em todo o mundo. É um mistério de fé que transcende a lógica humana e oferece esperança e significado para a vida.

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Texto & Pintura(AI): ©MárioSilva

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30
Mar24

A Crucificação de Jesus Cristo


Mário Silva Mário Silva

A Crucificação de Jesus Cristo

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A crucificação de Jesus Cristo aconteceu por volta do ano 30 d.C., durante a Páscoa judaica. Jesus foi preso pelas autoridades judaicas e acusado de blasfémia e traição. Ele foi condenado à morte pelo governador romano Pôncio Pilatos e crucificado no Monte Calvário.

A crucificação era um método de execução cruel e humilhante usado pelos romanos. A vítima era pregada a uma cruz de madeira e deixada para morrer lentamente. A morte por crucificação geralmente levava vários dias e era acompanhada por intensa dor e sofrimento.

A crucificação de Jesus Cristo é o evento central da fé católica. Os católicos acreditam que Jesus morreu na cruz para expiar os pecados da humanidade. Sua morte e ressurreição representam a vitória do amor sobre o ódio e da vida sobre a morte.

Cruz: A cruz é o símbolo mais importante do cristianismo. Ela representa o amor de Deus pela humanidade e a vitória de Jesus sobre a morte.

Coroa de espinhos: A coroa de espinhos que Jesus usou durante a crucificação é um símbolo do sofrimento que ele suportou pelos pecados da humanidade.

Cravos: Os cravos que prenderam Jesus à cruz representam a dor e o sofrimento que ele experimentou.

Lança: A lança que perfurou o lado de Jesus é um símbolo da morte e do derramamento de seu sangue.

A crucificação de Jesus Cristo é lembrada pelos católicos, especialmente, na Sexta-feira Santa durante a Celebração da Paixão do Senhor. A celebração inclui a leitura dos relatos bíblicos da Paixão de Jesus, a adoração da cruz e a procissão do Santo Sepulcro.

A crucificação de Jesus Cristo é um evento fundamental na fé católica. Ela representa o amor de Deus pela humanidade, o sacrifício de Jesus pelos nossos pecados e a vitória da vida sobre a morte.

A crucificação de Jesus Cristo foi um evento histórico que teve um impacto profundo na história do mundo.

A fé católica é baseada na crença na morte e ressurreição de Jesus Cristo.

A crucificação de Jesus Cristo é um símbolo do amor de Deus pela humanidade e da vitória da vida sobre a morte.

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Texto & Pintura (AI): ©MárioSilva

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29
Mar24

Sexta-feira Santa


Mário Silva Mário Silva

Sexta-feira Santa

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A Sexta-feira Santa, também conhecida como Sexta-feira da Paixão, é um dia de profunda importância para a fé católica. Ela marca o ápice da Semana Santa, período que relembra os últimos dias da vida de Jesus Cristo, sua Paixão e Morte na cruz.

A Sexta-feira Santa tem suas raízes nos relatos bíblicos dos Evangelhos, que narram a crucificação de Jesus em Jerusalém no ano 30 d.C. Desde os primórdios do cristianismo, os fiéis reuniam-se nesse dia para recordar o sofrimento e sacrifício de Cristo pela humanidade.

Na Sexta-feira Santa, a Igreja Católica celebra a Paixão de Cristo, meditando sobre os seus sofrimentos físicos e psicológicos, sua humilhação e morte. A data é marcada por um clima de luto e reflexão, convidando os fiéis a se unirem à dor de Maria, mãe de Jesus, e dos apóstolos.

Celebração Litúrgica: A principal tradição da Sexta-feira Santa é a Celebração da Paixão do Senhor, realizada nas igrejas católicas. A liturgia é marcada por:

Leituras bíblicas que narram a Paixão de Cristo;

Oração solene dos fiéis;

Veneração da Cruz;

Comunhão Eucarística.

Via Sacra: A Via Sacra é uma devoção popular que consiste em percorrer 14 estações que representam os passos de Jesus desde sua condenação até a crucificação. Os fiéis meditam sobre os sofrimentos de Cristo em cada estação, rezando e refletindo sobre seu sacrifício.

Jejum e Abstinência: Como forma de penitência e participação no sofrimento de Cristo, os fiéis católicos são incentivados a jejuar e se abster de carne na Sexta-feira Santa.

Outras Tradições: Procissões com a imagem de Cristo crucificado, encenações da Paixão de Cristo, momentos de oração e silêncio também são comuns na Sexta-feira Santa.

A Sexta-feira Santa é um dia de luto, mas também de esperança. A morte de Jesus na cruz é vista como um ato de amor supremo que redimiu a humanidade do pecado. A data convida os fiéis a refletir sobre o significado da fé, o amor de Deus e a importância da redenção.

A Sexta-feira Santa é um momento propício para:

Meditar sobre o sofrimento e sacrifício de Jesus Cristo;

Agradecer pelo amor de Deus pela humanidade;

Renovar a fé e o compromisso com a vida cristã;

Praticar a caridade e a compaixão;

Buscar a reconciliação com Deus e com o próximo.

A Sexta-feira Santa é um dia de profunda riqueza espiritual para os católicos, um momento para fortalecer a fé e celebrar a vitória de Cristo sobre a morte.

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Texto & Pintura(AI): ©MárioSilva

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28
Mar24

A Última Ceia


Mário Silva Mário Silva

A Última Ceia

M28 Última Ceia

A Última Ceia aconteceu na Quinta-feira Santa, durante a Páscoa judaica, no ano 30 d.C.

Jesus reuniu-se com os seus doze apóstolos para celebrar a última refeição antes de sua crucificação. Durante a ceia, Jesus instituiu a Eucaristia, um dos sacramentos mais importantes da fé católica.

A Última Ceia possui um significado profundo para os católicos:

- Sacrifício de Jesus: A Eucaristia representa o sacrifício de Jesus na cruz. O pão e o vinho simbolizam o corpo e o sangue de Cristo, que foram entregues para a redenção da humanidade.

- Nova Aliança: A Última Ceia marca o início da Nova Aliança entre Deus e a humanidade. Através da Eucaristia, os fiéis se unem a Cristo e participam da vida divina.

- Comunhão: A Eucaristia é um momento de comunhão entre os fiéis. Ao compartilhar o pão e o vinho, os católicos se unem a Cristo e uns aos outros.

- Amor e serviço: A Última Ceia também é um momento de recordar o amor e o serviço de Jesus. Ao lavar os pés dos seus discípulos, Jesus ensinou a importância da humildade e do serviço ao próximo.

A Última Ceia está repleta de simbolismo:

- Pão e vinho: O pão representa o corpo de Cristo e o vinho representa o seu sangue.

- Lavar os pés: Simboliza a humildade e o serviço ao próximo.

- Traição de Judas: A presença de Judas na Última Ceia é uma chamada de atenção da traição e do pecado.

A Última Ceia é celebrada pelos católicos na Quinta-feira Santa durante a Missa da Ceia do Senhor. A celebração inclui a leitura dos relatos bíblicos da Última Ceia, a lava-pés, a consagração do pão e do vinho e a distribuição da Eucaristia.

A Última Ceia é um evento central na fé católica. É um momento de recordar o sacrifício de Jesus, a Nova Aliança, a comunhão entre os fiéis e o amor e serviço de Cristo.

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Texto & Pintura(AI): ©MárioSilva

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