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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

20
Mai24

O poder inebriante da luz da lua, durante o dia


Mário Silva Mário Silva

 

O poder inebriante da luz da lua, durante o dia

Mai20 DSC00405_ms

A luz da lua, mesmo durante o dia, pode ter um poder inebriante sobre os seres humanos.

Ela pode acalmar, relaxar e reduzir o estresse e a ansiedade. Pode também inspirar a criatividade e a imaginação.

A luz da lua possui um efeito calmante e relaxante no corpo humano.

Isso ocorre porque a luz azul da lua suprime a produção de melatonina, um hormônio que regula o sono.

A melatonina faz com que nos sintamos sonolentos e cansados, então quando os níveis de melatonina são baixos, sentimo-nos mais acordados e energéticos.

A luz da lua também pode ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade.

 Isso ocorre porque a luz azul da lua pode ajudar a reduzir os níveis de cortisol, um hormônio que está ligado ao estresse.

O cortisol pode causar uma série de problemas de saúde, incluindo ansiedade, depressão e problemas cardíacos.

A luz da lua também pode ser uma fonte de inspiração para a criatividade e a imaginação.

Isso ocorre porque a luz da lua pode ajudar a relaxar a mente e permitir que pensamentos criativos fluam livremente.

A luz da lua também pode ser associada a sonhos e fantasias, o que pode estimular a criatividade.

Em conclusão, a luz da lua, mesmo durante o dia, pode ter um poder inebriante sobre os seres humanos.

Ela pode acalmar, relaxar, reduzir o estresse e a ansiedade, e inspirar a criatividade e a imaginação.

Na fotografia, a luz da lua é visível através dos galhos de uma árvore.

 A luz da lua é suave e difusa, o que cria uma sensação de calma e paz.

 As árvores também podem simbolizar crescimento, força e estabilidade.

Considerando os elementos da imagem e os efeitos da luz da lua, podemos interpretar a imagem como uma representação do poder inebriante da natureza.

A natureza pode ter um efeito calmante e relaxante em nós, e pode-nos inspirar a sermos mais criativos e imaginativos.

Algumas pessoas podem ver a luz da lua como um símbolo de esperança ou de fé.

Outras podem ver a árvore como um símbolo de proteção ou de segurança.

Em última análise, a interpretação da imagem é pessoal e depende de cada indivíduo.

Factos adicionais sobre a luz da lua:

- A luz da lua é reflexo da luz do sol.

- A lua leva cerca de 29,5 dias para orbitar a Terra.

- A lua está mais próxima da Terra no perigeu e mais distante no apogeu.

- As fases da lua são causadas pela mudança na posição da lua em relação à Terra e ao sol.

- A lua tem um grande impacto na Terra, incluindo as marés e o clima.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
19
Mai24

Libélula Escarlate  "Crocothemis erythraea"


Mário Silva Mário Silva

Libélula Escarlate 

"Crocothemis erythraea"

Mai19 DSC01162_ms

A Libélula Escarlate ("Crocothemis erythraea") é uma espécie de libélula nativa da Europa, Ásia e América do Norte.

É conhecida pela sua cor vermelha brilhante e seus olhos vermelhos.

Os adultos podem ultrapassar os 40 mm de comprimento e atingir os 33 mm de envergadura de asa. O abdômen é largo e achatado.

Os machos maduros são robustos e vermelhos-escarlate (tórax, abdômen e patas).

As fêmeas e os imaturos são castanho-amarelados ou dourados, podendo apresentar uma linha negra abdominal (vista dorsal). Os olhos são vermelhos com a parte inferior azulada.

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Podemos encontra-la junto de águas com pouca profundidade, estagnadas e eutróficas, tais como lagoas, arrozais e canais de drenagem. É tolerante a alguns graus de salinidade. Os adultos passam muito do seu tempo empoleirados na vegetação.

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Os machos têm um voo lançado e rápido, pairando frequentemente no ar. As fêmeas voam mais lentamente e com mais frequência perto da vegetação.

As libélulas escarlates reproduzem-se depositando os seus ovos na água. As ninfas vivem na água e alimentam-se de pequenos animais aquáticos. Após algumas semanas, as ninfas transformam-se em adultos e emergem da água.

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A Libélula Escarlate é um importante predador de insetos, incluindo mosquitos, moscas e borboletas. Elas também ajudam a polinizar plantas. A presença de libélulas escarlates num ambiente é um indicador de um ecossistema saudável.

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A perda de habitat é a principal ameaça à Libélula Escarlate. O uso de pesticidas também pode prejudicar a população dessa espécie.

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É importante proteger os habitats da Libélula Escarlate.

Também é importante reduzir o uso de pesticidas que podem prejudicar essa espécie.

Observações adicionais:

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A Libélula Escarlate é uma espécie comum em Portugal.

É uma espécie fácil de identificar, especialmente os machos.

As libélulas escarlates são insetos bonitos e importantes para o meio ambiente.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
18
Mai24

A importância da torre de menagem num castelo medieval - Castelo de Monforte de Rio Livre


Mário Silva Mário Silva

A importância da torre de menagem num castelo medieval

Castelo de Monforte de Rio Livre

Mai18 DSC06033_ms

A torre de menagem era uma estrutura crucial num castelo medieval, servindo diversos propósitos essenciais para a defesa e o poder dos seus habitantes.

A torre de menagem, pela sua altura elevada, proporcionava uma vista ampla dos arredores do castelo, permitindo que os sentinelas observassem a movimentação de tropas inimigas e identificassem potenciais ameaças.

Essa vigilância constante era essencial para a segurança do castelo, possibilitando a antecipação de ataques e a tomada de medidas defensivas adequadas.

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Em caso de invasão, a torre de menagem funcionava como um último refúgio para os defensores do castelo.

A sua construção robusta, geralmente com paredes espessas e estrutura reforçada, dificultava a entrada dos invasores.

Além disso, a torre era frequentemente equipada com armamentos e recursos para resistir a longos cercos.

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A torre de menagem também representava o poder e a autoridade do senhor feudal que controlava o castelo.

A sua grandiosidade e imponência serviam como uma chamada de atenção constante da força e influência do senhor, intimidando os seus inimigos e inspirando respeito aos seus súbditos.

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Em alguns casos, a torre de menagem também servia como residência para o senhor feudal e a sua família, oferecendo proteção e segurança num ambiente fortificado.

Além disso, a torre podia ser utilizada para armazenar alimentos, armas e outros bens valiosos, garantindo a sobrevivência dos habitantes do castelo durante períodos de cerco ou escassez.

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A torre de menagem podia ser utilizada como um posto de comando durante batalhas, permitindo que o líder dos defensores coordenasse as ações dos seus soldados e dirigisse a estratégia de combate.

Além disso, a torre podia ser usada para enviar sinais de comunicação para outros castelos aliados, solicitando ajuda ou informando sobre a situação da batalha.

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Em alguns casos, a torre de menagem podia contar com um poço ou cisterna para armazenar água potável, garantindo o acesso a este recurso essencial durante longos períodos de cerco ou em situações de escassez.

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A torre de menagem também podia ser utilizada para armazenar munição, como flechas, pedras e outros projéteis, garantindo que os defensores tivessem os recursos necessários para repelir ataques inimigos.

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Em casos extremos, a torre de menagem podia servir como uma rota de fuga para o senhor feudal e sua família, caso o castelo estivesse prestes a cair nas mãos dos invasores.

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A torre de menagem também era um símbolo de status social para o senhor feudal, demonstrando a sua riqueza, poder e influência.

A grandiosidade e a sofisticação da torre podiam ser usadas para impressionar visitantes e aliados, reforçando a posição do senhor feudal na hierarquia social da época.

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Em resumo, a torre de menagem era uma estrutura multifuncional que desempenhava um papel crucial na defesa, segurança e simbolismo dos castelos medievais.

A sua presença imponente era um lembrete constante do poder e da autoridade do senhor feudal, enquanto as suas funções práticas garantiam a sobrevivência e a proteção dos seus habitantes.

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Na fotografia da torre de menagem do Castelo de Monforte de Rio Livre, observamos um detalhe de uma parede de pedra sólida com um céu claro ao fundo.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
17
Mai24

A água espelhada na albufeira das Nogueirinhas (Chaves - Portugal)


Mário Silva Mário Silva

A água espelhada na albufeira das Nogueirinhas

(Chaves - Portugal)

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A fotografia mostra a albufeira das Nogueirinhas, um reservatório de água artificial situado no município de Chaves, em Portugal.

A albufeira é formada pela barragem de Arcossó, que foi construída em 1982 sobre o leito da Ribeira de Arcossó. A albufeira tem uma área de 0,412 km² e uma capacidade total de 4,876 milhões de metros cúbicos de água.

A foto mostra a albufeira num dia calmo e ensolarado.

A superfície da água está lisa e calma, o que permite que as árvores e fragas ao redor da albufeira se reflitam na água.

As árvores são altas e verdes, e as fragas são grandes e claras.

A água da albufeira é azul clara e transparente.

A imagem é serena e tranquila.

Ela transmite uma sensação de paz e tranquilidade.

A beleza natural da albufeira é evidente na imagem.

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A albufeira das Nogueirinhas é utilizada para a rega agrícola e o abastecimento público de água.

A albufeira é um local popular para pesca, desportos náuticos e piqueniques.

É cercada por uma área de floresta e campos agrícolas.

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A imagem mostra uma vista panorâmica da albufeira das Nogueirinhas.

A imagem está focada na superfície da água.

A imagem é composta por tons de azul, verde e castanho.

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A fotografia é bem composta e equilibrada.

O primeiro plano é ocupado pelas árvores e fragas, que se refletem na água do segundo plano.

O terceiro plano é ocupado pelas colinas verdejantes que cercam a albufeira.

A imagem é bem iluminada e os detalhes são nítidos.

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A fotografia é uma bela representação da albufeira das Nogueirinhas.

Ela transmite uma sensação de paz e tranquilidade e destaca a beleza natural da região.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
16
Mai24

O Poder Oculto da Antiga Lamparina de Petróleo - Uma Estória Fascinante (Parte II)


Mário Silva Mário Silva

O Poder Oculto da Antiga Lamparina de Petróleo

Uma Estória Fascinante (Parte II)

Mai16 Candeeiro antigo 2_ms

… continuação

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A influência da lamparina nas vidas das pessoas

A luz da antiga lamparina de petróleo tem sido uma presença constante nas vidas das pessoas ao longo dos séculos, iluminando caminhos escuros e trazendo conforto nos momentos de escuridão.

As histórias contadas à sua luz parecem ganhar vida, revelando segredos profundos e despertando a imaginação de todos que a contemplam.

Muitos acreditam que a lamparina tem o poder de guiar os destinos das pessoas, trazendo sorte e proteção para aqueles que a honram com seu brilho misterioso.

O calor emanado pela sua chama eterna parece tocar as almas daqueles que se aproximam, transformando pensamentos e sentimentos em algo mais profundo e significativo.

É verdadeiramente fascinante observar como essa simples fonte de luz pode ter um impacto tão profundo e duradouro nas vidas daqueles que a cercam.

A lamparina de petróleo é mais do que apenas uma fonte de iluminação - é um símbolo de esperança, magia e transformação para todos os que a conhecem.

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Os segredos revelados pela luz da lamparina

A luz da antiga lamparina de petróleo revela segredos incríveis, mergulhando nas profundezas da alma de quem a contempla.  A chama dançante lança sombras misteriosas, despertando curiosidade e intriga.

Os antigos símbolos gravados na sua base contam histórias esquecidas, desvendando mistérios há muito perdidos no tempo.

Sob a luz tremeluzente, segredos ocultos são revelados, iluminando caminhos há muito esquecidos.

Aqueles que se deixam envolver pela sua magia descobrem uma nova perspetiva sobre a vida e o universo.

A luz da lamparina não apenas ilumina o ambiente físico, mas também ilumina mentes e corações, revelando verdades profundas e transformadoras.

Nesse brilho hipnótico, encontra-se a chave para desvendar o poder oculto que há séculos fascina e encanta aqueles que ousam conhecê-lo.

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A transformação através do poder oculto

Quando a antiga lamparina de petróleo revela os seus segredos, uma transformação profunda ocorre na vida daqueles que a contemplam.

O poder oculto que emana da chama eterna é capaz de despertar emoções adormecidas, curar feridas antigas e iluminar caminhos antes obscurecidos.

Aqueles que se deixam envolver por essa magia ancestral descobrem uma nova perspetiva sobre si mesmos e o mundo ao seu redor.

A transformação não é apenas física, mas também espiritual, conectando as pessoas com forças além da compreensão humana.

É como se a lamparina tivesse o poder de abrir portais para outras dimensões, revelando verdades profundas e despertando uma sede insaciável por conhecimento e sabedoria.

Essa transformação é contínua, um ciclo infinito de descobertas e evolução pessoal, guiado pela luz mágica da antiga lamparina de petróleo.

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O fascínio contínuo pela antiga lamparina de petróleo

A chama eterna da antiga lamparina de petróleo continua a encantar-nos, revelando segredos e mistérios que desafiam a compreensão humana. O seu poder oculto transcende o tempo e o espaço, iluminando não apenas o ambiente físico, mas também as mentes e os corações daqueles que se deixam envolver por sua aura mágica.

A jornada em busca de respostas torna-se uma aventura emocionante, repleta de descobertas surpreendentes e revelações profundas.

A influência da lamparina nas vidas das pessoas é inegável, transformando destinos e despertando a curiosidade ancestral que habita em cada um de nós.

Os segredos revelados pela luz da lamparina são como tesouros preciosos, capazes de iluminar o nosso caminho e guiar-nos rumo à evolução espiritual.

A transformação através do poder oculto da lamparina é uma experiência única, capaz de nos conectar com forças além da nossa compreensão.

O poder mágico e fascinante da lamparina finalmente revelado, convidando-nos a explorar o infinito universo de possibilidades que ela guarda em seu interior.

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Conclusão:  O poder mágico e fascinante da lamparina revelado

Ao final desta jornada em busca de respostas, o poder mágico e fascinante da antiga lamparina de petróleo foi finalmente revelado.

A chama eterna que iluminava os segredos ocultos da vida e guiava aqueles que a buscavam com sua luz misteriosa agora brilha com uma intensidade renovada.

As vidas das pessoas foram transformadas pela influência dessa lamparina, revelando mistérios antes inimagináveis.

Os segredos mais profundos foram desvendados pela luz que emanava desse artefacto antigo, trazendo consigo uma sabedoria ancestral e um poder oculto capaz de mudar destinos.

O fascínio contínuo por essa relíquia do passado só cresce à medida que mais e mais pessoas se rendem ao seu encanto inexplicável.

A antiga lamparina de petróleo permanece como um símbolo de magia e mistério, lembrando-nos da força transformadora que existe dentro de cada um de nós.

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Nota: Se quer entrar em contacto pessoal com a lamparina mágica, terá que se deslocar à aldeia transmontana de Águas Frias – Chaves – Portugal, num beco da Lampaça.

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Texto & Pintura (AI): ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
15
Mai24

O Poder Oculto da Antiga Lamparina de Petróleo - Uma Estória Fascinante (Parte I)


Mário Silva Mário Silva

O Poder Oculto da Antiga Lamparina de Petróleo

Uma Estória Fascinante (Parte I)

Mai15 Candeeiro antigo 1_ms

Num mundo repleto de mistérios e encantamentos, a antiga lamparina de petróleo destaca-se como um símbolo de poder oculto e magia.

Descubra a história por trás dessa misteriosa fonte de luz e os segredos que ela guarda.

Prepare-se para embarcar numa jornada emocionante em busca de respostas e revelações fascinantes sobre a influência da lamparina nas vidas das pessoas.

Venha desvendar o mistério por trás da chama eterna e mergulhar no fascínio contínuo que essa relíquia do passado exerce sobre nós.

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A magia da antiga lamparina de petróleo

Há algo de intrigante e misterioso na antiga lamparina de petróleo que desperta a curiosidade e encanto de todos que a contemplam.

A chama dançante, alimentada pelo óleo, parece carregar consigo segredos ancestrais e poderes ocultos que desafiam a lógica e a razão.

A descoberta dessa lamparina misteriosa foi apenas o início de uma jornada fascinante rumo ao desconhecido, onde os mistérios e enigmas se entrelaçam numa dança eterna de luz e sombras.

Os poderes ocultos desse objeto antiquíssimo são tão profundos quanto incompreensíveis, revelando segredos que há muito estavam perdidos no tempo.

A influência da lamparina nas vidas das pessoas é palpável, transformando destinos e revelando aspetos ocultos da alma humana.

A luz da lamparina ilumina caminhos antes obscuros, revelando segredos há muito esquecidos e despertando um fascínio contínuo por esse artefacto mágico e enigmático.

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A descoberta da lamparina misteriosa

Numa noite sombria e misteriosa, a lamparina antiga foi descoberta por acaso, emanando uma luz suave e reconfortante.

A sua presença era intrigante, como se guardasse segredos milenares que apenas os mais corajosos poderiam desvendar.

Os curiosos aproximaram-se, sentindo uma energia inexplicável emanar da chama eterna que dançava na escuridão.

Os poderes ocultos da lamparina começaram a revelar-se lentamente, transformando vidas e despertando um fascínio profundo em todos que a testemunhavam.

A jornada em busca de respostas havia começado levando aqueles corajosos o suficiente a desvendar os mistérios por trás da chama eterna.

A influência da lamparina nas vidas das pessoas era inegável, trazendo à tona segredos há muito esquecidos e revelando um universo de possibilidades infinitas.

A luz da lamparina iluminava não apenas o caminho físico, mas também os cantos mais sombrios da alma, provocando uma transformação profunda e duradoura no coração daqueles que se permitiam ser tocados pelo seu poder oculto.

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Os poderes ocultos da lamparina

A chama da antiga lamparina de petróleo não era apenas uma fonte de luz, mas também um portal para o desconhecido.

Muitos acreditavam que essa chama continha poderes ocultos, capazes de revelar segredos profundos e transformar vidas.

Os sussurros misteriosos que emanavam da lamparina pareciam chamar por aqueles corajosos o suficiente para desvendar os seus mistérios.

Alguns diziam que a chama eterna guardava o segredo da imortalidade, enquanto outros acreditavam que ela concedia visões do futuro.

Aqueles que se aventuravam na sua proximidade eram envoltos por uma aura de mistério e fascínio, sentindo a influência mágica da antiga lamparina nas suas vidas.

À medida que mais segredos eram revelados pela luz dançante, a busca por respostas intensificava-se, levando a uma transformação profunda e duradoura.

O poder oculto da lamparina continuava a cativar mentes curiosas e corações destemidos, revelando um mundo de possibilidades além da compreensão humana.

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O mistério por trás da chama eterna

A chama eterna da antiga lamparina de petróleo intriga e fascina aqueles que se deparam com a sua luz bruxuleante.

Como pode algo tão simples conter um poder tão extraordinário?

A busca por respostas leva a descobertas surpreendentes, revelando segredos antigos e misteriosos.

A luz da lamparina parece guiar aqueles que a possuem, influenciando as suas vidas de maneiras inesperadas.

Os segredos revelados pela sua luz iluminam caminhos antes obscuros, transformando a realidade daqueles que se deixam envolver pelo seu encanto.

O poder oculto da lamparina transcende o tempo, mantendo viva a chama do fascínio e do mistério que a envolve.

A cada olhar, a cada toque, a antiga lamparina de petróleo revela a sua magia única, convidando-nos a mergulhar no seu universo encantado.

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A jornada em busca de respostas

A jornada em busca de respostas começou com um mistério intrigante que envolvia a antiga lamparina de petróleo.

Os curiosos lançaram-se na uma busca incansável, seguindo pistas obscuras e lendas antigas que apontavam para os poderes ocultos que a lamparina possuía.

Cada passo era como desvendar um enigma, mergulhando mais fundo no mundo mágico e misterioso que a pequena chama da lamparina parecia guardar.

As noites eram preenchidas com histórias de destemidos aventureiros que ousaram desafiar o desconhecido em busca da verdade por trás da chama eterna.

A cada descoberta, uma nova peça do quebra-cabeça se encaixava, revelando segredos há muito perdidos e mistérios que desafiavam a compreensão humana.

E assim, a jornada continuava, guiada pela luz da lamparina que iluminava não apenas o caminho físico, mas também as mentes e os corações daqueles que se deixavam envolver pelo seu poder fascinante.

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Fim da Parte I

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Continua …

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Texto & Pintura (AI): ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
14
Mai24

Era uma vez, uma casa … em Águas Frias – Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

Era uma vez, uma casa …

em Águas Frias – Chaves - Portugal

A fotografia mostra uma casa em ruínas, abandonada em Águas Frias - Chaves - Portugal.

A casa é feita de pedra e tem uma porta de madeira. A porta está aberta e há uma pequena janela na parede. A janela é pequena e tem os vidros partidos.

A casa está coberta de vegetação e parece estar desabitada há muito tempo.

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A casa foi construída no início do século XX por uma família de agricultores.

A família viveu na casa por muitos anos e criou muitos filhos lá.

No entanto, nos anos 1960, a família mudou-se para a o estrangeiro e a casa ficou vazia.

Nos anos que se seguiram, a casa foi lentamente caindo em ruínas.

O telhado caiu, as paredes racharam e as janelas foram quebradas.

A casa tornou-se um refúgio para animais selvagens e somente uma lembrança do passado.

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Em 2024, a casa ainda está em ruínas.

É uma sombra de seu antigo eu e apresentando da passagem do tempo.

No entanto, a casa ainda tem uma certa beleza, e é fácil imaginar como já fora, uma vez, um lar próspero.

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A história da casa é uma história de mudança e perda.

É uma história do passado e do presente.

É uma história de beleza e decadência.

É uma história da vida.

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A casa poderia ser restaurada e transformada em uma casa de férias ou num alojamento local. Também poderia ser demolida e substituída por uma nova casa.

No entanto, o mais provável é que a casa continue a desmoronar e a tornar-se uma parte da história local.

A história da casa em ruínas é uma nota de que nada dura para sempre.

Tudo muda e tudo eventualmente decai.

No entanto, a história da casa também é uma chamada de atenção da beleza do passado e da importância de preservar nossa história.

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A casa em ruínas é um símbolo da passagem do tempo.

É um lembrete de que todas as coisas mudam e que nada dura para sempre.

No entanto, a casa também é um símbolo da beleza do passado e da importância de preservar nossa história.

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A casa em ruínas é uma metáfora da vida.

Assim como a casa está em ruínas, nossas vidas também estão em constante mudança.

No entanto, assim como a casa ainda tem uma certa beleza, nossas vidas também têm beleza, mesmo em tempos de dificuldade.

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A casa em ruínas é uma anotação de que devemos aproveitar ao máximo o tempo que temos.

Devemos viver as nossas vidas ao máximo e criar memórias que durarão para sempre.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
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Mai24

As Aparições de Fátima: Uma Jornada Através da Fé, Esperança e Paz


Mário Silva Mário Silva

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As Aparições de Fátima:

Uma Jornada Através da Fé, Esperança e Paz

Mai13 N Sª Fátima e pastorinhos 10_ms

No dia 13 de maio de 1917, um evento singular marcou a história da fé católica: as aparições de Nossa Senhora a três jovens pastorinhos na Cova da Iria, em Fátima, Portugal.

Lúcia dos Santos, de 10 anos, e seus primos Francisco e Jacinta Marto, com apenas 9 e 7 anos, respetivamente, tornaram-se instrumentos duma mensagem celestial que repercutiria por todo o mundo.

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Um Cenário de Incertezas:

As aparições ocorreram no meio do turbilhão da Primeira Guerra Mundial, um período de profunda angústia e sofrimento para a humanidade.

Portugal, apesar de manter neutralidade no conflito, não era imune ao clima de apreensão e incerteza que pairava sobre o mundo.

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O Encontro com a Mãe Santíssima:

Naquele dia memorável, enquanto cuidavam das suas ovelhas na Cova da Iria, as crianças foram surpreendidas por uma luz intensa e pela presença de uma figura radiante que se identificou como a Santíssima Virgem Maria.

A Mãe de Deus, na sua infinita compaixão, dirigia-se à humanidade com palavras de paz e esperança, convidando-a à oração e à conversão.

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As Mensagens: Um Chamamento à Conversão e à Paz:

Ao longo de cinco meses, em cada dia 13, Nossa Senhora encontrou-se com os pastorinhos, transmitindo-lhes mensagens proféticas e pedindo-lhes que rezassem o terço como arma poderosa para alcançar a paz e a conversão dos pecadores.

Ela alertou sobre os perigos da guerra, da apostasia e da indiferença à fé, mas também ofereceu um caminho de salvação através da oração, do arrependimento e da entrega à vontade de Deus.

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O Milagre do Sol: Um Sinal Celeste:

Em 13 de outubro, durante a última aparição, um evento extraordinário conhecido como "Milagre do Sol" selou as aparições com um sinal inconfundível.

Diante de uma multidão de pessoas que se aglomerava na Cova da Iria, o sol girou no céu e pareceu mudar de cor, confirmando a veracidade das aparições e enchendo os corações de fé e admiração.

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Fátima: Um Farol de Esperança no Mundo:

As aparições de Fátima continuam a exercer profunda influência na fé católica e no mundo.

O Santuário de Fátima tornou-se um dos principais destinos de peregrinação para fiéis de todo o globo, recebendo milhões de pessoas a cada ano que buscam paz, reconciliação e intercessão da Mãe Santíssima.

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Significado e Relevância das Mensagens:

As mensagens de Fátima transcendem o tempo e o espaço, oferecendo à humanidade um roteiro para alcançar a paz interior e a salvação eterna.

A Virgem Maria, como mãe amorosa e intercessora, convida-nos à oração, à penitência e à conversão, lembrando-nos da importância da fé, da esperança e do amor num mundo marcado por desafios e incertezas.

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Fátima: Um Legado de Fé e Devoção:

As aparições de Fátima servem como um farol de esperança, iluminando o caminho para a humanidade em tempos de aflição.

A mensagem de amor, paz e reconciliação da Mãe Santíssima continua a inspirar e fortalecer a fé dos devotos em todo o mundo, impulsionando-os a viver uma vida de acordo com os ensinamentos de Cristo e a buscar a santidade.

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As aparições de Fátima são um convite à reflexão, à oração e à mudança interior.

Através delas, a Mãe Santíssima convida-nos a construir um mundo mais justo, fraterno e pacífico, onde o amor de Deus possa reinar em cada coração.

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Texto & Pintura (AI): ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
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Mai24

Maternidade e Infância numa aldeia transmontana de Chaves - Portugal (1966)


Mário Silva Mário Silva

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Maternidade e Infância numa aldeia transmontana

de Chaves - Portugal (1966)

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A fotografia captura uma cena familiar numa varanda tradicional de madeira, localizada numa aldeia rural de Chaves, Portugal, no ano de 1966.

A imagem apresenta uma mulher, presumidamente a mãe, vestindo um avental branco, segurando um bebé nos seus braços.

Ao lado dela, um outro filho menor observa a cena por entre as ripas verticais da varanda.

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A fotografia apresenta uma composição triangular clássica, com a mãe e o bebé no ápice do triângulo, criando um centro de interesse definido.

O filho menor, posicionado à esquerda, complementa a composição e direciona o olhar para o centro.

A luz natural, incidindo de forma suave sobre a cena, cria uma atmosfera serena e acolhedora.

A sombra parcial projetada pelas ripas da varanda contribui para a sensação de tridimensionalidade.

A escolha de uma profundidade de campo rasa mantém o foco nos elementos principais da cena, a mãe e o bebé, enquanto desfoca o fundo, dirigindo a atenção para o primeiro plano.

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A fotografia transcende a mera captura de um momento, transmitindo valores e emoções universais.

A imagem representa a ternura e o amor maternal, evidenciados pelo abraço protetor da mãe ao bebé.

O filho menor, observando a cena com curiosidade, simboliza a inocência e a descoberta da infância.

A fotografia também evoca um sentimento de nostalgia, transportando o observador para um passado rural e simples.

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A escolha do preto e branco confere à imagem um caráter atemporal, transcendendo as barreiras do tempo e da cultura.

A fotografia pode ser interpretada sob diversos ângulos, desde um retrato familiar até uma reflexão sobre a vida rural e os valores tradicionais.

A imagem possui valor histórico e cultural, documentando um momento específico da vida numa comunidade portuguesa.

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A fotografia, rica em detalhes e simbolismo, oferece um vislumbre da vida familiar numa aldeia portuguesa na década de 1960.

Ela representa a maternidade, a infância, a simplicidade da vida rural e a nostalgia de um tempo passado.

A imagem possui valor histórico e cultural, servindo como um documento visual de um período específico da história portuguesa.

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Texto & Colorização da Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
11
Mai24

“Vinca difformis” - erva-da-inveja


Mário Silva Mário Silva

“Vinca difformis” - erva-da-inveja

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A “Vinca difformis”, também conhecida como erva-da-inveja, é uma planta perene nativa da Europa, Ásia e América do Norte.

É membro da família Asteraceae e é conhecida pelas suas flores roxas e brancas, que florescem no final do inverno e na primavera.

As folhas da planta são verdes e ovaladas, com margens irregulares.

A “Vinca difformis” é uma planta de crescimento rápido que pode espalhar-se rapidamente por meio de rizomas.

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A “Vinca difformis” é uma planta importante no ecossistema por vários motivos.

Ela fornece alimento e abrigo para uma variedade de animais, incluindo insetos, pássaros e pequenos mamíferos.

A planta também ajuda a controlar a erosão do solo e a melhorar a qualidade da água.

Além disso, a “Vinca difformis” é uma fonte de vários compostos medicinais que têm sido usados ​​no tratamento de uma variedade de doenças.

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A “Vinca difformis” é uma planta popular para o paisagismo e é frequentemente usada como cobertura do solo ou em bordas.

A planta também é usada como planta medicinal e os seus extratos têm sido usados ​​no tratamento de cancro, diabetes e doenças cardíacas.

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A “Vinca difformis” é uma planta invasora em algumas partes do mundo e pode representar uma ameaça para a biodiversidade local.

A planta também é suscetível a uma série de doenças e pragas.

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A “Vinca difformis” é uma planta importante com uma ampla gama de usos.

É importante proteger esta planta de ameaças, como invasão e doenças.

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A “Vinca difformis” é uma planta muito tolerante à seca e pode prosperar numa variedade de condições de solo.

A planta é relativamente fácil de cuidar e não requer muita manutenção.

A “Vinca difformis” é uma boa escolha para jardineiros iniciantes.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
10
Mai24

A ovelha curiosa: desvendando os seus pensamentos


Mário Silva Mário Silva

 

A ovelha curiosa:

desvendando os seus pensamentos

Mai10 DSC09983_ms

A ovelha da fotografia, uma Merino de lã branca e fina, ergue-se majestosamente entre duas árvores, com os seus olhos castanhos fixos no fotógrafo.

O que se passa na sua mente nesse momento?

Uma mistura de curiosidade, apreensão e talvez até um toque de proteção maternal.

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A ovelha, por natureza, é um ser curioso.

A sua postura atenta, orelhas erguidas e olhar fixo demonstram o seu interesse no indivíduo que a observa.

Ela questiona-se sobre a presença do fotógrafo, as suas intenções e o que o rodeia.

Talvez ela nunca tenha visto um humano com uma câmara antes, ou talvez esteja acostumada à presença humana, mas ainda intriga-se com a máquina que captura a sua imagem.

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A ovelha também pode sentir um leve receio.

Ela não sabe o que esperar do fotógrafo, se ele representa uma ameaça ou apenas um observador passageiro.

A cautela é instintiva em animais selvagens, e a ovelha, mesmo num ambiente aparentemente seguro, não deixa de se manter alerta.

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Se a ovelha estiver acompanhada de cordeiros, o seu olhar ganha um tom ainda mais intenso.

A proteção dos seus filhotes é o seu instinto primordial, e o fotógrafo, com a sua presença inesperada, pode ser interpretado como uma possível fonte de perigo.

A ovelha torna-se mais vigilante, pronta para defender a sua cria a qualquer custo.

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A cauda da ovelha está levemente levantada, indicando um estado de alerta, mas não de medo extremo.

As orelhas erguidas e voltadas para o fotógrafo demonstram atenção e curiosidade.

Os olhos arregalados e o focinho ligeiramente franzido sugerem uma mistura de curiosidade e apreensão.

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Ao observar ovelhas na natureza, é crucial respeitar o seu espaço pessoal e evitar qualquer ação que as deixe ameaçadas ou desconfortáveis.

Mantenha distância, evite contato visual direto e faça movimentos lentos e suaves.

Lembre-se, elas são seres selvagens com instintos naturais de sobrevivência.

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Ao seguir estas dicas, você pode contribuir para que as ovelhas se sintam seguras e confortáveis em seu ambiente natural, permitindo que você as observe na sua plenitude e desvende, mesmo que por alguns instantes, os mistérios que se escondem nos seus profundos olhares.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
09
Mai24

As folhas novas brotam dos ramos e dão um colorido alegre e agradável à Natureza


Mário Silva Mário Silva

As folhas novas brotam dos ramos e

dão um colorido alegre e agradável à Natureza

Mai09 DSC09948_ms

A fotografia captura a beleza e a vitalidade de um ramo de árvore repleto de novas folhas brotando.

Num close-up que nos convida a observar cada detalhe, podemos apreciar a variedade de cores e formas presentes nas folhas.

Algumas exibem um verde vibrante, enquanto outras apresentam tons de amarelo e vermelho.

 Ainda pequenas e delicadas, as folhas desdobram-se com cuidado, como se estivessem ansiosas para explorar o mundo exterior.

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O plano de fundo desfocado da imagem sugere a presença de uma floresta verdejante, criando um ambiente tranquilo e propício à contemplação.

É possível imaginar a luz do sol filtrando-se através das folhas, criando um jogo de luzes e sombras que enriquece ainda mais a cena.

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A imagem transcende a sua beleza estética e transforma-se num símbolo rico em significado.

As novas folhas, no seu estado frágil e incipiente, representam a esperança e a renovação.

Elas lembram-nos que, mesmo nos momentos mais desafiadores, a vida sempre encontra uma maneira de florescer.

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As cores vibrantes das folhas evocam alegria e vitalidade, transmitindo uma sensação de positivismo e otimismo.

Elas convidam-nos a celebrar a beleza do mundo natural e a reconhecer a importância da natureza nas nossas vidas.

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A fotografia também serve como uma chamada de atenção da importância da preservação ambiental.

As árvores e plantas, representadas pelo ramo em destaque, são elementos essenciais para a saúde do planeta.

Elas fornecem oxigénio, água potável e alimento, além de auxiliarem na regulação do clima e na proteção contra a poluição.

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Ao observarmos a imagem com atenção, somos incentivados a refletir sobre a nossa responsabilidade em cuidar do meio ambiente.

Podemos tomar pequenas ações no nosso dia a dia para fazer a diferença, como reduzir o consumo de materiais descartáveis, plantar árvores e reciclar.

 

A fotografia possui grande potencial para ser utilizada em diversos contextos.

A imagem pode ser utilizada para ilustrar conceitos relacionados à natureza, ao ciclo da vida, à importância da preservação ambiental ou à beleza do mundo natural.

A imagem pode ser emoldurada e pendurada em paredes, criando um ambiente mais acolhedor e conectado com a natureza.

A imagem pode servir como ponto de partida para a criação de poemas, histórias ou outras formas de expressão artística.

A imagem pode ser utilizada em campanhas de conscientização ambiental, incentivando as pessoas a adotarem práticas mais sustentáveis.

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Assim, a imagem de um ramo de árvore com novas folhas brotando é um convite à reflexão e à ação.

Ela nos convida a apreciar a beleza da natureza, reconhecer sua importância nas nossas vidas e assumir nossa responsabilidade em preservá-la.

Através de sua riqueza simbólica e potencial para diversas aplicações, a imagem serve como um lembrete constante da importância de cuidarmos do nosso planeta.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
08
Mai24

A aldraba


Mário Silva Mário Silva

A aldraba

Mai08 DSC04918_ms

A aldraba numa porta de uma casa rural transmontana é um símbolo de hospitalidade e boas-vindas.

A aldraba é uma anotação de que, mesmo no meio da agitação da vida quotidiana, há sempre alguém que deseja entrar.

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Na fotografia, a aldraba está numa porta de madeira de uma casa rural transmontana.

A aldraba é feita de metal e tem a forma oval, que se coaduna com a forma da mão.

A porta está “fechada”, mas basta rodar a aldraba que ela logo se abre.

Quando alguém bate na aldrava, uma voz amistosa do interior da casa diz "Entre!".

Somente depois que a pessoa entrar é que é perguntado "Quem é?".

Essa tradição é uma forma de os moradores da casa se protegerem de intrusos.

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A aldraba também é um símbolo da comunidade e da amizade.

Quando alguém bate na aldraba, é como se estivesse batendo na porta de todos na comunidade.

Os moradores da casa sentem-se responsáveis por acolher e receber os visitantes.

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A aldraba é um objeto simples, mas tem um significado profundo.

É um símbolo de hospitalidade, boas-vindas, comunidade e amizade.

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A aldraba é um sinal de que a casa está aberta a visitantes.

É um convite para entrar e ser recebido com gentileza.

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A voz amistosa que diz "Entre!" é um sinal de boas-vindas.

É um convite para se sentir em casa.

A tradição de perguntar "Quem é?" antes de abrir a porta é uma forma dos moradores da casa se protegerem de intrusos.

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A aldraba é um símbolo da comunidade.

Quando alguém bate na aldraba, é como se estivesse batendo na porta de todos na comunidade.

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Os moradores da casa sentem-se responsáveis por acolher e receber os visitantes.

A aldraba é um símbolo dessa amizade.

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A aldraba é um objeto importante na cultura portuguesa.

É um símbolo de valores importantes como a hospitalidade, as boas-vindas, a segurança, a comunidade e a amizade.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
07
Mai24

Uma Estória Estranha no Castelo de Monforte de Rio Livre - Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

 

Uma Estória Estranha no

Castelo de Monforte de Rio Livre

Mai07 DSC01298_ms

Cena: Entrada norte da muralha exterior do Castelo de Monforte de Rio Livre, em Águas Frias, Chaves, Portugal.

Personagens:

Mário Silva: Um homem local, conhecido pela sua bondade e generosidade.

Mulher misteriosa: Uma figura feminina com roupas escuras e um olhar penetrante.

Criatura estranha: Uma entidade alta e magra, envolta em um manto negro.

História:

Numa noite fria e nebulosa, Mário Silva, um homem de coração bondoso, caminhava pelos arredores do Castelo de Monforte de Rio Livre.

Ao se aproximar da entrada norte da muralha exterior, ele foi subitamente tomado por uma sensação de estranheza e desconforto.

A névoa densa parecia adensar-se em torno dele, e o silêncio era perturbado apenas pelo farfalhar das folhas secas sob seus pés.

De repente, Mário avistou uma figura estranha parada no arco da entrada.

Era uma criatura alta e magra, envolta num manto negro que cobria completamente seu corpo.

Os seus olhos, que brilhavam com uma luz sinistra, eram os únicos elementos visíveis.

Mário sentiu um calafrio percorrer a sua espinha e instintivamente virou-se para correr.

Mas antes que pudesse dar um passo, uma voz suave e melodiosa paralisou-o.

- Não tenha medo- disse a voz. - Não lhe farei mal.

Mário virou-se lentamente e deparou-se com uma mulher misteriosa.

Ela era alta e esguia, com longos cabelos negros que caíam em cascata sobre os seus ombros.

Seus olhos, de um verde esmeralda profundo, transbordavam de sabedoria e gentileza.

- Quem é você? - perguntou Mário, ainda hesitante.

- Sou a guardiã deste castelo - respondeu a mulher. - Fiquei sabendo que você é um homem bom e que deseja ajudar os outros. É por isso que o chamei aqui.

Mário não sabia o que acreditar, mas a aura de calma e paz que emanava da mulher tranquilizava-o.

- O que você precisa de mim? - perguntou ele.

A mulher sorriu tristemente.

- Este castelo está em perigo - disse ela - Uma força das trevas está aproximando-se, e só um coração puro como o seu pode detê-la.

Mário ficou chocado com a revelação da mulher.

Ele nunca havia acreditado em coisas sobrenaturais, mas a sinceridade dos seus olhos era inegável.

- O que devo fazer? - perguntou ele, com determinação nascendo no seu coração.

A mulher guiou-o até ao interior do castelo, onde lhe revelou um antigo portal mágico.

- Este portal leva ao reino das trevas - disse ela - É lá que a fonte do mal reside. Você deve entrar no portal e enfrentar a criatura que ameaça este castelo.

Mário sabia que a missão era perigosa, mas ele não podia recusar.

A vida de muitas pessoas dependia dele.

Com um profundo suspiro, ele atravessou o portal e viu-se num lugar sombrio e árido.

No centro do reino das trevas, uma criatura demoníaca aguardava-o.

Os seus olhos vermelhos flamejantes perfuravam a alma de Mário, e a sua voz gutural ecoava pelo local.

- Você não me pode derrotar - rosnou a criatura - Eu sou mais poderoso do que você, jamais poderá imaginar.

Mas Mário não se intimidou.

Ele lembrou-se das palavras da mulher misteriosa e concentrou-se na força da luz que emanava de seu interior.

- Eu não vim sozinho - disse ele - A luz da esperança está comigo, e ela é mais poderosa do que qualquer escuridão.

Com um grito de bravura, Mário canalizou a luz num raio ofuscante que atingiu a criatura em cheio.

O monstro demoníaco soltou um rugido de agonia e desintegrou-se em milhares de fragmentos de escuridão.

A luz da esperança havia triunfado sobre as trevas.

O reino das trevas dissolveu-se, e Mário viu-se de volta ao interior do Castelo de Monforte de Rio Livre.

A mulher misteriosa recebeu-o com um sorriso radiante.

- Você o fez! - exclamou ela - Você salvou o castelo e todos que vivem nele.

Mário sentiu-se inundado por uma sensação de paz e satisfação.

Ele havia enfrentado os seus medos e saiu vitorioso.

A partir daquele dia, ele tornou-se um herói local, conhecido pela sua bravura e sua fé inabalável na luz.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
06
Mai24

A Casa Amarela com Telhas Vermelhas


Mário Silva Mário Silva

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A Casa Amarela com Telhas Vermelhas

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Era uma vez, numa pequena aldeia chamada Águas Frias, situada no município de Chaves, em Portugal, havia uma charmosa casa amarela com telhas vermelhas.

Essa casa, cercada por um jardim florido e adornada por um ramo de um antigo castanheiro, era um símbolo da beleza e da tranquilidade da região.

A casa era lar de uma família acolhedora, composta por um casal e seus dois filhos.

Eles viviam uma vida simples, mas feliz, apreciando os prazeres da vida.

As crianças brincavam no jardim, correndo entre as flores e subindo nas árvores, enquanto os pais observavam com amor e carinho.

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O ramo do castanheiro, que pendia sobre a casa, era um símbolo de força e proteção. Ele havia resistido a muitas tempestades ao longo dos anos, e os seus galhos frondosos forneciam sombra e refúgio para os habitantes da casa.

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O vale que se estendia abaixo da casa era um lugar de beleza natural incomparável.

Os campos verdejantes, as colinas ondulantes e o rwgato que serpenteava pelo vale criavam uma paisagem de tirar o fôlego.

A família costumava fazer caminhadas pelo vale, apreciando a vista e respirando o ar puro da montanha.

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A vida na casa amarela era tranquila e pacífica.

Os dias eram preenchidos com trabalho, lazer e momentos de união familiar.

As noites eram calmas e estreladas, e o silêncio era apenas quebrado pelo canto dos grilos e o uivo de uma coruja.

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Um dia, uma tempestade forte atingiu a região.

O vento uivava, a chuva caía em torrentes e os raios iluminavam o céu com flashes de luz branca.

A família reuniu-se na sala da casa, preocupada com a segurança do seu lar.

Mas a casa amarela resistiu à tempestade.

O telhado vermelho protegia a casa da chuva, e as paredes fortes resistiam aos ventos furiosos.

 A família sentiu-se segura e grata por ter um lar tão resistente.

Quando a tempestade finalmente passou, o sol voltou a brilhar e um arco-íris apareceu no céu.

A família saiu para o jardim para apreciar a beleza da natureza após a tempestade.

Eles sentiram-se mais unidos do que nunca, e perceberam que sua casa era um lugar especial, onde podiam encontrar segurança, conforto e amor.

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A casa amarela com telhas vermelhas continuou a ser um símbolo de beleza e tranquilidade em Águas Frias por muitos e muitos anos.

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A história da casa amarela com telhas vermelhas é uma história sobre a força da família, a beleza da natureza e a importância de um lar.

É uma história que nos ensina a sermos gratos pelo que temos e a apreciar os momentos simples da vida.

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A história da casa amarela com telhas vermelhas é uma história atemporal que pode ser apreciada por pessoas de todas as idades.

A história ensina-nos a importância de valorizar a família, o lar e a natureza.

A história lembra-nos que a vida é cheia de altos e baixos, mas que sempre há esperança.

A história inspira-nos a sermos gratos pelas coisas simples da vida.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
05
Mai24

Orgulho de Mãe


Mário Silva Mário Silva

Orgulho de Mãe

Mai05 Orgulho de mãe - Franz Defregger

Em teu ventre, a vida se aninhou,

Um ser pequenino, que sonhou.

Com amor e carinho, o alimentaste,

E com teus sonhos, o entrelaçaste.

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Nos primeiros passos, guiaste sua mão,

Em cada conquista, vibrou o coração.

Com ensinamentos e valores, o moldaste,

E para o mundo, o preparaste.

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Nos dias de dor, foste seu refúgio,

No abraço materno, encontrou sossego.

Em cada sorriso, tua alegria florescia,

No sucesso do filho, a alma se enchia.

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Com amor incondicional, o amaste,

E em cada etapa da vida, o acompanhaste.

És porto seguro, fonte de inspiração,

Orgulho e amor, em uma só canção.

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Mãe, guerreira, heroína sem igual,

Teu amor transborda, num amor filial.

Em teu olhar, a força que o impulsiona,

Na tua presença, a paz que o acalenta.

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Gratidão eterna, por tudo que és,

Mãe, te amo, com todo o meu ser.

És a luz que guia meu caminho,

O anjo que me guarda, dia e ano.

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Orgulho de Mãe, és a minha estrela,

Que ilumina meu ser, e me revela.

O amor mais puro, que jamais se finda,

Um laço eterno, que nos une e nos brinda.

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Poema: ©MárioSilva

Pintura: Franz Defregger

Mário Silva 📷
04
Mai24

A Ponte Pênsil D. Maria II (Porto - Portugal): Uma História de Inovação, Importância e Tragédia


Mário Silva Mário Silva

 

A Ponte Pênsil D. Maria II (Porto - Portugal):

Uma História de Inovação, Importância e Tragédia

Mai04 A magnifica Ponte D Maria-fotor_ms

A ponte pênsil D. Maria II, também conhecida como Ponte do Douro, foi uma ponte suspensa que ligava as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia, em Portugal.

Construída entre 1841 e 1843, foi a primeira ponte pênsil do país e uma das primeiras da Europa.

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A construção da ponte pênsil D. Maria II foi impulsionada pela necessidade de uma ligação mais eficiente entre as duas cidades.

Até então, a travessia do Rio Douro era feita por barco, o que era lento e perigoso, especialmente em mau tempo.

A ponte foi projetada pelo engenheiro francês Jean-Baptiste Fontinelle e financiada por uma empresa privada.

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A ponte pênsil D. Maria II teve um impacto significativo no desenvolvimento das cidades do Porto e Vila Nova de Gaia.

Facilitou o comércio e o transporte entre as duas margens do rio, impulsionando o crescimento económico da região.

A ponte também se tornou um marco importante na paisagem urbana do Porto, sendo um símbolo da inovação e do progresso da cidade.

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Em 5 de fevereiro de 1855, a ponte pênsil D. Maria II ruiu durante uma forte tempestade.

O colapso da ponte causou a morte de cerca de 200 pessoas e feriu muitas outras.

A tragédia causou grande comoção em Portugal e no resto da Europa.

A causa exata do colapso da ponte pênsil D. Maria II nunca foi totalmente esclarecida.

No entanto, acredita-se que a forte tempestade, combinada com falhas na construção da ponte, contribuiu para o desastre.

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A ponte pênsil D. Maria II foi reconstruída em 1859, mas foi desativada em 1906 e demolida em 1934.

Apesar de sua curta vida útil, a ponte teve um impacto significativo na história do Porto e de Vila Nova de Gaia.

A ponte foi um marco importante na engenharia civil portuguesa e um símbolo da inovação e do progresso da cidade.

 

NOTA: É importante notar que a ponte pênsil D. Maria II não deve ser confundida com a ponte ferroviária D. Maria Pia, que também liga as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia.

A ponte D. Maria Pia foi construída em 1877 e ainda está em uso hoje.

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A ponte pênsil D. Maria II tinha 170 metros de comprimento e 6 metros de largura.

A ponte era sustentada por 8 cabos de ferro, cada um com 155 metros de comprimento.

A ponte tinha duas torres de pedra de 18 metros de altura.

A ponte era gratuita para pedestres e animais, mas cobrava pedágio para veículos.

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A ponte pênsil D. Maria II foi uma obra de engenharia notável que teve um impacto significativo no desenvolvimento das cidades do Porto e Vila Nova de Gaia.

A ponte foi um marco importante na paisagem urbana do Porto e um símbolo da inovação e do progresso da cidade.

O colapso da ponte em 1855 foi uma tragédia terrível que causou a morte de muitas pessoas.

No entanto, a ponte pênsil D. Maria II continua a ser lembrada como uma conquista importante na história da engenharia civil portuguesa.

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Texto & Colorização da Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
03
Mai24

O regueiro serpenteia o lameiro com o sol poente escondendo-se por entre os ramos da árvore -  Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

"O regueiro serpenteia o lameiro com o sol poente escondendo-se por entre os ramos da árvore”

Águas Frias - Chaves - Portugal

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A fotografia mostra um riacho serpenteando por um campo verde, com uma árvore no primeiro plano.

O sol está se pondo atrás da árvore, e seus raios passam pelas folhas da árvore, criando um efeito de luz e sombra. Ao fundo, podemos ver algumas montanhas.

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A imagem é uma bela representação da natureza portuguesa.

O riacho serpenteando pelo campo verde é uma imagem serena e tranquila, enquanto o sol poente atrás da árvore cria uma atmosfera dramática.

As montanhas ao fundo completam a paisagem e dão uma sensação de grandiosidade.

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A fotografia pode ser vista como uma representação da beleza da natureza portuguesa, ou como um símbolo da passagem do tempo.

O sol poente pode ser visto como um símbolo do fim da vida, enquanto o riacho serpenteando pode ser visto como um símbolo da vida que continua.

A imagem evoca uma variedade de emoções, como paz, tranquilidade, drama e grandiosidade.

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A imagem pode ser uma evocação da beleza da natureza, ou ser um símbolo da passagem do tempo ou da vida que continua.

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A imagem foi captada em Águas Frias, uma freguesia do concelho de Chaves, em Portugal.

A freguesia é conhecida pelas suas paisagens naturais, incluindo montanhas, rios e florestas.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
02
Mai24

As "Alminhas" da Nossa Senhora dos Bons Caminhos - (Oucidres – Chaves – Portugal)


Mário Silva Mário Silva

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As "Alminhas" da Nossa Senhora dos Bons Caminhos

(Oucidres – Chaves – Portugal)

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As "alminhas" são pequenos nichos ou capelas dedicadas às almas dos falecidos.

São encontrados em todo o Portugal, mas são mais comuns nas regiões do Norte e Centro do país.

A origem das "alminhas" remonta à Idade Média, quando a crença no purgatório era muito difundida. O purgatório era um lugar de purificação das almas após a morte, antes de entrarem no Céu ou no Inferno.

As "alminhas" eram construídas como forma de ajudar as almas a alcançar a salvação eterna.

As primeiras "alminhas" eram simples cruzes de madeira colocadas em locais onde se acreditava que os falecidos haviam morrido.

Com o tempo, as "alminhas" tornaram-se mais elaboradas, sendo feitas de pedra, tijolo ou madeira e decoradas com imagens religiosas, flores e velas.

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A "alminha" da Nossa Senhora dos Bons Caminhos é um exemplo típico de "alminha" portuguesa. É feita de tijolo e tem uma cruz no topo. A capela está decorada com imagens da Virgem Maria e de Jesus Cristo.

As "alminhas" são geralmente encontradas em locais públicos, como cruzamentos de estradas, praças e cemitérios

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As "alminhas" têm um significado religioso e cultural importante. Elas são um símbolo da fé católica e da crença na vida após a morte.

As "alminhas" também nos lembram da fragilidade da vida e da importância de rezar pelas almas dos falecidos.

Além disso, as "alminhas" têm um valor cultural importante. Elas fazem parte do património cultural português e são um símbolo da identidade nacional.

As "alminhas" também são um ponto de encontro para a comunidade, onde as pessoas se reúnem para rezar e conversar.

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As "alminhas" são frequentemente mencionadas na cultura popular portuguesa. Elas aparecem em canções, histórias e lendas. As "alminhas" também são um tema popular na arte portuguesa.

Um exemplo famoso da presença das "alminhas" na cultura popular portuguesa é a canção "As Alminhas", de Zeca Afonso. A canção fala sobre a importância de rezar pelas almas dos falecidos e de lembrar das pessoas que já morreram.

 

As "alminhas" são um elemento importante da cultura portuguesa. Elas são um símbolo da fé católica, da crença na vida após a morte e da identidade nacional.

As "alminhas" também são um ponto de encontro para a comunidade e um tema popular na cultura popular portuguesa.

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Texto e fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
01
Mai24

O Dia do Trabalhador - Uma Jornada Através do Tempo e da Luta


Mário Silva Mário Silva

O Dia do Trabalhador

Uma Jornada Através do Tempo e da Luta

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O 1º de maio, celebrado globalmente como o Dia do Trabalhador, é mais do que um feriado.

É um dia carregado de história, simbolismo e significado, que ecoa as lutas e conquistas da classe trabalhadora ao longo dos tempos.

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Raízes em Chicago: A Greve de 1886 e o Massacre de Haymarket

A história do Dia do Trabalhador remonta a 1886, em Chicago, Estados Unidos.

Naquela época, os trabalhadores eram submetidos a condições precárias, com jornadas de trabalho extensas (até 17 horas por dia) e baixos salários.

Nesse cenário de exploração, a Federação Americana do Trabalho (AFL) convocou uma greve geral para o dia 1º de maio, com o objetivo de reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias.

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A greve mobilizou cerca de 350 mil trabalhadores em todo o país.

Em Chicago, as manifestações intensificaram-se, culminando no trágico evento conhecido como Massacre de Haymarket.

No dia 4 de maio, durante um comício pacífico em apoio aos grevistas, uma bomba foi lançada contra a polícia, resultando na morte de sete policias e diversos civis.

Em retaliação, oito anarquistas foram condenados à morte, dos quais cinco foram executados.

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Um Símbolo de Luta e Unificação

Apesar da repressão brutal, o Massacre de Haymarket não silenciou o movimento operário.

Pelo contrário, o evento serviu como um catalisador para a luta por melhores condições de trabalho e direitos trabalhistas.

Em 1889, a Segunda Internacional, um congresso de trabalhadores socialistas realizado em Paris, França, decidiu instituir o 1º de maio como o Dia Internacional do Trabalho.

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A data rapidamente tornou-se um símbolo de luta, união e solidariedade para os trabalhadores em todo o mundo.

Manifestações e greves eram organizadas anualmente para reivindicar os seus direitos e pressionar por mudanças sociais.

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Conquistas e Desafios: O Dia do Trabalhador na Atualidade

Ao longo do século XX, o movimento operário obteve diversas conquistas importantes, como a redução da jornada de trabalho, o fim do trabalho infantil, a instituição de férias remuneradas e a criação da segurança social.

No entanto, a luta por direitos trabalhistas ainda está longe de terminar.

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No mundo globalizado de hoje, os trabalhadores enfrentam novos desafios, como a precarização do trabalho, a desigualdade salarial, a terceirização e a flexibilização das leis do trabalho.

O Dia do Trabalhador serve como uma chamada de atenção de que a luta por melhores condições de trabalho é uma luta contínua, que exige a união e mobilização da classe trabalhadora.

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Significado Além das Fronteiras: Celebração e Reflexão

O Dia do Trabalhador não se limita apenas a um dia de folga.

É uma data para celebrar as conquistas alcançadas pelas lutas dos trabalhadores, mas também para refletir sobre os desafios que ainda persistem.

É um momento para reafirmar a importância do trabalho digno e para lutar por um futuro mais justo e igualitário para todos os trabalhadores.

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Em Portugal, a data é marcada por diversas atividades, como comícios, manifestações, eventos culturais e debates sobre temas relacionados ao trabalho e aos direitos trabalhistas.

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Em conclusão, o Dia do Trabalhador é um dia de memória, luta e esperança.

É um dia para honrar o passado, celebrar as conquistas e renovar o compromisso com a construção de um futuro mais justo e digno para todos os trabalhadores.

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Texto & Pintura (AI): ©MárioSilva

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Mário Silva 📷

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