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MÁRIO SILVA "navegando" em ... águas frias

"Navegando" no Reino Maravilhoso por Terras de Monforte, especialmente na Aldeia de Águas Frias - Chaves - Trás-Os-Montes - PORTUGAL

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01
Mai11

Águas Frias (Chaves) - Ramos - Páscoa - Pascoela


Mário Silva Mário Silva

Venho, mais uma vez, com notícias atrasadas, mas, vale a intenção (embora de boas intenções esteva o inferno cheio), acho que estou desculpado, pois hoje é o Domingo de Pascoela e por isso ainda no espírio Pascal.

 

 

DOMINGO DE RAMOS

 

 

O Domingo de Ramos é a festa litúrgica que celebra a entrada de Jesus Cristo na cidade de Jerusalém. É também a abertura da Semana Santa.

 

Nesse dia, são comuns procissões em que os fiéis levam consigo ramos de oliveira ou palmeira, o que originou o nome da celebração.

 

 

Segundo os evangelistas, Jesus foi para Jerusalém para celebrar a Páscoa Judaica com os (discípulos).

Entrou na cidade como um Rei, mas sentado num jumentinho - o símbolo da humildade - e foi aclamado pela população como o Messias, o Rei de Israel. A multidão o aclamava: "Hosana ao Filho de Davi!" Isto aconteceu alguns dias antes da sua Paixão, Morte e Ressurreição. A Páscoa Cristã celebra então a Ressurreição de Jesus Cristo. 

 

 

 

 

História: A procissão do Domingo de Ramos surgiu depois que um grupo de cristãos da Etéria fez uma peregrinação a Jerusalém e, ao retornar, procedeu na sua região da mesma forma que havia feito nos lugares santos, lembrando os momentos da Semana Santa. O costume passou a ser utilizado gradualmente por outras igrejas e, ao final da Idade Média, foi incorporado aos ritos da Semana Santa...

 

 

 

 

O Rito: A celebração do Domingo de Ramos começa em uma capela,  igreja ou nicho, afastado de onde será rezada a Missa. Os ramos que os fiéis levam consigo são abençoados pelo sacerdote.

Então, este proclama o Evangelho da entrada de Jesus em Jerusalém, e inicia-se a procissão com algumas orações próprias da festa, rumo à igreja matriz.

 

 

 

Durante a procissão, os fiéis entoam a antífona:

 

"Hosana ao Filho de Davi!

Hosana ao Filho de Davi!

Bendito o que vem em nome do Senhor!

Rei de Israel, Hosana nas alturas!"

 

 

 

Ao chegar onde será celebrada a missa solene, a festa muda de caráter, passando a celebrar a Paixão de Cristo. 

 

O sentido da festa do Domingo de Ramos tratar tanto da entrada triunfal de Cristo em Jerusalém, e depois recordar sua Paixão, é que essas duas datas estão intrinsecamente unidas.

 

 

 

A Igreja recorda que o mesmo Cristo que foi aclamado como Rei pela multidão no Domingo, é crucificado sob o pedido da mesma multidão na Sexta.

 

 

Assim, o Domingo de Ramos é um resumo dos acontecimentos da Semana Santa, e também sua solene abertura.

 

 

 

PÁSCOA

 Antes do Domingo de Páscoa(6.ª feira Santa ou no sábado), continua-se com a tradição de fazer o Folar da Páscoa.

 

 

 

  

 

 

Origem do nome PÁSCOA

 

Os eventos da Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pesah, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.

 

 

 

 

A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.

 

 

No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pesah. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.

 

 

 

Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pessach (Páscoa).

 

 

 

 

 

As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Estremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o Venerável Beda, historiador inglês do século VII.

 

 

 

 

Porém, é importante mencionar que Ishtar é cognata de Inanna e Astarte (Mitologia Suméria e Mitologia Fenícia), ambas ligadas a fertilidade, das quais provavelmente o mito de "Ostern", e consequentemente a Páscoa (direta e indiretamente), tiveram notórias influências.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PASCOELA

 

 

 

Ocorre sete dias depois da Páscoa, correspondendo ao domingo seguinte ao domingo de Páscoa, também denominado Dia da Misericórdia de Deus, oitava da Páscoa ou Quasímodo.

 

 

 

Estas duas últimas designações, embora ainda se usem, eram mais utilizadas antigamente, celebrando-se a oitava noutras liturgias importantes da Igreja, prática caída em desuso quando da reforma do calendário religioso após o Concílio do Vaticano II.

 

 

                                                                                                                                                      Pinchéis

                                                                                                         

A Pascoela simboliza o prolongamento do próprio domingo de Páscoa, numa atitude festiva da Igreja e dos fiéis, podendo dizer-se que representa uma espécie de diminutivo da palavra Páscoa.

 

 

 

Recorde-se que o baptismo dos primeiros Cristãos adultos ocorria durante a Vigília Pascal, ritual que continua a manter-se, sendo a quadra da Páscoa a preferida desde os primórdios da religião cristã para se efectuarem os baptismos dos catecúmenos.

 

 

                                                                                                                                                                    Páscoas

 

Daí, chamar-se também – conquanto não já oficialmente – ao domingo de Pascoela o domingo In Albis (domingo branco), devido ao facto dos catecúmenos utilizarem (como hoje) vestimentas brancas no acto do baptismo, celebrado depois, festivamente, por toda a semana que decorria desde o domingo de Páscoa ao domingo de Pascoela.

 

 

 

Nos dias actuais, à semelhança de outrora, os baptismos continuam a realizar-se por toda a semana que medeia estes dois domingos, embora, por tempos idos, apenas nesta época do ano a Igreja procedesse à imposição do baptismo. Hoje já assim não é, mas continua a verificar-se a preferência da quadra pascal para se efectuar o baptismo, sobretudo das crianças.

 

 

                                                                                                                                                                    Macieira

 

 

Na tradição popular, é durante a celebração da missa do Senhor no domingo de Pascoela – quando esta se realiza às três horas da tarde em ponto – que, «ao pedir-se uma graça, ela será atendida».

 

 

 

 In “Festas e Tradições Portuguesas”, Vol. III

 

Ed. Círculo de Leitores

 

 

 

 

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