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MÁRIO SILVA - Fotografia, Pintura & Escrita

*** *** A realidade é a "minha realidade" em imagens (fotografia, pintura) e escrita

30
Jun24

O sacrário e o altar-mor (antes do "embelezamento") da igreja matriz de Águas Frias - Chaves - Portugal


Mário Silva Mário Silva

O sacrário e o altar-mor (antes do "embelezamento")

da igreja matriz de Águas Frias - Chaves - Portugal

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A fotografia, captada em 2009, mostra o sacrário e o altar-mor da igreja matriz de Águas Frias - Chaves - Portugal, antes do "embelezamento" que ocorreu em 2021.

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O sacrário é um pequeno armário localizado no centro do altar-mor, onde são guardadas as hóstias consagradas.

É feito de madeira dourada e apresenta uma rica ornamentação com motivos religiosos.

No centro da porta do sacrário, está esculpida um ostensório.

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O altar-mor é um conjunto monumental em talha dourada que ocupa toda a parede posterior da igreja.

É composto por três retábulos, um central e dois laterais.

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No cimo do altar, na penumbra, pode-se ver a imagem do Menino Jesus sobre o globo da Terra.

A imagem do Menino Jesus está em pé, com umas mãos levantadas em bênção.

O globo terrestre é um símbolo do domínio de Cristo sobre o mundo.

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A fotografia está composta de acordo com a regra dos terços.

O sacrário e o altar-mor estão posicionados no terço superior da imagem, o que lhes confere uma grande importância visual.

A linha do horizonte está posicionada no terço médio da imagem, dividindo a composição em duas partes iguais.

O terço inferior da imagem está vazio, o que cria uma sensação de espaço e profundidade.

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A iluminação da fotografia é natural, proveniente das janelas da igreja.

A luz natural cria um efeito de claros e escuros que realça a riqueza da ornamentação do altar-mor.

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O altar-mor da igreja matriz de Águas Frias é um exemplo típico do estilo barroco.

O estilo barroco caracteriza-se pela exuberância da decoração, pelo uso de cores vibrantes e pelo movimento.

No altar-mor de Águas Frias, a exuberância da decoração é evidente na rica talha dourada e nos painéis de azulejos.

As cores vibrantes estão presentes nos tons dourados da talha, nos tons azuis dos painéis de azulejos e nas cores das flores e dos panos que decoram o altar.

O movimento é criado pelas linhas curvas da talha dourada e pelas figuras esculpidas em relevo.

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A fotografia de Mário Silva é uma bela e fiel representação do altar-mor da igreja matriz de Águas Frias.

A composição da fotografia é equilibrada e harmoniosa, e a iluminação natural realça a riqueza da ornamentação do altar.

A fotografia é um documento importante que nos permite apreciar o património artístico da igreja antes do "embelezamento" que ocorreu em 2021.

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O "embelezamento" do altar-mor da igreja matriz de Águas Frias foi um tema controverso.

Alguns consideraram que a nova pintura e as novas cores tornaram o altar mais bonito e imponente.

Outros consideraram que a nova decoração descaracterizou o altar e lhe retirou a sua autenticidade.

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A fotografia de Mário Silva permite-nos comparar o altar-mor antes e depois do "embelezamento".

A comparação revela que a nova decoração alterou significativamente a aparência do altar.

A talha dourada, que antes era o elemento principal da decoração, agora está parcialmente coberta pela nova pintura.

As cores vibrantes da nova decoração contrastam com a sobriedade das cores originais.

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Cabe a cada um decidir se a nova decoração do altar-mor da igreja matriz de Águas Frias é um acréscimo ou um detrimento.

A fotografia de Mário Silva é um valioso documento que nos permite fazer essa comparação e formular a nossa própria opinião.

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Em conclusão, a fotografia de Mário Silva é uma bela e importante imagem do altar-mor da igreja matriz de Águas Frias antes do "embelezamento" que ocorreu em 2021.

A fotografia é um documento valioso que nos permite apreciar o património artístico da igreja e fazer a nossa própria opinião sobre a nova decoração do altar.

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Texto & Pintura: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
29
Jun24

São Pedro, o Pescador


Mário Silva Mário Silva

São Pedro, o Pescador

São Pedro, também conhecido como Pedro Apóstolo ou Simão Pedro, é uma figura central na história do Cristianismo e um dos doze apóstolos de Jesus Cristo.

A sua vida e o seu papel na fundação da Igreja Católica têm grande importância histórica e espiritual.

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São Pedro nasceu como Simão em Betsaida, uma cidade de pescadores na região da Galileia, hoje parte de Israel.

Era filho de Jonas e irmão de André, que também se tornou um dos apóstolos de Jesus.

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Simão Pedro era pescador de profissão.

Ele foi chamado por Jesus enquanto pescava no Mar da Galileia.

Jesus deu-lhe o nome de "Pedro" (do grego "Petros", que significa "pedra" ou "rocha") para simbolizar seu papel na construção da Igreja.

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Pedro foi um dos apóstolos mais próximos de Jesus, frequentemente mencionado nos Evangelhos.

Ele testemunhou muitos dos milagres de Jesus, incluindo a Transfiguração e a Ressurreição.

Pedro é conhecido pela sua fé intensa, mas também pelas suas falhas humanas, como quando negou Jesus três vezes antes da crucificação.

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Após a ressurreição e ascensão de Jesus, Pedro tornou-se um líder proeminente na comunidade cristã primitiva.

Ele presidiu o Conselho de Jerusalém e pregou em várias regiões, incluindo a Palestina e, eventualmente, Roma.

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Pedro foi martirizado em Roma durante o reinado do imperador Nero, por volta do ano 64 d.C.

Segundo a tradição, ele foi crucificado de cabeça para baixo, a seu próprio pedido, por não se considerar digno de morrer da mesma forma que Jesus.

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São Pedro é considerado o primeiro Papa pela Igreja Católica.

A sua designação por Jesus como a "rocha" sobre a qual a Igreja seria construída (Mateus 16:18) é interpretada como a fundação do papado.

Ele é visto como o primeiro bispo de Roma e, portanto, o líder da Igreja universal.

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A ele foram dadas as "chaves do Reino dos Céus", simbolizando a autoridade de perdoar pecados e de governar a Igreja (Mateus 16:19).

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Pedro é um exemplo de fé e arrependimento.

Apesar de suas falhas, ele demonstrou um profundo amor e dedicação a Jesus, especialmente após a ressurreição.

A sua vida representa o poder da redenção e a importância do arrependimento.

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A Basílica de São Pedro no Vaticano, uma das igrejas mais importantes e icônicas do mundo, foi construída sobre o local tradicional do túmulo de Pedro.

É um símbolo central do catolicismo e da continuidade da liderança papal.

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A festa de São Pedro é celebrada a 29 de junho, juntamente com São Paulo, outro apóstolo fundamental para a propagação do cristianismo.

Esta celebração ressalta a importância de Pedro como pedra angular da Igreja.

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São Pedro é o padroeiro dos pescadores, dos papas e de várias cidades ao redor do mundo e até o orago da importante aldeia transmontana de Águas Frias (Chaves – Portugal).

A sua vida e o seu testemunho continuam a inspirar cristãos na sua fé e devoção.

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Em conclusão, poderemos dizer que São Pedro é uma figura monumental na história da Igreja Católica e do Cristianismo em geral.

Como um dos primeiros seguidores de Jesus, o seu papel como líder da Igreja primitiva e o seu martírio em Roma, cimentaram o seu lugar como um dos mais importantes santos e o primeiro Papa.

O seu legado perdura através das tradições, celebrações e instituições que ele ajudou a fundar e inspirar.

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Texto & Pinturas (AI): ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
28
Jun24

“Campanula lusitânica” - Mário Silva


Mário Silva Mário Silva

“Campanula lusitânica”

Mário Silva

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A Campanula lusitanica, também conhecida como campainha-portuguesa, é uma planta com flor da família Campanulaceae.

A Campanula lusitanica é um tipo de campainha que é nativa da Europa, Ásia e África.

Esta planta é uma parte muito importante da biodiversidade da Europa.

É uma parte muito importante do ecossistema porque fornece alimento e abrigo para animais e plantas.

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A Campanula lusitanica é uma planta perene que cresce até 50 cm de altura.

As folhas são ovais e serrilhadas, e as flores são campanuladas, azuis ou roxas.

As flores são hermafroditas e são polinizadas por abelhas e borboletas. As sementes são pequenas e pretas.

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A Campanula lusitanica é uma planta importante na biodiversidade por vários motivos.

Ela fornece alimento e abrigo para animais e plantas, e também ajuda a polinizar outras plantas.

Também é uma planta ornamental popular e é frequentemente usada em jardins e paisagismo.

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A Campanula lusitanica é encontrada numa variedade de habitats, incluindo florestas, campos e prados.

É mais comum nas áreas com solos húmidos e bem drenados.

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A Campanula lusitanica não é considerada uma espécie ameaçada.

No entanto, existem algumas ameaças potenciais à sua população, incluindo a perda de habitat, a fragmentação do habitat e a competição com outras plantas.

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A Campanula lusitanica pode ser conservada protegendo-se o seu habitat, restaurando habitats degradados e controlando a competição com outras plantas.

Esta planta também pode ser cultivada em jardins e paisagismo, o que pode ajudar a aumentar sua população.

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A Campanula lusitanica é uma planta ornamental popular e é frequentemente usada em jardins e paisagismo.

As flores também podem ser usadas para fazer buquês e arranjos de flores.

Esta planta também tem algumas propriedades medicinais e pode ser usada para tratar uma variedade de doenças.

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A Campanula lusitanica é uma planta importante na biodiversidade.

É importante proteger esta planta e o seu habitat.

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A fotografia mostra uma Campanula lusitanica com uma gota de água na sua flor.

A gota de água é uma bela imagem da fragilidade da natureza.

A imagem foi tirada por Mário Silva.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
27
Jun24

"Lugar da Lampaça” na aldeia transmontana de Águas Frias - Chaves - Portugal" (2020) - de Mário Silva


Mário Silva Mário Silva

"Lugar da Lampaça”

Águas Frias - Chaves - Portugal (2020)

Mário Silva

Jun27 DSC03582_ms

Plano principal:    Um grupo de casas de pedra com telhados de telha vermelha, dispostas em torno de um pátio central.

Plano médio:    Campos verdes e árvores altas rodeiam as casas.

Plano fundo:    Montanhas verdejantes e um céu azul claro completam a cena.

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As casas são de diferentes tamanhos e formas, o que indica que foram construídas ao longo do tempo.

As paredes das casas são feitas de pedra bruta, o que sugere que a construção foi feita com materiais locais.

Os telhados das casas são de telha vermelha, um material tradicional na região.

As casas têm chaminés, o que indica que são aquecidas a lenha.

Há um pátio central entre as casas, que provavelmente é usado como espaço de convívio pelos moradores.

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Os campos verdes ao redor das casas são usados para cultivo.

As árvores altas fornecem sombra e privacidade para as casas.

As montanhas ao fundo dão à cena um ar de grandiosidade e beleza natural.

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A fotografia "Lugar da Lampaça”, na aldeia transmontana de Águas Frias - Chaves – Portugal, de Mário Silva captura a beleza rústica e pacata da vida rural em Portugal.

As casas de pedra, os campos verdes e as montanhas ao fundo criam uma imagem de simplicidade e harmonia com a natureza.

A fotografia também transmite um sentimento de comunidade, pois as casas estão dispostas em torno de um pátio central, sugerindo que os moradores se conhecem e se apoiam mutuamente.

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A fotografia é bem composta, com os elementos visuais dispostos de forma equilibrada e harmoniosa.

A utilização da luz natural cria um efeito realista e convidativo.

A escolha da perspetiva permite ao espectador ter uma visão completa da cena.

A fotografia transmite uma mensagem clara sobre a vida rural em Portugal.

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Como conclusão pode-se dizer que a fotografia "Lugar da Lampaça”, na aldeia transmontana de Águas Frias - Chaves - Portugal - de Mário Silva, é uma bela e evocativa imagem da vida rural em Portugal.

A fotografia captura a beleza da natureza, a simplicidade da vida rural e o forte senso de comunidade que existe entre os moradores.

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A fotografia pode ser interpretada de diferentes maneiras, dependendo da experiência e da perspetiva do observador.

A fotografia podia ser usada para promover o turismo rural em Portugal.

A fotografia podia ser usada como uma ferramenta educativa para ensinar as pessoas sobre a vida rural em Portugal.

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A fotografia poderia ser melhorada se a composição fosse um pouco mais equilibrada.

A fotografia poderia ser melhorada se a mensagem fosse mais clara.

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A fotografia poderia ser usada como base para uma pintura ou um desenho.

A fotografia poderia ser usada para criar um cartão postal ou um poster.

A fotografia poderia ser usada para ilustrar um livro ou um artigo sobre a vida rural em Portugal.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
26
Jun24

“Vaso” - Mário Silva


Mário Silva Mário Silva

“Vaso”

Mário Silva

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A fotografia, intitulada "Vaso" por Mário Silva, apresenta um jarro de cerâmica verde sobre uma mesa de madeira.

O jarro possui alça e está posicionado próximo a uma grade branca, que presumivelmente pertence à varanda de uma casa.

A imagem é capturada através das barras da grade, o que gera um efeito de enquadramento e confere à cena uma aura de mistério e intriga.

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O jarro é o elemento central da fotografia e atrai a atenção do observador.

A sua cor verde vibrante contrasta com a tonalidade neutra da mesa de madeira, criando um ponto focal interessante.

A presença do jarro sugere a ideia de um lar, aconchego e convivialidade.

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A mesa serve como base para o jarro e contribui para a composição da cena.

A sua textura rústica e tom amadeirado adicionam um toque natural à fotografia, reforçando a sensação de aconchego.

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A grade branca, presente no primeiro plano da imagem, desempenha um papel importante na composição da fotografia.

Ela cria um efeito de enquadramento que direciona o olhar do observador para o jarro e, ao mesmo tempo, introduz um elemento de divisão entre o interior e o exterior.

Isso sugere uma sensação de privacidade e intimidade, como se o observador estivesse espiando através da janela de uma casa.

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A fotografia foi capturada à luz natural, o que confere à cena uma aparência realista e autêntica.

A luz suave banha os objetos de forma uniforme, criando sombras sutis que adicionam profundidade à imagem.

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A fotografia "Vaso" pode ser interpretada de diversas maneiras, dependendo da perspetiva do observador.

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A fotografia captura um objeto simples do cotidiano, um jarro de cerâmica, e transforma-o numa obra de arte.

Isso sugere que a beleza pode ser encontrada nos lugares mais inesperados, e que basta um olhar atento para apreciar a riqueza do mundo ao nosso redor.

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A presença do jarro de cerâmica sobre a mesa de madeira evoca a ideia de um lar, aconchego e convivialidade.

A grade branca, por sua vez, pode simbolizar a proteção e a segurança do ambiente familiar.

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O facto da fotografia ter sido capturada através da grade branca sugere uma sensação de privacidade e intimidade.

Isso pode ser interpretado como um convite para o observador refletir sobre os seus próprios pensamentos e sentimentos, ou como um lembrete da importância de valorizar os momentos de reclusão e introspeção.

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O efeito de enquadramento criado pela grade branca e a luz natural suave conferem à cena uma aura de mistério e intriga.

Isso convida o observador a imaginar o que está além da grade, ou a criar as suas próprias histórias sobre o que se passa dentro da casa.

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Em última análise, a interpretação da fotografia "Vaso" é livre e individual.

Cada observador poderá encontrar os seus próprios significados e interpretações na imagem, de acordo com suas experiências e perspetivas pessoais.

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A fotografia não apresenta elementos que identifiquem o local em que foi capturada.

Isso permite que o observador projete as suas próprias experiências e memórias na imagem, tornando-a ainda mais pessoal e significativa.

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A ausência de pessoas na fotografia deixa espaço para a imaginação do observador.

Isso pode ser interpretado como um convite para refletir sobre a solidão, a quietude ou a contemplação.

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A fotografia possui uma composição simples e minimalista, o que contribui para a sua beleza e impacto visual.

A escolha de focar num único objeto, o jarro, permite que o observador aprecie os seus detalhes e texturas com mais atenção.

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Como conclusão, a fotografia "Vaso" de Mário Silva é uma obra de arte simples, mas poderosa, que convida o observador a refletir sobre diversos temas, como a beleza do cotidiano, o lar e a família, a privacidade e a intimidade, o mistério e a intriga.

A sua composição minimalista e a ausência de elementos que identifiquem o local em que foi capturada permitem que o observador projete as suas próprias experiências e interpretações na imagem, tornando-a uma obra de arte pessoal e significativa.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
25
Jun24

A cabine telefónica vermelha - Mário Silva


Mário Silva Mário Silva

A cabine telefónica vermelha

Mário Silva

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As cabines telefónicas vermelhas são um marco histórico e cultural.

A cabine telefónica vermelha" (“The red telephone booth”) é um ícone que tem um valor histórico e cultural significativo.

Originalmente introduzidas no Reino Unido na década de 1920, essas cabines tornaram-se um símbolo reconhecido internacionalmente.

Em Portugal, a adoção desse design icónico foi parte de um esforço para modernizar e uniformizar as instalações de telecomunicações públicas.

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Antes do advento dos telefones móveis, estas cabines eram cruciais para a comunicação.

Elas permitiam que as pessoas realizassem chamadas locais e internacionais, sendo uma ferramenta essencial tanto para residentes quanto para turistas.

As cabines ofereciam acesso telefónico universal, especialmente importante em áreas rurais ou menos desenvolvidas onde as linhas telefónicas domésticas não eram comuns.

Na época, a presença dessas cabines era um símbolo de progresso e modernidade, demonstrando o desenvolvimento das infraestruturas de telecomunicações em Portugal.

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Hoje, muitas dessas cabines são vistas como relíquias do passado e são preservadas como parte do património cultural português.

Elas são uma chamada de atenção físico da evolução das telecomunicações.

As cabines telefónicas vermelhas ainda atraem turistas, que muitas vezes as utilizam como pano de fundo para fotografias.

São marcos históricos que enriquecem a paisagem urbana e rural.

Algumas cabines têm sido reutilizadas para fins modernos, como mini bibliotecas públicas, pontos de Wi-Fi gratuitos e estações de carregamento para dispositivos móveis, demonstrando a sua adaptabilidade e relevância contínua.

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Manter e restaurar essas cabines é vital para preservar um elo tangível com a história das comunicações.

Elas podem ser integradas em roteiros turísticos e educativos.

A reutilização destas estruturas para novos fins, como “hubs” de informação turística ou estações de carregamento para veículos elétricos, pode garantir que elas continuem a ser úteis no futuro.

As cabines podem servir como ferramentas educativas, proporcionando às novas gerações uma compreensão da história das telecomunicações e da evolução tecnológica.

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A cabine telefónica vermelha em Portugal, assim como em muitos outros países, transcendeu seu propósito original de simples ponto de comunicação.

Ela transformou-se num símbolo cultural e histórico, refletindo a evolução tecnológica e as mudanças na maneira como as pessoas se comunicam.

A sua preservação e reutilização para fins modernos asseguram que continue a ser relevante e apreciada por gerações futuras.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
24
Jun24

São João Batista, segundo Mário Silva


Mário Silva Mário Silva

São João Batista

segundo Mário Silva

São João Batista, também conhecido como João, o Batista, foi um profeta judaico e uma figura proeminente no Novo Testamento.

Ele desempenhou um papel crucial na formação do Cristianismo.

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João Batista nasceu de Zacarias e Isabel, que era prima de Maria, mãe de Jesus.

O nascimento de João foi considerado milagroso porque seus pais eram idosos e Isabel era estéril.

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Ele viveu uma vida ascética no deserto, vestindo roupas de pelos de camelo e alimentando-se de gafanhotos e mel silvestre.

João Batista começou o seu ministério, pregando o arrependimento e batizando as pessoas no rio Jordão como um símbolo de purificação e preparação para a chegada do Messias.

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Um dos eventos mais importantes da vida de João Batista foi o batismo de Jesus.

João inicialmente hesitou em batizar Jesus, sentindo-se indigno, mas Jesus insistiu.

Durante o batismo, os céus se abriram, e o Espírito Santo desceu sobre Jesus em forma de pomba, com uma voz do céu declarando Jesus como o Filho de Deus.

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João Batista era conhecido pela sua mensagem contundente e direta.

Ele criticava os líderes religiosos da época, chamando-os ao arrependimento.

Ele também profetizou a vinda de um que seria maior que ele, referindo-se a Jesus como "o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo".

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João Batista foi preso por Herodes Antipas por criticar o casamento de Herodes com Herodias, esposa de seu irmão.

Herodias odiava João e, durante uma festa, pediu a cabeça de João Batista numa bandeja, um desejo que Herodes concedeu relutantemente.

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João Batista é considerado o precursor de Jesus.

O seu papel foi preparar o caminho para o Messias, chamando o povo ao arrependimento e ao batismo, simbolizando a necessidade de purificação e mudança de vida.

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Ao batizar Jesus e testemunhar a confirmação divina de Jesus como Filho de Deus, João Batista legitimou o início do ministério público de Jesus.

Ele é uma figura de transição entre o Antigo Testamento e o Novo Testamento, ligando as profecias judaicas à realização em Jesus Cristo.

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A vida e o ministério de João Batista são exemplos de dedicação e coragem.

Ele não temia confrontar a corrupção e chamar ao arrependimento, mesmo sabendo das possíveis consequências, como a sua prisão e morte.

A imagem retrata João Batista segurando um cordeiro, simbolizando a sua identificação de Jesus como o "Cordeiro de Deus".

Esta imagem reforça o seu papel fundamental como aquele que aponta para Cristo e prepara o caminho para a sua vinda.

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Texto & Pinturas: ©Mário Silva

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Mário Silva 📷
23
Jun24

A casa em ruínas e a janela aberta: Uma porta para o passado medieval


Mário Silva Mário Silva

A casa em ruínas e a janela aberta:

Uma porta para o passado medieval

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A fotografia evoca um sentimento de nostalgia e mistério.

A casa em ruínas, com a sua janela aberta, sugere um passado glorioso que agora está perdido.

A luz que entra pela janela parece convidar-nos a entrar e explorar o que resta.

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Castelo de Monforte de Rio Livre: Um símbolo da história medieval

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A localização da casa, nas proximidades do Castelo de Monforte de Rio Livre, intensifica ainda mais a sensação de viagem no tempo.

O castelo, construído nos séculos XIII e XIV, foi um importante centro de defesa e comércio durante a Idade Média.

Hoje, as suas ruínas ainda impõem respeito e admiração.

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Imaginando o mundo medieval

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Ao olhar para a casa em ruínas e para o castelo, podemos imaginar como era a vida no passado.

Podemos imaginar os cavaleiros montados nos seus cavalos, as damas com os seus vestidos longos e os camponeses trabalhando nos campos.

Podemos imaginar o barulho das batalhas e o cheiro da comida a cozinhar.

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A importância da preservação do património histórico

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A imagem da casa em ruínas também serve como uma anotação da importância da preservação do património histórico.

O Castelo de Monforte de Rio Livre é um monumento importante que deve ser preservado para as gerações futuras.

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Conclusão

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A fotografia da casa em ruínas e da janela aberta é um convite para viajar no tempo e imaginar o mundo medieval.

É também um lembrete da importância da preservação do nosso património histórico.

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A imagem também pode levar-nos a refletir sobre a passagem do tempo e a impermanência das coisas.

A casa em ruínas é um símbolo de que nada dura para sempre, nem mesmo os castelos mais poderosos.

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No entanto, a imagem também pode ser vista como um símbolo de esperança.

A janela aberta sugere que ainda há algo a ser descoberto, que o passado ainda pode nos ensinar algo.

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Em última análise, a interpretação da imagem é livre para cada um.

O importante é que ela nos inspire a pensar sobre o passado, o presente e o futuro.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
22
Jun24

A beleza da pera e o seu valor nutricional


Mário Silva Mário Silva

A beleza da pera e o seu valor nutricional

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A pera é uma fruta de beleza inegável.

A sua forma arredondada e cores vibrantes, como verde, amarela, vermelha e roxa, tornam-na um elemento decorativo atraente.

Além disso, a pera possui um aroma adocicado e uma textura crocante que a tornam deliciosa para ser consumida fresca ou em diversas preparações culinárias.

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Mas a beleza da pera não se resume apenas à sua aparência.

Esta fruta também é rica em nutrientes que beneficiam a saúde de diversas maneiras.

Entre os principais nutrientes da pera, podemos destacar:

- A pera é uma excelente fonte de fibra, tanto solúvel quanto insolúvel.

A fibra solúvel ajuda a controlar os níveis de colesterol no sangue e a regular o açúcar no sangue. Já a fibra insolúvel ajuda a prevenir a obstipação e a promover a saúde digestiva.

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- A pera é rica em vitaminas A, C, K e B6.

A vitamina A é importante para a saúde da visão, da pele e do sistema imunológico.

A vitamina C é um poderoso antioxidante que ajuda a proteger as células contra os danos causados pelos radicais livres.

A vitamina K é importante para a coagulação do sangue e a saúde dos ossos.

A vitamina B6 é importante para o metabolismo das proteínas e para a função nervosa.

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- A pera também é rica em minerais como potássio, magnésio e ferro.

O potássio é importante para a regulação da pressão arterial e para a função muscular.

O magnésio é importante para a produção de energia e para a função nervosa.

O ferro é importante para o transporte de oxigênio no sangue.

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-  A pera é rica em antioxidantes, como polifenóis e flavonoides.

Os antioxidantes ajudam a proteger as células contra os danos causados pelos radicais livres.

Os radicais livres são moléculas instáveis que podem danificar as células e contribuir para o desenvolvimento de doenças crónicas, como cancro, doenças cardíacas e doenças neurodegenerativas.

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O consumo regular de pera pode trazer diversos benefícios para a saúde, como:

Melhoria da saúde digestiva: A fibra da pera ajuda a prevenir a obstipação e a promover a saúde digestiva.

Controle do colesterol: A fibra solúvel da pera ajuda a controlar os níveis de colesterol no sangue.

Regulação do açúcar no sangue: A fibra da pera ajuda a regular o açúcar no sangue.

Fortalecimento do sistema imunológico: A vitamina C da pera ajuda a fortalecer o sistema imunológico.

Proteção contra doenças crónicas: Os antioxidantes da pera ajudam a proteger as células contra os danos causados pelos radicais livres, o que pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de doenças crônicas.

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A pera pode ser consumida de diversas maneiras, como:

Fresca: A pera é uma ótima opção de lanche saudável e nutritivo.

Em saladas: A pera pode ser adicionada a saladas para dar um toque adocicado e crocante.

Em sumos e batidos: A pera pode ser usada para fazer sumos e batidos nutritivos e refrescantes.

Em assados: A pera pode ser assada no forno com especiarias como canela e noz-moscada.

Em compotas e conservas: A pera pode ser usada para fazer compotas e conservas caseiras.

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A pera é uma fruta deliciosa, nutritiva e versátil que pode ser facilmente incorporada à sua dieta.

O consumo regular de pera pode trazer diversos benefícios para a sua saúde.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
21
Jun24

A Penumbra, o cenário do “Lobo em pele de Cordeiro”


Mário Silva Mário Silva

A Penumbra, o cenário do “Lobo em pele de Cordeiro”

A penumbra é o cenário perfeito para a camuflagem do "lobo em pele de cordeiro".

É a indefinição entre a luz e a sombra o "habitat" preferido para os seres que com um sorriso nos lábios e modos que parecem agradar a "todos", mas com o pensamento que os seus interlocutores serão os "cordeirinhos" que poderão articular em sei próprio benefício, mais cedo ou mais tarde.

É com argúcia e engenho que espalham a sua pseudo-benevolência em prol do seu ego e dos seus astutos objetivos.

Os "cordeirinhos" com a sua pura inocência desbravam o caminho que pensam ser seu, mas afinal é o desmatar do "caminho" árduo para que fique acessível aos interesses do "lobo com pele de cordeiro" e enaltecer o seu ego narcisista e interesseiro.

Não queira ser “lobo”, mas não deixe que ele o faça de "cordeirinho" manso e submisso.

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A penumbra, aquele espaço enigmático onde a luz começa a ceder lugar à escuridão, tem sido historicamente associada à ambiguidade moral e à dissimulação.

Este conceito pode ser explorado em diversas dimensões, desde a ciência comportamental até à literatura, para ilustrar a complexidade das interações sociais e a natureza astuciosa de alguns indivíduos dentro do espectro das relações humanas.

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A Penumbra Social e o "Lobo em Pele de Cordeiro"

Na esfera social, a metáfora do "lobo em pele de cordeiro" descreve um indivíduo que, através de uma fachada enganadoramente inofensiva, oculta as suas verdadeiras intenções, que podem ser manipulativas e egoístas.

Este tipo de comportamento é amplamente abordado na psicologia social e na sociopatologia, onde se discute a habilidade de alguns indivíduos de se camuflarem dentro de normas sociais aceitáveis enquanto buscam atingir seus próprios fins, frequentemente em detrimento dos outros.

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Cientificamente, este comportamento pode ser analisado sob a ótica da Teoria dos Jogos, onde as estratégias de cooperação e defeção são estudadas. O "lobo" seria aquele que adota uma estratégia de apostasia, beneficiando-se da cooperação dos "cordeiros" sem retribuir de forma justa.

A longo prazo, esta estratégia pode levar a um colapso do sistema de confiança, essencial para o funcionamento saudável de qualquer grupo ou sociedade.

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Mecanismos de Defesa e Identificação

Como então os "cordeirinhos" se podem proteger?

A literatura científica sugere a necessidade de desenvolver mecanismos de deteção de enganos e intenções ocultas, um campo de interesse tanto para a psicologia evolutiva quanto para a neurociência.

Estudos de linguagem corporal, microexpressões e análise de discurso fornecem ferramentas para identificar incongruências entre o que é dito e o que é verdadeiramente sentido ou pretendido.

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Economicamente, o comportamento do "lobo" pode ser estudado sob a ótica da teoria da agência, onde há conflitos de interesses entre agentes e principais.

A informação assimétrica entre as partes pode levar a situações onde os "lobos" exploram os "cordeiros" para seu próprio ganho.

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Implicações Éticas e Sociais

É essencial ponderar as implicações éticas de tais comportamentos.

A ética aplicada oferece uma reflexão profunda sobre os deveres e responsabilidades em relações interpessoais e profissionais.

Além disso, a filosofia moral pode oferecer “insights” sobre as virtudes de honestidade e integridade em contraposição às ações manipulativas e enganosas.

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Em termos sociais, é imperativo fomentar uma cultura de transparência e integridade, onde comportamentos como os do "lobo em pele de cordeiro" sejam desincentivados e expostos, promovendo um ambiente de cooperação genuína e respeito mútuo.

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Conclusão

O cenário da penumbra, onde luz e sombra se encontram e confundem, é um poderoso símbolo para as interações sociais que envolvem dissimulação e engano.

Entender e identificar o comportamento do "lobo em pele de cordeiro" é crucial para a criação de estruturas sociais mais justas e transparentes.

Cabe a cada "cordeiro" estar atento e não permitir que sua boa vontade seja explorada, sem, contudo, sucumbir à desconfiança infundada que pode corroer o tecido da solidariedade humana.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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20
Jun24

Numa casa nordestina (poema) - Mário Silva


Mário Silva Mário Silva

Numa casa nordestina

Jun20 DSC08090_ms

 

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Numa casa nordestina, com as escadas de pedra,

Cheias de sardinheiras, coloridas e alegres,

Um jardim florido, com plantas trepadeiras,

E um aroma doce, que invade o ar e os segredos.

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A casa nordestina, com suas paredes brancas,

E telhas vermelhas, que o sol acaricia,

Um lugar aconchegante, cheio de lembranças,

Onde a família se reúne, e a vida se felicita.

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As escadas de pedra, gastas pelo tempo,

Testemunhas de histórias, de alegrias e dores,

Um caminho que leva, a um mundo diferente,

Onde a magia acontece, e os sonhos se transformam em flores.

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As sardinheiras coloridas, penduradas nas paredes,

Trazem vida e cor, a este lugar tão querido,

Um símbolo da arte popular, que o nordeste concede,

E que encanta os olhos, com seu brilho colorido.

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O jardim florido, com plantas trepadeiras,

Que se entrelaçam nos muros, e criam um véu verde,

Um refúgio de paz, em meio à agitação da cidade,

Onde a natureza reina, e a alma se liberta.

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O aroma doce, que invade o ar e os segredos,

É a essência da casa, e do amor que ali reside,

Um perfume de afeto, de carinho e de saudade,

Que aquece o coração, e a alma acalenta.

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A família se reúne, na varanda aconchegante,

Para conversar, rir e compartilhar momentos,

Criando laços de amor, que são eternos e constantes,

E que fazem da casa nordestina, um lar verdadeiramente.

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A vida na casa nordestina, é simples e feliz,

Cheia de alegria, música e sabor,

Um lugar onde o tempo parece parar,

E onde a felicidade reina, em cada canto e em cada flor.

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Este poema é uma homenagem à casa nordestina,

Um lugar mágico e acolhedor,

Onde a vida é simples, mas cheia de amor,

E onde a felicidade floresce, em cada canto e em cada flor.

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Poema & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷
19
Jun24

A lenda medieval da Ponte do "Arquinho" - Chaves – Portugal


Mário Silva Mário Silva

A lenda medieval da Ponte do "Arquinho"

Chaves – Portugal

Era uma vez, em tempos antigos e esquecidos, na encantadora, outrora, vila de Chaves, em Portugal, existia uma pequena ponte de pedra conhecida como a Ponte do Arquinho.

Esta ponte, construída há séculos, ligava as duas margens de um riacho cristalino que serpenteava pela floresta densa.

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A lenda conta que a Ponte do Arquinho foi erguida por um habilidoso pedreiro chamado Domingos da Raia, que era conhecido na região pelas suas obras magníficas e duradouras.

No entanto, esta ponte não era uma construção comum.

Domingos da Raia havia feito um pacto secreto com uma fada da floresta chamada Liana, que tinha poderes sobre a natureza e os elementos.

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Liana prometeu a Domingos da Raia que a ponte seria indestrutível e que resistiria ao tempo e às intempéries, mas em troca, ele deveria jurar proteger a floresta e seus seres mágicos.

Domingos da Raia aceitou o pacto e, com a ajuda da magia de Liana, ergueu a Ponte do Arquinho com uma precisão e beleza incomparáveis.

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Durante muitos anos, a ponte serviu aos habitantes da vila, que atravessavam o riacho em segurança.

Diziam que, nas noites de lua cheia, era possível ver a figura etérea de Liana caminhando sobre a ponte, vigiando a sua criação e garantindo que o seu acordo fosse mantido.

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Certa vez, um grupo de forasteiros cobiçosos tentou destruir a ponte para obter as pedras preciosas que acreditavam estar escondidas na sua estrutura.

No entanto, ao tocarem na ponte com intenções maliciosas, foram repelidos por uma força invisível.

Liana, fiel ao seu pacto, usou a sua magia para proteger a ponte e afugentar os intrusos.

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Com o passar dos séculos, a vila de Chaves prosperou, mas a Ponte do Arquinho permaneceu um símbolo de união entre o homem e a natureza.

Os moradores locais contavam a lenda para seus filhos, ensinando-os a respeitar e proteger a floresta e as suas criaturas mágicas.

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Hoje, a Ponte do Arquinho ainda está de pé, um testemunho silencioso da aliança entre Domingos da Raia e Liana.

Aqueles que atravessam a ponte sentem uma sensação de paz e harmonia, e os mais atentos ainda podem ouvir, no murmúrio do riacho, o sussurro da fada Liana, guardiã eterna da Ponte do Arquinho.

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Lenda & Fotografia: ©MárioSilva

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18
Jun24

A Chave da Teia de Aranha - Mário Silva


Mário Silva Mário Silva

A Chave da Teia de Aranha

 

 

Capítulo 1: O Segredo Escondido

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Num vilarejo tranquilo, encravado nas montanhas portuguesas, vivia uma jovem chamada Isolinda de Monforte.

Isolinda de Monforte era uma menina curiosa, com uma mente ávida por aventuras.

Certo dia, enquanto brincava na horta de sua casa, ela deparou-se com uma porta antiga, escondida entre as trepadeiras que cobriam a parede de pedra.

A porta era de madeira escura, com uma única fechadura empoeirada.

Uma teia de aranha cobria a fechadura, como se guardasse um segredo há muito tempo esquecido.

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A curiosidade de Isolinda de Monforte foi aguçada.

Ela aproximou-se da porta, examinando cada detalhe.

A teia de aranha era intrincada, com fios prateados que brilhavam à luz do sol.

Isolinda de Monforte perguntou-se o que poderia estar escondido atrás da porta.

Ela tentou abrir a fechadura, mas estava enferrujada.

Dececionada, ela estava prestes a desistir quando se lembrou de uma chave antiga que encontrou no sótão da casa de sua avó.

A chave era pequena e ornamentada, com uma forma estranha que não parecia encaixar-se em nenhuma fechadura que ela já havia visto.

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Isolinda de Monforte pegou a chave e inseriu-a na fechadura com cuidado.

A chave girou com um clique suave, e a porta abriu-se com um rangido.

Isolinda de Monforte espreitou para dentro, com os seus olhos arregalados de surpresa.

Atrás da porta havia uma escada em espiral que descia para a escuridão.

O ar estava frio e húmido, e o cheiro a mofo pairava no ar.

Isolinda de Monforte hesitou por um momento, mas a sua curiosidade era mais forte do que seu medo.

Ela desceu a escada com cautela, segurando a lanterna que havia trazido consigo.

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Capítulo 2: O Reino Escondido

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Ao chegar ao fim da escada, Isolinda de Monforte deparou-se com um mundo mágico que jamais imaginara.

Era um reino subterrâneo, iluminado por cristais luminescentes que brilhavam com uma luz suave e etérea.

O ar estava perfumado com o aroma de flores exóticas, e o som de água corrente ecoava pelas cavernas.

Isolinda de Monforte caminhou maravilhada por esse reino encantado, descobrindo criaturas fantásticas e paisagens de tirar o fôlego.

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No seu caminho, ela encontrou um lago cristalino, onde nadavam peixes com escamas multicoloridas.

Flores gigantescas cresciam nas paredes das cavernas, e as suas pétalas brilhavam com cores vibrantes.

Isolinda de Monforte sentia-se como se estivesse num sonho.

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De repente, ela ouviu uma voz suave chamando pelo seu nome.

Isolinda de Monforte virou-se e viu uma figura feminina sentada num trono feito de cristais.

A figura era alta e elegante, com longos cabelos prateados e olhos que brilhavam como estrelas.

Ela usava um vestido branco reluzente e uma coroa de flores.

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Capítulo 3: O Encontro com a Rainha

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A figura apresentou-se como a Rainha das Fadas, a guardiã do reino subterrâneo do Reino de Monforte.

Ela explicou a Isolinda de Monforte que a porta antiga era um portal que só podia ser aberto por alguém com um coração puro e uma mente curiosa.

A Rainha havia observado Isolinda de Monforte brincando na horta e viu a bondade e a inocência nos seus olhos.

Por isso, ela convidou-a para entrar no seu reino.

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Isolinda de Monforte ouviu com atenção as histórias da Rainha sobre o reino das fadas do Reino de Monforte, e sobre os perigos que ameaçavam a sua existência.

Ela aprendeu sobre as criaturas mágicas que habitavam as cavernas, e sobre a importância de proteger o equilíbrio da natureza.

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A Rainha ofereceu a Isolinda de Monforte a hipótese de se tornar a sua protegida, e de aprender a usar os seus poderes mágicos para ajudar o reino.

Isolinda de Monforte aceitou a proposta com entusiasmo, e a Rainha ensinou-lhe tudo o que sabia sobre magia e sobre a importância de proteger o reino subterrâneo.

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Capítulo 4: A Missão de Isolinda de Monforte

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Com o tempo, Isolinda de Monforte tornou-se uma poderosa “feiticeira”, usando os seus poderes para ajudar as fadas e proteger o reino de ameaças externas.

Ela enfrentou muitos desafios, mas sempre se manteve forte e corajosa.

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Um dia, o reino das fadas foi atacado por um grupo de “” malvados vindos do Reino da Galiza que queriam roubar os cristais luminescentes que alimentavam o reino.

Isolinda de Monforte liderou as fadas numa batalha épica, usando os seus poderes mágicos para derrotar os “trolls” e proteger o seu novo lar.

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Após a batalha, a Rainha das Fadas coroou Isolinda de Monforte como princesa do reino subterrâneo do Reino de Monforte, reconhecendo a sua bravura e sua lealdade.

Isolinda de Monforte governou o reino com sabedoria e justiça, e ainda hoje, devido à sua coragem e lealdade o Reino de Monforte e o seu Rio Livre, ainda existe …

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Conto e Fotografia: ©MárioSilva

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17
Jun24

A borboleta “Melanargia galathea” e a flor de cardo “Cynara cardunculus”


Mário Silva Mário Silva

A borboleta “Melanargia galathea”

e a flor de cardo “Cynara cardunculus”

 

Jun17 DSC01571_ms

Num campo florido, uma borboleta chamada “Melanargia galathea” flutuava de flor em flor.

Ela era uma criatura linda, com as suas asas brancas adornadas com manchas pretas e castanhas.

Mas a vida de “Melanargia” era efêmera, como a de todas as borboletas.

Ela sabia que tinha apenas alguns dias para aproveitar a beleza do mundo.

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No seu voo, “Melanargia” chegou a uma flor de cardo chamada “Cynara cardunculus”.

A flor era tão grande quanto ela, e suas pétalas eram de um roxo profundo.

 A borboleta pousou na flor e admirou a sua beleza.

O cardo era forte e resistente, com espinhos que o protegiam de predadores.

Ele podia viver por muitos anos, enquanto a borboleta viveria apenas algumas semanas.

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“Melanargia” sabia que ela e o cardo eram muito diferentes.

Mas ela também sabia que eles eram ambos parte do mesmo mundo.

A borboleta e a flor eram ambos belos e importantes à sua maneira.

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“Melanargia” passou o resto do dia na flor de cardo.

Ela bebeu o néctar das pétalas e aproveitou para tomar um banho de sol.

Ela sabia que logo teria que partir, mas ela estava feliz por ter encontrado um lugar tão bonito para descansar.

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No dia seguinte, “Melanargia” continuou a sua jornada.

Ela voou por campos floridos, florestas verdejantes e montanhas altas.

Ela viu muitas coisas bonitas na sua viagem, mas ela nunca se esqueceu da flor de cardo.

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No final de sua vida, “Melanargia” encontrou um lugar tranquilo para descansar.

Ela fechou os seus olhos e pensou em todas as coisas bonitas que ela havia visto durante sua curta jornada.

Ela sabia que a sua vida havia sido curta, mas ela também sabia que ela havia vivido uma vida plena.

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A história de “Melanargia galathea” e do cardo “Cynara cardunculus” ensina-nos que a beleza pode ser encontrada em muitas formas diferentes.

Ensina-nos que devemos apreciar a vida, mesmo que ela seja curta.

E ensina-nos que todos nós fazemos parte do mesmo mundo, e que nos devemos respeitar uns aos outros.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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16
Jun24

A candeia como símbolo do "Caminho e a Vida"


Mário Silva Mário Silva

A candeia como símbolo do "Caminho e a Vida"

Jun016 DSC01707_ms

A imagem mostra uma lanterna antiga pendurada numa parede de madeira.

A lanterna parece acesa, emitindo uma luz amarela suave que ilumina a área ao seu redor.

A cena é simples, mas evocativa, e pode ser interpretada de várias maneiras.

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Num contexto religioso, a lanterna pode ser vista como um símbolo do "Caminho e a Vida", uma frase que é frequentemente usada para se referir a Jesus Cristo.

Jesus descreveu-se como "a luz do mundo" (João 8:12) e disse que aos seus seguidores deveriam "ser a luz do mundo" (Mateus 5:14).

A lanterna na fotografia, portanto, pode representar a luz de Cristo guiando o caminho para a vida eterna.

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A lanterna também pode ser vista como um símbolo de esperança e fé.

A luz da lanterna penetra na escuridão, oferecendo um vislumbre de esperança para aqueles que estão perdidos ou desanimados.

Da mesma forma, a fé em Cristo pode oferecer esperança e orientação em tempos difíceis.

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Além disso, a lanterna pode ser vista como um símbolo de conhecimento e sabedoria.

A luz da lanterna permite que as pessoas vejam o que está ao seu redor com mais clareza, assim como o conhecimento e a sabedoria nos permitem ver o mundo com mais clareza.

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Independentemente de como você a interpreta, a imagem da lanterna é uma chamada de atenção poderosa de que sempre há esperança e luz, mesmo nos momentos mais sombrios.

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A lanterna é um símbolo antigo que foi usado em muitas culturas diferentes.

Em geral, ela representa luz, esperança, conhecimento e sabedoria.

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A lanterna é uma fonte de luz que pode iluminar a escuridão.

Em um sentido literal, isso pode se referir à capacidade da lanterna de nos permitir ver o que está à nossa volta.

Num sentido mais figurativo, a luz da lanterna pode representar a luz do conhecimento, da verdade e da esperança.

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A lanterna é um símbolo de esperança porque oferece a promessa de luz no meio da escuridão.

Quando estamos perdidos ou desanimados, a luz da lanterna pode-nos dar a esperança de que as coisas vão melhorar.

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A lanterna também pode ser vista como um símbolo de conhecimento e sabedoria.

A luz da lanterna permite-nos ver o mundo com mais clareza, assim como o conhecimento e a sabedoria nos permitem entender o mundo ao nosso redor.

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A lanterna pode representar a sabedoria porque nos ajuda a tomar decisões sábias.

Quando estamos diante de uma escolha difícil, a luz da lanterna pode-nos ajudar a ver o caminho certo a seguir.

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A fotografia da lanterna é um símbolo poderoso que pode ser interpretado de maneiras muito diversas.

No entanto, todas as interpretações compartilham um tema comum: a esperança de que sempre há luz, mesmo nos momentos mais sombrios.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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15
Jun24

Uma casa na aldeia transmontana e a "sardinheira" (Pelargonium) vermelha na varanda ...


Mário Silva Mário Silva

Uma casa na aldeia transmontana e

a "sardinheira" (Pelargonium) vermelha na varanda ...

Jun15 DSC07906_ms

A fotografia mostra uma casa típica de uma aldeia transmontana, com uma varanda florida com uma "sardinheira" (Pelargonium) vermelha.

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As "sardinheiras" (Pelargonium) são plantas muito populares em Portugal, especialmente nas regiões do interior do país.

Elas são conhecidas pelas suas flores coloridas e vibrantes, que podem ser vermelhas, brancas, rosas, roxas ou amarelas.

As "sardinheiras" são plantas fáceis de cuidar e que florescem durante todo o ano, o que as torna uma escolha ideal para decorar varandas, terraços e jardins.

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Na foto, a "sardinheira" vermelha está num vaso, na varanda.

A planta está em plena floração, com diversas flores vermelhas vistosas.

As folhas verdes da planta contrastam com as flores vermelhas, criando um efeito visual muito bonito.

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A varanda da casa é simples, mas está bem cuidada.

As paredes da varanda são brancas e estão pintadas de cal.

O chão da varanda é de cimento e está limpo.

Na varanda, há também uma mesa e algumas cadeiras, que são utilizadas para relaxar e desfrutar da vista.

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A imagem transmite uma sensação de paz e tranquilidade.

A casa e a varanda são simples, mas acolhedoras.

A "sardinheira" vermelha em flor dá um toque de cor e alegria à cena.

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A fotografia também é um bom exemplo da cultura tradicional portuguesa.

As "sardinheiras" são plantas muito populares em Portugal e são frequentemente utilizadas para decorar casas e jardins.

A imagem mostra uma casa típica de uma aldeia transmontana e uma planta típica portuguesa, o que a torna um bom exemplo da cultura tradicional do país.

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Algumas informações adicionais sobre as "sardinheiras" (Pelargonium):

 

As "sardinheiras" são plantas nativas da África do Sul.

Elas pertencem à família Geraniaceae.

Existem mais de 200 espécies de "sardinheiras".

As "sardinheiras" são plantas perenes, o que significa que elas vivem por mais de dois anos.

Elas preferem locais ensolarados e bem drenados.

As "sardinheiras" devem ser regadas regularmente, especialmente durante os meses de verão.

Elas podem ser fertilizadas com um fertilizante líquido a cada duas semanas.

As "sardinheiras" são suscetíveis a pragas e doenças, por isso é importante observá-las atentamente e tomar medidas para controlá-las.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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14
Jun24

A muralha do castelo de Monforte de Rio Livre e o “Reino Maravilhoso”


Mário Silva Mário Silva

A muralha do castelo de Monforte de Rio Livre

e o “Reino Maravilhoso”

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A muralha do castelo de Monforte de Rio Livre, de onde se avista o Reino Maravilhoso:

"Embora haja muita gente que diz que não, sempre houve e haverá reinos maravilhosos neste mundo. O que é preciso, para os ver, é que os olhos não percam a virgindade original diante da realidade, e o coração, depois, não hesite.

O que agora vou descrever, meu e de todos os que queiram merecê-lo, não só existe, como é dos mais belos que um ser humano pode imaginar. Senão, reparem:

"Fica ele no alto de Portugal, como os ninhos ficam no alto das árvores para que a distância dos torne mais impossíveis e apetecidos. Quem o namora cá de baixo, se realmente é rapaz e gosta de ninhos, depois de trepar e atingir a crista do sonho contempla a própria bem-aventurança.

Vê-se primeiro um mar de pedra. Vagas e vagas sideradas, hirtas e hostis, contidas na sua força desmedida pela mão inexorável dum Deus genesíaco. Tudo parado e mudo. Apenas se move e se faz ouvir o coração no peito, inquieto, a anunciar o começo duma grande hora. De repente rasga a crosta do silêncio uma voz atroadora:

- Para cá do Marão, mandam os que cá estão! …" (Miguel Torga)

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A fotografia mostra a muralha do castelo de Monforte de Rio Livre, em Portugal.

O castelo está situado no alto de uma colina na serra do Brunheiro, com vista para a serra do Larouco.

A muralha é feita de pedra granítica e tem cerca de 10 metros de altura.

No topo da muralha, há um adarve, que era utilizado pelos soldados para defender o castelo.

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A imagem também mostra uma vista da serra do Larouco, que fica ao fundo.

A serra do Larouco é uma das maiores cadeias montanhosas de Portugal, e é conhecida pelas suas paisagens selvagens e pela sua rica flora e fauna.

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O Reino Maravilhoso

O texto é um excerto do livro "O Reino Maravilhoso", de Miguel Torga.

No livro, Torga descreve um reino imaginário que fica escondido nas montanhas de Portugal.

O reino é descrito como um lugar de beleza extraordinária, onde tudo é perfeito.

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Torga argumenta que o Reino Maravilhoso não é apenas uma fantasia, mas que existe de verdade.

Ele acredita que o reino só pode ser visto por aqueles que têm os olhos puros e o coração aberto.

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A muralha do castelo de Monforte de Rio Livre pode ser vista como uma metáfora para o Reino Maravilhoso.

A muralha é um símbolo de proteção e segurança, e também representa a entrada para um mundo diferente.

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Assim como a muralha do castelo só pode ser vista por aqueles que estão no topo da colina, o Reino Maravilhoso só pode ser visto por aqueles que têm a mente aberta e o coração puro.

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A fotografia da muralha do castelo de Monforte de Rio Livre é uma chamada de atenção de que a beleza pode ser encontrada nos lugares mais inesperados.

Também é um lembrete de que a imaginação é um poder poderoso que nos pode levar a lugares incríveis.

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Miguel Torga (1907-1995) foi um poeta, ficcionista, dramaturgo e ensaísta português.

Ele é considerado um dos maiores escritores portugueses do século XX.

Torga nasceu em Trás-os-Montes, uma região montanhosa do norte de Portugal.

Ele passou a maior parte da sua vida na sua terra natal, e a sua obra é profundamente influenciada pela paisagem e cultura da região.

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Torga era um escritor prolífico, e publicou mais de 50 livros ao longo da sua carreira.

Ele é mais conhecido pela sua poesia, mas também escreveu romances, contos, peças de teatro e ensaios.

A sua obra é caracterizada por um estilo lírico e evocativo, e muitas vezes explora temas como a natureza, o amor, a morte e a fé.

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Torga foi um defensor da cultura portuguesa, e ele desempenhou um papel importante no desenvolvimento da literatura portuguesa moderna.

Ele foi galardoado com vários prémios literários, incluindo o Prémio Camões, o mais prestigiado prémio literário de Portugal.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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13
Jun24

Santo António de Lisboa: Uma vida dedicada à fé e à caridade


Mário Silva Mário Silva

Santo António de Lisboa:

Uma vida dedicada à fé e à caridade

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Em 1195 nasceu em Lisboa (Portugal), com o nome de Fernando de Bulhões.

Aos 15 anos, ingressa no Convento de São Vicente de Fora, dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho.

Muda-se para Coimbra, em 1220, onde se junta aos Franciscanos.

Em 1221participa do Capítulo Geral da Ordem Franciscana em Assis, na Itália.

Inspirado por Francisco de Assis abandona a vida académica e dedica-se à pregação do Evangelho.

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Viaja pela Europa, pregando com grande fervor e eloquência.

Atribuem-se-lhe diversos milagres e conversões, consolidando a sua reputação de santidade.

Em 1229, o Papa Gregório IX concede-lhe o título de Doutor da Igreja.

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No dia 13 de junho de 1231 falece em Pádua, Itália.

É canonizado pelo Papa Gregório IX, apenas um ano após sua morte.

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É santo padroeiro: Lisboa, Pádua e diversas outras cidades.

Ficou conhecido pela sua intercessão em causas impossíveis, especialmente na busca por parceiros e na ajuda aos mais necessitados.

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As Festas de Santo António, também conhecidas como Festas de Lisboa, são um dos maiores eventos populares de Portugal.

Realizam-se anualmente entre 12 e 24 de junho, em Lisboa, e atraem milhares de visitantes nacionais e internacionais.

 

Há arraiais e festas populares ao ar livre com música, dança, comida típica e bebidas.

Há desfiles com grupos de moradores dos bairros de Lisboa, cantando e dançando (Marchas Populares).

Os casamentos de Santo António são casamentos simbólicos realizados na igreja de Santo António, com o objetivo de encontrar um parceiro.

As sardinhas assadas são um prato típico das festas, grelhadas nas ruas e servidas com pão, vinho e batata cozida.

O manjerico é um símbolo da festa, vendido em vasos floridos e oferecido como presente.

As ruas da cidade são decoradas com luzes coloridas, criando um ambiente festivo.

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Alfama: Bairro histórico de Lisboa, com diversos arraiais tradicionais.

Bairro Alto: Outro bairro histórico, conhecido pela sua vida noturna agitada durante as festas.

Avenida da Liberdade: Local da principal marcha popular da cidade.

Igreja de Santo António: Local onde se encontra o túmulo do santo e onde são realizados diversos eventos religiosos.

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As Festas de Santo António são uma ótima oportunidade para:

Conhecer a cultura e as tradições portuguesas.

Experimentar a gastronomia típica.

Assistir a apresentações de música e dança.

Divertir-se em um ambiente festivo e acolhedor.

Se você está em Lisboa em junho, não perca as Festas de Santo António!

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Santo António é considerado o santo casamenteiro.

Acredita-se que tocar no túmulo do santo traga sorte no amor.

A procissão de Santo António é um dos eventos religiosos mais importantes de Lisboa.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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12
Jun24

A borboleta “Melanargia lachesis”


Mário Silva Mário Silva

A borboleta “Melanargia lachesis”

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A borboleta da fotografia é uma “Melanargia lachesis”, também conhecida como branca-preta-comum.

É uma espécie comum na Europa, Ásia e América do Norte, e pode ser encontrada em diversos habitats, como prados, pastagens, campos abertos e margens de florestas.

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A Melanargia lachesis tem uma envergadura de 50 a 58 milímetros.

A face superior das asas é branca com manchas pretas, enquanto a face inferior é esbranquiçada com as marcas mais esbatidas.

A fêmea é maior que o macho e mais clara.

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Este tipo de borboleta é um importante polinizador de diversas plantas, como a urze, a giesta e o trevo.

As lagartas da espécie alimentam-se de gramíneas, como a erva e a aveia.

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A Melanargia lachesis é uma espécie comum e não ameaçada de extinção.

No entanto, as suas populações podem ser afetadas pela perda de habitat e pelo uso de pesticidas.

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A Melanargia lachesis faz parte da família Nymphalidae, que inclui uma grande variedade de borboletas, como as borboletas-monarca, as borboletas-almirante e as borboletas-asa-de-coruja.

A família Nymphalidae é uma das famílias mais diversas de borboletas, com mais de 5.000 espécies.

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As borboletas são importantes para a biodiversidade porque polinizam plantas e controlam as populações de insetos.

Elas também são uma fonte de alimento para outros animais, como aves, répteis e mamíferos.

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A perda de habitat, o uso de pesticidas e as mudanças climáticas são algumas das principais ameaças à biodiversidade das borboletas.

É importante proteger os habitats das borboletas e usar métodos de controle de pragas que não prejudiquem as populações de borboletas.

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A Melanargia lachesis tem um ciclo de vida completo que dura cerca de 30 dias.

O ciclo de vida da espécie inclui os seguintes estágios: ovo, lagarta, pupa e borboleta adulta.

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A Melanargia lachesis é uma borboleta diurna que se alimenta de néctar.

As borboletas desta espécie são frequentemente vistas voando em campos abertos e pousando em flores.

A Melanargia lachesis é predada por aves, répteis e mamíferos.

As lagartas são predadas por aranhas, besouros e outros insetos.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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11
Jun24

Flor de macieira "Malus prunifolia" e o seu fruto


Mário Silva Mário Silva

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Flor de macieira "Malus prunifolia" e o seu fruto

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A flor da macieira "Malus prunifolia" é uma flor delicada e perfumada, com cinco pétalas brancas ou rosadas.

As pétalas são arredondadas e têm bordas irregulares.

A flor tem um centro amarelo com estames dourados.

A flor da macieira "Malus prunifolia" é uma flor hermafrodita, o que significa que tem órgãos masculinos e femininos.

O fruto da macieira "Malus prunifolia" é a maçã.

A maçã é uma fruta rica em vitaminas, minerais e fibras.

É uma boa fonte de vitamina C, potássio e fibra.

A maçã também contém antioxidantes, que podem ajudar a proteger o corpo contra doenças.

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A maçã é uma fruta versátil que pode ser consumida fresca, cozida ou assada.

Também pode ser usada para fazer sumos, molhos, tortas e outras sobremesas.

A maçã é uma fruta popular em todo o mundo e é considerada um símbolo de saúde e boa sorte.

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A maçã tem várias propriedades medicinais, incluindo:

As maçãs contêm antioxidantes, que podem ajudar a proteger o corpo contra doenças crónicas, como doenças cardíacas, cancro e doenças neurodegenerativas.

As maçãs contêm compostos anti-inflamatórios, que podem ajudar a reduzir a inflamação no corpo.

As maçãs contêm fibras, que podem ajudar a melhorar a digestão e prevenir a constipação.

As maçãs contêm pectina, uma fibra solúvel que pode ajudar a reduzir o colesterol LDL ("mau").

As maçãs contêm fibra e polifenóis, que podem ajudar a controlar o açúcar no sangue.

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A macieira "Malus prunifolia" é uma árvore bonita que produz frutos deliciosos e nutritivos.

A maçã é uma fruta rica em vitaminas, minerais e fibras, e tem várias propriedades medicinais.

Os benefícios da maçã para a saúde incluem a redução do risco de doenças cardíacas, cancro, doenças neurodegenerativas, a melhora da digestão, a prevenção da constipação, a redução do colesterol LDL ("mau"), o controle do açúcar no sangue, o fortalecimento do sistema imunológico, a melhora da saúde da pele, o aumento da energia e a ajuda na perda de peso.

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Texto & Fotografia: ©MárioSilva

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Mário Silva 📷

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Águas Frias - Junho 2024

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