Uma velha janela - Águas Frias (Chaves) - Portugal
Mário Silva Mário Silva
Uma velha janela

A velha janela, com alguns vidros partidos, está virada para o passado. A casa transmontana, de granito, está em ruínas.
As paredes estão rachadas, a telha está caída e a vegetação selvagem cresce por todo o lado. A janela, no entanto, ainda está de pé, apesar de tudo.
Os vidros partidos permitem ver o interior da casa. O chão está coberto de escombros, os móveis estão quebrados e o ar está cheio de poeira.
Mas, mesmo em ruínas, a casa ainda tem um certo encanto. É como se estivesse a guardar um segredo, uma história que só pode ser contada por aqueles que a conhecem.
Quem terá vivido nesta casa? Quais foram as suas histórias?
A janela parece estar a olhar para o passado, para um tempo em que a casa estava viva e cheia de gente. Um tempo em que a vida era simples e o futuro era cheio de esperança.
Mas a janela também está a olhar para o presente. Para um tempo em que a casa está abandonada e esquecida. Um tempo em que o futuro é incerto.
A janela é um símbolo de passagem do tempo. É um lembrete de que o passado não pode ser mudado, mas que o presente pode ser moldado.
É um símbolo de esperança. De que, mesmo em tempos difíceis, há sempre um futuro a construir.
A janela pode ser interpretada como um portal para o passado. É através da janela que podemos ver o interior da casa, um lugar que guarda memórias e histórias.
A casa, por sua vez, pode ser interpretada como um símbolo da vida. A casa está em ruínas, mas ainda está de pé. Isso significa que, mesmo em tempos difíceis, a vida continua.
A janela e a casa são um lembrete de que o passado não pode ser mudado, mas que o presente pode ser moldado. É através da janela que podemos aprender com o passado e construir um futuro melhor.
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Texto & Fotografia: ©MárioSilva
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