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MÁRIO SILVA "navegando" em ... águas frias

"Navegando" no Reino Maravilhoso por Terras de Monforte, especialmente na Aldeia de Águas Frias - Chaves - Trás-Os-Montes - PORTUGAL

MÁRIO SILVA "navegando" em ... águas frias

"Navegando" no Reino Maravilhoso por Terras de Monforte, especialmente na Aldeia de Águas Frias - Chaves - Trás-Os-Montes - PORTUGAL

01
Dez10

Águas Frias (Chaves) Passeio outonal até à Fonte do Castelo


Mário Silva Mário Silva

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Estava um dia característico desta bela estação do ano – o Outono.

 

 

 

 

O céu cinzento, a névoa no ar, dando um ar fantasmagórico à paisagem e até a presença da chuva miudinha marcava presença e a temperatura já antevia que o Outono estava nos finais e que o Inverno rapidamente se aproximava.

 

 

 

Mas nada destas condições atmosféricas impediram que um pequeno grupo, deixando o aconchego da lareira, se aventurasse pela encosta do Brunheiro acima e marchassem até ao seu cimo.

 

 

 

 

 

 

 

 

  

Bem agasalhados e com impermeáveis, rapidamente se esqueciam dos chuviscos e admiravam a paisagem enevoada, o colorido das folhas que iam caindo com o vento, de algumas variedades de cogumelos que cresciam por todo o lado (só é pena que não fossem daqueles…comestíveis).

  

 

  

 

 

 

Já no cimo da encosta encontramos um pequeno grupo de aquafrigidenses, entre eles o próprio Presidente da Junta de Freguesia, que faziam um trabalho meritório: o de dar visibilidade à fonte do Castelo de Monforte do Rio Livre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A fonte estava mergulhada na sua própria água, não se deixando ver na sua plenitude. Assim, este grupo escavou um valado por onde passava um tubo que canalizava o excesso de água da fonte, deixando-a entregue à vista de todos. Penso que se trata de uma fonte do tempo do Castelo, mas que sofreu “melhorias” há já alguns anos.

  

  

Como diz o ditado popular “se não trabalhas não estorves”, deixamos o local com o destino de descermos a encosta pelo caminho primitivo (e já não utilizado) da Aldeia de Águas Frias ao Castelo, sempre bem guiados pela Noémia.

  

 

 

 

 

 

É uma pena este caminho não ser mais utilizado como percurso pedestre já que é um trajecto de uma beleza incrível.

As folhas caídas, almofadando o chão, a folhagem que envolve a vereda, os castanheiros, os carvalhos, as nogueiras, as aveleiras e outras espécies que não reconheço, dão uma beleza que só se descobre quem por lá passe.

  

 

 

  

 

 

 

 

 

E ... não são uns chuviscos, neblina ou frio que impedem este percurso … antes pelo contrário pois dão um ar de encantamento à paisagem.

Eu sei que posso não ser imparcial já que é a estação do ano que mais me encanta (embora não seja a melhor para obter boas imagens).

 

 

NOTA FINAL: Embora este passeio pedestre se tenha passado em meados de Novembro, venho dizer que esta segunda e terça-feira já chegou a neve a Águas Frias como se pode comprovar pela foto de Fernando Ribeiro que “roubei” do seu blogue Chaves – Olhares sobre a Cidade

 

 

 

 

                                                                                                                                                                 Foto de Fernando Ribeiro