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Sábado, 4 de Novembro de 2017

Águas Frias (Chaves) - " ...Em Novembro põe tudo a secar que pode o sol não voltar..."

 

 

"Em Novembro põe tudo a secar

que pode o sol não voltar."

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... o armazém cheio de palha entre as árvores...

     ... o armazém, cheio de palha, entre as árvores ...    

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... pássaro colorido ...

     ... pássaro colorido ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... uma visão da Aldeia ...

     ... uma vista (parcial) da Aldeia ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... castelo de Monforte de Rio Livre entre as árvores ...

     ... castelo de Monforte de Rio Livre entre as árvores ...    

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... moldura natural para a paisagem ...

     ... moldura natural para a paisagem ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... casas na Aldeia ...

     ... casas na Aldeia ...    

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... bagas e uvas ...

     ... bagas e uvas ...     

 

 

 

 

Até breve !!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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Sábado, 16 de Setembro de 2017

Águas Frias (Chaves) - ... "Em Setembro ramo curto, vindima longa" ...

 

 

"Em Setembro ramo curto,

vindima longa."

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... cacho de uvas ..

     ... cacho de uvas ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... vista geral da Aldeia ...

     ... vista geral da Aldeia ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... flores campestres ...

     ... flores campestres ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... castelo de Monforte de Rio Livre ...

     ... castelo de Monforte de Rio Livre ...     

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... vista parcial da Aldeia ...

     ... vista parcial da Aldeia ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... lavrando a terra com arado e com um belo cavalo ...

     ... lavrando a terra com arado e com um belo cavalo ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... flor campestre e o inseto ...

     ... flor campestre e o inseto ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... vista parcial da Aldeia ...

     ... vista parcial da Aldeia ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... pôr do sol ...

     ... pôr do sol ...     

 

 

 

 

Até breve !!!

 

 

 

 

 

 

 


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Sábado, 8 de Outubro de 2016

Águas Frias (Chaves) - ... vindimas 2016

 

 

Vindimas 2016

 

 

"O fim do Verão e o início do Outono é sinónimo de colheitas e em Portugal abre-se a época das vindimas: as uvas estão prontas para serem colhidas das videiras, num trabalho realizado em ambiente de festa e convívio, para depois produzir o vinho do ano. Uma tradição portuguesa que, apesar de modernizada em alguns aspetos, ainda é o que era.

 

Águas Frias (Chaves) - ... vindimas 2016 ...

 

 

Época das vindimas
As vindimas representam uma época do ano singular em Portugal que abrange todas as atividades que decorrem entre a apanha da uva e a produção do vinho. Depois da poda em Janeiro, dá-se a formação dos cachos na Primavera e é durante o Verão que as uvas ganham cor, aroma e paladar. Entre Setembro e o Outubro, quando as uvas já se apresentam maduras, ou seja, quando o seu peso, cor e acidez apresentam as condições ideais para a produção do vinho, decorrem as vindimas. Apesar das várias técnicas introduzidas pelos enólogos de hoje, continua a ser perfeitamente possível determinar a melhor altura para se vindimar através de um simples e tradicional método popular: quando os pés das uvas estiverem murchos e as peles dos bagos começarem a contrair. Junta-se depois um grupo de pessoas que, numa manhã, vindimam os cachos, apanhando-os à mão ou utilizando uma tesoura de apoio para rapidamente os cortar. O acondicionamento das uvas exige sempre um grande cuidado e o transporte para a adega deve ser o mais imediato possível, pois as uvas amassadas, juntamente com o calor que pode ainda marcar a época das vindimas, pode levar a uma fermentação prematura das uvas. Na adega, as uvas são depositadas num pegão e/ou selecionadas a partir de um tapete rolante; segue-se o desengaçamento das uvas e o seu esmagamento, do qual resulta o mosto; o mosto, por sua vez, é fermentado e assim transformado em álcool; no final do processo de fermentação, o vinho é armazenado em depósitos de madeira, cimento ou inox até estar próprio para consumo; segue-se o engarrafamento, distribuição e consumo.

 

Águas Frias (Chaves) - ... vindimas 2016 ... belo cacho de uva branca ...

 

 

As vindimas ontem
As vindimas são um verdadeiro marco da etnografia portuguesa e, em tempos passados, o trabalho da colheita das uvas era visto, sobretudo, como uma autêntica celebração. Familiares e amigos reuniam-se no dia designado para as vindimas – cada um combinando datas diferentes para que o grupo pudesse ajudar nas vindimas uns dos outros – e o trabalho começava bem cedo com os homens carregando escadas de madeira às costas para se chegar a todos os cachos e as mulheres com os cestos de vime, onde seriam transportadas as uvas, na cabeça. As crianças e os idosos acompanha

vam de perto cada minuto das vindimas, ajudando sempre que podiam. E porque se tratava de uma verdadeira celebração, as vindimas decorriam ao som dos ranchos folclóricos que seguiam para as terras em ritmo de cortejo. Os trajes típicos emprestavam ainda mais cor ao cenário das videiras pesadas com deliciosas uvas e ao chilrear dos pássaros juntavam-se as músicas tradicionais das vindimas, acompanhadas pelos bombos, concertinas, ferrinhos e braguesas. A meio da manhã parava-se para petiscar qualquer coisa e ganhar força para continuar, sendo os homens a carregar os cestos de vime já repletos de uvas até aos carros de bois, enquanto as mulheres não deixavam escapar nem um cacho das videiras. O descanso merecido depois de uma manhã inteira a vindimar acontecia durante um almoço prolongado, sempre em ambiente de festa. Ao anoitecer, as vindimas e as celebrações continuavam nos lagares onde os homens, de calções ou calças arregaçadas, formavam uma roda, davam os braços e ao ritmo da música pisavam as uvas colhidas de manhã.

 

Águas Frias (Chaves) - ... vindimas 2016 ...

 

As vindimas hoje
Embora sem os contornos de festa de tempos passados, as vindimas de hoje continuam a aliar uma forte componente de convívio ao seu trabalho incontornável. Continua-se a reunir família e amigos em torno deste ritual anual onde, nu

ma manhã de fim de semana, com tesouras na mão e cestos ou caixas aos seus pés, se recolhem cuidadosamente os cachos de uvas. A pausa a meio da manhã mantém-se e concluído o trabalho, o tradicional almoço é aproveitado para descansar e pôr

a conversar em dia. Os carros de bois deram lugar aos tratores e depois de colhidas as uvas, outrora levadas para os lagares para serem pisadas, seguem para as adegas onde, com recurso a equipamentos mecânicos, serão transformadas em vinho. Atualmente procura-se manter esta tradição – nem que em alguns locais se tenha de proceder ao recrutamento de mão-de-obra sazonal – porque as vindimas são essenciais para assegurar a produção do já mundialmente famoso vinho português. Acima de tudo, uma manhã passada ao ar livre, a colher os frutos da Mãe Natureza, em boa companhia, é algo que muitas pessoas aguardam ansiosamente todos os anos, principalmente aquelas que vivem os seus dias nas grandes cidades."

 In:http://clubedevinhos.com/artigos/vindimas-portugal-tradicao-que-perdura

 

Águas Frias (Chaves) - ... vindimas 2016 ... carregando os sacos cheios de belas uvas ...

 

 

 

 Atá breve ... para provar a bela pinga que desta uvas se fará ....

 

 

 

 


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Sábado, 26 de Outubro de 2013

Águas Frias (Chaves) - Outono ... duas maravilhas ... uvas e castanhas ...


OUTONO - a uva e a Castanha
 
 

O Outono chegou e com ele o amadurecimento de alguns frutos muito comuns em Águas Frias. Além de muitos outros vou focalizar em dois, talvés os principais nesta região: a Uva e a Castanha.

 

A uva, claro que amadurece mais cedo sendo feitas as vindimas durante o mês de setembro, enquanto vão amadurecendo as castanhas dentro dos ouriços, que abrem e deixam cair o seu fruto pelos fins de setembro, início de outubro.

Assim, deixo alguma informação que reconhi no Wikipédia, sobre este dois nobres frutos.

 

Videira

 

 

 

 

 


 

A videira, vinha ou parreira é uma trepadeira da família das vitáceas, com tronco retorcido, ramos flexíveis, folhas grandes e repartidas em cinco lóbulos pontiagudos, flores esverdeadas em ramos, e cujo fruto é a uva. Originária da Ásia, a videira é cultivada em todas as regiões de clima temperado,

A videira produz as uvas, fruto de cujo suco se produz o vinho.

O cultivo da videira para a produção de vinho é uma das atividades mais antigas da civilização. Evidências indicam o cultivo da videira para a produção de vinho na região do Egito e da Ásia Menor durante o período neolítico, ao mesmo tempo em que a humanidade, instalada em colônias permanentes, começou a cultivar alimentos e criar gado, além de produzir cerâmica.


 

 

 

História

O cultivo da uva começou cerca de 6.000 a 8.000 anos atrás, no Oriente Médio. A levedura, um dos primeiros microorganismos conhecidos pelo homem, ocorre naturalmente na casca das uvas, levando a produção de bebidas alcoólicas, como o vinho. Os primeiros vestígios de vinho tinto são vistos na Armênia antiga, onde foi encontrada a adega mais antiga do mundo, datando de cerca de 4.000 A.C..

 

 

 

 

 

 

Por volta do Século IX, a cidade de Shiraz era conhecido por produzir um dos melhores vinhos do Oriente Médio. Hieróglifos no Antigo Egito recordam o cultivo de uvas, e a história atesta também que povos antigos da Grécia, Fenícia e Roma também cultivavam uvas para a alimentação e produção de vinho. Mais tarde, o cultivo de uvas se espalhou pela Europa, norte da África e, finalmente, América do Norte. Uvas pertencentes ao gênero Vitis proliferaram naturalmente nas selvas da América do Norte, e foram parte da dieta de muitos nativos americanos, mas foram considerados pelos colonizadores europeus como impróprio para a produção de vinho.

 

 

 

Características

As uvas crescem em cachos de 15 a 300 frutos, e podem ser vermelhas, pretas, azul-escuras, amarelas, verdes, laranjas e rosas. "Uvas brancas" são naturalmente de cor verde, e são evolutivamente derivados da uva roxa. Mutações em dois genes reguladores de uvas brancas desativam a produção de antocianinas, que são responsáveis pela cor púrpura das uvas. As antocianinas e outros polifenóis são responsáveis pelo vários tons, que variam de roxo a vermelho.

 

 

 

 

 

 

 

 

Significado religioso

Na Bíblia, as uvas são mencionadas pela primeira vez quando Noé cultiva-os em sua fazenda (Gênesis 9:20-21). Referências sobre o vinho são feitas no livro de Provérbios (20:1) e no livro de Isaías (5:20-25). Deuteronômio (18:3-5, 14:22-27, 16:13-15) relata o uso do vinho durante festas judaicas. Uvas também foram significativas para ambos gregos e romanos, e seu Deus da agricultura, Dionísio, estava ligado às uvas e do vinho, sendo freqüentemente retratado com folhas de uva em sua cabeça. As uvas são especialmente simbólicas para os cristãos, que desde o início da Igreja faz o uso do vinho na celebração da Eucaristia.8 Pontos de vista sobre o significado do vinho variam entre denominações. Na arte cristã, muitas vezes as uvas representam o sangue de Cristo.

 

 

 

 

Castanha

Ouriço de castanha

As castanhas são os aquénios (geralmente três) do ouriço, o fruto capsular epinescente do castanheiro-da-europa (Castanea sativa).

Presume-se que a castanha seja oriunda da Ásia Menor, Balcãs e Cáucaso, acompanhando a história da civilização ocidental desde há mais de 100 mil anos. A par com o pistácio, a castanha constituiu um importante contributo calórico ao homem pré-histórico que também a utilizou na alimentação dos animais.

 

 

 

 

 

Os gregos e os romanos colocavam castanhas em ânforas cheias de mel silvestre. Este conservava o alimento e impregnava-o com o seu sabor. Os romanos incluíam a castanha nos seus banquetes. Durante a Idade Média, nos mosteiros e abadias, monges e freiras utilizavam frequentemente as castanhas nas suas receitas. Por esta altura, a castanha, era moída, tendo-se tornado mesmo um dos principais farináceos da Europa.

Com o Renascimento, a gastronomia assume novo requinte, com novas fórmulas e confecções. Surge o marron glacé, passando de França para Espanha e daí, com as Invasões Francesas, chega a Portugal.

 

 



 

A castanha que comemos é, de facto, uma semente que surge no interior de um ouriço (o fruto do castanheiro). Mas, embora seja uma semente, como as nozes, tem muito menos gordura e muito mais amido (um hidrato de carbono), o que lhe dá outras possibilidades de uso na alimentação. As castanhas têm mesmo cerca do dobro da percentagem de amido das batatas. São também ricas em vitaminas C e B6 e uma boa fonte de potássio. Consideradas, actualmente, quase como uma “guloseima” de época, as castanhas, em tempo idos, constituíram um nutritivo complemento alimentar, substituindo o pão na ausência deste, quando os rigores e escassez do Inverno se instalavam. Cozidas, assadas ou transformadas em farinha, as castanhas sempre foram um alimento muito popular, cujo aproveitamento remonta à Pré-História.

 

 

 

 

Bom apetite para um belo cacho de uvas bem apetitosas, já que o vinho só estará pronto lá para o S. Martinho.

Quanto às castanha já se conseguem algumas para fazer um pequeno magusto... 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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