Pequenas Gotas de Águas Frias


Águas Frias - making a free slideshow

Sábado, 7 de Outubro de 2017

Águas Frias (Chaves) - " ...Outubro quente traz o diabo no ventre ..."

 

 

 

"Outubro quente

traz o diabo no ventre"

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... raios de luz ...

     ... raios de luz ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... até lavar dos cestos é vidimas ...

     ... até ao lavar dos cestos são vindimas ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... folhas com tons outonais ...

     ... folhas com tons outonais ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... vista para a Aldeia ...

      ... vista para a Aldeia ...    

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... pedra com forma de concha no alto do pórtico em Cimo de Vila ...

     ... pedra com forma de concha no alto do pórtico em Cimo de Vila ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... o gato no cimo do fontanário ...

     ... o gato no cimo do fontanário ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... a torre de menagem do castelo de Monforte de Rio Livre ...

     ... a torre de menagem do castelo de Monforte de Rio Livre ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... pormenor de um telhado ...

     ... pormenor de um telhado ...     

 

 

 

 

 

Até breve !!!!!

 

 

 

 

 

 

 

 


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Sábado, 8 de Abril de 2017

Águas Frias (Chaves) - "...abril frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado..."

 

"Abril frio e molhado,

enche o celeiro

e farta o gado."

 

Águas Frias (Chaves) - ...flores de cerdeira (cerejeira) ...

     ...flores de cerdeira (cerejeira) ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... ornamento de pedra em forma de concha no pórtico em Cimo de Vila...

     ... ornamento de pedra em forma de concha no pórtico em Cimo de Vila...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... cavando a terra à enxada ...

      ... cavando a terra à enxada ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ...carneiro curioso ...

     ... carneiro curioso ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ...lavrando a terra ...

     ... lavrando a terra ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ...cerdeiras (cerejeiras) em flor

     ... cerdeiras (cerejeiras) em flor ...     

 

 

 

 

Até Breve !!!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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Sábado, 9 de Julho de 2016

Oito pingos de Águas Frias (Chaves)

 

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

 

Águas Frias (Chaves) - ... a vaca a espreitar ... " ... o que se passa?" ...

    ... a vaca a espreitar ... " ... -  O que se passa?" ...     

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... na rua 1º de maio ...

     ... pela rua 1º de maio ...     

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... flor campestre ....

      ... flor campestre ...     

 

 

Águas Frias (Chaves) - ...O castelo de Monforte de Rio Livre por entre a vegetação verdejante e florida ...

     ... O castelo de Monforte de Rio Livre por entre a vegetação verdejante e florida ...     

 

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... flores campestres ...

      ... flores campestres ...     

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... edifício da junta de freguesia e o cruzeiro do Sr. dos Milagres ...

     ... edifício da junta de freguesia e o cruzeiro do Sr. dos Milagres ...    

 

 

Águas Frias (Chaves) - ... o prado .. o tanque ... a casa ...

     ... o prado .. o tanque ... a casa ...     

 

Águas Frias (Chaves) - ... cancela singela ...

     ... cancela singela ...     

 

 

 

Até breve ... com mais pingos de ... Águas Frias ....

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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Sábado, 14 de Maio de 2011

Águas Frias (Chaves) - Rua Cimo de Vila - parte II

Depois de uma semana passada, já retemperamos forças para continuar o que deixamos inacabado: alguns apontamentos da Rua Cimo de Vila desta pequena mas bela Aldeia que é Águas Frias.

 

Como a minha prosa não consegue espelhar o que vejo ou sinto, vou-me recorrendo de alguns "clic's" que captaram um local, um tempo, e por vezes, quiçá,  um sentimento.

 

Nem sempre vejo o que a objetiva capta e nem sempre esta recolhe aquilo que qero "ver".

 

Com as palavras também se passa o mesmo, por isso também recorro, ao que escreveram outros (escritores consagrados ou simples desconhecidos).

 

É o caso de hoje, em  que associo as imagens a um texto de prosa poética cuja autora é Maria de Lurdes Dias.

 

 

 

 

 

As pedras da minha aldeia  

 

 

 

 

 

Continuam de pé, encerrando em si todas as memórias de um passado, já tão distante...

 

 

 

 

 

Sobreviventes de um tempo que não existe mais, a não ser nas lembranças de quem ainda não partiu.

 

 

 

 

 

 

E já são tão poucos os que restam, dos tantos que conheceram o sabor salgado do suor que lhes escorreu e pingou do rosto...

 

 

 

 

 

 

Tantas histórias de uma vida dura, inscritas nas pedras antigas, a maioria já carcomidas, esfarelando-se em pó, mas que, teimosas, permanecem erguidas ainda, como quem desafia o destino, tão certo como o fim que as espera.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Resistindo orgulhosamente, enquanto as silvas, carrascos silenciosos nomeados pelo tribunal da existência das eras, se vão apoderando das suas paredes, esventrando-as lenta e impiedosamente, cumprindo a sentença desse tão cruel destino... até as engolir por inteiro.

 

                                                                                                                                                                            Cleo (Maria de Lurdes Dias)

 

 

                                                                                                                In http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=98628

 

 

 

 

 

Trás-os- Montes - marcadamente agreste

 

 

Sentida Terra

Marcadamente agreste

De límpidos silêncios

 

 

 

Minha terra

De tons castanhos

E gestos quentes

 

 

 

 

 

Onde se festeja sem frio

O espírito d'Inverno

 

 

 

 

 

Com o calor do amor

E a cor da vida

 

 

 

 

 

Onde o calor baila

Com a calma da alma

Da terra sentida

 

 

 

Augusto Guedes

In http://lucy-natureza.blogspot.com/2009/02/tras-os-montes-marcadamente-agreste.html

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E eis-nos chegados ao fim (princípio) da Rua de Cimo de Vila, tendo parado à sombra, cavaqueando e recordando sobre os tempos "que já lá vão" e as diferenças com a actualidade.

Foi um prazer esta paragem e observar como estas Gentes simples de Águas Frias fazem uma análise com muita sabedoria que a experimentação lhes deu ao longo dos tempos.

 

Chegamos  ... e ... encontramos a Estrada Nacional 103, que nos pode levar até Chaves (à direita) ou Vinhais e Bragança (à esquerda).

 

 Voltaremos para mostrar mais ( dos muitos) belos locais da Aldeia ou do seu "termo".

 

Até breve.

sinto-me:
música: Ó Gente da Minha Terra

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Sábado, 7 de Maio de 2011

Águas Frias (Chaves) Rua Cimo de Vila - Parte I

 

 

 

Vamos continuar a visitar mais uma Rua desta pequena mas bela Aldeia de Águas Frias.

 

 

Hoje iremos fazer uma pequena incursao pela Rua Cimo de Vila.

Esta artéria tem início na Rua 1.º de Maio e vai até à estrada nacional 103.

 

 

 

 

 

Iremos acompanhar as imagens com o poema "Realidade" de Álvaro de Campos, (heterónimo de Fernando Pessoa) in "Poemas".

 

 

 

 

REALIDADES

 

Sim, passava aqui frequentemente há vinte anos...

Nada está mudado — ou, pelo menos, não dou por isto —

Nesta localidade da aldeia...

 

 

 

 

Há vinte anos!...

O que eu era então! Ora, era outro...

Há vinte anos, e as casas não sabem de nada...

 

 

 

 

 

 

Vinte anos inúteis (e sei lá se o foram!

Sei eu o que é útil ou inútil?)...

Vinte anos perdidos (mas o que seria ganhá-los?)

 

 

 

 

 

 

 

Tento reconstruir na minha imaginação

Quem eu era e como era quando por aqui passava

Há vinte anos...

Não me lembro, não me posso lembrar.

 

 

 

 

 

O outro que aqui passava, então,

Se existisse hoje, talvez se lembrasse...

Há tanta personagem de romance que conheço melhor por dentro

De que esse eu-mesmo que há vinte anos passava por aqui!

 

 

 

 

 

 

Sim, o mistério do tempo.

Sim, o não se saber nada,

Sim, o termos todos nascido por aqui (ou não)

Sim, sim, tudo isso, ou outra forma de o dizer...

 

 

 

 

 

 

Daquela janela do primeiro andar, ainda idêntica a si mesma,

Debruçava-se então uma rapariga mais velha que eu, mais

lembradamente de azul.

 

 

 

 

Hoje, se calhar, está o quê?

Podemos imaginar tudo do que nada sabemos.

Estou parado física e moralmente: não quero imaginar nada...

 

 

 

 

 

 

 

Houve um dia em que subi esta rua pensando alegremente no futuro,

Pois Deus dá licença que o que não existe seja fortemente iluminado,

Hoje, descendo esta rua, nem no passado penso alegremente.

Quando muito, nem penso...

Tenho a impressão que as duas figuras se cruzaram na rua, nem então nem agora,

Mas aqui mesmo, sem tempo a perturbar o cruzamento.

 

 

 

 

 

 

Olhamos indiferentemente um para o outro.

E eu o antigo lá subi a rua imaginando um futuro girassol,

E eu o moderno lá desci a rua não imaginando nada.

 

 

 

 

 

Talvez isso realmente se desse...

Verdadeiramente se desse...

Sim, carnalmente se desse...

 

 

 

Sim, talvez...

 

 

Álvaro de Campos, in "Poemas"

Heterónimo de Fernando Pessoa

 

 

 

 

 

 

Bom ... o poema já terminou e ainda vamos a meio caminho da Rua Cimo de Vila.

 

 

 

 

 

 E ... agora que ela começa a subir ...

 

 

 

 

 

 

... vamos ganhar "fôlego" para descobrir, no próximo "post", outros recantos e encantos desta Rua de Cimo de Vila de Águas Frias.

 

 

Até breve ...

 

 

 

sinto-me:
música: Memories

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